sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Uma grande equipa só pode ter um grande treinador.




O futebol como qualquer outro desporto coletivo é sem sombra de dúvida um fenómeno desportivo pejado de imponderabilidades, de contratempos e de desafios de mentalidades e formas diversas de estar em sociedade, e será por causa destas circunstâncias que por vezes nos levamos a dissertar por correntes de opinião sem o devido sentido valorativo, ou a fazer juízos de valor sumativos que mais tarde nos podemos vir a arrepender redondamente.





Com o treinador do FCP, Vitor Pereira, no início da sua atividade profissional no clube azul e branco, aconteceu precisamente toda esta panóplia de comentários pejorativos à sua volta, sendo na altura objeto de uma crucificação desmesurada, de um chorrilho de opiniões negativas sobre a sua real capacidade para liderar um projeto ganhador e bem sustentado num cenário desportivo a nível interno e internacional, que é paradigmático e essencial num clube com os pergaminhos do FCP.




No preciso momento em que estou a escrever estas palavras, o FCP tem apresentado uma qualidade e um upgrade assinalável no futebol que vem desenvolvendo, consubstanciado numa forte dinâmica de jogo, numa posse de bola exponencial que diminui o tempo de jogo dos seus opositores, numa pressão constante dos seus médios que sufocam qualquer estratégia adversária, e ainda numa qualidade de passes certeiros que ultrapassam em muito a média dos seus adversários, que medindo ainda as devidas distancias que o separam do quase imbatível Barcelona, o aproxima cada vez mais do seu estilo de jogo e projeto desportivo, no que concerne à dinâmica do seu futebol e à beleza da construção de jogadas de encher os olhos para quem goste do futebol espetáculo e de ataque continuado.

A constatação destes factos não sou só eu que o afirmo aqui neste painel, já que, até o próprio Alex jogador do V. Guimarães, antigo jogador do SLB e por esse motivo julgado insuspeito, declarou para quem o quis ver e ouvir nos órgãos de comunicação social que sic: «O FC Porto está para o campeonato português como o Barcelona está para Espanha», para além de estarmos a falar dum FCP que há bem pouco tempo se deu ao luxo de perder jogadores da valia de um Hulk, Falcão, Álvaro Pereira, Rolando, entre outros, que devido ao seu excelente momento de forma já poucos se lembram deles, o que é sempre característico e explícito de um bom trabalho contínuo em marcha no clube, pois na forja e em pleno rendimento já estão jogadores com a qualidade futebolística de Mangala, Danilo, Alex Sandro, Defour, Jackson Martínez, Izmailov (quem diria!), entre outros, já para não falar da continuação dos carismáticos e imprescindíveis até ver, Helton, Maicon, Otamendi, Fernando, João Moutinho, Luxo, Varela e James, denotando daqui uma excelente renovação dos seus quadros com ótimos resultados desportivos e financeiros, e aonde já se avizinham a montante jovens talentos como Kelvin, Iturbe (ainda acredito nele), Sebá, Tozé, Seri (grande talento em formação), Tiago Ferreira, Quiñones, Dellatorre, Sérgio Oliveira, entre outros.

Por tudo isto, parece que ficaria bem a alguns arautos da desgraça que só têm em mente a tentativa desenfreada de tentar desunir e fragilizar a família azul e branca para benefícios de terceiros, que pela capacidade de resposta e respeito que os jogadores e equipa técnica merecem por direito próprio, medirem as suas desavindas palavras, modificarem os seus juízos de valor e alterarem os seus discursos de circunstância.


Por: Natachas
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