Mostrar mensagens com a etiqueta Ricardo Barreiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ricardo Barreiros. Mostrar todas as mensagens

sábado, 22 de março de 2014

Hóquei em patins: FC Porto 8 - 2 Cambra

#hoqueiempatins #FCPorto #Portugal #Porto

Poker de Barreiros no consolidar da liderança






O campeão FC Porto recebeu esta tarde o Cambra em jogo para a 22ª jornada do Campeonato Nacional. Com este resultado mantém a liderança. Havia alguma expectativa pré-jogo. Era um jogo com um certo sabor a vingança pelo que se passou na 1ª volta do campeonato. Um percalço inesperado que ainda nos estava "atravessado".





Tó Neves mais uma vez não teve o plantel completo à sua disposição. Hoje Pedro Moreira não foi opção por lesão. Como já conteceu no passado foi chamado o ainda júnior João Almeida. 

Foi um início de jogo terrível para o nosso emblema. Ainda nem um minuto de jogo tinha passado quando o Cambra marcou. Edo ainda conseguiu suster o primeiro remate mas já nada podia fazer na recarga. Não era este o começo desejado. Teve um aspecto positivo no entanto, serviu para acordar os nossos atletas. A resposta a este golo foi de uma equipa com grande qualidade.

Foi uma reacção imediata. Íamos para cima deles. Foi o que fizemos e bastou um minuto... Hélder Nunes recebe a bola de Caio atrás da baliza, enquadra-se para o remate e golo! Um bom golo deste jovem talento. 

A nossa equipa estava claramente superior, o Cambra raras vezes criava perigo e os maiores lances de perigo eram na baliza visitante. 

Pouco depois dos 5 minutos finalmente ficamos em vantagem. Hélder Nunes recebe a bola ainda no nosso meio campo, arranca rápido rumo ao ataque. À entrada da área assiste Jorge Silva. Este, com muita calma a fazer o golo. 

Estávamos numa fase positiva, Os golos sucediam-se minuto após minuto.

Aos 7 minutos o 3 - 1. Jogada de Caio a isolar Barreiros e este a marcar. O guarda redes do Cambra na altura deste golo tinha entrado segundos antes. Entrou e sofreu. Foi uma espécie de aviso de Barreiros. Hoje estava imparável, podia ser um qualquer na baliza que ele ia marcar mais...

O treinador do Cambra pede um minuto para falar aos seus atletas. Entende-se, o nosso domínio era notório e se continuássemos a marcar assim ia ser uma derrota por números muito gordos...

Esse desconto de tempo não resultou. Aos 9 minutos Hélder Nunes sofre toque dentro da área. Penalti! Jorge Silva é chamado a bater. Olha para a baliza, escolhe o sitio e atira forte. Mesmo ao ângulo. Muito bem marcado este penalti que nos deu o 4 - 1.

Não era suficiente. Estávamos a marcar de 2 em 2 minutos e ainda o faríamos outra vez... Um golaço de Barreiros. Recebe a bola e à meia volta atira certeiro. 5 - 1. 

Estava ganho e Tó Neves inicia a rotação necessária à equipa. Reinaldo e Vitor Hugo entraram, Losna uns minutos depois. 

O ritmo baixou muito nesta altura. Normal, ainda há muita batalha pela frente. Há contudo uma observação. Vimos algumas vezes faltar um maior sentido prático a concluir as jogadas. Havia a tentação de abrilhantar cada jogada... Mesmo assim o Cambra pouco incomodava. Continuávamos a ter mais e melhor chances de golo. Vitor Hugo, por exemplo, ficou a milimetros de festejar. O mesmo Vitor Hugo ainda sofreu um penalti que não foi assinalado.

O jogo encaminhava-se para o intervalo neste estilo. Jogo quase ganho, ritmo mais pausado, público mais calmo que o habitual...

O Cambra, algo fortuitamente reduziu perto do intervalo. Um remate de muito longe (antes do meio campo). Edo defende mas o jogador do Cambra a marcar. Mais um golo de recarga. Aspecto a reter...

O intervalo chega com um 5 - 2. Um resultado simpático para o adversário...

O nosso treinador optou por manter o mesmo 5 que estava em campo antes do intervalo com Losna, Vitor Hugo e Reinaldo em campo. A meio desta segunda parte entro igualmente Nelson Filipe.

A 2ª parte foi bastante semelhante aos últimos minutos do primeiro tempo. Equipas encaixadas, sem forçar muito, pouca agressividade (nenhuma equipa chegou às 10 faltas e não houve zuis).

Destaque para os bonitos golos. Ricardo Barreiros estava endiabrado e fez o hattrick à passagem dos 10 minutos. E que golaço! Isolado frente ao guarda redes ao marcar com um subtil remate a passar por cima do guardião adversário. 6 - 2 e uma bela exibição de Barreiros.

O jogo encaminhava-se lentamente para o final. Até que a 3 minutos do fim dois novos golos da nossa equipa.

Primeiro Barreiros a completar o seu "poker" num remate de longe. Pouco depois Jorge Silva a fazer o seu hattrick. Mais um belo golo. Passe de Reinaldo a deixar o nosso avançado (e melhor marcador) em frente ao guardião do Cambra. Simula para um lado e vai rematar do outro. Bonito gesto técnico.

Apito final. 8 - 2. Não foi o melhor jogo que já vimos dos nossos atletas. Muito menos um dos jogos mais intensos. Foi um jogo maduro duma equipa que sentia o jogo ganho e tem consciência que se aproximam duras batalhas.

Uma dessas batalhas é já no próximo fim de semana. Volta a Liga Europeia. Vamos receber o Liceo da Corunha. Vamos precisar de estar bem nos 2 jogos para conseguir aceder à final four. Temos o sonho de voltar a conquistar a Europa, tem estado perto algumas vezes nos últimos anos. para isso temos de passar obviamente. Vamos encher o Dragãozinho e ajudar a realizar esse objectivo...



