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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Caderneta de Cromos: Paulo Futre


O cromo de hoje é o verdadeiro cromo: Paulo Futre!

Nascido e 28 de Fevereiro de 1966, Paulo Futre cedo demonstraria talento para o futebol e não escaparia à lupa de Aurélio Pereira que o levaria para o Sporting na época de 1975.








Em 1984 fintando um empréstimo pelo Sporting à Académica e com a genialidade de Pinto da Costa a dar resposta a João Rocha pelo "roubo" de Sousa e Jaime Pacheco, Futre ingressaria no FC Porto para se tornar um dos melhores futebolistas de sempre, ganhando dois Campeonatos Nacionais, duas Supertaças de Portugal e como cereja no topo do bolo, a Taça dos Clubes Campeões Europeus em 1986/87.







Após se sagrar Campeão Europeu, no principio da nova época,  Paulo Futre viajaria até Madrid, sendo o "Às de Trunfo" e a promessa eleitoralista que levaria Jesus Gil e Gil à presidência do Atlético de Madrid.

Futre tornar-se-ia também num ícone do Atlético de Madrid. Na sua carreira passaria ainda por Milan, Marselha entre outros clubes menores.

Hoje em dia é uma estrela da televisão graças ao seu feitio peculiar, onde pode ser considerado o "verdadeiro cromo"! 


Paulo Futre: O estilo era único, os olhos e os braços também fintavam, aquela finta em velocidade para dentro e para fora era única, se tivesse nascido 20 anos mais tarde hoje continuaria a ser dos melhores avançados do mundo. 

Arte e genialidade. A sorte que era o retransmissor dos bombeiros da constituição para ver os duelos Real-Atlético, o Chendo ainda hoje deve ter bicos de papagaio nas costelas.


Por: Paulo

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Caderneta de Cromos: João Pinto o Eterno Capitão.


O Cromo de hoje é João Pinto, o eterno capitão e camisola dois.






João Pinto nasceu a 21 de Novembro de 1961 e em 1981 ingressaria no FC Porto, onde se tornaria num mito e no expoente máximo do Capitão Azul e Branco. E seria no FC Porto que terminaria a carreira em 1997.






Ao serviço do FC Porto João Pinto - o broas - como carinhosamente era conhecido pela sua pronuncia tripeira acentuada,  ganhou tudo que havia para ganhar, tanto dentro de portas como no estrangeiro, pessoa humilde, encarnava na perfeição o espírito de Dragão, quem não se lembra da célebre Final da Taça de Portugal, onde chovia de tudo que era objecto e ele lá do alto com a Taça na mão dava o corpo às balas?


João Pinto: O eterno 2. Defesa direito de grande categoria, força, técnica e pulmão, presente em vários jogos pelo Resto do Mundo no tempo em que lá jogar não era apenas destinado a um grupo de amigos mas sim aos melhores.Fazia do corredor direito juntamente com Jaime Magalhães uma ala temível. Para o fim da carreira ficariam também famosas as suas diagonais. Um Grande líder. A Taça será sempre dele!

João Pinto é hoje em dia treinador, acabando de levar o D. Chaves à subida de divisão.


Por: Paulo

sábado, 22 de junho de 2013

Caderneta de Cromos: Semedo.


O Cromo da semana é José Orlando Vinha Semedo, nasceu a 5 de Março de 1965 em Ovar.






Iniciou a sua carreira no Esmoriz, mas seria no FC Porto onde ingressou em 1980 que se tornaria num dos mais contestados mas também mais brilhantes  futebolistas Portugueses de sempre, ao serviço do nosso clube ganhou tudo que havia para ganhar tanto a nível nacional como internacional.






Após uma fase conturbada no ocaso da sua carreira nas Antas, Semedo ingressaria no Salgueiros onde acabaria a sua brilhante carreira em 1999.

É hoje em dia membro da equipa técnica da equipa B.


