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domingo, 7 de abril de 2013

Juniores A: FC Porto 3 - 1 SC Braga (Crónica de Breogán)






Há uma epidemia que alastra no Olival e a equipa júnior não escapou. É uma epidemia que ataca os extremos e que os fazem desaparecer do onze inicial das equipas portistas. O FC Porto perde capacidade de gerar perigo, de mandar no jogo, mas esta nova abordagem táctica parece consolidar-se nas principais equipas do FC Porto. E alastra sem parar.





Se temos dificuldade em arranjar extremos produtivos em outras equipas, nesta equipa júnior, mesmo com Fred lesionado, não há essa dificuldade. No entanto, a opção técnica passa, invariavelmente, pelo abdicar dos extremos para permitir a convivência na frente de ataque de André Silva e Gonçalo Paciência.

Ontem, uma vez mais, a equipa júnior do FC Porto entra em campo sem nenhum extremo no onze inicial. Com um meio campo reforçado com quatro elementos e com dois avançados centro no onze inicial, o FC Porto sofreu para dar profundidade e velocidade ao seu jogo. O Braga, fechado e solidário, fiava a teia que já tantas vezes vimos a ser utilizada frente a equipas do FC Porto que abdicam de flanquear. Linha defensiva coesa e em bloco baixo, com os laterais bem fechados sobre os centrais. Linha média bem junta à linha defensiva e com muito coração para tapar todas as linhas de passe (destaque para Reko e Bouças). Finalmente, uma linha ofensiva com 3 ciclistas, prontos para sprintar para a baliza portista pelos três corredores, assim que se libertassem das suas tarefas defensivas.

O Braga espreitava o erro portista e prometia cavalgar sobre ele, já o FC Porto debatia-se com o muro bracarense, sem velocidade para o furar pelo centro e sem amplitude para o contornar.

O jogo arrasta-se e desde cedo o FC Porto revela enormes dificuldades em criar perigo. Só aos 22 minutos, surge a primeira ocasião de perigo. Jogada desenvolvida pelo flanco direito, com Belinha a cruzar largo para André Silva. O avançado portista domina bem e remata com precisão, mas Tiago Sá defende. Quatro minutos depois, e sem construir um lance de ataque, o Braga adianta-se no marcador. Penetração na área portista e cruzamento para a zona de pequena área, onde surge Vítor Andrade, sem qualquer jogador a pressioná-lo, a desviar para a própria baliza. Momento de infelicidade que premiava a coesão defensiva do Braga. Não só premiava, como reforçava, pois após o golo, mais o Braga apostou na sua teia defensiva.

O FC Porto só consegue responder ao golo sofrido aos 39 minutos. Nem de propósito, nova jogada lateralizada, mesmo que na sua origem esteja um lançamento lateral. Marcelo cobra o lançamento lateral e coloca em Belinha que, no imediato, centra a bola para área. Francisco Ramos aparece na zona de finalização, mas o remate sai ao lado. A assim se chega ao intervalo, com um Braga sentado lá atrás, mas com um golo no marcador e um FC Porto amarrado e tolhido pelo seu próprio sistema táctico.

O intervalo é bom conselheiro para Capucho. Saiu Belinha para a entrada de Ivo. O FC Porto ganha um extremo e recoloca Francisco Ramos no meio campo, deixando a função híbrida de falso extremo.




A alteração produz logo efeitos. É um FC Porto alegre e positivo que reentra no jogo. O flanco esquerdo ganha nova vida e Rafa aproveita a presença de Ivo para começar a produzir o futebol ofensivo. Algo que não conseguia fazer na primeira parte, por estar sozinho a tomar conta de todo o flanco esquerdo.