FICHA DE JOGO

FC PORTO FIDELIDADE-HA CAMBRA, 8-2
Campeonato Nacional, 22.ª jornada
22 de Março de 2014
Dragão Caixa, no Porto
Assistência: 829 espectadores
Árbitros: João Rodrigues e Florindo Cardoso (Minho)

FC PORTO FIDELIDADE: Edo Bosch (g.r.), Ricardo Barreiros (4), Hélder Nunes (1), Caio e Jorge Silva (3) 
Jogaram ainda: Reinaldo Ventura (cap.), Vítor Hugo e Tiago Losna
Treinador: Tó Neves

HA CAMBRA: Cláudio Bessa (g.r.), Vitor Oliveira, Francisco Silva (1), Nuno Maia e Tomás Castanheira
Jogaram ainda: Ricardo Pereira (g.r.), Bruno Fernandes (cap., 1) e Cândido Oliveira
Treinador: Ricardo Geitoeira

Ao intervalo: 5-2
Marcadores: Francisco Silva (1m), Hélder Nunes (2m), Jorge Silva (6m, 9m e 49m), Ricardo Barreiros (7m, 11m, 35m e 47m) e Bruno Fernandes (23m)



Por: Paulinho Santos









segunda-feira, 24 de junho de 2013

Oliveirense 3 - 5 FC Porto - A Taça é nossa!


Vencemos! Vencemos! Vencemos! Conseguimos a dobradinha, ao campeonato juntamos a Taça de Portugal. Hoje em Barcelos, num grande jogo de hóquei o FC Porto venceu a UDO por 5 -3.

A nossa equipa entrou em campo com o 5 habitual. Não é o 5 titular, nesta equipa não podemos falar de titulares e suplentes. Uns iniciam os restantes entram sempre. Mas vamos ao jogo...





Os comandados de Tó Neves entraram em ringue pressionantes, desde cedo com os olhos na baliza adversária. Sempre de forma organizada, sabendo escolher quando sair no contra-golpe ou quando pausando o jogo e organizando o ataque. 





O nosso adversário, consciente da maior valia da nossa equipa e conhecendo bem o estilo de jogo tentou sobretudo anular os nossos pontos fortes. Uma defesa baixa, muitas vezes com 2 ou 3 jogadores já dentro da área e saindo rápido em contra-ataque. Esse ataque, por norma, era apenas por 2 jogadores que abriam muito o jogo, tentando anular a nossa boa capacidade de pressão.

Desde o início se jogou bem de parte a parte. Ritmo elevado, equipas focadas em fazer o seu jogo de uma forma distinta mas com muita qualidade.

Como era esperado, a iniciativa era nossa. Boa capacidade de recuperar rápido, bons ataques e muitos remates. A defensiva contrária defendia como podia, muitas vezes parando intencionalmente em falta (Tó Silva teve duas faltas que poderiam dar azul). O guarda-redes adversário estava bem, muitas defesas teve neste período.

Apesar do aparente dominio, a UDO criava perigo sobretudo através de Gonçalo Alves. Foi este, que a meio da 1ª parte inaugurou o marcador. Edo Bosch nada podia fazer e na jogada seguinte ainda evitou o 2º golo de forma brilhante.

Com a rotação que usualmente fazendo e sobretudo depois da entrada de Vitor Hugo, começamos a tentar mais o jogo interior. Tentamos, tentamos mas a bola teimava em não entrar.

Apenas a 4 minutos do intervalo ela entrou. Finalmente podíamos gritar GOLO!!! Uma grande jogada individual de Reinaldo, que fintou um jogador e colocou a bola em jeito por baixo do guarda-redes. Golaço, muita classe neste lance do nosso capitão... 

O jogo não se alterou mas até ao intervalo o empate manteve-se. 

A 2ª parte começou da pior forma possivel. Nem 30 segundos tinham passado e sofremos golo. Tínhamos de voltar a ir atrás do marcador.

Foi o que fizemos. Muita intensidade, muita garra e sobretudo concentração e calma, faltava muito tempo.

Aos 5 minutos Jorge Silva, com grande técnica, passa a bola por trás e na rotação é tocado. Penalti indiscutivel. O homem das bolas paradas, o bombardeiro portista tinha a hipótese de voltar a igualar. Cumpre a tradição habitual, vai ao banco buscar o stick para estes lances e prepara-se para cobrar o penalti. Remate forte e colocado, sem hipótese. Vai buscar... GOOOLLO. Reinaldo!

O público animou-se e a equipa não relaxou com a igualdade. Pelo contrário. O ritmo forte continuou e talvez até tenha aumentado. 

Não tivemos que esperar muito para ver resultados. Boa jogada colectiva, passe para uma zona lateral e Barreiros a rematar de primeira. Mais um grande golo. O mais importante. Pela 1ª vez nesta final a vantagem era nossa...

Estávamos com tudo, a jogar bem contra uma equipa de qualidade. Fortes defensivamente e com rigor na construção do nosso ataque. Assim, sem surpresa, mais um golo dos nossos campeões. O marcador marcava 9 minutos na 2ª parte quando Pedro Moreira, com uma boa finalização dentro da área, dava ainda um pouco mais de conforto no marcador. 

Seguiram-se minutos bem disputados de lado a lado. Tivemos algumas oportunidades para ampliar, mas sejamos justos, eles também. Tó Silva e sobretudo Gonçalo Alves davam muito trabalho à nossa defesa. Como em tantas ocasiões no passado, Edo parava tudo. É justo reconhecer a grande época dos nossos guarda-redes. Foram sempre uma garantia de estabilidade.

O jogo estava animado com bola cá, bola lá e assim continuou.

Aos 18 minutos penalti contra nós. Fiquei com dúvidas mas aceita-se. Eles marcaram.

Mas antes que se pusessem com ideias de recuperação, a nossa equipa mostrou-lhes para onde ia a Taça. Bastou um minuto. Jogada genial de Reinaldo e grande passe para Barreiros. Era uma pena uma jogada daquelas não dar golo. Felizmente foi para o jogador certo, Barreiros marcou com categoria. Grande golo e começava a sentir-se cada vez mais que esta não fugia.

Obviamente a UDO fez o seu papel. Adiantou linha, arriscou, fez boas jogadas. Mas a nossa defesa estava coesa e solidária. Bem a marcar, brilhantes a desarmar, excelentes na postura competitiva.

O adversário ainda dispôs de um grande oportunidade para reduzir, pela nossa 10ª falta. Gonçalo frente a Edo. O avançado parte com a bola dominada, tenta o remate e depara-se com aquele espanhol portista que parece que tapa todos os caminhos. Não marca, o nosso ganhou este duelo. Grande Edo. Estava ganho!!!

Ainda dispusemos também de um livre directo a 5 segundos do fim. Já se festejava, não importava que Jorge Silva não tivesse marcado. Na sequência do livre um penalti. Losna entrou para marcar e por pouco não o conseguiu. Who cares? Tinha terminado o jogo e 4 anos depois a Taça voltava para nós.

