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sábado, 19 de abril de 2014

Segunda Liga, 39.ª jornada: FC PORTO B 4 - 1 BENFICA B

#FCPorto #FCPortoB #SegundaLiga #Portugal #Futebol

O Porto B recebeu e venceu o Benfica B, este Sábado, por quatro bolas a uma.






No onze portista a novidade foi a integração de Leandro, com Tozé a avançar no terreno. Victor Garcia voltou a ocupar o seu lugar e Kadu regressou à titularidade.







A partida começou bastante equilibrada, com o Benfica B a subir bastante as suas linhas e o Porto a tentar explorar as costas do adversário.

No entanto, a partir dos 10 minutos, o Porto começa a ter algum ascendente e aos 17 minutos acontece o lance que acaba por marcar o jogo com Leandro a recuperar a bola e a isolar Tozé. Lindelof faz falta e naturalmente vê o vermelho directo.

Daí para a frente o Porto controla completamente o jogo e instala-se no meio campo do Benfica. O golo acaba por surgir naturalmente através de um grande remate de Leandro ainda fora da área.

Pouco depois Kayembe, pela direita e depois de um excelente trabalho sobre Bruno Gaspar, cruza com conta, peso e medida para Tozé, que recebe com o peito antes de fuzilar a baliza do Benfica. Grande golo numa bela jogada colectiva.

O Porto galvaniza-se e tem várias oportunidades de golo neste período.

Já perto do intervalo e totalmente contra a corrente do jogo, Lolo marca para o Benfica B, num lance em que Quinones, Tiago Ferreira e mesmo Kadu não ficam bem na fotografia.

No entanto, a festa benfiquista não durou muito. Pouco depois, o endiabrado Tozé cruza da esquerda e Pedro Moreira aparece sozinho na área para finalizar. Mais um belo golo.

Ainda antes do descanso houve tempo para mais um golo. Tozé (quem mais poderia ser) sofre falta na área e assume a conversão do penalti.

Primeira parte de loucos com 5 golos e um belo jogo da equipa portista.

Na segunda parte a história foi bem diferente. O Porto entrou para gerir o resultado e a reacção do Benfica não incomodou. Resultado: uma segunda parte monótona e previsível com as duas equipas conformadas com o resultado.

No geral, um jogo bastante competente do Porto B e uma vitória justa. O Porto B consegue assim subir ao 2º lugar da segunda liga de futebol.



Análise individual:

Kadu: Um erro que podia ter causado dissabores logo a abrir. Uma boa defesa a um remate de Carlos Martins.

Victor Garcia: Excelente jogo do lateral. Não perdeu um duelo individual e teve ainda tempo para apoiar o ataque.

Zé António: Belo corte a acabar o jogo. No resto, seguro como sempre.

Tiago Ferreira: Sem grande trabalho. Podia ter feito melhor no golo do Benfica.

Quinones: Alternou o bom com o mau. Tem responsabilidades no golo do Benfica, mas deu um bom apoio ao ataque.

Mikel: Muito bom jogo. Esteve sempre na linha da bola. Vários cortes preciosos. Importante na forma como empurra a equipa para frente com a sua capacidade física e potência.

Pedro Moreira: Que grande jogatana do médio portista. Esteve literalmente em todo o lado. Fundamental entre linhas e a aparecer muito bem pela esquerda. Excelente golo.

Leandro: Aproveitou bem no primeiro golo a sua melhor característica: a capacidade de remate. Um grande golo. Esteve sempre participativo no jogo e foi fundamental ao roubar a bola que isolou Tozé no lance da expulsão.

Tozé: Melhor em campo. Acredito que hoje alguns jogadores do Benfica terão pesadelos com Tozé. Esteve endiabrado, encheu o campo com uma vontade incrível e uma qualidade que lhe permitiu apontar 2 golos e assistir para um outro. Saiu para os aplausos e quem sabe para segunda feira jogar com o Rio Ave...

Kayembe: Mais uma vez em bom plano com uma assistência e várias arrancadas que deixaram Bruno Gaspar a ver estrelas.

Gonçalo Paciência: Um jogo algo apagado, longe do brilho de outras exibições. Ainda assim alguns pormenores interessantes.


Ivo: Algumas boas arrancadas.

Fred: Perdeu-se no jogo, não foi uma entrada feliz.

André Silva: O jogo já estava morto quando entrou.