Semedo: Merecia sucessivamente a confiança de todos os treinadores que pelo Porto passavam, dele fizeram um excelente 6, 8, 10, 11 e até 3!! O contrário se passou com os adeptos, o jogador mais assobiado pelo Tribunal das Antas que tenho memória. Tudo aguentou, tudo passou. Mas a mística Azul e Branca nunca a perdeu!


Por: Paulo


terça-feira, 14 de maio de 2013

Caderneta de Cromos: Frasco.






O "Cromo" de hoje nasceu em Leça da Palmeira a 16 de Janeiro de 1955, iniciou a sua carreira desportiva no Leixões  e em 1978 ingressaria no FC Porto onde fez uma bonita carreira ganhando tudo que havia para ganhar, tanto a nível nacional como internacional.





António Frasco despedir-se-ia como jogador do FC Porto em 1989.

Desde 2008 que Frasco pertence aos quadros do futebol juvenil, encontrando-se no presente a exercer as funções de adjunto nos Sub 19 do clube.


Como Jogador:

Frasco: O Pelezinho, médio interior direito, franzino, futebol de bola no pé e finta curta, tecnicamente forte, era exímio a esconder a bola, com ela no pé era praticamente impossível ao adversário lha roubar. Frasco era também o jogador mais habilidoso que conheci a cometer faltas, tinha uma matreirice impressionante!!!


Por: Paulo

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Caderneta de Cromos: Jaime Magalhães.



Nascido a 10 de Julho de 1962, Jaime Magalhães é um produto das escolas Azuis e Brancas. Subiu à primeira equipa em 1980 e apenas sairia no ano de 1995 para ingressar no Leça onde acabaria a carreira nesse mesmo ano.








No FC Porto Jaime Magalhães ganhou tudo que havia para ganhar, tanto a nível Nacional (onde se sagrou por sete vezes campeão, venceu duas Taças de Portugal e conquistou sete Supertaças Cândido de Oliveira) ou Internacional, com destaque para a gloriosa campanha de 1986/87 que culminaria com a conquista da então denominada Taça dos Campeões Europeus, prova em que foi figura de relevo.







Fiel ao FC Porto clube do seu coração Jaime Magalhães ao longo da sua gloriosa carreira declinou inúmeros convites para sair, entre os quais alguns provenientes dos nossos eternos rivais.

Jaime Magalhães era um extremo direito à moda antiga, o mítico número 7 Azul e Branco, um génio na arte de bem cruzar "à linha", um estilo de jogador intemporal, foi craque no passado e seria-o hoje sem qualquer dúvida. Nascesse ele uns anos mais tarde e hoje seria um jogador que valeria milhões!

Curiosamente com a perda natural de velocidade acaba a carreira a jogar mais como interior direito, já sem "o pique" de outrora, mas com a inteligência dos predestinados.


Por: Paulo

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Caderneta de Cromos: Sousa


Iniciamos esta série de crónicas a que daremos o título de "Caderneta de Cromos" com o intuito de recordar estrelas do passado, a ordem é arbitrária e não significa preferência alguma, serão crónicas curtas do mesmo género da rubrica “Símbolos Simplício”, espero que gostem e participem.

Sousa:



Nascido a 28 de Abril de 1957, Sousa que nasceu para o futebol e terminou carreira na Sanjoanense, foi uma dos melhores médios do período Dourado do FC Porto dos anos 80, clube onde jogou durante 8 temporadas desde 1980 a 1984, intercalou duas temporadas no Sporting e regressou em 1987 para sair definitivamente em 1989 rumo ao Beira-Mar, clube pelo qual ainda regressaria à selecção pela mão de Artur Jorge que o dispensaria um tempo antes do FC Porto.

O Solas, a quem nunca perdoei a saída para o Sporting merece entrar na caderneta pela sua categoria enquanto jogador, médio interior esquerdo de grande categoria, senhor de um pontapé tanto em jeito como em força de categoria super, exímio a bater livres - fosse em folha seca ou em força - marca entre outros, três excelentes golos que marcam a sua carreira, em Basileia na primeira Final Europeia do FC Porto contra a Juventus, contra o Real Madrid e contra o Ajax para a Supertaça europeia.


Por: Paulo
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