Somos os campeões, somos desde hoje os vencedores da Taça. Mostramos o poder do Dragão uma vez mais. Esta é a regra. Nós ganhamos. Ganhamos porque temos grandes jogadores, ganhamos porque temos um grande treinador, ganhamos porque temos adeptos que são verdadeiros Dragões. Ganhamos porque queremos vencer sempre mais. 

Foi assim este ano, será assim no próximo! Este é o nosso destino...


Os vencedores da Taça e marcadores:

Cinco Inicial: Edo Bosch (gr), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (2), Ricardo Barreiros (2) e Jorge Silva
Jogaram ainda: Caio, Tiago Losna, Vítor Hugo e Hélder Nunes


Por: Paulinho Santos


sábado, 1 de junho de 2013

FC Porto 9 - 7 Valdagno - Emocionante!





O FC Porto venceu nas meias finais da Liga Europeia os italianos do Valdagno e disputará amanhã a final contra o maior rival. Desde 1990 que queremos este título e amanhã podemos conquistá-lo pela 3ª vez...





Foi um jogo emocionante em que os corações portistas sofreram até ao final. Muitas reviravoltas no marcador, 2 boas equipas em campo (uma má), e um pavilhão ao rubro.

A nossa equipa entrou em campo com o mais habitual 5 tal como esperado. E podia ter praticamente entrado em vantagem, mas Reinaldo Ventura permitiu que o guarda redes defendesse um livre directo logo aos 30 segundos.

Foi um inicio com cautelas de ambos os lados. Ataques pela certa, sempre com preocupações em não consentir um contra-ataque adversário. Defesas fechadas e muitas vezes quase na área.

Teria de ser uma falha ou um lance de génio a desbloquear o marcador. E foi num lance em que a qualidade individual do marcador sobressaiu. Sorte a nossa que o atleta veste as nossas cores. Após recuperação da nossa defensiva, Ricardo Barreiros recebe a bola à entrada do meio campo, patinagem rápida por uns par de mestre e um tiro ainda de longe. GOOLO. Grande golo, mesmo no ângulo do nosso 77. Estavam decorridos 5 minutos.

Festa óbvia no pavilhão. E que bonito é ver o nosso pavilhão a festejar. As claques continuavam o seu espectáculo e a apoiar incessantemente a nossa equipa.

O ritmo de jogo alterou-se drasticamente depois do golaço de Barreiros. A equipa italiana, fortíssima nas transições, atirou-se positivamente ao jogo. Era bola cá, bola lá, perigo numa baliza e segundos depois na outra. Duas grandes equipas e um grande espectáculo.

Os guarda-redes brilharam a grande altura neste período. Aquele que nos interessa, Edo Bosch estava imperial. Nada passava, Remates à sua frente, remates de longe, desvios, o quer que fosse. Se fosse à baliza, Edo tirava. Brilhante!!

E com a baliza fechada a 7 chaves, podíamos aspirar a dilatar esta vantagem, até porque mostrávamos superioridade no jogo. Foi o que aconteceu aos 9 minutos.

Penalti bem assinalado que o nosso capitão Reinaldo Ventura com a categoria habitual converteu. Uma stickada fortíssima que nem deu tempo para o guarda redes italiano reagir, quanto mais para defender...

Se após o 1º golo  o ritmo foi alto, após o 2º tornou-se alucinante. 

Como habitual a meio da 1ª parte começa a rotação. O primeiro a entrar foi Caio. O nosso 8 conseguiu entrar bem no jogo e quase marcou depois de se isolar.

Por norma não falo dos golos adversários. Abro esta excepção pelo jogador que o marcou. Pedro Gil num grande remate de longe reduzia para 2 - 1. Destaque para a forma como foi recebido o nosso ex-jogador. Muito saudado antes, ainda trocou algumas conversas com o público que sempre gostou dele. Durante o jogo íamos torcer pelos nossos, mas até lá era um amigo. No final do jogo teve até direito a ver o pavilhão a cantar o nome dele. Bonito gesto de um público que não esquece.

Aos 15 minutos ao FC Porto foi marcada a 10ª falta. Uma falta a cada 90 segundos, mas já lá vamos falar destes artistas... Na conversão do livre a punir essa infração, deu-se o empate. 2-2 no marcador.

Tranquilos, concedemos o empate, mas estávamos bem. Depois do empate foi um sufoco da nossa equipa. Muitas oportunidades, todos tiveram a sua, do 5 inicial e os 3 que entraram.

Foi um desses 3 que marcou. A 4 minutos do intervalo, o grande craque Hélder Nunes marcou de livre directo. Muita classe e tranquilidade na conversão. Um jovem com 19 anos consegue mostrar tanta calma e qualidade num momento destes só alguns, muito poucos, conseguem. Hélder Nunes é um deles.

Depois do golo começou a palhaçada. Nem um minuto tinha passado e é marcado um penalti de forma absurda. Pedro Gil não foi tocado, tentou rematar em queda, não protestou, nada. Uma das duas bestas marcou aquilo que mais ninguém viu. Já no pavilhão ninguém viu, já vi e revi o lance e tenho a certeza que nada houve. Mas calma, nós temos Edo e eles não marcaram.

Os adeptos perante tal roubo reforçaram o apoio. A equipa correspondeu. Ainda teve um penalti e respectiva recarga mas não marcou. A 2 segundos do intervalo novo penalti falhado. à saída para os balneários 3 - 2 para nós.

Realce para o facto de a equipa italiana ir recomeça a 2ª parte com apenas 2 jogadores de campo, após (merecidos) azuis pelos penaltis que já referimos.



Reínicio do jogo. Em vantagenm numérica bastou 20 segundos para marcarmos. Grande troca de bola a fazer despocionar os italianos e bastou encontrar um homem livre. Era Pedro Moreira que marcou. Grande entrada, à Porto...

Depois do golo nova borrada da equipa de arbitragem. Como sabem, depois de sofrerem um golo, 1 jogador pode reentrar. Pois, mas eles tinham 2 fora e reentraram os 2. Palhaçada, incompetência nada vulgar nesta fase... Obviamente toda a equipa protestou e muito do público igualmente. Mais estúpida ainda foi a resposta de um deles a Tó Neves. Sou eu que mando disse ele. Mandas mas és burro que nem uma porta, nem contar sabes. Não sei o nome dele, mas quase que aposto que terá Capela no nome...

Os italianos, como boa equipa que são, aproveitaram para reduzir, até porque Reinaldo recebeu azul nessa jogada. Um 1º minuto de jogo incrivel.