FICHA DE JOGO


FC PORTO B-BENFICA B, 4-1
Segunda Liga, 39.ª jornada

19 de Abril de 2014
Estádio de Pedroso, Vila Nova de Gaia


Árbitro: Manuel Oliveira (Porto)
Árbitros assistentes: Cristóvão Moniz e João Santos
Quarto árbitro: Carlos Dias



FC PORTO B: Kadú; Víctor García, Zé António, Tiago Ferreira e Quiño; Mikel, Leandro e Pedro Moreira (cap.); Tozé, Kayembe e Gonçalo Paciência
Substituições: Tozé por Ivo (65m), Gonçalo Paciência por Frederic (67m) e Kayembe por André Silva (76m)
Não utilizados: Stefanovic, David Bruno, Pavlovski e Bruno Silva
Treinador: José Guilherme

BENFICA B: Bruno Varela; João Cancelo, Fábio Cardoso, Victor Lindelhof e Bruno Gaspar; Ruben Pinto (cap.), Carlos Martins e Bernardo Silva; Gonçalo Guedes, Hélder Costa e Lolo
Substituições: Gonçalo Guedes por Rudinilson Silva (21m), João Cancelo por Nelson Semedo (46m) e Lolo por João Teixeira (72m)
Não utilizados: Miguel Santos, Filip Markovic, Rui Fonte e Gianni Rodríguez
Treinador: Hélder Cristóvão



Ao intervalo: 4-1
Marcadores: Leandro (30m), Tozé (33m e 45+2m, g.p.), Lolo (40m) e Pedro Moreira (44m), 
Disciplina: cartão amarelo a Kayembe (27m), Leandro (40m), Hélder Costa (50m), Bernardo Silva (60m), Tiago Ferreira (63m) e Mikel (70m); cartão vermelho a Lindelhof (17m)


Por: Prodígio 

domingo, 6 de abril de 2014

FC Porto 7 - 1 Física - Preparar novas batalhas

#fcporto #Hóquei #Portugal #Desporto 





O FC Porto recebeu ontem ao fim da tarde a equipa da Física de Torres Vedras em jogo a contar para a 24ª jornada do campeonato nacional. Esperava-se que fosse um dos jogos mais tranquilos até ao fim da época. O jogo mostrou isso mesmo. Com este resultado continuamos isolados na liderança, com 3 pontos de vantagem sobre os rivais mais próximos. 





Tó Neves pôde contar com todo o plantel, algo que até nem tem sido muito habitual este ano. O 5 inicial foi o mesmo das últimas jornadas.

Tal como se previa entramos desde os primeiros segundos a atacar a baliza da Física, não tão forte como noutras épocas. Aos 15 segundos já rematávamos pela primeira vez...

O Porto entrou mandão, a fazer o seu famoso carrossel e com os olhos na baliza adversária. A Física pouco incomodava, tentava sobretudo defender e, quando em posse, tentar ter a bola o mais tempo possivel. 

Aos 3 minutos surgiu o nosso golo. Um golaço! Caio estava com a bola, passa o meio campo, olha para a baliza e atira. Ao ângulo. Que tiro de Caio! 1 - 0 bem cedo. Perfeito para as nossas cores.

Não faltaram hipóteses para que o resultado se avolumasse. Mesmo sem forçar muito o ritmo. Nada se alterou.

Contudo e como diz o ditado, quem não marca sofre. Foi o que aconteceu aos 7 minutos. Numa jogada sem grande perigo. Existe um primeiro remate à baliza de Edo. Este defende. Uma primeira recarga e o nosso guardião defende novamente. mas sobra novamente para eles. Golo. Um empate inesperado.

Tudo tranquilo na nossa equipa. Bastava subir um pouco o ritmo. Foi o que fizemos em parte. Continuamos sem forçar, mas tentamos aqui e ali dar alguma velocidade. Somos e estávamos melhores. 

A baliza de Edo raramente passou por dificuldades. A Física continuava a ter a bola, sendo o ataque à baliza um aspecto secundário. Uma excepção quando o marcador do 1º golo ficou isolado frente ao nosso guarda-redes. Edo mostrou que é um "monstro" nestas situações.

Começa a rotação. Pedro Moreira estava já em campo. Vitor Hugo e Reinaldo entraram logo a seguir. Importante esta rotação.

O nosso golo demorou a surgir. Apenas a 7 minutos do intervalo. Recuperação da bola de Reinaldo que assiste brilhantemente Vitor Hugo. Este, dentro da área como é o seu habitat natural, rematou a 1ª vez. O guardião defendeu. Tinha direito a recarga. Aí, com muita calma e classe, espera pela queda do guardião e levanta a bola para marcar... Um golo à avançado...

Não demorou muito a surgir o 3º. Antes já Reinaldo tinha atirado ao poste. Pedro Moreira marcou. Imitou Vitor Hugo, ao picar a bola para marcar golo. 3 - 1. cada vez mais tranquilo este jogo...

Se já estava fácil, ainda mais ficou pouco depois. Vitor Hugo sai rápido para o ataque e entrega a Vitor Hugo. No desenrolar da jogada a bola sobra para Vitor Hugo e este a bisar. Fácil o 4 - 1. Esta dupla de avançados continua a entender-se bem e estão a marcar regularmente, não é por acaso que são os 2 melhores marcadores da equipa.

O intervalo chegou com este resultado confortavel. Tudo tranquilo. Estava quase ganho.

A 2ª parte teve muito pouca história. Sabemos o que aí vem, temos tido muitos jogos e era importante gerir e rodar. Foi o que fizemos.

Serviu para aumentar os indíces físicos de alguns atletas (Reinaldo à cabeça) e testar novas combinações de jogo. Por isso, de relevante apenas meia dúzia de lances. 

Aos 9 minutos uma dessas jogadas. Jorge Silva a rodar por trás da baliza, um grande passe para Barreiros e este a marcar. 5 - 1. 