O Braga, matreiro e bem montado, aproveita o novo entusiasmo azul e branco. Com os seus ciclistas sempre prontos a disparar para a baliza de Kadú, o Braga espreitava a subida no terreno do FC Porto. É o Braga quem tem as três melhores oportunidades na abertura da segunda parte. A todas elas, Kadú responde a grande nível, mantendo a sua equipa na busca da vitória. Aos 52 minutos, defende um desvio perigoso, após livre de Bruno Mendonça e, aos 56 minutos, opõe-se grandiosamente ao duelo com Erivaldo e Bouças. Duas grandes defesas no mesmo lance.

O Braga criava perigo no contra-ataque, mas o FC Porto estava bem mais saudável. A nova amplitude do ataque portista obrigava os laterais bracarenses a duelos no um para um e em velocidade. Núrio foi o primeiro a ceder e é expulso, por duplo amarelo, ao minuto 57.

Capucho aproveita a oportunidade para abrir mais a equipa. Até aí, para abrir mais a equipa ou teria que abdicar de um avançado centro ou de alguém do meio campo. Mas com a expulsão de Núrio, o Braga já não teria tanta presença no meio campo. Nesse mesmo minuto, entra Raúl, saindo Graça, e a equipa do FC Porto expande-se por toda a frente de ataque.

O FC Porto carrila jogo por ambos os flancos e os avançados centro do FC Porto são alimentados com muitas bolas de perigo, até que, aos 69 minutos, mais um defesa do Braga que cede à pressão ofensiva do FC Porto e é expulso.

Capucho volta a responder de forma positiva. Se o flanco esquerdo já estava plenamente carburante, com Rafa a produzir muito futebol e bem auxiliado por Ivo, o flanco direito vivia só das investidas de Raúl. Capucho retira Marcelo e introduz Leandro a lateral direito e a capacidade desequilibrante do flanco direito sobe muito de produção. Daqui até ao empate seria uma questão de tempo e…sorte.

E lá veio o golo redentor. Aos 77 minutos, jogada flanqueada por Ivo na esquerda e cruzamento tenso para área do Braga. Gera-se a confusão, com os jogadores do Braga a não serem capazes de tirar a bola da área. Esta acaba por sobrar para Rafa e o lateral esquerdo não perdoa.

O empate desorienta a equipa do Braga e o FC Porto aproveita a vantagem numérica. Aos 78 minutos, Raúl cruza da direita e Gonçalo, de cabeça, atira ao poste. Mas o empate viria no minuto seguinte. Raúl volta a ganhar a linha de fundo e cruza rasteiro e recuado. Gonçalo, na marca de penalti, trabalha bem e remate com êxito. Reviravolta em dois minutos.

Estranhamente, o FC Porto não domina a vantagem e perde consistência a meio campo. O Braga, por Bruno Mendonça, tenta um último assalto à baliza de Kadú, mas Tomás, no último momento, com um corte arriscado, afasta o perigo.

Após uns minutos de apatia, o FC Porto volta ao ataque. Primeiro, é Raúl a descobrir, uma vez mais, Gonçalo na área bracarense. O remate sai de pronto, mas Tiago Sé defende. Até que, ao minuto 90, Ivo centra com critério para André Silva que luta no ar com Tiago Sá. A bola sobra para Gonçalo, que se impõe na área e faz o terceiro. O jogo acaba pouco depois, com resultado muito engana. O FC Porto safou-se de boa. Capucho foi apostando na segunda parte, como deveria ter apostado de início, e teve a sorte dos jogadores do Braga irem cedendo, infantilmente, ao segundo cartão amarelo. Fica a lição e que se acabe, de vez, com a epidemia do Olival!

Capucho faz bem em apostar nos dois aríetes ofensivos que possui. São os dois melhores avançados deste escalão, sem sombra de dúvida. Não pode abdicar de extremos, pois o futebol da sua equipa torna-se inócuo. Seria bem mais interessante consolidar o meio campo com Tomás e Francisco Ramos, manter dois extremos abertos e colocar André Silva nas costas de Gonçalo e não no flanco. Para isso, precisa de arranjar uma nova solução a central: Lima Pereira. Estranhamente, desaparecido.


