Mostrar mensagens com a etiqueta Futebol Português. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Futebol Português. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de março de 2018

UM REGIME DE EXCEÇÃO

                 

 UM REGIME DE EXCEÇÃO
Já há muito que se conhecem os contornos das operações vouchers, e-mails, e-toupeira e demais “casos” que envolvem figuras gradas do Benfica.
Já há muito que todos vimos assistindo por parte dos “cartilheiros”, clube e comunicação social arregimentada ao Regime, a tentativa de minimizar os impactos, de tentar estupidamente desmontar e desqualificar quem investiga, de lançar cortinas de fumo virtuais tentando desviar as atenções das investigações que decorrem para cenários fictícios e propositadamente criados por quem comanda ou dirige esse Clube.
A intenção e apenas e só que se deixe de falar e comentar tudo aquilo que tem vindo a público e que é extremamente grave.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A BIPOLARIZAÇÃO DA 1ª LIGA PORTUGUESA (Por Natachas)






Portugal em termos de ranking de clubes tem vindo nos últimos anos a atingir níveis bastante aceitáveis para o nosso nível futebolístico, que comparado com outros campeonatos muito mais competitivos com o nosso, como será os casos do Inglês e do Espanhol, considerados por toda a família futebolística como as ligas mais importantes e com orçamentos mais elevados, faz para além disso, com que o nosso futebol indígena se intrometa e concorra com países de uma segunda linha muito mais poderosos em termos financeiros, como será a liga Italiana, Francesa, Russa ou Ucraniana entre outras.




om o SCP mergulhado numa profunda crise de resultados e de ideias para resolução do problema nunca vista para os lados de Alvalade, tanto ao nível interno como no nível europeu, e o SCB a começar a dar sinais de falta de sustentabilidade de resultados na Liga portuguesa e nas competições europeias, acompanhados de perto com o fraco rendimento das nossas segundas linhas portuguesas em termos europeus, como será o caso do Marítimo e da Académica, as perspetivas futuras dos nossos clubes em termos de êxitos desportivos não se avizinham risonhas nem de vida fácil.

Nestas circunstâncias, e tendo em conta a crise global que os clubes estão a atravessar em termos financeiros, é de prever um futuro sombrio em termos de falta de competitividade para as equipas de segundo plano na Liga portuguesa, cavando um fosso muito mais profundo do que aquele que já existe, complementado ainda com as novas práticas regulamentares da UEFA, no que concerne a exigências mais apertadas sobre as situações contabilísticas dos clubes.

Deste modo, é de prever num futuro próximo uma bipolarização do nosso nível de futebol na Europa, limitando-nos a termos num cenário mais qualitativo, competitivo e mais próximo das grandes decisões em termos de resultados desportivos, os dois eternos maiores clubes portugueses, FCP e SLB, uma vez que só eles têm tido capacidade de apresentar orçamentos a rondar a centena de milhões de euros, captar receitas desportivas que lhe permitem sustentar esses mesmos desideratos, pese embora, já terem manifestado o desejo de os fazer diminuir, e por último, fundamentalmente, por saberem tirar partido da boa política de prospecção de talentos jovens em mercados compatíveis com as suas finanças, retirando depois as devidas mais-valias das transações efetuadas.


Por: Natachas.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Que futuro para os clubes portugueses.









O nosso país em termos económicos viveu durante várias décadas acima das suas reais possibilidades, estando agora todos os portugueses a pagarem do seu bolso os erros cometidos por políticos irresponsáveis e sem escrúpulos, que em vez de governarem para o bem do cidadão comum que os elegeu nas urnas, se limitaram a usar a sua soberania para benefício próprio ou por conveniência alheia. 







Na área do desporto, a situação que tem sido veiculada pelos órgãos de comunicação social na esmagadora maioria dos clubes portugueses não tem sido muito diferente do que se tem passado na política, muitos desses clubes enveredaram por caminhos consubstanciados em políticas desportivas despesistas com um único objetivo, o de conquistar títulos o obter resultados a qualquer preço, mesmo que para isso se coloque em causa a sobrevivência futura desses mesmos clubes, como se veio a verificar mais tarde com o Boavista; Estrela da Amadora; Farense e Campo-maiorense, que quase desapareceram do mapa desportivo, havendo outros no presente que já começam a exibir as mesmas dificuldades dos seus homólogos desportivos, como por exemplo, o Guimarães; Leixões; Belenenses; Trofense; U. Leiria, entre outros.

Perante a nova realidade económica e fiscal apresentada no orçamento do Estado para o próximo ano, tudo leva a crer que os nossos clubes irão ter mais e novas dificuldades para equilibrarem os seus resultados contabilísticos, não tendo outra opção que não seja a de reduzir drasticamente os custos da massa salarial dos seus ativos, resultando dessa medida uma perda clara de competitividade no plano nacional e europeu, e se até esta data já existiam enormes dificuldades para competirem com equipas como o Barcelona, Real Madrid e duas ou três equipas da liga inglesa, posteriormente a diferença de nível futebolístico será cada vez mais evidente no terreno de jogo, e disso nos iremos queixar e patentear no futuro.