Num plantel todos são importantes. Vamos dar um exemplo disso mesmo. Nelson Filipe foi para a baliza na 2ª parte. Pouco depois do nosso golo cometemos a 10ª falta. Livre directo para eles. Nelson Filipe defendeu. Nem sempre joga mas sempre que o faz responde a grande nível. Sorte a da equipa que tem 2 guarda-redes deste nível...

Temos tido um azar tremendo com as bolas aos postes. Continuou ontem. Foram 3 ou 4 vezes. Jorge Silva acertou nos ferros duas vezes, Hélder Nunes outras duas (este na mesma jogada). 

O 6 - 1 surgiu na 10ª falta do adversário. Jorge Silva foi marcar. Atira logo e o guarda-redes defende. A bola continua no nosso avançado, que espera pela queda do guardião e atira com calma para dentro da baliza.

Tiago Losna também marcou. Faltavam 4 minutos quando o marcador foi fechado. 7 - 1.

Fim do jogo. Vitória fácil e sem forçar muito.

Não será assim já na próxima quarta-feira. Em jogo para a Taça de Portugal o Dragãozinho recebe um apelativo Porto - Valongo. Queremos mais uma taça e temos de defender este título. Prevê-se um jogo bem intenso, muito diferente deste. A nossa presença também será mais importante. Um pavilhão cheio torna mais fácil o jogo. 



FICHA DE JOGO

FC PORTO FIDELIDADE-FÍSICA, 7-1
Campeonato Nacional, 24.ª jornada
5 de Abril de 2014
Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 720 espectadores


Árbitros: Porfírio Fernandes e Paulo Santos (Porto)


FC PORTO FIDELIDADE: Edo Bosch (g.r.); Hélder Nunes, Caio (1), Jorge Silva (1) e Ricardo Barreiros (1)
Jogaram ainda: Nélson Filipe (g.r.), Pedro Moreira (1), Vítor Hugo (2), Reinaldo Ventura (cap.) e Tiago Losna (1)
Treinador: Tó Neves


FÍSICA: André Azevedo (g.r.); Carlos Martins, Carlos Garrancho (1), João Lima e Carlos Godinho (cap.)
Jogaram ainda: Pedro Chambel (g.r.); Samuel Lima, André Pereira e Vítor Fortunato
Jogador-treinador: Vítor Fortunato


Ao intervalo: 4-1

Marcadores: Caio (3m), Carlos Garrancho (8m), Vítor Hugo (17m e 20m), Pedro Moreira (18m), Ricardo Barreiros (35m), Jorge Silva (40m) e Tiago Losna (46m). 









quinta-feira, 6 de março de 2014

Hóquei em Patins: Turquel 1 - 5 FC Porto

Prova superada com mérito

  O FC Porto visitou esta noite o sempre difícil pavilhão do Turquel. Não se esperava um jogo fácil mas acabou por ser menos complicado que o previsto. Com esta vitória estamos isolados no 2º lugar a apenas 3 pontos da liderança.

 Tal como tínhamos previsto na crónica do último jogo a situação de Pedro Moreira ainda não estaria resolvida. Às entidades competentes não interessa resolver, logo nada de licença desportiva para o nosso jogador. É o 2º jogo que está impedido sem ninguém perceber bem o porquê desta situação.

Assim, Tó Neves repetiu o 5 da jornada passada.


 Logo a abrir os comandados de Tó Neves mostraram ao que iam, duas boas oportunidades. A 1ª por Jorge Silva logo nos segundos iniciais e pouco depois Hélder Nunes a ficar isolado depois de uma saída rápida para o ataque.

 Uma boa entrada que viria a dar frutos logo ao 3º minuto. Ainda de muito longe, Ricardo Barreiros atira forte e a meia altura. Golo! Estava aberto o marcador...

 Assistíamos a um hóquei rápido da nossa equipa. Sempre que tal se proporcionava contra-ataques rápidos que iam criando perigo para a baliza dos visitados. Se não dava para ensaiar uma jogada rápida, maturidade da nossa equipa a parar o jogo e a rodar a bola para o ataque planeado. Defensivamente estávamos igualmente superiores. Uma pressão mais alta, defesa mais subida a contrastar coma do Turquel, quase sempre a defender perto da sua área. Assim, o domínio era nosso, chegávamos com mais frequência a zonas de concretização e em situação mais vantajosa que o adversário.

 O Turquel, empurrado pelo seu fervoroso público, não baixava a guarda e aos poucos começou a colocar Edo Bosch à prova. O nosso guardião respondia com a mestria de sempre, um muro autêntico...

 Já diz o ditado que quem não marca arrisca-se a sofrer e felizmente verificou-se isso. Jorge Silva a marcar o 2º aos 14 minutos.

 No minuto seguinte nova ocasião soberana. Azul para Tiago Rafael após falta dura sobre Caio. Livre directo para nós que o próprio caio ia tentar converter. Não marcou, a bola saiu ligeiramente por cima. Mas estávamos em situação de power play e nos 2 minutos correspondentes ao azul atacamos em força a baliza do Turquel. Os visitados com alguma sorte conseguiram voltar a estar em igualdade de jogadores sem sofrer golo...