  
Análises Individuais:

Kadú – Hoje foi guarda-redes de equipa grande. Na primeira parte, foi um espectador e sofre um golo em que nada podia fazer. Na segunda parte, manteve a equipa no jogo com três excelentes defesas. Transmitiu confiança à equipa e matou a reacção bracarense.

Marcelo – Colocou todo o seu altruísmo em campo. Lutou bravamente contra Erivaldo, mas saiu quando a equipa precisava de mais talento pelo flanco.

Rafa – Uma primeira parte onde lhe faltou ajuda para ser fonte de perigo. Aliás, Aldair foi mais seu defesa, que Rafa foi de Aldair. Na segunda parte, aproveitou a entrada de Ivo para carburar muito jogo pelo seu flanco. Inicia a reviravolta no marcador, com toda a justiça.

André Ribeiro – Tal como Marcelo, total dedicação à equipa. Falta-lhe capacidade física para se impor até neste escalão, mas dá tudo o que tem. Perdeu-se, algumas vezes, na marcação frente aos ciclistas bracarenses  mas nunca virou a cara à luta.

Tomás – Tenta jogar onde não pode. Tem esse hábito, mas não se pode esquecer que é central e não médio defensivo. Subiu de produção no segundo tempo, quando subia mais no terreno. Grande corte no final do jogo.

Vítor Andrade – Saiu-lhe a fava, mas nem estava a ser pressionado. Algo errático no passe e sem capacidade para se impor na batalha a meio campo. Nunca se encontrou e quando o Braga sofre o 2-1, foi o primeiro a ceder à pressão do meio campo do Braga, formado por dois jogadores!

Belinha – Fez dois bons centros na primeira parte, mas foi muito macio na disputa de bola. O meio campo do Braga tinha espaço e tempo para respirar.

Graça – Com o meio campo defensivo com tantos problemas, nunca teve jogo suficiente para alimentar o ataque. Foi engolido pela tenacidade de Reko e pela ajuda de Bouças. Não deu o apoio que a dupla ofensiva precisava e foi bem substituído.

Francisco Ramos – Sempre muito disponível, andou como peixe fora da água na primeira parte. Ainda assim, aparece bem entre os centrais do Braga no último lance de perigo do FC Porto na primeira parte. No segundo tempo, recua para médio e tem um trabalho de formiguinha de bom nível. Bouças e Reko deixaram de ter tanto tempo e espaço.

André Silva – Lutou muito, foi sempre até ao limite, mas já não é um jogador de corredor lateral. É um aríete virado à baliza contrária. Tem mais mobilidade que Gonçalo e deve ser aproveitado nas suas costas e não jogado no flanco. Determinante na luta dentro da área, na segunda parte.

Gonçalo – Trata bola por tu e é exímio na arte de a proteger. É um jogador puro de área. Decresce muito de produção se é obrigado a jogar fora longe dela, embora tenha técnica para se aguentar no jogo fora da área. É um 9 com faro de golo. Foi o melhor em campo e liderou a equipa com toda a alma.


Ivo – Trouxe muita qualidade ao jogo flanqueado. É um artista da bola, embora algo depressivo. Tecnicamente é dos melhores jogadores deste plantel, mas joga triste, como que acabrunhado por algum problema. Se conseguir transformar o seu futebol para algo mais positivo, quase que um catarse para o seu estado de alma, é um jogador de elevado nível. Fica ligado a dois golos. Mesmo tristonho, foi decisivo.

Raúl – Tem a alegria e vigor que falta a Ivo, embora lhe faltem os mesmos recursos técnicos. Entrou meio trapalhão, como é, por vezes, seu timbre, mas rapidamente ficou confortável no jogo. Com a entrada de Leandro, explodiu no flanco direito.

Leandro – Cometeu alguns erros, mas é sempre um jogador positivo. Meio em força, meio em jeito, lá levou o jogo pelo flanco abaixo. Capucho, se quiser, ganhou ontem um lateral direito para dar maior dinâmica ao flanco.