Aos 3 minutos nova estupidez. Penalti assinalado a Pedro Moreira, que nem lhe tocou. Mais uma vez já tinha essa ideia no pavilhão e já vi e revi o lance. Não há toque. Na consequência disso, empate no marcador. Inacreditável.

A nossa equipa sentiu a injustiça. Notou-se no seu jogo. Foi menos eficaz a encontrar as melhores soluções de remate, só conseguia através de tentativas de longa distância.

Aos 8 minutos novo golo dos italianos. 5 - 4 no marcador e a maior prova que duas bestas apenas conseguiram mudar um jogo.

Azar o deles, não nos conhecem. Não sabem que nunca baixamos os braços, nunca desistimos. Fazemos o contrário. Unimo-nos, arregaçamos as mangas e vamos à luta. Se tinha de ser contra 7, seria contra 7.

Os jogadores reagiram assim e o público igual.

Demorou 1 minuto. Passe espectacular de Hélder Nunes e Ricardo Barreiros a marcar. GOOOOOLO... Vamos lá...

A meio da 2ª parte novo golo deles. Pedro Gil foi o marcador. Tinhamos 12 minutos para recuperar.

Pressionamos, fomos para a frente, remetemos os italianos para o seu meio campo. Conseguimo-lo com inteligência. Sabíamos do perigo dos ataques rápidos de Pedro Gil e Nicolia, anulamos essa saída com uma forte pressão sobre o portador da bola. No ataque foi tiro ao boneco. Rematamos de longe, dentro da área, em zona frontal e de zonas laterais, em ataques rápidos ou mais pensados. Até livres directos tivemos... Mérito para o guarda redes deles que defendeu muito e bem nesta fase...

Tanto dominio, tantos ataques iam acabar por trazer golos.

A 8 minutos do fim finalmente conseguimos empatar. Uma bomba de Caio. Remate rasteiro e fortissimo. GOOOOLO... 

E eis que a dupla de Capelas resolve intervir de novo. Livre directo (azul para Reinaldo) muito duvidoso, até agora ainda não vi o toque. E na marcação Edo Bosch defende. O jogador italiano, na recarga, levanta o stick fazendo falta. Não é assinalada e na sequência da jogada choca com Joge Silva. Era a nossa 15ª falta e novo livre directo... Desta vez marcaram. 6 - 7 no marcador a 7 minutos do fim.

Sabemos que 7 minutos no hóquei dá para tudo. E da forma como estávamos a jogar todos nós acreditávamos.

Conseguimos por Ricardo Barreiros (que jogão) de penalti a pouco mais de 5 minutos para o fim. Grande festa nas bancadas e um apoio tremendo à nossa equipa. Quase toda a gente de pé, todos a cantar. É dificil descrever correctamente um ambiente assim, só vivendo com a emoção e garra que o Porto nos transmite.

A quem não é do Porto, lamento por vocês, nunca irão sentir o mesmo...

E se já estávamos ao rubro imaginem como foi quando a 4 minutos do fim passamos para a frente. Um golão de Caio em jogada individual. Fintou um com um toque em habilidade, sai o segundo e Caio desvia-se ficando em frente ao guarda redes. Com muita classe mete-a no ângulo. Grande golo, um momento mágico do nosso número 8. No banco festejou-se este golo em grupo. nas bancadas já ninguém se conseguia sentar, quanto mais estar calado. Grande ambiente.

A cereja em cima do bolo foi o golo final. nem um minuto passou e num rápido contra-ataque conduzido por barreiro, passe para o meio da área e grande finalização do benjamim Hélder Nunes. 9 - 7 no marcador.

Já não nos fugia. Vamos à final. 



Vamos com responsabilidade, vamos com garra, vamos sem nada reservado, vamos com muita, muita vontade. Vamos lutar para sermos CAMPEÕES EUROPEUS.

O nosso adversário serão aquelas personagens que equipam de vermelho. É o adversário que mais gostamos de derrotar. Vamos a eles...

Como os bilhetes estão esgotados a quem não puder ir uma promessa. Quem vai, irá lutar por todos os portistas até ao limite, vão dar tudo para a equipa ficar com o Caneco... A todos nós, presentes ou não, que tenhamos coração para aguentar a emoção que será este jogo.

À equipa, uma nota de confiança. Estamos convosco e confiamos nesta equipa.



Equipa e marcadores: Edo Bosch, Pedro Moreira (1), Ricardo Barreiros (3), Reinaldo Ventura (1) e Jorge Silva.
Jogaram ainda: Caio (2), Hélder Nunes (2) e Vítor Hugo.


Por: Paulinho Santos

domingo, 5 de maio de 2013

Turquel 1 - 7 FC Porto - Falta pouco...


 




O FC Porto visitou e ganhou com grande diferença o Turquel na 27ª jornada do campeonato, numa deslocação que se previa difícil e que os nossos jogadores souberem tornar fácil. Mantemos-nos em 1º lugar e estamos cada vez mais perto de reconquistarmos aquilo que nunca nos deviam ter tirado.





Com o habitual 5 base a iniciar o jogo, o Porto entrou decidido a garantir vantagem desde muito cedo. Foi um começo impressionante,  pressão sufocante na saída do Turquel, nunca os deixando jogar à vontade. No ataque igual. Patinagem a 1000 à hora, saídas rápidas sobretudo pelos 2 jogadores mais ofensivos que não tinham receio de atacar de imediato a baliza adversária. O Turquel, que em casa é um adversário dificil tentava responder na mesma moeda, com pressão e saídas rápidas.

Estava um jogo bonito, com oportunidades para ambos os lados, embora com ascendente portista. Edo Bosch respondia com eficácia e na baliza adversária igual. 

Esperava-se que a nossa maior qualidade e domínio que começávamos a exercer tivesse resultados práticos. Foi o que aconteceu à passagem dos 8 minutos. Remate de Ricardo Barreiros, defesa do guardião e, na recarga Jorge Silva a inaugurar o marcador. Justo, talvez até escasso.

O estilo de jogo não se alterava, mas o domínio dos atletas de Tó Neves era cada vez mais evidente. Por isso, foi sem surpresa que passados poucos minutos aumentamos a vantagem. O cronómetro indicava 11 minutos e Pedro Moreira num ataque rápido, como muitos nesta fase, conseguiu desfeitear o guarda-redes do Turquel.

Tó Neves, talvez pela importância do jogo, começou a já habitual rotação a meio de cada parte de uma forma diferente. primeiro apenas Caio entrou e alguns minutos depois Hélder Nunes. 