 Com a ausência de Pedro Moreira e o regresso de Reinaldo ainda à procura da sua melhor forma após paragem longa, a rotação de Tó Neves foi mais tardia do que habitual. Faltavam apenas 5 minutos para o intervalo quando vimos as primeiras (e únicas) substituições do primeiro tempo. Entraram Vitor Hugo e Reinaldo para o lugar de Caio e Jorge Silva.

 Ao intervalo 2 - 0 com vantagem parao nosso emblema. Um bom resultado mas ainda longe de estar resolvido.

O nosso mister manteve em ringue os mesmos jogadores que terminaram a primeira parte.

O Turquel não desistia e logo no recomeço a 3ª bola aos nossos postes.

Foi apenas um susto. Em campo estava um Porto maduro, sem se expor defensivamente com o habitual esquema mas a defender mais recuado que no principio do jogo. Sem correr perigo, o jogo estava dominado. Procurávamos igualmente ataques mais pausados, com o habitual carrossel a funcionar de forma quase perfeita.

Aos 8 minutos a estratégia deu frutos. Jogada de Reinaldo, a passar por trás da baliza e a assistir primorosamente Vitor Hugo. Este, com a baliza escancarada após o movimento do nosso camisola 66 a fazer o mais fácil. Golo! 0 - 3.

Vitor Hugo gostou e quis repetir, não é o 2º melhor marcador da equipa por acaso. No minuto a seguir bisou. Desta vez na conclusão de uma saída mais rápida para o ataque. 0 - 4. Grande resultado!

O Turquel estava sem ideias para combater o domínio azul e branco. Nem o desconto de tempo pedido pelo seu treinador mudou o cariz do jogo. Era uma questão de manter o nível e deixar o relógio correr. Fizémo-lo sem sobressaltos de maior.

O jogo estava a correr de feição e melhor ficou quando a 4 minutos do fim Jorge Silva marcou. nos últimos jogos tínhamos mostrado ineficácia nos lances de bola parada. O nosso atacante quis mostrar que já passou. Sofreu falta para penalti e na cobrança atirou sem hipóteses para o guardião adversário. 0 - 5. Muito bem!

O Tuarquel ainda conseguiu reduzir a 2 minutos do fim. Foi um lance fortuito mas a equipa visitada até que merecia o seu tento de honra. Mas só um golo que Edo ainda fez questão de defender um livre directo (azul para Reinaldo) no minuto final.


Apito final. Mais um obstáculo ultrapassado. Com todo o mérito. Estamos na luta...




Equipa e marcadores:

Equipa inicial: Edo Bosch (gr), Hélder Nunes, Caio, Ricardo Barreiros (1) e Jorge Silva (2).
Jogaram ainda: Tiago Losna , Vítor Hugo (2) e Reinaldo Ventura


Por: Paulinho Santos

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

FC Porto B 1 - 0 Atlético

 Nesta tarde de segunda feira, o Porto B recebeu e venceu o Atlético por 1 bola a 0.

A equipa portista contou com 4 reforços da equipa A: Fabiano, Ricardo,Quintero e Reys.

 Mais que um jogo de futebol, foi uma batalha aquilo a que se assistiu. Oportunidades de golo foram raras, jogou-se sobretudo a meio campo.

 O jogo começou morno e dividido. O Porto B tentava sair a jogar, mas era invariavelmente travado na primeira linha de construção por uma linha de pressão do Atlético, sempre agressiva.

 



Mikel e Pedro Moreira avançavam no campo e os centrais ficavam sem linhas de passe. Apenas quando Quintero recuava o futebol do Porto ganhava algum brilho.

Foi sempre esta a fórmula que permitiu ao Porto fazer alguma coisa no jogo: recuo de Quintero, passe longo para desmarcação de Kleber.





Foi pouco portanto. O resto da equipa lutava mais do que jogava sobretudo por bolas divididas e ressaltos.

Assim não houve propriamente fio de jogo. Na frente Kleber era útil nas desmarcações aos passes de Quintero, mas Ricardo e Tozé limitavam-se a correr sem grande propósito.

Na defesa não surgiram grandes problemas em parte pela tremenda azelhice dos avançados do Atlético, que conseguiram que os seus remates saíssem sempre pela linha lateral.

Em suma, foi um jogo difícil. Nunca é fácil jogar contra equipas tão agressivas e fechadas. No entanto, o segredo para abrir este tipo de defesas está na velocidade que se coloca no terreno de jogo e na capacidade táctica para contornar as muralhas introduzindo jogadores criativos. 
Isso falhou. Não é com um duplo pivot tão rígido que se consegue ter controlo de um meio campo contra uma equipa do fundo da tabela. Não é com um Tozé a extremo que se consegue profundidade nas alas. E sobretudo não é com um Quintero tão recuado a iniciar a construção de jogo que se consegue depois ter magia na frente.

Valeu o golo fantástico de Pedro Moreira para trazer um sorriso aos adeptos e mais uma vitória ao Porto B.