Por: Breogán

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Juniores A: Porto 5 - 0 Varzim




No jogo correspondente à 10ª jornada da 1ª fase do Nacional de Juniores A, o F.C. Porto bateu com facilidade o Varzim por 5-0.








O jogo teve duas partes completamente distintas na 1ª das quais os portistas dominaram completamente, mas, além do golo marcado por André Silva, poucas mais oportunidades criou. A equipa jogava essencialmente pelo corredor central, sentindo falta de extremos que assumissem mais o jogo, sendo que o jogo quase só lateralizava com o apoio dos laterais, principalmente através de Rafa. O golo nasce num desses lances, através de um cruzamento fantástico do lateral esquerdo portista, concluído com um bom cabeceamento de André Silva.






A 2ª parte foi completamente diferente. As alterações efectuadas por Capucho foram muito importantes para um melhor desenrolar do jogo, com destaque para a entrada de Ivo Rodrigues, que deu mais largura ao futebol portista, assumindo o jogo sem problemas. O futebol praticado passou a ser mais rápido, mais envolvente e acima de tudo mais objectivo, sendo marcados 4 golos nesse período e falhadas mais algumas oportunidades.

André Silva foi o homem do jogo, ao marcar dois golos e ao estar em quase todos os lances de perigo da equipa. É um avançado com grande futuro, tem tudo que um grande ponta de lança precisa: é rápido, alto, forte, cabeceia bem, tem capacidade técnica para jogar fora da área.

Contudo, algumas opções tomadas por Capucho levantam questões. Uma delas é o facto de Vitor Andrade apenas parecer contar para a posição 6, quando dificilmente será um trinco no futebol senior: fisicamente é frágil para a posição, além de sair muito de posição quando a equipa ataca; por outro lado apresenta uma grande qualidade ofensiva, e deveria começar já a adaptar-se a terrenos mais ofensivos. Em jogos da 2ª fase esta opção também se poderá tornar arriscada.

 Resumindo, mais uma boa vitória da nossa jovem equipa, na perseguição ao líder Rio Ave, numa recuperação óbvia depois dum início de época algo difícil, mas normal dado esta ser uma equipa maioritariamente de 1º ano e com muito ainda para crescer.


Ficha de jogo:

Local: Centro de Treinos do Olival – Vila Nova de Gaia

FC PORTO: Kadú, Jorge Azevedo; Bruno Silva, Tomás Podstawski, Luís Rafael, Vítor, Diogo Belinha (Rui Cardoso, 66m), João Graça (Leandro Silva, int.), Francisco Ramos, Shuai (Ivo Rodrigues, int.) e André Silva.
Treinador: Nuno Capucho

VARZIM SC: Miguel Brandão, Fábio Costa, Dinis, Vinícius (Roberto, 53m), André Peixoto, Carlos Ferreira, Tiago Mendes, Hélder Pinto (César Nunes, 18m), Francisco Vasconcelos (Gois, 74m), Dinis Lopes e João Pedro.
Treinador: António Carlos Rodrigues 

Intervalo: 1-0 

Marcadores: André Silva (9 e 64m), Ivo Rodrigues (51m,), Leandro Silva (82m.) e Luís Rafael (88 min.)

Amarelos: Tomás Podstawski (3m) 



Por: Eddie the Head

domingo, 21 de outubro de 2012

Juniores Sub19: Leixões 0 - 2 FC Porto


Depois de um longo interregno motivado por compromissos das selecções nacionais o campeonato de juniores regressou e cumpriu-se ontem a 6ª  jornada com um escaldante Leixões - FC Porto.



Perante uma boa casa a turma Matosinhense entrou retraída em jogo, destacando-se o FC Porto que mesmo sem jogar bem e com a sorte do jogo chegou ao 1-0 por intermédio de André Silva logo aos 9 minutos de jogo.

O Leixões reagiu e por intermédio de Bruno e Nogueira poderia ter chegado ao golo, mas não materializou essas duas oportunidades que teve na primeira parte.

