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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Fogaça

Nem com código postal...

Fogaça

Não foi só o Pinheiro
A roubar a taça, 
Na falta de raça 
Contr'o fogaceiro!

domingo, 4 de dezembro de 2016

Esquizofrenia

#serporto #espiritosanto #ruipedro #fcporto #xistrema #poesia #joker
Esquizofrenia

Veja lá Sr.Doutor,
O estado em que m’encontro,
Que num tempo de desconto
Sinto ódio e amor!?

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Massacre!?


Massacre!?

Dizem que foi um massacre
Ali aos pés d’Istambul,
E que tomaram a Mesquita Azul
Como se foss’o Acre!
E esse “cristão”
Trajado d’encarnado,
Se tivesse vingado
Sobr’as muralhas do Sultão!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

...E o resto é paisagem!

Et alors, enfant de la patrie?...
...E o resto é paisagem!

O Turismo de Portugal
Troux'a Lisboa o francês,
Porque de Tavira a Valdevez
Isto é quase tudo igual...

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

TRETAS


Não foi o Rei Midas
Valer-se ao mercado,
E no toque dourado
Ganhou novas dívidas…

E nada vendeu
Que fosse sonante!
Ele qu’é um gigante
Tornou-se pigmeu….

Há anos que tenta
Vender o Gaitán…
O eterno “titã”
Qu’a Bola inventa!

É só propaganda
Em vez de graveto…
O Rei é um mito
Na sua demanda!

E cem mil sócios
Não pagam quotas?
São quantas derrotas
Em novos negócios?

Voaram os Euros
Deste patrocínio?
Lá vem o declínio
Em tantos “tesouros”…

A fuga-pr’a-frente
Tem nome: Academia!
De barriga vazia
Tudo é eloquente!!

Não sobr’a verba
No fecho do Banco,
E há outro tanto
Na sua reserva…

E deste sintoma
Rest’o Eliseu!!
Se quem o escolheu
Já ganha outra soma!

E do outro lado
Tod’um corredor!
É um passador
Pr’o caldo entornado…

E o que dizer
Do qu’está no centro?
Está lá um portento
Que teima em “correr”…

A decrepitude
Com rosto jovial…
E só em Portugal
O benfica é saúde!

De tanta história,
De tanta grandeza…
Só rest’a riqueza
Da aposentadoria…

Não cheg’o Pereira
Pr’a esta equipa!
Que nisso é rica,
Nessa roubalheira…

E mais qu’o toque
Não do Midas, do apito,
Pr’a quem segue aflito…
Não chega o stock!!

Pois tem-se o Capela,
O Mota, o Ferreira,
Da mesma maneira?
Não chega, à cautela…

Faltam os milhões
Do que se não vendeu,
E do que se perdeu
Nos “camiões”…

Um santo negócio
C’o toque de Midas!
E as gramas perdidas
No carro do sócio…

Que sendo da empresa,
Reverteu par’o Estado…
E o prejuízo acumulado
A título de despesa?!…

De representação
Do ex-funcionário…
Actual presidiário
Da “instituição”!

E a porta dos VIP
Que fica sem gente,
Assim de repetente…
E o apoio da equipe???

Quem vai apoiar
Pois, o jogador,
S’o ex-director
Nem pode guiar?

Sendo motorista
Ficou sem licença,
E espera sentença
Por ser “camionista”!

Perderam-se quilos
Ali na A1,
E não sobra nenhum
Pr’a comprar sigilos!?

Ai, ai o Rei Midas
Que perdeu o toque,
E lá vai a reboque
De vitórias sofridas…

E nisso é enorme,
Pois têm milhões,
Doutras gerações,
Do tempo da fome…

Quand’o benfica
Er’a “instituição”
Da “Santa Nação”
Qu’o beatifica…

E ser do “glorioso”
Torna-nos impunes!
E somos imunes
Ao acto culposo!

Noutra latitude
A cena da “branca”…
Dava portas à tranca,
E fecho do clube!

E a presunção
Da dita inocência
Só tinha carência
Até à publicação!

