sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

SINAL ABERTO




Não sejas Inácio!
Subscreve a Btv!…
Ali quem a vê
Não peca por plágio!

Sem Defesa



Depois de um período muito conturbado marcado por sucessivas humilhações e derrotas, ou derrotas humilhantes com equipas de escalões inferiores (na taça da liga) ou por equipas que lutam para não descer de divisão ou apontam ao meio da tabela no campeonato nacional (Arouca e outras mais), surge uma vitória que tem tanto de inesperado como de delicioso!
Sim, refiro-me à recente e inesquecível vitória do FC Porto em pleno Estádio da Luz frente ao colo colo de Carnide, que segundo muitos iria massacrar o FC Porto infligindo-lhe uma pesada e histórica goleada.

CLUBE DE V(E)IGARISTAS


Têm a mesma escola,
Do alfinete na lapela!
E se vistos na farpela,
São uns gentleman de cartola!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Grito!!!

Ecoou o grito,
Quem sabe o único…
Qu’eu não sou cínico
No qu’acredito!

E na cidade distante
Ecoou o meu grito!
E como é qu’explico
Ser nisto emigrante?!

E ver o meu Porto
Em transcendência!
Ali na Amazónia
A vencer o “outro”…

O grito de golo
Ali por Belém,
Eu e mais ninguém…
Tomado por tolo!?

Ecoou o grito,
Ali no Amazonas!
Estávamos nas lonas…
Mas eu acredito!!

E quanto sufoco
No calor inclemente;
No meio de tanto gente
Gritar tanto por louco!!!

Vencer o regime
Ali no seu estádio,
Não há maior gáudio
No meu grito firme!

Sim, sou PORTO!
Em qualquer local,
E não há grito igual
No meu lastro rouco…

E sim quem diria
Que íamos vencer?
Que nisso me fiz crer
Enquant’o jogo via…

E mesmo tão longe,
O meu coração bateu!
O meu Porto não morreu,
Ressuscitando hoje?!

Vamos ser campeões
Contra tudo e todos!!
E eu nos meus bons modos,
Fi-los ver Dragões!

Aquele clube campeão
Lá de Portugal,
Que não há outro igual
Em tal grito, irmão!

Por: Joker


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

(In)Decência

São uns valentões
Por roubar crianças
Das suas lembranças,
Sem contemplações!

E s’o visado
For deficiente,
É mesmo ali à frente
Ainda assim roubado!

Pois que perdedores
Da meia-final,
Quem vê nisto mal
Furtarem valores?

E perante’o indefeso
Mostram valentia,
E pois quem diria
Que ninguém vai preso?

Os membros da claque
Tidos por guerreiros,
São nist’os primeiros
A formar destaque?

Quanta violência
Pr’a roubar um menino,
Que depois do assassino,
Haja inocência?

Não basta matar,
Queimar transportes!?
Qu’ainda são fortes
Pr’o inocente roubar?

Depois da droga
Resgatada da Luz,
O qu’a isto conduz
Senão nova moda?

Roubar inocentes
Em pleno estádio,
Só p’lo gáudio
De serem diferentes?

Não há nist’o limite
Pr’a rivalidade?
Em que sociedade
Se vê nisto despique?

Ter essa capacidade
De não sentir empatia,
De ver na criança alegria
Por pura maldade!?

Roubar-lh’o presente
Desse guardião,
Só por ter razão
D’estar contente?

E na sua desgraça
Por ser deficiente,
Alguém indiferente
Fazer-lh’a trapaça?

Que tipo de gente
Pode assim actuar,
Pr’a poder “ganhar”
De modo indiferente?

E nesta indignação
Qu’a todos nos assola,
Qu’o mundo da bola
Possa ter compaixão…

E independentemente
Dessa cor clubística,
Nos sobrar a mística
Doutro ser decente!

Por: Joker

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

O COMENSAL

O COMENSAL

O boneco sempre-em-pé
Tem traço de futebolista,
E só por si é “Vieirista”
Na aparência que não o é!

E no registo volumoso
Em que incendeia a segunda,
No “prolongamento” aprofunda,
Ser dos recados, o moço!

E no passado de jogador
Ali na Damaia,
Sabe-se da sua laia,
O comentador!

E se d’outro lado, o Pina
Lá engraça tod’o chiste,
Ao Guerra nota-s’o chispe
Na verve assassina…

Mas defende o juiz,
E nisto o sistema,
Qu’a margem pequena
Dá o tri por triz…

E nisto enaltece,
Veja-se o Vítor Pereira!
Pr’o prémio de carreira
Qu’ele bem merece!

E nele só o Jesus
Se tem por mau da fita…
Pois quem nele acredita,
Que só come cuscuz?

E naquilo que expele
Só sai maledicência,
E nisso há coerência…
Tudo nele é fel!

Só na questão central
Da corrupção,
Não vê nisso ligação
Ao voucher frugal…

Ele que se negava
A aceitar o comensal,
Acha agora natural
O qu’o benfica dava…

A troco de nada,
E por mera cortesia!
Quem nisto pois via
Ter o voucher, entrada?

Um valor irrelevante
No convite a quatro,
Partilhand’o prato
E sem lavagante!

Foram dez por cento
Apenas os convivas,
Que lá foram em esquivas
À cantina, ao sustento!

Qu’isto renegar
Uma tal cortesia…
Que nunca se sabe o dia
Que lá se volt’a apitar!