Na segunda parte e como curiosamente vem sendo apanágio nos comandados de Capucho o FC Porto entrou mais forte em campo mas o golo tardava em surgir, até que já perto de fim de novo o inevitável André Silva faria o 2-0 aos 87 minutos de recarga a uma defesa incompleta do guarda-redes da casa Folgado.

Como resumo deste encontro pode-se dizer que foi uma partida lenta, mal disputada e que mais parecia um jogo de veteranos que uma prova de jovens jogadores.

Ficha do jogo:

Campo do Lusitanos,Sta Cruz do Bispo
Árbitro: José Rodrigues

Leixões: Folgado, Hélder (Luís Costa), Pinto, Filipe, Bruno Vaz, Anderson (Kaka), Rui André, Miguel Nogueira, Bruno Silva, Chiquinho e Mesquita (Mendes)

FC Porto: Caio, Marcelo, Bruno, Tomás, Rafa, Francisco Ramos, Belinha, Graça (Vitor), Fred (Leandro), Shuai(Ivo) e André Silva.

Golos: André Silva ( 8m e 87m)


Por: Rabah Madjer

domingo, 2 de setembro de 2012

Juniores Sub19: Boavista FC 1 - 4 FC Porto (Crónica)



A equipa do FC Porto Sub19 deslocou-se este sábado ao reduto do grande rival do norte para vencer por uns concludentes 4-1.

Com um inicio de jogo lento o FC Porto foi tomando mesmo assim conta do jogo e acercando-se com perigo da baliza do Boavista.






Com um meio campo pressionante, assentando o seu jogo na posse e circulação de bola não foi de admirar que o primeiro golo chegasse logo aos 18 minutos de jogo de grande penalidade convertida por Ivo. Mesmo antes desse lance já o FC Porto por intermédio de Francisco tinha enviado a bola à trave da baliza defendida por Vicente.






Água mole em pedra dura tanto bate até que fura e aos 38 minutos de jogo o mesmo Ivo elevaria a contagem para 2-0 e constituía-se como a figura da equipa nesta primeira metade do encontro.

Na segunda metade do encontro e como é apanágio desta equipa de Capucho o FC Porto entrou muito forte e como prémio do seu melhor futebol aos 56 minutos de jogo André Silva colocaria o resultado nuns confortáveis 3-0 numa excelente jogada.

A equipa do Bessa esboçaria uma ténue reacção e aos 65m chegaria ao seu tento de honra de grande penalidade, num lance que valeria a expulsão do jovem portista Lima Pereira.

Aos 71 minutos o jovem axadrezado Rúben também veria o segundo amarelo e consequente vermelho e deixaria as equipas até aos fim a jogarem como 10 elementos cada.

Daí até ao fim o FC Porto controlou os acontecimentos, fio criando oportunidades e o quarto golo surgiria por intermédio do endiabrado Belinha após bela jogada individual.

Estava consumada a vitória por números expressivos e sempre motivadores para encarar a competição que aí vem, depois de um começo de campeonato algo periclitante.


Por: Rabah Madjer

domingo, 26 de agosto de 2012

Juniores Sub19: FC Porto 4 - 0 Paços Ferreira (Crónica)




À terceira foi de vez!

Perante um Paços Ferreira com um futebol ingénuo e uma equipa mediana/fraca, o FC Porto estreou-se a ganhar na terceira jornada do Nacional de Juniores Sub19 Zona Norte.






Os Jovens dragões entraram em campo a jogar o quanto baste, numa tarde ventosa mas de muito calor, mesmo em ritmo baixo a equipa foi construindo várias oportunidades de golo, com destaque para um remate do Chinês Li após cabeceamento do perdulário André Silva. 







O jogo desenrolava-se,os jovens dragões porfiavam mas o golo tardava a aparecer, chegar-se-ia ao intervalo com o marcador em 0-0, o que constituía um castigo para o futebol insípido praticado.