Para completar ainda mais estes indicadores negativos relativos ao futuro próximo dos nossos clubes, recentemente chegou ao conhecimento público que se está a verificar um decréscimo de cerca de 40 mil espetadores em relação à época passada, o que só vem agravar ainda mais os problemas de tesouraria que os clubes estão a atravessar, que depois de terem esgotado todos os meios antigos de criação de receitas, como foram outrora as iniciativas das bombas de gasolinas, bingos, totonegócios e recentemente a passagem dos clubes para as Sociedades Anónimas Desportivas, terão certamente de alterar a sua filosofia e dinâmica de vida desportiva, optando por investir mais na formação direta e imediata dos seus talentos, correndo mesmo alguns riscos de se verificarem de início alguns fracassos na sua utilização na equipa principal, situação que na minha ótica se justifica plenamente pelo simples facto de muitos jogadores portugueses fazerem parte dos melhores plantéis das principais equipas europeias, razão pela qual não se entende muito bem a aposta maciça em outros mercados, por vezes de qualidade duvidosa em relação ao nosso, com grande incidência no mercado sul-americano, que também na minha ótica se deve a razões que têm a ver com negociatas entre dirigentes de clubes e empresários, que não olham a meios para atingirem os seus fins através de chorudas compensações financeiras nas transferências dos seus ativos do desporto-rei. 

Haja pois vontade própria por parte dos nossos clubes nas principais academias do futebol nacional, que habilidade e talento nato não faltam aos nossos jovens jogadores, e com isso todos retirariam daí muitas mais-valias ou dividendos, os clubes em nome individual e a seleção nacional posteriormente em termos coletivos.


Por: Natachas.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

AS ESCOLHAS DE PAULO BENTO, E AS MINHAS (CRÓNICA)









Com toda a legitimidade que lhe é devida por direito próprio como selecionador nacional, Paulo Bento deu a conhecer a todos os portugueses e a quem o quis ouvir, os 23 eleitos para o próximo europeu de futebol na Polónia e Ucrânia.

Como não podia deixar de ser, logo após alguns minutos da divulgação em directo da convocatória, começaram logo a ser debuxados alguns comentários de aceitação controversa e contraditória, tendo em conta algumas opções do selecionador nacional que sob pena de melhor opinião, poderão ser pouco condizentes com certas vontades e justificações técnicas e táticas do cidadão comum.









Na minha qualidade de pessoa atenta a estas situações desportivas sempre de ordem discutível e por vezes de difícil justificação, entendo que a convocatória de Paulo Bento de uma forma geral foi elaborada com o rigor que se esperava, justificada de uma forma clara e assumida com a frontalidade que o caracteriza, no que concerne a tomadas de decisão anteriores, muito ao jeito do nosso selecionador nacional, todavia, nestas coisas de escolhas limitadas haverá sempre lugar a certas injustiças ou mesmo esquecimentos, tendo bem patente o rendimento de certos jogadores convocados em relação a outros que ficaram de fora das opções de Paulo Bento.

domingo, 13 de maio de 2012

FUTEBOL: Campeonato nacional, 30.ª jornada: Rio Ave 2 - 5 FC Porto (CRÓNICA)








Uma exibição de campeão no fim de festa e dois patinhos feios armados em cisnes. Um FC Porto competente e talentoso acaba o campeonato totalmente dominador e os números atestam a nossa superioridade.

CAMPEÕES!!! BICAMPEÕES!!!







Mais que um jogo de festa, este foi o primeiro jogo da próxima época, tantas são as ilações que se podem tirar deste encontro para as batalhas que aí vêm.

O FC Porto apresenta-se neste jogo com um onze inicial renovado. Justo prémio para quem trabalhou durante a época e ficou na sombra; consolação para os saíram do onze inicial e oportunidade para os que se despedem.






A baliza é entregue a Bracalli. Na defesa, Rolando e Álvaro voltam à titularidade e Danilo e Mangala têm a oportunidade de afinar a mira para a temporada que se avizinha. No meio campo, Defour volta a assumir a posição 6 (desenrasca, mas não é solução) e James volta a fazer 45 minutos na sua posição (25 jogos após os 45 minutos de antologia frente ao Zenit no Dragão! 25 jogos depois!!!). No ataque, Varela dá continuidade à sua titularidade e é acompanhado por dois jogadores muito mal amados: Djalma e Kléber.





segunda-feira, 7 de maio de 2012

As imperecíveis trapalhadas do futebol português.

 





Quando tudo fazia prever que o campeonato da 1ª Liga Zon Sagres deste ano iria decorrer sem sobressaltos ou casos até ao final, eis como num ápice ou passe de mágica, aparece em cena mais umas trapalhadas muito comuns no nosso futebol, que mais uma vez nos coloca a todos nós portugueses, no topo dos países com mais situações polémicas e do foro do interesse pessoal e de circunstância, e não como se impunha, em torno do bem do futebol em geral, escrevendo-se mais uma página negra e vergonhosa, e que certamente ainda dará bastante polémica entre todos os agentes desportivos.





A três jornadas do fim do campeonato foi noticiado pelos órgãos de comunicação social e também confirmado por todos os seus intervenientes, que os jogadores do U. Leiria por razões que têm a ver com a falta de pagamento de vários salários em atraso, tinham apresentado um pré-aviso de greve, e se tinham desvinculado do clube em causa, originando uma confusão enorme na genuína classificação da 1ª Liga, com prejuízo legítimo para alguns clubes que sempre foram cumpridores com as suas obrigações salariais.

>