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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

quinta-feira, 29 de março de 2018

UM REGIME DE EXCEÇÃO

                 

 UM REGIME DE EXCEÇÃO
Já há muito que se conhecem os contornos das operações vouchers, e-mails, e-toupeira e demais “casos” que envolvem figuras gradas do Benfica.
Já há muito que todos vimos assistindo por parte dos “cartilheiros”, clube e comunicação social arregimentada ao Regime, a tentativa de minimizar os impactos, de tentar estupidamente desmontar e desqualificar quem investiga, de lançar cortinas de fumo virtuais tentando desviar as atenções das investigações que decorrem para cenários fictícios e propositadamente criados por quem comanda ou dirige esse Clube.
A intenção e apenas e só que se deixe de falar e comentar tudo aquilo que tem vindo a público e que é extremamente grave.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

sábado, 3 de junho de 2017

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Falta d'assunto



Tudo gente boa... (repare-se nos "gostos")

Falta d'assunto

Na esfera do poder estatal 
Supõe-se o serviço público,
E a RTP é um canal único, 
Qu'é pago por serviço igual...

domingo, 30 de abril de 2017

sábado, 29 de abril de 2017

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

...E o resto é paisagem!

Et alors, enfant de la patrie?...
...E o resto é paisagem!

O Turismo de Portugal
Troux'a Lisboa o francês,
Porque de Tavira a Valdevez
Isto é quase tudo igual...

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

SILÊNCIO!?



É ficar calado
Perante a batota –
Qu’ela mal se nota!!
Nesse resultado…

Que niss’o critério
Por todos seguido,
Tem-nos entretido
No seu adultério…

No distinto juízo
Consoante a cor –
A entrad’a matador
Não dá prejuízo!

Trajado de verde
A entrada de sola,
Pressupõe a bola
No jogo de quem perde…

Mas de azul-e-branco
Já val’a intenção…
E lá vem cartão,
Dum vermelho e tanto!

E o Nuno Almeida
Tão pródigo em regras,
Expulsou, sem reservas,
Nessa cor garrida!

Se foss’o João Mário
Em vez do Imbulla,
Tod’a entrada chula
Sobr’o adversário

Tinh’o mesmo tacto
Qu’a leve chapada,
Qu’o Slimani dava
Sem se ver o impacto…

E sem intenção
Pois, de magoar,
Quem o vai expulsar
Por bater c’a mão?

Só na outra cor
Val’a intenção,
Pois que tod’a acção
Pressupõe, pois, dor!

E neste silêncio
Que lá vem da SAD,
Quem é que lhes sabe
Se não há comércio!?

Estarão por pagar
Algumas sentenças,
Qu’obrigam a ausências
Quando importa falar?

Há nisto restrições
Sobr’a esta roubalheira,
Qu’uma SAD inteira
Não vej’os cartões?

E esta duplicidade
No saber dos árbitros,
Ond’os velhos hábitos
Foram pr’a Alvalade!?

Ninguém s’impõe
Sobre esta vergonha?
Não há quem deponha
Sobre o que nos dói?

Vão ficar calados,
Pois mais uma vez?
Vão falar cortês
Em pequenos recados?

Que antipatiza
Lá com o azul?
E vindo do sul
Nisso hostiliza?

É suficiente
O “Dragões Diário”,
Se um salafrário
Rouba, indiferente?

Perdeu-se essa voz
Que falava alto?
E se nesse facto
Quem fala por nós?

Vamos-nos calar
Perante a desfaçatez,
E mais uma vez
Vamos apoiar?

Foi-se o espanhol
Por falar demais,
Defendendo os tais
Que calam o futebol?

E se não é pouco
Quem fala do jogo?
É este o Porto novo?
Que o crê, por louco?

Vamos quê? Ganhar?
C’o esta estratégia?
Na falsa modéstia
Qu’aquilo é jogar?

Contr’o Boavista
Que pois, sarrafou!?
Que Porto jogou?
Dêem-me uma pista!