Pois os Correios,
As Bolas, Recordes,
Já tinham acordes…
Pr’a libertar os freios!

E ainda irem a tempo
De publicar um livro,
Rodar um filme “antigo”
Só como passatempo!

Recrutar a testemunha,
A mais “fidedigna”,
Pr’a dizer qu’a “menina”
Fugira pr’a Corunha…

E assim montar cenário
Pr’a lá provar o dolo…
Pois o seu consolo
É o fado Hilário!!

Uma cena de Midas
C’o toque d’ouro,
Pois é mau agouro
Serem absolvidas…

No Reino do Midas
Vendem-se promessas,
Que são às remessas…
E tão conhecidas!!

Mas sem a nota
Para disfarçar…
Não dá pr’a ganhar,
Mesmo com batota!

Daí a propaganda
Do que lá se compra,
Pois é grand’a montra,
E o mercado manda!!

Pois qu’esse outro
Lá vendeu milhões,
Que sendo de “Dragões”
O ouro é pouco…

Se fossem “Cavaleiros”
Era um reluzir…
D’ouro por vir,
Nos próximos relatórios!

Com’os que hão-de vir
Por estes empréstimos
Que serão enésimos
Até o John sair…

Que c’o Oliveira
A maior promessa!
Vão jogar à terça,
Na divisão “cimeira”…

Daí qu’o Corona
Se revele um choque,
E s’ao primeiro toque
Já valeu a soma?

E depois sair
Já pelo seu triplo,
Sem o toque do tipo
Que por Rei faz rir?

Tanta preocupação
Ontem nos directos…
Estavam circunspectos
Em tanta estação!

A coisa está preta,
Já se foi a “branca”,
E s’o Midas não banca
O toque é treta…


Por: Joker

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Uma estranha realidade

 #Joker #FreitasLobo #benfica #FCPorto #Incompetente



Se pudesse desdizer
Tudo aquilo quanto digo
Como divino castigo
Nele preferia morrer

Pois a verdade oficial
Escrita nesses “jornais”
São pecados capitais…
Menos em Portugal!?

Essa falta d’ética
Nas notícias que publicam
E por elas multiplicam
Essa mentira colérica!

Tud’o que se lhes oponha
Na desporto, na política
É sentenciado na escrita
Como verdade medonha!

E fazendo jus ao Lobo
Nessa crónica televisiva
Cuja crítica “assertiva”
Já não é nada de novo…

Vem o Correio do Crime
Anunciar aos sete ventos
Qu’o Porto venceu c’os tentos
Mais ilegais qu’o regime!!?

Nas linhas da imaginação
O Porto marcara três!
Em foras-de-jogo, à vez…
À vista da televisão!?

Uma mentira repetida
Nos pasquins ou na TV
É verdade, sei-o porquê:
Por mil vezes sugerida!

A premissa da realidade
É muito subjectiva
Porque’a verdade é tida
Por simples virtualidade!

E ao repetir a “verdade”
Os fazedores d’opinião
Fazem dessa “criação”
Uma estranha realidade…

Violando leis matemáticas
Criam novos universos
Com novos cálculos complexos
Que se convertem em táticas!

Tudo c’o único vector
De fazer valer o direito
De ter um mundo “perfeito”
No anunciado vencedor…

Eu sei o qu’a vida custa
Por se dizer a verdade…
Mais vale uma irrealidade
Do qu’uma realidade à justa!

Por isso é compreensível
Essas “verdades” absolutas
Qu’escritas tomam as escutas
Por verdade indivisível!

Nada que me surpreenda
Neste mundo aparente
Onde só s’é coerente
Desde qu’a vida se venda!

Pois não sendo vendável
Porqu’o mostrar por real
Se por cá em Portugal
Só o benfica é rentável?

E ferir a tanta gente
Que lhes compra papel
De notícias a granel
Nessa verdade demente?