Foi precisamente Caio, que aumentou ainda mais o score a 9 minutos do intervalo. Grande remate ao ângulo e golo. Está numa boa fase o nº 8 portista.

A nossa equipa insistia em não baixar o ritmo, a pressão continuava infernal e as oportunidades sucediam-se. Tivemos um contra-ataque em que rematamos umas 4 ou 5 vezes sem atingir o pretendido. 

Aos 21 minutos de jogo, penalti para a equipa visitada e cartão azul para Reinaldo, talvez por protestos. O Turquel falhou, mas nos 2 minutos seguintes, com o adversário em power-play passamos por alguns sustos. Bolas ao poste da baliza de Edo nesses minutos foram 3. Estrelinha de campeão neste período. 

Felizmente não sofremos e ao intervalo o marcador mostrava uma vantagem de 3 golos para a nossa equipa.

O recomeço do jogo foi excelente para nós. Nem 30 segundos de jogo e já Ricardo Barreiros marcava o 4º golo da equipa.


Ainda sofreríamos um golo (4 minutos), mas nem deu para assustar pois o inspirado Jorge Silva voltou a marcar pouco depois numa jogada de envolvimento por trás da baliza com Reinaldo Ventura a assistir para golo.

A equipa, inteligentemente, preocupa-se mais em pausar o jogo. A vantagem era confortável e não valia a pena correr o risco de sermos apanhados em contra-pé. Mesmo com este diminuir de ritmo, éramos nós que criávamos mais perigo. Caio, por exemplo, falhou um livre directo numa altura em que o perigo quase só rondava a baliza adversária, sobretudo nos 2 minutos que tivemos vantagem numérica.

O jogo decorria como previsto, sem sobressaltos de maior e a 6 minutos do fim Hélder Nunes deu ainda mais tranquilidade. Foi um golaço, em que o jovem craque mostrou muita capacidade técnica. Está um jogador de nível e tem apenas 19 anos, pelo que poderemos contar com muitas alegrias do benjamim desta equipa.

Faltavam apenas 8 segundos para o apito final, quando o MVP deste encontro Jorge Silva fechou o marcador. Vitória por 7 - 1 num campo extremamente difícil.

Arbitragem com uma ou outra falha, mas sinceramente bem melhor do que julgava que esta dupla faria.

Na próxima jornada receberemos o nosso tão odiado regime e podemos ter a vingança perfeita em caso de vitória. Está perto.

Antes ainda, um encontro muito importante para os quartos de final da Liga dos Campeões

No próximo fim-de-semana recebemos o Réus e trazemos um golo de desvantagem. É perfeitamente possível ultrapassá-los e será importante o nosso apoio. Lutamos por conquistar de novo este título há muitos anos e há a hipótese de a final-four ser em nossa casa. É uma oportunidade fantástica, mas antes de pensar nisso teremos de ultrapassar esta etapa. 

Equipa e marcadores:

Cinco Inicial: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura, Ricardo Barreiros (1) e Jorge Silva (3)
Jogaram ainda: Caio (1) e Hélder Nunes (1).


  
Por: Paulinho Santos

  

sábado, 23 de fevereiro de 2013

FC Porto 13 - 2 Limianos - Nova goleada



O FC Porto recebeu e venceu confortavelmente o Limianos e continua a sua luta na conquista do ceptro de campeão.





Com uma boa casa no Dragão Caixa, o FC Porto entrou praticamente a ganhar. Aos 4 minutos Ricardo Barreiros numa stickada de muito longe inaugurou o marcador. No entanto foi curta esta vantagem, já que uns momentos depois concedemos a igualdade, numa situação em que permitimos uma jogada de 2 para 1.





Voltávamos assim à estaca zero. O FC Porto jogava em ataque continuado, a tentar rodar a bola e o Limianos a tentar lançar contra-ataques rápidos em que intervinham 1 ou no máximo um 2º jogador que tentava aproveitar um ressalto à boca da baliza. Não o conseguiram muitas vezes devido à pressão intensa que exercíamos logo na saída da defesa adversária. Mas, se defensivamente conseguíamos nesta fase anular o perigo, no ataque estávamos a ter dificuldades em romper a defesa compacta do Limianos. Eles apresentaram uma defesa muito fechada e descida em que normalmente 3 jogadores defendiam já dentro da área.

O perigo que conseguíamos era sobretudo de remates de longe. Parecia tiro ao boneco, eram remates atrás de remates. Umas vezes o guarda redes limiano defendia como podia (teve defesas com a máscara, com o patim, com o stick, enfim, como desse), outras o azar (perdemos a conta às bolas ao poste, talvez uma dúzia). Era uma questão de tempo até entrar uma.

Tó Neves começou entretanto a fazer uma alterações que se revelaram acertadas. Entraram quase em simultâneo Vitor Hugo e Hélder Nunes. Fazia sentido. A pressão que exercíamos precisava de continuar, Hélder Nunes defende bem e tem uma técnica soberba que podíamos aproveitar. Vitor Hugo porque é exímio a jogar perto da baliza, podia aproveitar um dos muitos remates que fazíamos para um desvio com sucesso. Acabou por resultar, mas antes um 3º ejogador entrado ia brilhar. A 8 minutos do intervalo, Caio, novamente num remate de longe deu uma já muito merecida vantagem. 

Estava finalmente desbloqueado o marcador. Mais um par de minutos e novo golo. Vitor Hugo num desvio a centimetros da baliza dava ainda mais tranquilidade. Estávamos perto do intervalo e já não conseguiríamos outro golo até ao fim desta parte.

Nota para as faltas ao intervalo. 3 faltas contra uma. Deviam ter sido mais, na dúvida não marcavam. E, como o ataque foi quase sempre nosso, é fácil perceber quem mais teve motivos para protestar.

Se na 1ª parte o critério tinha sido demasiado largo, no inicio do 2º tempo mudou. Em menos de 5 minutos um cartão azul para cada lado (o azul para o Jorge Silva não se percebeu a razão). E foi assim, com 3 jogadores de campo que marcámos novamente, bis de Ricardo Barreiros numa bonita jogada. A vantagem de 3 golos não mudou o cariz do jogo, foi aliás uma cópia. Foi assim até meio desta etapa complementar.

O melhor estava guardado para os mintuos finais. A nossa equipa com o tempo começou a conseguir abrir a defesa contrária e assistiu-se a um festival de golos. O 5º foi marcado novamente por Ricardo Barreiros em jogada rápida após recuperação de Reinaldo Ventura.

