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quarta-feira, 26 de abril de 2017

domingo, 8 de abril de 2012

Liga Zon Sagres: Braga 0 - 1 FC Porto (Crónica e apreciações individuais)



Uma vitória à FC Porto. Paciente e eficiente. O FC Porto é assim, onde mais apregoam o tropeção, é onde passamos com maior distinção.




Em Braga o jogo começou a ser ganho antes do “árbitro surpresa” dar o apito inicial. Vítor Pereira soube encaixar as limitações que se impuseram para este jogo durante a semana, nomeadamente, a ausência de Fernando. Resistiu à tentação de jogar em duplo pivot, o que limitaria Moutinho na luta a meio campo e confiou em quem tinha de confiar para a posição 6: Defour. A continuidade do modelo de jogo foi o nosso primeiro passo para a vitória e a exibição de Defour um prémio à confiança demonstrada. Seguiu-se um segundo passo, que irá ser minorado e desprezado pela vasta maioria portista e mesmo que seja lembrado, será para ser criticado. A introdução de Kléber no onze inicial é determinante para plano de jogo. Com Kléber o ataque foi mais dinâmico, mais mexido e com mais trocas posicionais. O meio campo defensivo do Braga revelava visíveis dificuldades na marcação aos movimentos interiores de Hulk (sobretudo ele) e James, enquanto Kléber, sempre que podia, ia à luta de desgaste com os centrais bracarenses.



Quem ganhou mais com isto? O nosso meio campo, sobretudo no primeiro quarto de hora. Respirou melhor, ganhou balanço, ganhou tempo para ganhar confiança em si mesmo e quando o Braga, finalmente, assenta o seu jogo (já para lá da metade da primeira parte) já o meio campo do FC Porto estava consciencializado que tinha argumentos para ganhar esta guerra, mesmo com a ausência de Fernando.

Estas duas decisões pré-jogo são determinantes à vitória em Braga. Porque este Braga, que tombou para os lados da segunda circular há uma semana, lambeu as feridas e percebeu que a sua falta de arrojo foi a (auto)rasteira que os levou ao tombo (não vale a pena referir o “pode ser”!).






Não foi só o factor casa, o Braga apontou mesmo à jugular do FC Porto, percebendo que a única forma de se assumir candidato ao título é jogando como tal, mas a entrada em jogo do FC Porto é forte e trava o ímpeto bracarense. A linha avançada não dá descanso à defensiva do Braga e o meio campo portista ganha metros. É o FC Porto quem arranca por cima. Hulk dizima o lado esquerdo defensivo bracarense e Lucho, por duas vezes, não consegue materializar em golo o talento com que o Brasileiro desenhou os dois lances.
O FC Porto jogava e o Braga tentava organizar-se. Só no último terço da primeira parte é que o Braga estabiliza. Percebeu onde estava a brecha e atacou-a. É sempre pelo flanco de Álvaro que o Braga sobe à área do FC Porto e, por duas vezes, o perigo rondou.




domingo, 1 de abril de 2012

FC Porto 2 - 0 Olhanense (Crónica)

Mais vale tarde que nunca. Veremos é quanto tempo dura. Que seja até ao fim, é o que desejamos!







O FC Porto apresentou-se em campo buscando o golo desde o primeiro minuto. Mesmo com boa réplica da Olhanense no início, nunca se assustou ou inibiu. Alta voltagem desde o começo até o jogo estar resolvido. Contributo decisivo de algumas lições aprendidas em deslizes anteriores. Faltam ainda que outras para serem aprendidas.








Primeiro, o recuo de Lucho para os seus terrenos. É verdade que durou pouco mais de 45 minutos até atingir a reserva em combustível, mas enquanto teve depósito, soube utilizar os seus recursos nos seus terrenos e não encavalitado em Janko, como de costume. Não foi um grande jogo de Lucho, mas o simples facto de recuperar os seus terrenos deu outra fluência ao jogo da equipa. Pressão alta e velocidade do passe. Tudo conquistas desta singela alteração táctica. Segundo, finalmente percebeu-se a limitação física de Lucho e não se esticou, para lá do razoável, a sua presença em campo. Terceiro, a presença assídua de um lateral direito no onze dá à equipa mais largura e maior confiança a investir nesse flanco. Finalmente, e tendo por base os anteriores três pontos, Hulk jogou mais para e na equipa, o que se tornou um tormento para a defesa da Olhanense.

domingo, 4 de março de 2012

Viagem ao galinheiro, ida com esperanças, vinda com o primeiro lugar, TRIBUNA PORTISTA "on tour"






O jogo Benfica-Porto, por motivos regulamentares, ditou que fosse jogado a uma sexta feira datal imprópria para trabalhadores e propicia a um menor apoio por parte dos nossos adeptos, se alguém "pensou" dessa forma enganou-se, nós estivemos lá e fomos mais de 3000.







Durante os dias que antecederam, a ansiedade ia aumentado mesmo para quem já esta habituado a ir ver estes jogos contra o eterno e velho rival.


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