Não, há que adornar
A pílula qu’o povo toma!
E a “notícia” conforma
O que há qu’acreditar!…

É por isso que me nego
A engrossar a maioria
E a crer no que dizia
Esse Lobo qu’ia cego…


Por: Joker

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Consciência

#FPF #Mouros #Pedroto #PintodaCosta #FCPorto #Benfica #Joker


A centenária gala
Escolheu os melhores!
Jogadores, treinadores
Aplaudidos p’la sala…

Cem anos de jogo
Escolhidos a dedo
E no voto, o segredo
Pr’a tanto logro…

Que bem “vitoriosa”
A nossa Federação
Ficass’a sensação
De ser “Gloriosa”…

Mas sem um troféu
Internacional…
(Europeu, Mundial)
O que vi eu?

As escolha do óbvio
Politicamente correcto
Escondendo-s’o feito
Daquele “pacóvio”!

O Presidente
Mais titulado da História!
E nem simples memória
Da sua gente…

Escondeu-se Pedroto
Com’um visionário!
E nesse “plenário”
Esqueceu-s’o Porto!…

É a Federação
O espelho do país
E a escolha condiz
C’a própria nação!

Preferem esconder
Os reais vencedores
Promovend’os “melhores”
Porque podem escolher…

A realidade é virtual
No futebol lusitano
E só no próximo milénio
Cairá no real…

São muitas vitórias!
São muitas taças!
30 anos de graças!
Não são muitas glórias…

E Pinto da Costa
Ser galardoado?
C’o Apito Dourado
A pender na aposta?

Está condenado
Sem prova do ilícito
E nesse plebiscito
É dado provado!

E um homem corrupto
Mesmo sem o ser
Não pode vencer
Num mundo “impoluto”!

E o outro, defunto
Por correlação
Pr’a esta nação
É seu adjunto…

E com tanta excelência
Num país vencedor
O maior perdedor
Sej’a própria consciência…


Por: Joker

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Futebol a leste…




#Joker #FCPorto #Benfica

Quem ainda se lembra
Do Dinamo de Bucareste
E o futebol de leste
Com’uma bela prenda?

Do futebol pragmático
Na disciplina de jogo?
Ideologicamente novo
No modelo táctico?

Vencendo por fora
Perdendo por dentro
Um futebol isento…
Não com’o d’agora!

Em nada corrupto
Nessa terra próspera
Pois qualquer proposta
Tinha peso bruto!

Comprar um romeno
Pr’a facilitar?
Deixar-se expulsar
Em pleno terreno?

Depois de ganhar
O jogo em Lisboa
Perdendo à toa
Podendo empatar?

Não er’o método
Do benfica d’então
Usar de corrupção
Antes deste século!

Quem fala assim
Só pode ser sério!
E este mistério
É coisa de pasquim!

Pois o Record
Lembrou a notícia
Do caso de polícia
Escrito no “Pro Sport”!

O jornal romeno
Faz a insinuação
Qu’a “instituição”
É um clube pequeno…

E comprou o central
Usand’o treinador
Esse “grande senhor”
Do futebol mundial…

Como acreditar
Qu’ao presidente
Lhe fosse indiferente
Não passar?

E usasse do método
Tão aplaudido
No voto sentido
Como apoteose?!

A qu’um vigarista
Pudesse não o ser…
E tentar corromper
Não sendo portista?

De todo improvável
Qu’um falsário
Actual presidiário…
Fosse nisso imputável!?…


Por: Joker

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

30 anos depois…

#Pedroto #Mestre #FCPorto #Joker

    As voltas qu’o mundo dá
Em três décadas, apenas…
Sejam grandes, pequenas…
Desse mundo já não há!

Tudo muda, evolui
Em pequenos pormenores
De cujos percursores
A ideia já nos flui!

E o mundo transparece
Na mudança quase súbita!
Que nos ressalt’a dúvida
Se tudo isto acontece!?

Ainda me sobr’a memória
Do tempo em que chorava…
Era pequeno, e sonhava
C’uma singela vitória!?

O meu clube, tão pequeno…
Desse bairro tão distante!
E eu pequeno “emigrante”
Era em Lisboa, “Tchecheno”!