Análise individual:

Fabiano: Uma saída disparatada que podia ter causado dissabores. Uma grande defesa a corrigir um erro de Reys.

Victor: Um jogo regular, saiu quando a equipa precisou de arriscar.

Reyes: Um erro grave (mau passe em zona proibida) que ia dando golo ao Atlético.

Zé António: Um mau passe que deu origem a um contra ataque perigoso.Saiu lesionado.

Quino: Deu sempre muito espaço nas costas na sequência de aventuras ofensivas, mas o extremo do lado do Atlético nunca soube aproveitar.

Mikel: Uma entrada brutal logo a abrir. Depois deu a sensação que era apenas mais 1 pelo que não trazia ao jogo. Recuou para central depois da lesão de Zé António e cumpriu.

Pedro Moreira: Com Mikel ao lado numa espécie de duplo pivot desaparece completamente. Na segunda parte sozinho a organizar o jogo da equipa soltou-se e foi dos melhores. Marcou um golão de ângulo muito difícil.

Quintero: Melhor em campo. Quando um jogo é tão deprimente e fraco como este foi o adepto agarra-se aos poucos momentos de magia e excelência. E esses foram quase todos de Quintero. Passes milimétricos a rasgar a defesa adversária. 2 golos oferecidos de bandeja a Kléber.

Ricardo: Foi talvez dos jogadores que mais correu, que mais lutou, que mais se entregou ao jogo. Infelizmente a inspiração não o acompanhou.

Tozé: Completamente perdido na ala. Melhorou na segunda parte com a entrada de Leandro, com este a ocupar muitas vezes o espaço na ala e Tozé a vir para dentro.

Kleber: É de facto um case study. Faz tudo bem: recebe bem a bola, desmarca-se bem, passe bem a bola. Mas aquele momento em que só está ele, a baliza e o guarda redes adversário é um momento fatal. As pernas tremem e falha. Não tem sangue frio.


Leandro: Trouxe alguma energia ao jogo.

Ivo: Nada a assinalar.

Tomás: Para queimar tempo.




Ficha de Jogo:

FC PORTO B: Fabiano, Victor Garcia (Ivo, 73'), Reyes, Zé António (Leandro, 46'), Quino, Pedro Moreira, Mikel, Ricardo, Tozé (Tomás, 90'), Quintero e Kléber. Suplentes: Kadu, Caballero, Tomás, Rafael, Leandro, Ivo e André Silva.
Treinador: Luís Castro

ATLÉTICO: Filipe Leão (Jonas, 65'), Pedro Caipiro, Fábio Marinheiro, Eridson, Luís Dias, Bijou, Pedro Moreira (Marco Bicho, 85'), Taira, Silva, Bacar e Mauro Antunes (João Mário, 61'). Suplentes: Jonas, Bernardo, Tiago Pereira, Tiago Cerveira, João Mário, Vasco Vairão e Marco Bicho.
Treinador: Neca

Golos: Pedro Moreira (73')



Por: Prodígio

sábado, 14 de dezembro de 2013

FC Porto 10 – 3 Gemania Herringen – Praticamente apurados

O Fc Porto recebeu e venceu com tranqulidade o campeão alemão na 3ª jornada da fase de grupos da Liga Europeia. O apuramento está praticamente garantido, contamos por vitórias os jogos efectuados.

Este é um dos jogos em que só teríamos a perder. Ganhar por muitos era um resultado normal. Tudo o resto era uma surpresa pela negativa. A grande dificuldade nestes jogos é manter a concentração e uma postura competitiva, sobretudo quando 24 horas depois teremos um jogo bem mais complicado e em que é obrigatório emendar o que se passou no último jogo contra o Cambra.



Sejamos realistas, o adversário teria dificuldades para se manter na 1ª Divisão se jogasse em Portugal. Ficarão logo pelo caminho, são a equipa mais fraca deste grupo e a que todos vencerão. Talvez por isso, numa medida de rodar o plantel pois amanhã há jogo de campeonato, Tó Neves começou a rodar a equipa desde o início. O 5 que entrou é o menos habitual na nossa equipa. Na baliza Nelson Filipe. Como jogadores de campo Hélder Nunes, Caio, Losna e Vitor Hugo. Uma revolução que faz sorrir. Quando os jogadores que entram são deste calibre, qualquer jogo só pode ser encarado com optimismo.

O jogo começou da melhor maneira possível. Nem um minuto passado e já estávamos em vantagem. Jogada de Caio e Vitor Hugo a desviar junto à baliza. Um golo típico do nosso avançado, parecido com muitos que tem marcado.

O jogo poderia terminar logo a seguir. Contudo sabemos que os jogos duram 50 minutos completos. Só vi isso não acontecer num jogo. Sim, é verdade, ainda não esqueci...

A equipa, ciente da sua superioridade e em vantagem tão cedo ainda ficou mais relaxada.

Os minutos iam passando e o pouco público hoje no Dragãozinho estava igual ao jogo. Calmo, bastante relaxado a ver o tempo passar.

A equipa alemã empatou à passagem do 5º minuto num lance estranho e fortuito. Mesmo depois de ver as repetições é dificil dar a certeza de como a bola entrou.