Na segunda metade do encontro a turma da casa entrou naturalmente com outra vontade ( esta época as más primeiras partes parece que estão a ganhar adeptos) e aos 50 minutos André Silva (que já tinha desperdiçado algumas ocasiões de golo)num excelente golo de cabeça faria abanar as redes e inaugurar o marcador, estava feito o 1-0.

Com a confiança do primeiro golo a jovem turma azul e branca empolgou-se e produziu momentos de bom futebol, ora como jogar bem é quase sempre meio caminho andado para o ingrediente máximo do futebol ou sejam os golos, não foi de estranhar que o marcador voltasse a funcionar e Ivo na sequência de uma grande penalidade (que ditou a expulsão do guarda-redes adversário) aos 65 minutos, colocaria o marcador em 2-0.

O marcador não ficaria por aí, Rui Cardoso aos 73 minutos marcaria o 3-0, e André Silva poria o resultado nos definitivos 4-0 e estava consumada a goleada.

Boa segunda parte materializada com 4 golos e uma exibição bem conseguida.


Ficha de jogo:

FC Porto: Kadu, Marcelo Magalhães, André Ribeiro, Lima Pereira (André Graça 46m), Rafa, Tomás Podstawski, Diogo Belinha, Shuai Li (Rui Cardoso 58m); Raul (Francisco Ramos 46m), Ivo, André Silva.

Treinador: Nuno Capucho

Paços Ferreira: Freitas, Fred, Miranda, Rui Filipe, Pitufe, Sousa, Osório(Wadir 59m), Valente, Ivo(Rodrigo 73m), Sobrado (Maia 64m), Miguel.

Treinador: Nino

Intervalo: 0-0

Golos: André Silva (51 e 87m), Ivo Rodrigues (65 gp), Rui Cardoso (73m).

Cartões amarelos: Lima Pereira (28m), Sousa (31m), Osório (56m), Graça (56m), André Ribeiro (66m), Rui Cardoso (78m).

Cartões vermelhos: Freitas (62m).


Por: Rabah Madjer

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Juniores Sub19: SC Braga 1 - 0 FC Porto (Crónica)








Na segunda jornada do nacional de juniores sub19, o FC Porto deslocou-se ao sempre difícil Campo da Ponte em Braga para defrontar o Sporting local. 





Como tem sido hábito a nossa equipa sentiu na pele as dificuldades habituais no reduto bracarense não levando de novo a melhor sobre a turma local.

Num jogo nem sempre bem disputado, mas com muita alma e nervo, a nossa equipa entrou em campo com vontade de matar o borrego, criando bastante jogo atacante mas não materializado em golo, destacando-se neste aspecto pela negativa André Silva muito perdulario.

Na segunda metade do encontro a turma da casa surgiu em campo com outra desenvoltura e como corolário lógico desse ascendente chegaria ao golo aos 51 minutos, por intermédio de Pedro Eira, central bracarense numa bela cabeçada. 

Daí até ao final o Braga soube gerir a vantagem no marcador, jogar com o tempo e acabaria por conquistar os três pontos. 

Após um empate e uma derrota, no próximo jogo em casa espera-se que a nossa equipa descubra o caminho da vitória. 

Ficha de Jogo:

BRAGA: Tiago, Sandro, Pedro Eira, Artur Jorge, Nurio, Reko, Erivaldo (Bouças 89m), Antoninho, Aleni (Diallo 62m), Bruno Mendonça e Tiago (Miguel 64m).
Treinador: Pedro Duarte

FC PORTO: Kadú, Jorge Azevedo, André Ribeiro, Lima Pereira, Rafa, Tomás Podstawski, Francisco Ramos (Shuai 65m) e Diogo Belinha (Ricardinho 80m), André Graça (Raul 52m), Ivo, André Silva.
Treinador: Nuno Capucho



Por: Rabah Madjer

domingo, 19 de agosto de 2012

Juniores Sub19: FC Porto 3 - 3 AC Coimbra (Crónica)




18 de Agosto inicio do Campeonato Nacional de juniores Sub19.