Era de tal forma, insólito
Ser-se adepto desse clube
A qu’esse tempo s’alude…
Que me viam no neolítico!

Pois eterno perdedor
Nesse meu clube tripeiro…
Qu’eu Ernesto Ribeiro
Era tido por sonhador….

Como ser-se adepto
Do azul-e-branco
Em Lisboa? Espanto!!
E qu’estranho repto….

Nesse gosto exótico
Por “causas perdidas”
E sonhá-las vivas
No meu jogo “neurótico”!

E assim crescer
Nessa forte esperança
Tend’a confiança
D’assim as viver!

E mudar o mundo
Nessa nova ciência
Em qu’a consciência
Está no micro-segundo!?

E o mundo mudou…
Dum momento pr’o outro!
E o Mestre Pedroto
O que lá fez, sonhou!

Um novo paradigma
Neste país parado…
Qu’estava acostumado
A um campeão, por sina!

Do tempo d’outra Senhora
Qu’era mais compassado…
E o campeão reencontrado
A tod’a hora!

Um mundo mais previsível
C’as águas por si, paradas…
E as massas manipuladas
No irreversível!…

Um mundo mais condizente
Ao tempo qu’é controlado.
Fazendo disso um primado
O Homem ausente…

Mas nada contém o sonho
A capacidade de pensar!
E o tempo começ’a contar
Porque eu disponho!

E outro mundo se criou
No espaço da Liberdade
Qu’o tempo, em velocidade
Já duplicou!

E o tempo vai dispondo
A história que s’escreve:
Ao sol, à chuva, à neve…
O mundo é redondo!


Por: Joker

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Copa

#Joker #benfica #Lampiões #Sporting #FCPorto

 

As crónicas revistas
Dos tempos d’outrora
Que deles se chora
Por revisionistas

Dão-nos o tempero
Desses tempos idos
Que hoje, são lidos
Como desespero…

De viva memória
Invocam a festa!
Do tempo que resta
Da nossa história!…

O jogo, o campo
As equipas, a taça!
E esta nobre raça
Vencend’o Franco!

E a Taça Latina
Figurando em destaque!
O troféu não se parte…
Ao entrar na vitrina!

E edifica a glória
De tod’o Portugal!
No Estádio nacional
Se celebr’a vitória!

Imagin’a alegria
No passado distante
Onde tanta gente
Nem falar podia…

Aproveitand’o tempo
Para celebrar!!
C’o benfic’a ganhar
Por passatempo!?

Um torneio tão nobre
Com convites formais
Serem jogos florais
Qu’a FIFA descobre?

E não o contabilizar
Como digno troféu!?
Um Campeão Europeu
Nesse quadrangular!?

Quanta injustiça
Releva pr’a História
Quand’a nossa memória
A tinha por “mística”!?

E o que perd’a Nação
Nesse seu legado
A qu’o clube d’encarnado
Fosse então, campeão!?

Eu li os destaques!
Eu vi as imagens!
Não eram foto-montagens!
Nem existiam as claques!

Era um único corpo
Quase corporativista!
Nacional-Socialista
Em prol do desporto!

Mente sã em são corpo
No relvado e na bancada
E um desfile por jornada
Para saudar o Estado Novo!

A histeria da conquista
Foi registada nos jornais
Impressos tod’os iguais
Pois a verdade era revista…

E assim vencia, o vencedor
E o sol nascia tod’os dias…
Que nessa época, as vistorias
Não encontravam um corruptor….

A corrupção é pois, recente
Nasceu no dia vinte e cinco (de)
Mil novecentos e setenta e cinco!
No mês d’Abril, pr’a tod’a gente!

E desde então, o sol brilha
E os campeões mudam de nome…
E os troféus, que coisa infame
Vêm no Porto, a sua quadrilha!

Sendo corruptos, usam da fruta
Para vencer mais competições!
E só assim são campeões…
Pois a mentira tem perna curta!

A prova dos nove é a Europa
Onde se têm como pequenos…
Vencendo mais, ganhando menos
Pois da Latina, lhes falt’a Copa!