E dizer que não
A um tal convite?
Sair da lista VIP (e)
Descer de divisão?

Há pois que comer
O qu’o chefe sugere;
Não é o que se quer!!
É saber viver…

E o Guerra sabe,
Por isso é um boneco!
Qu’está sempre erecto,
Lá onde ele cabe!

E a dizer que sim
Faz lembrar o cão
Que nunca diz que não
Ao seu mandarim!

E ao defender
O indefensável,
Tem-se insuflável
De nisto encher!

Qu’um dia rebenta
Mesmo ali no estúdio,
E faz-se um interlúdio
Só pr’a se ler a ementa!

E nisto concluir
Como se diz no processo,
Qu’o valor, por excesso,
Não dá nem pr’a comer!?

E apelas p’la amostra
Tirar-se a conclusão:
Que não há pois ingestão
De qualquer lagosta!!

E os vouchers da Catedral
Só servem nisso ao Guerra,
Qu’o boneco nunca erra:
É ele o comensal!

Por: Joker

SERVIÇO COMPLETO

SERVIÇO COMPLETO

No plano da cortesia
Há limites transparentes,
Que tomados por decentes,
Serv’a tod’a freguesia….

Qu’o convite em aberto
Pr’o almoço ou jantar,
Pr’a comer sem se pagar…
Está no serviço completo!?

Pois qu’a Lei é precisa
No valor que corrompe,
E não há ninguém que se compre
Abaixo dessa baliza!

São trezentos os euros
Pr’o limite do cortês,
Que nisso passando, talvez,
Se veja em apuros…

Pois qu’o valor é preciso
Pr’a que se not’o crime,
Pois quem nist’o define…
É mais que conciso!!

E se em abstracto
Não se sab’o valor…
Tem-se o legislador
A contabilizar o prato!!

E conta pelo valor
Dos pratos-do-dia!?
Pois qu’a cortesia…
Não dá ao gastador!!

E não ultrapassado
O valor em abstrato,
Sabe-se pois barato…
O bife mal passado!

Se se optar pelo marisco
No prato d’açorda,
Pelo valor da côdea,
Não há conta de risco!!

E no valor do vinho
Tem-se no gosto da casa,
Que da marca não passa;
Só do Vilarinho!!

Pois que na Catedral
Só se serve cerveja,
E que mais não seja
Em valor banal…

E tudo somado
P’los serviços da Liga,
Há quem nisto diga
Qu’o árbitro foi comprado?

E se em tais serviços
No voucher em aberto,
Lá fosse descoberto:
Serviços omissos?

E nesse valor
Não ultrapassado,
Ainda fosse contemplado
Com outro sabor?

E no serviço completo
Da mesma catedral,
Não houvesse “nada de mal”
Num final em dueto?

Dentro do limite
Tudo se tem por cortesia,
Pois não há aleivosia
Num sincero convite…

E ainda que negado
na versão inicial…
Qual é o mal
Dum jantar regado?

Não há ilegalidade
Por nisto se convidar,
A comer sem se pagar
Por pura arbitrariedade!?

Pois ilidid’a presunção
Qu’o voucher em aberto,
Se tinh’a coberto
De tod’a corrupção!

Pode-se nisto ilibar
O clube do regime,
Que nisto não há crime,
Tão só por se convidar!?

E a quem tenha comido
À grande e à francesa,
Com direto a sobremesa…
Já se sabe protegido!!

É pois tud’a comer
Na Catedral da Cerveja,
Não há mal que se veja…
Nem o benfic’a perder!!

E o único que não comeu,
E teve a veleidade
De marcar a penalidade…
Que sumiço que se lhe deu!?

Não há nisto cortesia
Em tod’o seu esplendor?
Ó Marco foste amador…
De barriga vazia???

Por: Joker

BOMBA!

BOMBA!

Há maior sintoma
Da nossa derrota,
Que fazer a nota
Do Carrilho, a bomba!?

E vir-se anunciar
Que se foi avisado,
Qu’ele era desviado
Pr’a por outro assinar!?

Perder pr’o benfica
Esta corrida?
Há no Porto vida
Quand’o “morto” estica?

É o estrebuchar
Do nosso império,
Pois quem estando sério
Pode nisto concordar?

Perder tal jogador
Na vez do Marega!?
E o benfica carrega…
Acima deste torpor!

Estamos pois perdidos,
Perdendo estas corridas,
Que dantes eram vencidas
Sem grandes alaridos…

E ver o rival
Ganhar em dois polos…
Isto é mais que golos!!
E o Presidente, mal!??

Anunciar o acordo
Antes do anúncio…
Isto é bom prenúncio
Dum futuro gordo?

Pois o que se ganha,
Anunciando saber
Que não s’o quis ter
Como façanha!?

Estamos nisto bem
Nas contratações?
Ganhamos aos leões…
E a mais ninguém!!

E nisso vencendo,
Perdemos no resto!!
Não há mais qu’isto
No que vou entendendo…

Estamos derrotados
Na nossa descrença…
E nisto quem não vença
Nem com floreados…

Já não tem piada
Ao provocar o riso!
Presidente, que gozo
Tem a contratação falhada?

Estávamos convencidos
Que já era nosso!!
(Adiantou-nos um grosso)
Fomos comidos!!

Já não bast’a APAF
S’até o benfica…
Já nos dá com a ripa,
E com classe!?

É de facto uma bomba,
Já perdermos nisto…
E o pior, está visto,
É o anúncio d’arromba!?

Por: Joker

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