Aquilo é denodo,
Vê-se réstia de táctica?
Só na matemática
O Porto vai a jogo…

Queria estar errado
Nesta apreciação,
Mas nem com união
Vamos a qualquer lado…

Só com um milagre
Que nos desse VIDA,
E da época perdida
Fazer-se um alarde!

E alguém falar
Com essa contundência,
Que lhes falt’a paciência
Neste modo d’estar!

E vir a terreiro
Denunciar o logro!
E lá ver o povo
A ser o primeiro

A catapultar
O que é ser o Porto…
Qu’hoje estando morto,
Pode assim falar?


Por: Joker

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Natal



Mais um dia, por igual,
Na esperança deste mundo,
Com’o sporting ser segundo
Em tal véspera de Natal…

Há verdades que eternas
Nunca mudam pelas eras,
E querer em tais quimeras,
Desd’os tempos das cavernas

Em desejos por tal paz
Na harmonia e no amor,
E tod’o homem ter andor
Pr’a dizer que é capaz…

Qu’ele há leis
Na razão do universo!
Qu’a Jesus não o despeço,
Pois ungido foi por Reis!

E na graça dos presentes
Tem-s’a esperança, inaudita!
Qu’este ano não claudica
Na classe dos dirigentes…

Que na harmonia nascitura
Da sanção qu’estava ganha,
Eis que nem a Doyen desdenha
Nesta época de ternura…

E no grosso do valor
A qu’o pleito deu razão,
Só uma “operação coração”
Dá ao seu Natal mais amor…

Pois a coisa estando preta
Numa época tod’a luz,
Tem-se o menino na cruz
Antes d’o anacoreta?

Só o espírito do Natal
Pode dar outro milagre,
E a Jesus, diz quem o sabe,
A promessa d’ano igual…

No andor volve-s’a ‘sp’rança
Doutra época de oferendas,
E assim, com tais prebendas,
Tod’o Tonel ser bonança…

Mas o mundo já mão muda
Na parábola de Barrabás,
Que só Jesus não é capaz
D’acertar em tal taluda!

C’a sentença decidida
Em premissa de vingança;
Não há pr’a humanidade, ‘sp’rança
Se Jesus lá salv’a vida…

Só morrendo nesse acto
Tem o Homem salvação…
Mas o sporting campeão,
Só s’o Natal der o salto…

Pois a época é fatal
Na passagem conhecida:
É Jesus a nossa vida,
E pr’o sporting, Natal!

:-)

Por: Joker

Un hombre solo

Lo tengo todo,
completamente todo;
Ganando, perdiendo,
Y sigo, siguiendo,
Un hombre, si puedo…

Lo tengo todo,
completamente todo;
Voy por la vida
Rodeado de gente
Que tengo temida…

Voy de abrazo en abrazo,
de beso en risa,
me dan la mano,
cuando es precisa!
Y la loca suerte
Es que mi norte,
Ya no es muy fuerte…

Pero cuando amanece,
y me quedo solo,
siento en el fondo
un mar vaco,
un seco ro,
que grita y grita
que solo soy
un hombre solo,
un hombre solo,
un hombre solo.

Vivo en un mundo
que flota como el humo;
ni una pálida sombra
ni un quejido en mi boca.

Lo tengo todo,
completamente todo;
voy por la vida
rodeado de gente
que siento mia.

Voy de abrazo en abrazo,
de beso en risa,
me dan la mano,
cuando es precisa;
la loca suerte
besa mi frente
por donde voy.

Pero cuando amanece,
y me quedo solo,
siento en el fondo
un mar vaco,
un seco ro,
que grita y grita
que solo soy
un hombre solo,
un hombre solo,
un hombre solo.

Pero lo tengo todo,
en mi saber,
si querer es poder,
no hay denodo?
Y si ali se pierde,
No ay lacuna…
Si la buena fortuna
Ya te despegue?

Y sin resultados,
Me sinto solo,
Sin un consolo?
Sin mas culpados?
No ay respuesta,
Por dos derrotas…
Que mas me resta?