Por: Joker

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

A todos, um Bom Natal!

#benfica #FC Porto #Joker
A todos, um Bom Natal!
Retribuo esses votos
Gritados como devotos
E recebidos como tal!…

Por isso o meu desejo
É qu’esses votos saúdem
Um novo ano, e mudem
A arbitragem do Tejo!

Pr’a qu’a Justiça floresça
Neste país, como no céu!
Não a vergonha, por breu…
E qu’a arbitragem s’esqueça!

E mesmo perdendo, por obra
Desse destino, da táctica!…
Que sej’a matemática
A determinar a prova!

Pois qu’eu acredito
E não com’o Fonseca!?
Que pr’o fim da seca
É só dar o litro!

E no jogo decisivo
Estarmos bem cientes
Dos nossos presentes
Do Natal antigo…

E nesse momento
Lembrarmos a sorte
De “vida ou morte”
Do jogo por dentro!

E se se evoluir
Nesse desiderato!
Este campeonato
Ainda há-de-vir!

Falta muito tempo
E a equipa cresce!
Qu’o outro decresce
Nessa bola ao centro!

Pois quando cantava
A vitória pirríca
Eis que vai embirra!
E o Braga, marcava…

Já que se queixou
Dessa arbitragem
Em Braga!? Coragem!?
Foi quando quinou!

E pensando qu’era
O momento certo!
Despertou o espectro
Da derrota certa!

Era uma vingança
Contr’a esse destino!?
E o velho cretino
Ao vintém se lança…

Pois que da Europa
Se julgava a salvo…
E o interno alvo
Soçobrou na Copa!

Agora o que resta
É o campeonato!
Esse grande prato
A servir de festa!

E s’esse não servir
Sobr’a outra taça…
Que justiça se faça
Qu’a quinta há-de vir!

E será um sucesso
Com’a Btv!
Que da época, se lê
Um número perplexo!?

Pois qu’este Natal
Já lhe deu a prenda:
Na Europa, a “lenda”
É o riso total!

E sendo Jesus
Mas não sendo Deus!
Sem dinheiros seus
Vai vender-se a Luz!?

Não a “catedral”
Qu’essa é da Somague!
C’o Enzo se pague
Como prenda de Natal!

E vá outro apóstolo
Fazer-lhe Valência…
Nessa transferência
Mudando de símbolo!

Pois que a Europa
Tem essa contingência…
E a moeda-referência
No Euro, se cobra!

E sem esse santo
Quase milagreiro!
O lugar cimeiro
Destape esse manto!

Sagrado, mas curto
Não cheg’a Maio…
Que crente, eu creio
Mais viv’o que morto!

Por isso é esperar
Por outro milagre!
O Kelvin, a trave…
Qu’o Natal vai chegar!


Por: Joker

sábado, 13 de dezembro de 2014

No tempo dos Calabotes…

#benfica #Sporting #Joker

No tempo dos Calabotes
A vida corria bem…
Tudo amava, amén!
A família e os lingotes!

O bom chefe-de-família
Só gostava do tinto
E do benfica, não minto
Era Toda uma homilia!

Tudo ficava em casa
Na harmonia do lar
E c’o benfic’a ganhar
Podia bater-se a asa!

E se n’algum ano pior
O benfica não ganhava
Era Fátima que faltava
Na sua crença d’amor!

Ou então o Calabote
Que não send’o proficiente
Não marcava, o indolente
O penálti como mote!

Pois em sete golos
Apenas marcara quatro!
E um sofrera, já transacto
Num cruzamento aos molhos!

E um jogador que marcara
Até era simpatizante
Mas saltara adiante
Mal a boca lhe tocara…

E sem-querer…
Afinal marcar’o golo!?…
Bem o queria repô-lo
Não foss’o clube perder!…

Esse golo foi fatal
Pois apesar dos minutos
Qu’ao que consta foram muitos…
Tudo permaneceu igual…

E o Gama, já desfeito
Por não ser campeão
Ele que da CUF era então…
Um guarda-redes perfeito!