O 6º (depois de um golo estranho do adversário), Vitor Hugo em nova jogada rápida marcou. O 7º De Tiago Losna num remate de longe em que fintou o adversário duma forma espetacular.

O jogo era agora um passeio e como não baixávamos o ritmo aconteceu um triplo festejo no espaço dum minuto. Sim, 3 golos em um minuto. Fantástico!!! Vamos aos marcadores: Jorge Silva a finalizar um contra-ataque, Losna num novo remate de longe e o benjamim Hélder Nunes num ataque rápido. Faltavam 5 minutos e aproveitou-se o golo para se desejar feliz aniversário a Hélder Nunes através da já mitica trompete do sr. Lourenço.

Ainda marcaríamos mais 3, através de Jorge Silva (por duas vezes) e por Hélder Nunes. Uff... Parabéns equipa pela veia goleadora na 4ª feira e hoje.

Segue-se a deslocação a Valongo, um campo por norma dificil e com uma grande massa adepta. Vamos a eles, temos de ganhar...


Equipa e marcadores:

Treinador: Tó Neves
Titulares: Nélson Filipe (gr), Pedro Moreira, Reinaldo Ventura, Ricardo Barreiros (3) e Jorge Silva (3) 
Jogaram ainda: Caio (1), Tiago Losna (2), Vítor Hugo (2) e Hélder Nunes (2)




Por: Paulinho Santos

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Hóquei em Patins: FC Porto - Lodi (Antevisão)







Sábado é dia de Liga Europeia no Dragão! Com os quartos de final já garantidos, o FC Porto recebe para a quinta jornada do grupo B a formação do Amatori Lodi, que procura vencer de forma a conseguir estar perto do apuramento para a segunda fase. 





No que diz respeito ao apuramento para os quartos de final (pela primeira vez a ser realizado num formato a duas mãos antes da final-four), o FC Porto além da qualificação já tem garantida a primeira posição no grupo B, restando a disputa do segundo lugar, as restantes três equipas que compõem este grupo podem sonhar com o respectivo apuramento.

A nível do campeonato, os dragões continuam no segundo lugar, estando a um ponto do Benfica, enquanto os italianos do Amatori Lodi estão na quarta posição, contabilizando dez vitórias, duas empates e duas derrotas num campeonato liderado pelo Valdagno (equipa que conta nas suas fileiras com o espanhol Pedro Gil) e Viareggio, somando precisamente os mesmos pontos. Para a 14ªjornada, o Amatori Lodi deslocou-se ao reduto do Breganze e empatou a quatro bolas com os tentos do Lodi a serem marcados pelo inevitável Tataranni (2), João Pinto e Sergio Festa, dando assim um passo atrás no que à luta pelo título diz respeito, se bem que na Serie A1 o campeonato é decidido no sistema de playoff, apurando-se os oito primeiros para a fase final.

Estas duas equipas defrontaram-se para a primeira jornada desta fase de grupos, com o FC Porto a ultrapassar este difícil obstáculo no reduto deste por 4-2, sendo que os golos da equipa liderada por Tó Neves foram apontados por Ricardo Barreiros (bis), Tiago Santos e Jorge Silva, enquanto no Amatori Lodi o goleador Tataranni marcou os dois golos da sua equipa, ele que é uma das principais figuras deste conjunto juntamente com o argentino Mariano Velasquez e o português João Pinto.


Por: Dragão Orgulhoso

domingo, 10 de fevereiro de 2013

FC Porto 11 - 3 Cambra - De volta às goleadas e boas exibições



O FC Porto recebeu e venceu com muito à vontade a equipa do Cambra na 18ª jornada do Campeonato. Mantém-se assim a 1 ponto da liderança quando ainda irá receber o actual líder.

Já tivemos a oportunidade numa crónica anterior de falar dos maus arranques da nossa equipa nos últimos jogos. O próprio Ricardo Barreiros o referiu depois do último jogo. A equipa estava consciente desse defeito nos últimos tempos. Talvez por isso a entrada dos nossos jogadores tenha sido tão determinada a marcar cedo. Pressionava bem, trocava bem a bola na procura de espaço para rematar e entrou a dominar. O golo não demorou a aparecer




Ricardo Barreiros com um remate forte e colocado ao canto superior direito colocou-nos em vantagem logo aos 4 minutos. No minuto seguinte, na recarga a um livre directo marcado por si (e numa falta cometida sobre o mesmo interveniente) o capitão Reinaldo Ventura dilatou o marcador. Muito bom. Mas  os nossos jogadores quiseram ainda mais. Mais um minuto e novo golo. Este marcado por Pedro Moreira após uma sucessão de remates em que mantivemos sempre a bola em nosso poder. Excelente atitude e muita vontade de subir o nível. Bravo...



Após este inicio de jogo fantástico tivemos o mérito de não mudarmos a forma de jogar. Continuamos com total domínio e o Cambra tentava aproveitar uma falha nossa para subir rápido e criar perigo. Foi desta forma que o Cambra conseguiu marcar sensivelmente a 10 minutos do intervalo. Após uma jogada de ataque nosso, saída rápida para o contra-ataque e desta vez a resultar. Edo Bosch com um remate à boca da baliza nada podia fazer. De destacar a atitude que teve o marcador do golo, algo que já aconteceu mas é sempre digno. O marcador foi o Tomás Castanheira, nosso ex-jogador e provavelmente pelo respeito que a sua antiga casa lhe merece não festejou. Bonito gesto.

Voltando ao jogo, o golo adversário nada mudou. E, da forma como estávamos a jogar esperava-se era mais golos nossos. Foi isso que aconteceu. Se nos primeiros 5 minutos do encontro marcamos por 3 vezes, nos últimos 5 desta 1ª parte repetimos a dose. Reinaldo Ventura bisou na conversão de um penalti sofrido por Tiago Losna. Tiago Losna que teve participação no golo seguinte, ao assistir Vitor Hugo para este desviar com facilidade para a baliza. E já no final, o mesmo Vitor Hugo a marcar um golão. Progrediu com a bola uns metros sobre o lado direito, armou o remate e com uma precisão só ao alcance de alguns, colocou-a no angulo mais distante. Está finalmente de stick afinado, após uns jogos menos felizes no inicio. Era de esperar, é um goleador e tem estado bem nesta fase.

