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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Sozinho em casa!



Depois desta época especial
Do milagre do nascimento
Apronta-se outro momento
Na Liga do Pai Natal!
 
Uma disputa em clássico
Joga-se pr’a essa taça
Qu’a este período dá graça
A esta Liga do Jurássico!
 
Que é coisa nunca vista
A não ser noutras eras
Ond’as verdes quimeras
Tinham propósitos de conquista!
 
E hoje com’uma prenda
Oferecida por Santa Claus
Têm-se os gatos por maus
E em leões por encomenda!
 
E vão afinando o rugir
Pra vencer esta taça!
Querem do Porto, a caça
Par’o ano que há-de vir!
 
Pois festejaram à grande
Não o primeiro, o terceiro!
O lugar mais corriqueiro 
Para o seu final de ano!
 
E por isso pedem vingança
Sobr’o jogo do Dragão
Levaram três de ração
Pr’a adornar a sua pança!
 
E o Manha ainda exulta
Por essa cruzada leonina
No Rascord por lá afirma
Qu’o Bruno ainda está na luta!
 
Ho!Ho!Ho!Ho! Ri o Santo
Por essas cartas de desejo
Do Manha, este festejo
É uma prenda e tanto!?
 
Que luta contr’os rufiões
Mas está sozinho em casa!
O que nesse filme se passa
É um “remake” dos leões!!
 
E fala desses que vivem
Na sombra dos seus sucessos
Como se fossem travessos, e
Não merendo que singrem!
 
E apoia o menino Carvalho
Como s’este fosse o Kevin!
Pois o menino Kelvin…
É um tremendo pirralho!
 
Que lh’arrebatou o pio
No tempo de descontos
Deixand’o Manha, sem contos…
Que não nos contasse, em fastio!
 
Por isso é reviver
Este filme todos os anos
O Manha contr’os “sopranos”

No seu filme d’entreter!




Por: Joker

sábado, 21 de dezembro de 2013

Um Conto de Natal!



Acordei hoje do pesadelo
Do fantasma do passado
Fui p’lo Vítor visitado….
No meu percurso paralelo!

E o medo que senti
Nessa visita ao outrora
Onde chorei a demora
No jogo que mal vivi!

Salvo então pelo gongo!
Em desespero de causa
O ceptro perdido em casa…
O kelvin marcando com estrondo!

E quase rouco no grito
Fui de regresso ao presente
E o Paulo ali à frente!?
O novo fantasma-aflito!

Que me conduziu na viagem
Aos jogos do desespero…
Da champions-league, o enterro!
O arrependimento sem margem…

E quando já chorava a morte
Da minha vida desportiva…
Vejo chegar de seguida…
O fantasma da boa-sorte!

Era o fantasma do futuro
Vindo da equipa B!
Um espectro que mal se vê
Projecta-me um novo auguro!

E vejo outras possibilidades
Nessa viagem à frente 
Voando alegremente…
Vejo Turim e mais cidades!

E outro Natal já desejo
Nesta virada do ano
O meu presente insano
É ser campeão sobr’o Tejo!

E vestindo de azul-e-branco
Já voo sobr’a cidade
Sou campeão, é verdade!
E o Paulo é o novo Santo!

O fantasma do presente
Virou um santo no sonho!
Depois do medo medonho 
Tornou-me de novo crente!

E acordo deste “pesadelo”
Refeito um homem-novo
O Porto voltou ao povo!
E o Natal voltou a sê-lo!



Por: Joker
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