E nessa conjugação
De factores e resultados
O Palmeiro, vê como culpados…
Apenas o segundo guardião!

Que ao substituir o Gama
Evitou uns quantos golos!
Que de frangos, soube opô-los
Pr’a não ter a mesma fama!

E nada de grave ocorreu
Nesse tempo do regime
Onde pensar era crime
E o Benfica tod’o céu!

Por isso hoje o que passa
É que o clube batoteiro
Foi o Porto, o primeiro
Nesse processo por graça!

É que antes não havia
Um Procurador à deriva
E a Justiça productiva
Bem sabia a quem servia…

Era um tempo saudoso
Ond’a ordem era assente
Nesse pilar-presidente!
E o crime, não culposo…

Não existia corrupção
Nem trocas de favores!
Corruptos ou corruptores
Era obra de ficção!

Por isso s’o Calabote
Fosse corrupto, ladrão!
Era a Justiça, d’então
Qu’o tirava do pote!

E ao ser irradiado
Mais não se confirmou
S’ele alguém ajudou
Não foi por ser encarnado!

Foi por então estar míope
E favorecer o vermelho…
Qu’o seguro morreu de velho:
Como ao Regime, o clube!



Por: Joker

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Limpeza

#benfica #Sporting #Joker


Em normalidade
Seguimos o rumo
Os sinais de fumo
Mostram claridade!

Pois há que focar
Nas provas internas
Que nas externas (já)
Deram o que tinh’a dar!

E se cá na Liga
Nem há polvorosa!?
Pois o Miguel Rosa
Ou o outro, q’uo diga!?

A originalidade
Está na justificação!?
Empréstimo? Não!
Confidencialidade!

Por uma promessa
De venda, ao benfica!
O jogador fica
CONDICIONADO à pressa!

Por isso não joga
Contr’o “Glorioso”!
Qu’o caso é famoso
E a Liga aprova!

É esta a virtude
Da “instituição”:
Qualquer razão
Tem rectitude!

E não há celeuma
E não há capas!
Não há trapaças
Nem há esquema!

Está tudo escrito
No clausulado!
Pois, condicionado
Já não dá o litro!

E se falhasse o golo
Com’o Makulula?
O que escrevi’a Bola?
“Que grande tarolo”!

E se foss’o Ribeiro
A falhar o golo?
Pois, nada de novo…
Qu’ele chuta rasteiro!

Mas assim é limpo
Diz o Belenenses!
A quem os pertences
Não enchem o campo!

Pois tendo contrato
C’o mesmo clube
Sobra-lhes a’titude
Do jogador barato!

Se fosse o Porto
No caso insólito!
Seria o conflito
Maior do desporto!

O Guerra, o Delgado
O Lampião de Paredes!
Que diriam, soezes
Deste clausulado?

Seria o despeito…
O campeão corrupto!
Os fumos, o luto!
E um único suspeito…

Assim é normal
É tudo de Direito!
Assim é bem feito….
São clubes da capital!

Por isso lá fora
Se ger’a confusão!
Qu’o nosso campeão
Lá sej’a metáfora!?

E qu’escalonado
Como cabeça-de-série!
Se lhe note a paupérie
No futebol jogado!?

Mas o qu’interessa
É ser campeão!
Pois na Europa, a mão
Não cheg’a travessa!

E nisso arbitra
O Jorge Sousa!
Pois por cá, a louça
Parte, mas aguenta!

E o que mais dizer?
Falar do leão?
Na Europa, a sensação
Até a perder!?

Ninguém acredita
Qu’esta jovem esquadra
Não ficasse em quarta
Com’o benfica!?

Ficou em terceiro
À frente do Maribor!
E querem melhor
Do que ser primeiro?

Pois que nas finanças
Vencem o campeonato!
Lá escondend’o facto
Das futuras cobranças…

E perdendo o guito
Da qualificação….
Ah, grande leão!!
Que nisso és perito!

E até vais vencer
Senã’o campeonato!
O economato…
Só c’o Brun’a abater!


Por: Joker
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