Depois do 6 - 1 ao intervalo e apesar de se sentir que o jogo estava ganho, os nossos atletas continuaram a mostrar bom hóquei aos cerca de 1000 espectadores que foram ao Dragãozinho.   Jorge Silva logo nos segundos iniciais marcou após nova assistência de Tiago Losna. Mais uns minutos volvidos e numa bonita troca de bola da nossa equipa o anterior responsável pelas assistência marcou. 8 - 1 na altura. Após uns minutos com uma toada mais morna, Tiago Losna fez novamente levantar as bancadas e fazer o seu bis. Ventura logo a seguir completou o seu hat-trick. Faltava um marcar. E ele não demorou muito a consegui-lo. Após uma simulação fora da área, Hélder Nunes entra rápido pelo lado esquerdo da área e finaliza. O jogo merecia acabar aqui.

Contudo não acabou (e bem, em nossa casa joga-se a totalidade dos encontros). Mas o nosso trabalho estava feito e bem feito e naturalmente relaxamos. Sofremos assim 2 golos, que nada alteraram e foram um prémio para a persistência do adversário.

No próximo sábado teremos um jogo para cumprir calendário na Liga Europeia frente aos italianos do Lodi. Já nos apuramos e garantimos o 1º lugar, pelo que em jogo estará apenas o facto de querermos vencer sempre. Não é pouco

Depois sim, teremos um jogo diferente. Na 4ª seguinte (dia 20) vamos a Espinho. Todos nos lembramos do que lá aconteceu no ano passado e do que nos custou. Vamos fazer com que não se repita.


Equipa e marcadores:

Treinador: Tó Neves
Equipa inicial: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (3), Ricardo Barreiros (1) e Jorge Silva (1)
Jogaram ainda: Nélson Filipe (g.r.), Tiago Losna (2), Vítor Hugo (2) e Hélder Nunes (1)



Por: Paulinho Santos

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Sporting 4 - 8 FC Porto - Segunda parte de sonho!!


Segunda  parte de sonho

O FC Porto visitou e venceu o rival Sporting por , após uma magnífica segunda parte, continuando assim a depender de si para reconquistar o título de campeão.





Com uma entrada atípica e intranquila, os Dragões entraram em campo praticamente em desvantagem, com um golo sofrido logo aos 3 minutos. A equipa mostrava-se intranquila e com dificuldades no processo ofensivo. Talvez por isso Tó Neves fez entrar cedo Vitor Hugo para tentar aproveitar o seu bom jogo interior. 




No entanto, mesmo com esta entrada e com um notório adiantamento da nossa defesa, continuavam as dificuldades em entrar na defensiva adversária. Com a agravante de concedermos espaço para contra-ataques que não tiveram maiores consequência devido ao brilhantismo de Edo. Foi um péssimo período da nossa equipa esta primeira metade da 1ª parte, com muitas precipitações e erros individuais.

Aos poucos a equipa foi-se reencontrando. Tivemos oportunidades para igualar mas o guarda-redes adversário ia adiando o golo portista. Já com o jogo mais estabilizado embora ainda incaracterístico, Reinaldo Ventura falhou um penalti e 2 minutos depois Ricardo Barreiros viu um golo anulado por levantar o stick. E já sabemos que quem não marca, arrisca-se a sofrer, contra a corrente do jogo sofremos o 2º golo. Até ao intervalo o jogo não mudou. A nossa equipa continuava a atacar mais mas falhava na última hora, que inclui um novo penalti falhado, este por Jorge Silva. 

Um pouco injusta esta desvantagem de 2 golos ao intervalo, mas de facto a equipa não esteve bem. Preocupante o facto de nos últimos 3 jogos termos sofrido golos cedo e termos praticamente entrado sempre a perder. 

A 2ª parte foi totalmente diferente, sobretudo os 10 minutos iniciais. Entramos a 100 à hora, agressivos e com vontade de mudar o resultado. Ricardo Barreiros ainda falhou um livre directo a punir a 10ª falta do adversário (nós já a tinhamos atingido no 1º tempo) antes da reviravolta. E bastou um minuto para o conseguirmos. Jorge Silva a marcar e Ricardo Barreiros segundos depois a igualar.

A igualdade não nos interessava e a equipa sabia-o. Continuou rápida e incisiva, dominando todos os parâmetros do jogo e ia avolumando oportunidades. Finalmente, numa jogada individual depois de passar por trás da baliza, Pedro Moreira lá conseguiu garantir a primeira vantagem para a equipa portista. Este golo teve o condão de baralhar a equipa adversária, o que aproveitámos sem qualquer receio. Ricardo Barreiros por duas vezes e Vitor Hugo ampliaram ainda mais a vantagem.

Foram 10 minutos de sonho dos nossos atletas. Um parcial de 6 - 0 neste período. Espetacular. Sentia-se que o jogo já não fugia.

Nem o 6- 3 momentâneo (penalti e azul para Barreiros) mudou essa ideia. Faltavam 10 minutos e já não nos expunhamos em demasia e era a nossa vez de aproveitar o espaço concedido pelo adiantamento da equipa adversária. Vitor Hugo voltou a marcar, após recuperar a bola e colocou de novo a vantagem em 4 golos (7 - 3). Em inferioridade numérica após novo azul ainda sofreríamos mais um golo. Mas, tal como se verificou antes, Vitor Hugo estava decidido a manter a diferença em 4 golos e completou o seu hat-trick e encerrou o marcador. 

Ainda teríamos direito a nova penalidade e, tal como as anteriores, falhamos. A rever estas falhas. Já não é a primeira vez esta época que tal sucede.

Destaques individuais para Hélder Nunes, importante a sua actuação no pior momento, Ricardo Barreiros e Vitor Hugo ambos com 3 golos marcados. Edo Bosch esteve ao seu nível, ou seja impressionante.

Arbitragem ao nível das anteriores.

Equipa e marcadores:

Treinador: Tó Neves
Equipa inicial: Edo Bosch (gr), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura, Ricardo Barreiros (3) e Jorge Silva (1)
Jogaram ainda: Vítor Hugo (3) e Hélder Nunes.



 Por: Paulinho Santos

sábado, 15 de dezembro de 2012

Hóquei em Patins: FC Porto 8 - 4 St. Omer (Por Paulinho Santos)


Sem Complicar





Num jogo que soubemos tornar fácil, a nossa equipa garantiu a 3ª vitória em outros tantos jogos nesta fase da Liga Europeia, estando praticamente apurada para a fase seguinte que este ano será em moldes diferentes, já que teremos quartos de final antes da já tradicional final four.