Y cuando amanece,
me quedo solo,
siento en el fondo
un mar vaco,
un seco ro,
que grita y grita
que solo soy
un hombre solo,
un hombre solo,
un hombre solo….



Por: Joker

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Escorregão?


Depois de ganh’a aposta
Desse jogo na Europa,
Foi o sporting a Arouca
Vencer como mais gosta!

C’o golo aos noventa
E o pénalti perdoado!
E o jogo falseado
Na Tv por quem comenta….

E não viram essa falta
Evidente e escandalosa!
E o árbitro, vista-grossa,
Pois o Naldo é pernalta!

E caindo no terreno
Projectou-se ao avançado…
E na cabeça foi tocado,
Nesse corte quase pleno!

Qu’ele queria ir à bola
Diz o homem na TV!
O adversário é que não vê
Essa cor da camisola…

E na falta bem marcada
Do juiz contr’o Arouca,
É tão só na cor da roupa
Qu’a mesma é ajuizada…

Se foss’ao ao inverso
E o Naldo fosse ceifado,
Pelo corte “debruçado”
Quem ficaria perplexo?

E nessa recta final
Ganhass’o assim o jogo,
Numa falta, cujo logro,
É não dar expulsão igual!!

Pois o vermelho directo
Perante o golo eminente,
Contr’o sporting é diferente…
S’o corte não for erecto!

E se nele “escorregar”,
O defesa por “placagem”,
Toda essa abordagem
Ao lance é de louvar…

Evita-se assim o golo
Num lance que deu falta!?
Ao contrário, mas que lata!!
Este Cosme não é tolo….

Qu’o Jesus sab’o segredo
Daquilo do ano passado…
E o Cosme, preocupado,
Iria “errar” por seu dedo?

Nunca se sab’o que sabe
O mentor desse “colinho”,
E este ano, o desalinho,
É não vencer o d’Alvalade!

Por isso é bem apitar,
Por conselho do Conselho,
Qu’o seguro morreu de velho,
E o Naldo só quis “jogar”…


Por: Joker

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

DEVIA SER PROIBIDO

DEVIA SER PROIBIDO

“Devia ser proibido”, é uma expressão que  me desagrada porque normalmente é companhia da intolerância e do conservadorismo.

No caso do jogo de Penafiel aplico-a com gosto.

Devia ser proibido jogar em batatais lamacentos. O futebol pode ser um desporto de inverno mas não é agricultura.

O jogo começa como se estivéssemos ao intervalo. Olhando para o tempo e olhando para o estado do relvado  dava toda a sensação que se levássemos o 0-0 para as cabinas seria uma tarefa hérculea marcar golos quando o quase-futebol da 1ª parte passasse para o empurra a bola e o tufo de luma na 2ª.

A equipa entra ciente dessa pressão e não repete a sonolência de Barcelos mas, como todos sabemos, não basta crer e querer.

Até aos 20 minutos o que dá para perceber é que o Porto teria que apostar no jogo por dentro e que os 2 aliens colados à linha teriam que vir para a luta.

Muita luta de parte a parte e bola mais perto da grande área do Penafiel. Esse é o resumo dos primeiros 20 minutos.

Felizmente o Porto teve um jogador que nos mostrou que mesmo na agricultura não basta transpiração. Jackson tem classe daqui até à Lua e inventa uma brecha que Casemiro aproveita para fazer um quase-golo. Herrera empurra faz o 1-0 e parece que o jogo fica encaminhado.


 O parece vira certeza quando minutos depois Tello faz o que os extremos do Porto têm que fazer mais vezes – JOGAR POR DENTRO – e descobre outro sobredotado também na agricultura que assiste Jackson para o 2-0.

Feito o 2-0 dá vontade de fechar a actividade agrícola. E se apertassemos as mãos e fechassemos a loja? Vamos todos para casa, 3 pontos no saco e gripe a salvo.

Como a actividade agrícola ontem praticada também exigia 90 minutos o regresso a casa ficou para depois.