O golo sofrido foi um percalço, o jogo estava controlado. Minutos depois nova vantagem. Novamente Vitor hugo, desta vez na conversão de um livre directo.

A exibição da equipa não estava a ser fenomenal. Não se esperava que fosse sequer. O ritmo baixo e as facilidades propiciam falhas de concentração. Isso foi notório à passagem dos 11 minutos. Concedemos novo golo e novo empate.

Tó Neves tentou que a equipa reagisse, trocou alguns jogadores. O objectivo foi apenas rotação e aumentar a concentração.

Estas alterações surtiram efeito logo a seguir numa jogada construída por 2 jogadores vindos do banco. Uma boa jogada de Pedro Moreira sobre a direita, procura do jogo interior e Barreiros a desviar para golo.

Ainda antes do intervalo Barreiros voltaria a marcar. Um grande golo por sinal. Era o 4 – 2, pela 1ª vez uma vantagem superior a 1 golo. Tudo tranquilo.

O jogo estava lento, sem história, chato até. Nada que um bonito golo nosso não resolva. Recuperação de bola e saída para o contra-ataque. A bola passa por todos os jogadores de campo até ao remate de Jorge Silva que não falhou. Um bonito golo, tudo executado com rapidez, em progressão e com acerto.

Além destes momentos de bom hóquei, apenas a dupla de arbitragem fazia os adeptos manifestarem-se. Não sei se foi apenas um dia menos conseguido ou são mesmo assim. Só que foi uma má arbitragem. Faltas despropositadas, decisões sem lógica. Até disciplinarmente não acertavam. Um exemplo disso foi o azul a Jorge Silva. Sim, era falta mas azul nunca. Valeu que o nosso guardião defendeu o penalti.

Ao intervalo 5 – 2.

A 2ª parte começou no mesmo ritmo lento. Era do nosso interesse que assim fosse.

Os campeões alemães reduziram ainda para 5 – 3. Um livre directo que nelson Filipe defendeu. O árbitro mandou repetir. Nova tentativa e nova defesa. Na recarga já nada podia fazer. 5 – 3.

A partir daqui foi uma avalanche portista. Nós somos melhores, podíamos ir rodando e a qualidade mantinha-se. Eles se mudavam ainda se notava mais.

O 6 – 3 surgiu em novo contra-ataque. Jorge Silva conduz a bola, o colega abre na direita. O nosso avançado aproveita o espaço aberto pela desmarcação e resolve assumir. Golo...

Falhamos algumas oportunidades, até de penalti. Não importava, eles acabariam por surgir tamanho o volume de jogo que tínhamos, mesmo sem forçar.

Tiago Losna estreou-se a marcar neste jogo aos 18 minutos após jogada de entendimento com Vitor Hugo. Primeiro marcou, logo a seguir assistiu Hélder Nunes para mais um, o momentâneo 8 – 3.

Destaque para a estreia de mais um jovem nas competições europeias com a nossa camisola. Diogo Seixas entrou em ringue. É bom ver os jovens a começarem a ter as suas oportunidades...

Até ao final mais 2 golos. O hattrick de Vitor Hugo e um de Hélder Nunes quase no fim do jogo.

Fim de jogo. 10 – 3. Fácil, deu para tudo. Rodar o plantel, estrear jogadores, manter o ritmo que nos interessava e golear.

Amanhã mais um jogo, bem mais dificil. No Dragãozinho, o nosso clube recebe o Paço de Arcos. Fundamental ganhar.


Equipa e marcadores:


Nélson Filipe (gr), Hélder Nunes (2), Caio, Tiago Losna (1) e Vítor Hugo (3). Jogaram ainda: Diogo Seixas, Pedro Moreira, Jorge Silva (2) e Ricardo Barreiros (2).





Por: Paulinho Santos

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Oliveirense 3 - 5 FC Porto - A Taça é nossa!


Vencemos! Vencemos! Vencemos! Conseguimos a dobradinha, ao campeonato juntamos a Taça de Portugal. Hoje em Barcelos, num grande jogo de hóquei o FC Porto venceu a UDO por 5 -3.

A nossa equipa entrou em campo com o 5 habitual. Não é o 5 titular, nesta equipa não podemos falar de titulares e suplentes. Uns iniciam os restantes entram sempre. Mas vamos ao jogo...





Os comandados de Tó Neves entraram em ringue pressionantes, desde cedo com os olhos na baliza adversária. Sempre de forma organizada, sabendo escolher quando sair no contra-golpe ou quando pausando o jogo e organizando o ataque. 





O nosso adversário, consciente da maior valia da nossa equipa e conhecendo bem o estilo de jogo tentou sobretudo anular os nossos pontos fortes. Uma defesa baixa, muitas vezes com 2 ou 3 jogadores já dentro da área e saindo rápido em contra-ataque. Esse ataque, por norma, era apenas por 2 jogadores que abriam muito o jogo, tentando anular a nossa boa capacidade de pressão.

Desde o início se jogou bem de parte a parte. Ritmo elevado, equipas focadas em fazer o seu jogo de uma forma distinta mas com muita qualidade.