Nova etapa se inicia, numa fornada que pode encarar o futuro com outro optimismo devido ao (re) nascimento das equipas B.

Equipa B, curiosamente jogava a escassos quilómetros  e à mesma hora, que pode servir de inspiração e de anseio para muitos destes jovens.






Mas falemos do jogo de ontem e dos Sub19.

Entrando bem no jogo e chegando ao golo inaugural logo aos 9 minutos por Lima Pereira, logo deram uma passada com o pé esquerdo. Os jovens dragõezinhos não iam ganhando para o susto com o golo da turma estudantil que surge de uma falha do guarda-redes Kadú que alivia mal uma bola que acaba por ressaltar em André Ribeiro e entrar.

Continuavam os estudantes a carregar e em contra-ataque chegariam para grande surpresa dos presentes ao 2-1 e depois ao 3-1 em apenas cinco minutos por intermédio de David Brás grande destaque da primeira parte pelos golos alcançados.

Chegar-se-ia ao intervalo com a surpresa  do marcador em 1-3 favorável a turma visitante.

Na segunda parte o FC Porto sub19 tinha que mudar o rumo do jogo, e os comandados de Capucho após lavagem cerebral no balneário entraram com outro querer e com outra atitude em jogo.

Com domínio absoluto dos acontecimentos e varias ocasiões de golo criadas o 2-3 acabaria por chegar com naturalidade aos 59m por intermédio de Ivo.

A equipa acreditava que era possível ir atrás do terceiro e até do quarto e aos 84m chegaria o 3-3 por intermédio de André Silva.

O quarto golo já não chegaria mas louve-se a atitude, a garra e o querer dos jovens dragões que conseguiram recuperar de uma situação absolutamente adversa  para conquistar o empate final a três tentos.

Não foi uma entrada com o pé direito mas foi o menos mau dos resultados motivado pelas condicionantes do marcador. 


Ficha de Jogo:

FC PORTO: Kadu, Jorge Azevedo, André Ribeiro, Lima Pereira, Rafa, Belinha, Leandro (Vítor Andrade, 46m), Francisco Ramos (Ricardinho, 80m), Graça (Raul, 46m) Ivo, André Silva.
Treinador: Nuno Capucho

ACADÉMICA: Luís Pedro, Patrick (Brites, 36m), Miguel Rodrigues, Costinha, Rafael, Gaby, Patrick Ferreira, Samuel (Valença, 83m), Pedro Ferreira, Nuno Rodrigues (André Jorge, 69m), David Brás.
Treinador: Vítor Alves

Cartões amarelos: Rafael Almeida (15m) e Lima Pereira (55m).
Intervalo: 1-3
Golos: Lima Pereira (9m), André Ribeiro (24m  pb), David Brás (39 e 43m), Ivo (59m), André Silva (84m).


Por: Rabah Madjer.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Campeonato Nacional de Juniores, Fase Final 5ª Jornada, Sporting CP 1 - 0 FC Porto







Num jogo em que era imperioso pontuar para manter intactas as aspirações à revalidação do titulo nacional, os jovens Azuis e Brancos deslocaram-se ao reduto do arqui-rival Sporting para um jogo de carácter quase decisivo.

Conscientes da importância do jogo e do que ele acarretava os jovens Azuis em Brancos entraram em campo querendo dominar os acontecimentos mas sem grandes efeitos práticos.








domingo, 4 de março de 2012

Juniores A, Fase Final, Jornada 4, V. Setúbal 1 - 2 FC Porto






Numa deslocação sempre difícil a Setúbal e a uma campo de futebol sem as mínimas condições nem para lá ser disputado um jogo do Inatel, o  FC Porto entrou em campo embalado pelo contundente triunfo alcançado perante o SL Benfica na jornada passada e imprimiu de inicio um ritmo forte de clube com ambições  e vontade de liderar e consumar a recuperação na tabela classificativa.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Campeonato Nacional de Juniores, 2ª Fase, 1ª Jornada, FC Porto 1 - 2 SC Braga







Campeões entram com pé esquerdo...