Na 2ª parte já só dava para empurrar a bola. Era coisa para gladiadores e brutamontes.

O Penafiel vem das cabinas com a alegre noticia de que, pela primeira vez, podiam sentir-se ao nivel dos que vestiam a camisola azul e branca. Imbuídos desse espirito lançam-se numa furia conjunta na nóvel actividade do empurra a bola para a frente com força e vamos ver no que isto dá.

Deu. Perante um adversário que já pensava no duche o Penafiel faz o 1-2 e deixa um jogo feito numa partida que o Porto parecia não saber como jogar.

Só se empurra? E as tabelas? E as aberturas? E os passes?

Continuava a equipa abananada tentando perceber quais as regras deste novo jogo e Lopetegui vira despertador.

Sai artista e entra gladiador. “Meninos!!! Se eles empurram nós fazemos o mesmo.”

Entra Marcano para o combate, a equipa acalma e o Penafiel é enquadrado. Também sabemos empurrar a bola para a frente. Também sabemos ser gladiadores.

Vamos a isso.

Rapidamente a actividade agrícola desloca-se da beira de Fabiano para perto de Tiago Rocha até que Jackson dá mais uma demonstração de classe no batatal digna dum prémio da FIFA para a Batata de Ouro.
Génio de Jackson, Força de Casemiro e Oliver faz o que Herrera tinha feito no 1.º golo. Empurra.
Agora sim. Só mais uns minutos para acabar o jogo e sair daquele vendaval.
Gerir, tirar o génio que de batatas faz ouro e ir para o duche.


Prova superada.




Análises Individuais:


Fabiano -  Sujou-se como todos sem ter trabalho de monta. No golo do Penafiel é mais vitima do desencontro Maicon/Casemiro do que réu.

Danilo – Tentou adaptar-se às caracteristicas do jogo mas demorou a acertar o tom. Na 2ª parte foi ele o veículo da irritação de Lopetegui ao ver a equipa a afundar-se naquela espécie de wrestling do Penafiel.
Ouviu e agiu em conformidade: “ É para lutar pessoal. Bola para o mato!”

Alex Sandro – Ao contrário do seu compatriota não aceitou travestir as suas caracteristicas em função do jogo. Como não aceitou a realidade não se conseguiu adaptar, ao ponto de fazer atrasos de bola kamikazes para Fabiano como se viu na 1ª parte. Foi um dos poupados pela entrada do gladiador Marcano. A bola caiu muito menos vezes na ala. 

Maicon – Se era dia de água Maicon também se quis entrar no esquema.
Resultado? Meteu água. Ninguém percebeu o que quis fazer no lance do golo de Rabiola.
Continua a perder a luta particular com Marcano na eleição do central n.º2. Já era tempo de parar a tremideira.

Martins Indi -  É o central Taxi Driver. “Are you talking to me?”. Guedes ou Lewandowski, tapete de bilhar ou batatal enlameado a postura e a aparente tranquilidade é sempre a mesma.

Casemiro – Pareceu mais confortável nas condições de jogo diluvianas. Lavrou, desposicionou-se, atacou e desequilibrou à frente. Faz um bom jogo porque é determinante no resultado final mas também está envolvido na confusão que origina o golo de Rabiola.
Continua a precisar de uma boa exibição como médio DEFENSIVO para que se olhe para ele como se olha para Indi, Danilo, Oliver, Brahimi e Jackson. Não é indiscutivel.

Herrera – Era preciso raça. Era preciso lavrar o campo. Empurrar a bola. Lutar muito.
Herrera fez isso tudo. Também andou à deriva naquele inicio de 1ª parte mas voltou ao normal quando o gladiador Marcano entrou para erguer um muro à frente da defesa.