Como era esperado, a iniciativa era nossa. Boa capacidade de recuperar rápido, bons ataques e muitos remates. A defensiva contrária defendia como podia, muitas vezes parando intencionalmente em falta (Tó Silva teve duas faltas que poderiam dar azul). O guarda-redes adversário estava bem, muitas defesas teve neste período.

Apesar do aparente dominio, a UDO criava perigo sobretudo através de Gonçalo Alves. Foi este, que a meio da 1ª parte inaugurou o marcador. Edo Bosch nada podia fazer e na jogada seguinte ainda evitou o 2º golo de forma brilhante.

Com a rotação que usualmente fazendo e sobretudo depois da entrada de Vitor Hugo, começamos a tentar mais o jogo interior. Tentamos, tentamos mas a bola teimava em não entrar.

Apenas a 4 minutos do intervalo ela entrou. Finalmente podíamos gritar GOLO!!! Uma grande jogada individual de Reinaldo, que fintou um jogador e colocou a bola em jeito por baixo do guarda-redes. Golaço, muita classe neste lance do nosso capitão... 

O jogo não se alterou mas até ao intervalo o empate manteve-se. 

A 2ª parte começou da pior forma possivel. Nem 30 segundos tinham passado e sofremos golo. Tínhamos de voltar a ir atrás do marcador.

Foi o que fizemos. Muita intensidade, muita garra e sobretudo concentração e calma, faltava muito tempo.

Aos 5 minutos Jorge Silva, com grande técnica, passa a bola por trás e na rotação é tocado. Penalti indiscutivel. O homem das bolas paradas, o bombardeiro portista tinha a hipótese de voltar a igualar. Cumpre a tradição habitual, vai ao banco buscar o stick para estes lances e prepara-se para cobrar o penalti. Remate forte e colocado, sem hipótese. Vai buscar... GOOOLLO. Reinaldo!

O público animou-se e a equipa não relaxou com a igualdade. Pelo contrário. O ritmo forte continuou e talvez até tenha aumentado. 

Não tivemos que esperar muito para ver resultados. Boa jogada colectiva, passe para uma zona lateral e Barreiros a rematar de primeira. Mais um grande golo. O mais importante. Pela 1ª vez nesta final a vantagem era nossa...

Estávamos com tudo, a jogar bem contra uma equipa de qualidade. Fortes defensivamente e com rigor na construção do nosso ataque. Assim, sem surpresa, mais um golo dos nossos campeões. O marcador marcava 9 minutos na 2ª parte quando Pedro Moreira, com uma boa finalização dentro da área, dava ainda um pouco mais de conforto no marcador. 

Seguiram-se minutos bem disputados de lado a lado. Tivemos algumas oportunidades para ampliar, mas sejamos justos, eles também. Tó Silva e sobretudo Gonçalo Alves davam muito trabalho à nossa defesa. Como em tantas ocasiões no passado, Edo parava tudo. É justo reconhecer a grande época dos nossos guarda-redes. Foram sempre uma garantia de estabilidade.

O jogo estava animado com bola cá, bola lá e assim continuou.

Aos 18 minutos penalti contra nós. Fiquei com dúvidas mas aceita-se. Eles marcaram.

Mas antes que se pusessem com ideias de recuperação, a nossa equipa mostrou-lhes para onde ia a Taça. Bastou um minuto. Jogada genial de Reinaldo e grande passe para Barreiros. Era uma pena uma jogada daquelas não dar golo. Felizmente foi para o jogador certo, Barreiros marcou com categoria. Grande golo e começava a sentir-se cada vez mais que esta não fugia.

Obviamente a UDO fez o seu papel. Adiantou linha, arriscou, fez boas jogadas. Mas a nossa defesa estava coesa e solidária. Bem a marcar, brilhantes a desarmar, excelentes na postura competitiva.

O adversário ainda dispôs de um grande oportunidade para reduzir, pela nossa 10ª falta. Gonçalo frente a Edo. O avançado parte com a bola dominada, tenta o remate e depara-se com aquele espanhol portista que parece que tapa todos os caminhos. Não marca, o nosso ganhou este duelo. Grande Edo. Estava ganho!!!

Ainda dispusemos também de um livre directo a 5 segundos do fim. Já se festejava, não importava que Jorge Silva não tivesse marcado. Na sequência do livre um penalti. Losna entrou para marcar e por pouco não o conseguiu. Who cares? Tinha terminado o jogo e 4 anos depois a Taça voltava para nós.

Somos os campeões, somos desde hoje os vencedores da Taça. Mostramos o poder do Dragão uma vez mais. Esta é a regra. Nós ganhamos. Ganhamos porque temos grandes jogadores, ganhamos porque temos um grande treinador, ganhamos porque temos adeptos que são verdadeiros Dragões. Ganhamos porque queremos vencer sempre mais. 

Foi assim este ano, será assim no próximo! Este é o nosso destino...