Surpresa logo na 1ª jornada de um campeonato que promete ser muito difícil com muita luta até ao fim.






Com uma entrada apática e nada normal nos comandados de Rui Gomes os jovens dragões não conseguiram impor o seu habitual futebol objectivo e ofensivo. O Braga muito bem organizado conseguiu dominar o meio campo onde os campeões nacionais apresentaram apenas um dos habituais titulares, Tozé, que de resto foi o melhor portista em campo. Talvez tenha começado aqui a derrota portista já que o seu meio-campo nunca conseguiu tomar conta do jogo. Se por um lado Alves não estava bem fisicamente (mais uma vez a selecção a fazer mossa) não se entende o porquê de se forçar Mikel como titular em detrimento de Paulinho que nos 2 últimos anos contribuiu de forma decisiva para os títulos nacionais desta geração.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Aproxima-se mais uma fase final do campeonato nacional de juniores Sub19, como tal fazemos uma breve análise sectorial ao plantel.



O FC Porto aborda esta fase final como campeão em título e vencedor da zona Norte com 19 pontos de vantagem sobre o segundo classificado, tendo registado só uma derrota e quatro empates. Com mais uma equipa recheada de talento, o objectivo é a renovação do título. A tarefa é exigente. Não só pelos adversários maduros e graúdos que nos esperam, mas também pela brilhante incompetência de quem gere os quadros competitivos: a FPF. Na fase regular, disputaram-se 4 jornadas em 2 meses (9ª à 12ª jornada), agora, na fase final, toda a primeira volta é compactada em 5 semanas (média de jogos de 5 em 5 dias), sendo que, os primeiros três jogos disputam-se com três dias de intervalo. Estes solavancos de ritmo competitivo são mais um adversário a vencer e uma demonstração cabal de como a Federação não sabe, nem quer, cuidar da formação em Portugal.




O FC Porto, como era esperado, dominou a primeira fase, mesmo com Rui Gomes a provocar uma rotação constante do plantel. A equipa revelou-se quase sempre coesa e competente para chegar à vitória. Com duas excepções. Duas excepções que merecem reflexão por parte da equipa técnica e estrutura do FC Porto. A equipa falhou nas duas deslocações que retiraram a equipa da sua área geográfica de conforto. Nas duas visitas à Madeira, a equipa só conseguiu um ponto. Há trabalho psicológico a fazer nos escalões de formação do FC Porto e a próxima fase traz deslocações a terrenos muito hostis.
Rui Gomes apresenta a equipa num sistema de 4-3-3, em que privilegia a posse de bola no trio de meio campo e transições rápidas e verticais dos seus extremos. A defesa é forte e coesa, sobretudo pela zona central, sendo a equipa que menos golos sofreu na fase regular. O meio campo tem jogadores de boa capacidade técnica, muito solidários e que definem muito bem as posições que lhes são incumbidas cumprir. A frente de ataque trabalha em desmarcações constantes, abrindo linhas de passe e possibilitando a aproximação do seu meio campo.



Análise sectorial da equipa:

domingo, 29 de janeiro de 2012

Campeonato Nacional de Juniores, 22ª Jornada: FC Porto 3 - 0 Feirense

Equipa do FC Porto, Juniores sub19



Numa tarde de céu azul o FC Porto defrontou um Feirense num jogo de tom algo cinzento.

Numa partida que nada resolvia para os azuis em brancos, num grupo onde o Campeão Nacional tinha o apuramento para a fase final decidido e com uma vantagem pontual para o segundo classificado ( SC Braga) digna de fazer corar qualquer adversário (19ptos), onde a supremacia ao longo da prova foi por demais evidente ( o que a nosso ver é mau, num escalão de formação em que para existir desenvolvimento é fulcral existir competitividade, mas isto são contas de outro rosário e ao cuidado dos Srs. da FPF. ...).


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