Apesar de termos entrado a perder com um golo logo aos 25 segundos nunca se sentiu a mínima dúvida que a vitória nos escaparia. A isso muito ajudou a rápida recuperação no marcador. Aos 5 minutos já liderávamos o marcador por 3-1, com golos de Reinaldo Ventura numa grande jogada individual, Jorge Silva em jogada colectiva e Ricardo Barreiros em jogada de entendimento em que a superioridade técnica dos nossos atletas ficou bem evidenciada. Nesta altura dominávamos totalmente e o jogo era uma repetição de ataques nossos e tentativas de contra-ataque dos franceses que raramente levavam perigo.

A única dúvida era quantos marcaríamos até ao intervalo. Depois de outro golo de Jorge Silva, Tiago Losna e Pedro Moreira também inscreveram o seu nome nos marcadores com golos em jogadas seguidas. Conseguimos rodar o plantel e aos 20 minutos já todos os jogadores de campo tinham passado pelo ringue.

Com 6- 2 ao intervalo (Sapo ainda reduziu de penalti) e com a partida ganha, a 2ª parte foi mais desinteressante. 

O FC Porto ditou o ritmo que mais interessava, controlou o jogo da forma que quis e nunca deixou a equipa francesa aproximar-se no marcador. Marcamos 2 golos na etapa complementar e ambos foram marcados por Ricardo Barreiros que fez assim um Hat-trick. Fomos inteligentes e guardamos forças pois teremos 2 jogos na próxima semana (a meio da semana no terreno do Tigres e no fim de semana em recepção ao Turquel) em que não podemos escorregar.

Arbitragem tranquila num jogo sem cartões. Com nível, talvez uma ou outra falta não assinalada mas num jogo decidido tornam-se meros detalhes que em nada prejudicaram a sua actuação. 

Uma nota dupla mas com o mesmo sentido. Continua a nossa malapata com os postes e os penaltis. Hoje voltamos a não marcar de bola parada e pelo menos em duas ocasiões foi por remates ao poste. Nada de preocupante, continuar a tentar que elas vão começar a entrar. E o mesmo se aplica para o Vítor Hugo. Ainda não explodiu, hoje voltou a estar discreto, mas com o talento que tem e com a veia goleadora que já mostrou é apenas uma questão de tempo até se tornar um dos goleadores da equipa.


Ficha FC Porto:

Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (1), Ricardo Barreiros (3) e Jorge Silva (2). Jogaram ainda Nelson Filipe (g.r.), Tiago Santos (1), Vítor Hugo e Hélder Nunes.


Por: Paulinho Santos

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Hóquei em Patins: FC Porto - St. Omer (Antevisão)




 Após duas vitórias em outros tantos jogos na fase de grupos da Liga Europeia, o líder destacado FC Porto recebe este sábado, pelas 16h, os franceses do St. Omer que se encontram no 2º lugar. 

Um triunfo colocar-nos-á quase garantidamente na fase seguinte.




Será em teoria o jogo mais fácil que teremos nesta fase. O St. Omer não é uma equipa com valores individuais suficientes para ombrear com os gigantes do hóquei europeu. A sua maior estrela é talvez, o português Tiago Barbosa (Sapo), ex-Braga e Juventude de Viana. Convém no entanto não os desvalorizar. 

Estão a surpreender nesta Liga Europeia e conseguiram empatar com os com espanhóis do Nóia em casa destes e com os italianos do Lodi, além de que estão invictos no seu campeonato.

Os comandados de Tó Neves apresentam-se na máxima força (tirando o já habitual Caio) e de certeza avisados depois dos resultados das primeiras jornadas. Preocupe-mo-nos em garantir a vitória e se o conseguirmos cedo poderemos ter uma vitória mais robusta.



Por: Paulinho Santos

sábado, 8 de dezembro de 2012

FC Porto 10 - 2 HC Braga - Vitória da qualidade








No primeiro jogo da maratona portista deste sábado e na ressaca do jogo em Torres Vedras contra a Física entrámos determinados a ganhar vantagem o mais cedo possível com muitos remates e ataques curtos e com uma pressão quase na totalidade do ringue. O HC Braga é uma das equipas mais frágeis deste campeonato e cientes disso apostaram numa defesa fechada e em contra-ataques rápidos, muitas vezes apenas com 1 ou 2 jogadores.



Logo ao 3º minuto de jogo Reinaldo Ventura garantiu-nos a vantagem no marcador numa jogada em que aproveitou o espaço aberto por Barreiros para finalizar com classe. Mesmo com a vantagem assegurada desde muito cedo nada mudou no jogo. O FC Porto atacava muito e o HC Braga mantinha a sua defesa atrás e tentando sair em velocidade. Era uma questão de continuar a rematar o que nem sempre fizemos com acerto nesta fase e quando o fazíamos o hoje guarda-redes titular dos visitantes Filipe Miranda exibiu-se a bom nível . O 2º golo surgiu apenas a 9 minutos do intervalo numa jogada característica da nossa equipa, com Barreiros a desviar em frente à baliza após um passe interior.

Após o 3 - 1 que se registava ao intervalo, assistimos a uma melhor exibição da nossa equipa. Com mais espaço para jogar nesta altura, a nossa maior qualidade técnica foi construindo um resultado cada vez mais desnivelado e alguns golos foram de excelente execução. Marcamos 10, como podíamos ter marcado mais, tal a superioridade. Destaque para a estreia do nosso guarda-redes Pedro Costa, ainda com idade de júnior, que foi bastante acarinhado pelo público presente. 

Num jogo destes a arbitragem nunca poderia ter influência mas fica na memória a fraca arbitragem do nosso infelizmente conhecido, Paulo Rainha. O árbitro Rego Lamela fez um bom jogo, descomplicando o desacerto do seu colega.

Foi um jogo tranquilo em que o objectivo principal foi conseguido por larga margem. Segue-se para a semana nova batalha no terreno dos Tigres, caso o jogo se realize. Esta equipa anunciou que ia falhar a deslocação ao terreno do Candelária, estando por isso neste momento suspenso de toda a actividade e em risco de ser excluído caso não consiga regularizar as dividas.


Equipa e marcadores:

Treinador: Tó Neves

Titulares: Edo Bosch (gr), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (2), Ricardo Barreiros (2) e Jorge Silva (3). 

Jogaram ainda: Pedro Costa (gr), Tiago Santos, Vítor Hugo (2) e Hélder Nunes.




Por: Paulinho Santos

>