Oliver – Se há peixe que se pensaria não caber no aquário do 25 de Abril é este. Pequeno, aparentemente frágil e de perfil mais técnico do que agrícola. Para quê Oliver neste jogo?
Para além de se entregar ao jogo sem salamaleques, nem posturas altivas de quem joga futebol em relvados. Tem classe mas sabe calçar o sapatão e agir em conformidade.
Portou-se como um lavrador em corpo de menino que para além de lutar, meter o pé e dar-se ao jogo teve tempo para ao lado de Jackson mostrar que até num batatal é possível criar génio.
É o médio indiscutivel na equipa.

Quaresma – Não era dia para Harry Potters. A magia pretendida era a de entender que ali era preciso ser mais um médio. Ganhar 2ªs bolas, cruzar para a área e ajudar na defesa.
Não conseguiu fazer nada disso. Na realidade não se percebeu se tentou.

Tello -  Joga demasiado colado à linha. Se quando se trata de futebol essa caracteristica é preocupante na actividade agrícola de ontem revela autismo.
Ainda assim destacou-se com 1 ou 2 lances individuais e pelo passe a rasgar no lance do 2.º golo.
Os lances em que não mete o pé podem parecer irrelevantes mas dar-lhe-ão problemas no futuro quando for assobiado no Dragão praticamente do nada.
Quem joga com medo não terá futuro no Porto.

Jackson – Há algum outro n-º 9 à escala mundial que faz o que o Cha Cha faz no tapete do Dragão, no Batatal de Penafiel, em ataque continuado, em futebol com volume de posse mas escassez de oportunidades?
Jackson já passou por diversos desafios desde que chegou ao Porto. A cada um responde com classe, trabalho e génio.
Se a equipa lhe dá jogo, ele marca.
Se a equipa não lhe dá jogo, ele faz jogar a equipa.
Se o relvado é bom, Jackson toca violino.
Se não há relvado, Jackson toca bombos com classe.
Se não há relvado, Jackson também consegue tocar violino.

No final deste ano Jackson vai escolher, à Hazard, para qual dos clubes que estão disponiveis para pagar os 35M é que quer ir.


Marcano – Muito importante. Numa altura em que se discute a titularidade uma coisa parece certa para o mundo portista: foi uma boa contratação.
Certinho, entra de inicio ou do banco sempre com as pilhas carregadas e a central ou a trinco responde com eficácia.
Ontem foi ele a voz de Lopetegui no relvado. É para acabar com as brincadeiras. E acabaram!

Evandro – Está lentamente a ganhar espaço na equipa. Merece cada minuto que conquista e na noite de Penafiel soube integrar-se e lutar o futebol necessário.

Adrian – Nada de relevante nos poucos minutos em campo. Deve estar a rezar para que Argélia e Camarões brilhem no CAN.


 Ficha de jogo:

FC Penafiel 1 - 3 FC Porto
Primeira Liga, 17ª jornada
Sábado, 17 Janeiro 2015 - 20:15
Estádio: Estádio Municipal 25 de Abril, Penafiel
Assistência: -

Árbitro: Artur Soares Dias (Porto).
Assistentes: Rui Licínio e João Silva.
4º Árbitro: Jorge Ferreira.

Penafiel: Tiago Rocha, Dani Coelho, Pedro Ribeiro, Bura, Vítor Bruno, Ferreira, Rafa Sousa, André Fontes, João Martins, Rabiola, Paulo Grilo.
Suplentes: Tiago Valente, Guedes (73' Paulo Grilo), Aldaír (66' João Martins), Bruninho, Nélson, Henrique (55' Bura), Romeu Ribeiro.
Treinador: Rui Quinta.

FC Porto: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Casemiro, Herrera, Óliver Torres, Quaresma, Jackson Martínez, Tello.
Suplentes: Andrés Fernández, Marcano (54' Quaresma), Quintero, Evandro (66' Casemiro), Adrián López (83' Jackson Martínez), Ricardo, Campaña.
Treinador: Julen Lopetegui.

Ao intervalo: 0-2.
Marcadores: Herrera (30'), Jackson Martínez (34'), Rabiola (50'), Óliver Torres (62').
Disciplina: cartão amarelo a Casemiro (21'), Dani Coelho (41'), Danilo (49').

Por: Walter Casagrande
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