Os vencedores da Taça e marcadores:

Cinco Inicial: Edo Bosch (gr), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (2), Ricardo Barreiros (2) e Jorge Silva
Jogaram ainda: Caio, Tiago Losna, Vítor Hugo e Hélder Nunes


Por: Paulinho Santos


sábado, 6 de abril de 2013

Segunda Liga: FC Porto B - Arouca (Antevisão)


Atravessando o segundo pior registo consecutivo de derrotas (leva dois desaires), a equipa "B" do FC Porto terá um jogo extremamente complicado pela frente no próximo domingo, recebendo o Arouca no Estádio de Pedroso.  



O Arouca apresenta-se como uma das equipas mais fortes desta Segunda Liga, ocupando a segunda posição com 59 pontos, possuindo mais cinco pontos em relação ao terceiro classificado (Leixões) e apesar de existirem ainda diversos pontos em disputa, a turma liderada pelo experiente Vítor Oliveira encontra-se numa situação favorável, numa subida que a ser concretizada será inédita na história do clube.




No comando técnico o Arouca possui uma "velha raposa" do futebol português e especialista em subidas de divisão como é o caso de Vítor Oliveira. 

O Arouca tem o seu modelo de jogo bem definido, jogando num claro 4-3-3, existindo somente algumas mexidas pontuais no onze (trocas directas), mas o normal será alinhar com um quarteto defensivo formado pelo Dani e Stéphane nas laterais, centro da defesa composto pelo Miguel Oliveira e por Mika, estando entre os postes o guardião Serginho. 

Sobre o meio-campo há dois jogadores que têm sido pedras-chave na equipa casos de Soares e Gabi ( Idris e Laurindo perderam o lugar) e depois o treinador vai alterando entre Kovacevic e Rui Gomes, tendo em conta a importância do sérvio no último jogo em casa frente ao Freamunde provavelmente irá regressar à titularidade, relegando assim o médio Rui Gomes para o banco.

Quanto ao ataque tanto Luís Pinto (não jogou na ronda anterior devido a lesão) como o goleador Joeano têm lugar garantido, restando a dúvida numa das alas, surgindo como principais candidatos o açoriano Clemente que também joga a ponta de lança, e ainda o André Claro, jogador que passou a sua formação no FC Porto. 

Atenção ao jogo lateralizado feito pelo adversário que conta com grande apoio dos seus defesas e é de requerer atenção às movimentações do brasileiro Joeano que apesar da idade é um quebra-cabeças para o sector defensivo.

O FC Porto terá algumas baixas para este encontro, desde logo contando com a ausência dos castigados Sebá e Dellatorre, e de Pedro Moreira que saiu lesionado no embate perante o Marítimo "B".


Por: Dragão Orgulhoso

sábado, 22 de dezembro de 2012

FC Porto 9 - 2 Turquel - Resultado enganador








O FC Porto recebeu e venceu hoje ao inicio da tarde o Turquel por 9 - 2. Apesar do resultado poder dizer que foi fácil, tal não será inteiramente verdade. Se é certo que a vitória da nossa equipa nunca esteve em causa, também é verdade que o Turquel teve oportunidades para tornar o marcador tão desnivelado.







Tó Neves fez alinhar o 5 mais tradicional e a nossa equipa entrou em campo a mostrar que queria marcar o mais cedo possivel. Conseguiu-o aos 5 minutos com um bom remate de longe de Jorge Silva. O jogo estava repartido em oportunidades de golo com o FC Porto a atacar mais mas o Turquel a sair bem em ataques rápidos. O 2º golo surgiu por Pedro Moreira (está a fazer uma grande época) num remate colocado no ângulo mais distante. O Turquel tentava reagir mas estávamos por cima nesta altura. E apenas a sorte permitiu que a equipa visitante reduzisse, num remate falhado a bola ressaltou em Tiago Losna e bateu o guardião Nélson Filipe, que tinha substituido Edo Bosch momentos antes devido a uma peça partida no patim deste. este golo podia resultar num desconforto e ansiedade da equipa, mas o efeito foi o oposto. O melhor período da nossa equipa foi depois do golo sofrido. Reagimos ao golo e pressionamos mais a defensiva do Turquel. Prova disso são os 3 golos que marcámos nestes 10 minutos finais da 1ª parte (Hélder Nunes, Barreiros marcaram o seu 1º golo e Jorge Silva fez fez o seu 2º). Ao intervalo o resultado estava em 5-1, sobretudo devido à forte resposta após o golo sofrido.

Na 2ª parte o jogo também só animou nos últimos minutos e também devido a um golo da equipa visitante. Eles marcaram a 7 minutos do fim e em resposta nós marcamos 4. Pedro Moreira e Barreiros marcaram e completaram o bis, Reinaldo Ventura no melhor golo do jogo e Vitor Hugo completaram o marcador.

Destaque para Edo Bosch que fez 25 defesas e para todos os jogadores de campo com excepção de Tiago Losna terem marcado. 

Equipa e marcadores:

Treinador: Tó Neves

Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (2), Reinaldo Ventura (1), Ricardo Barreiros (2) e Jorge Silva (2)
Jogaram ainda Nélson Filipe (g.r.), Tiago Losna, Vítor Hugo (1) e Hélder Nunes (1)



 Por: Paulinho Santos
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