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sábado, 16 de fevereiro de 2013

FC Porto 6 - 6 Amatori Lodi (Por Paulinho Santos)

Deixar adormecer e terminar em sobressalto

O FC Porto recebeu os italianos do Lodi nesta 5ª jornada da Liga Europeia tendo empatado a 6 golos. Com a nossa equipa já apurada para a fase seguinte este jogo era para cumprir calendário.




Após 7 meses de castigo Caio voltou a estar disponivel e Tó Neves não hesitou a colocá-lo no 5 inicial. Foi uma equipa titular diferente da habitual. Além do já referido Caio, começaram também Nélson Filipe e Hélder Nunes. Com um inicioem que a nossa equipa ia gerindo da forma que mais lhe convinha o ritmo de jogo e dominando o ataque italiano os primeiros 10 minutos foram muito mornos. A nós não nos interessava um ritmo alto e os italianos não conseguiam criar muito perigo. O primeiro safanão no jogo foi dado pelo nosso craque mais novo. E que safanão! Após ultrapassar um adversário, Hélder Nunes finalizou com um remate cruzado ao ângulo superior da baliza. Bom golo.



Tó Neves entretanto ia aproveitando para mudar os 4 jogadores de campo, numa gestão de plantel bem pensada. E foi já com a rotação completa que surgiu o 2º golo, autoria de Reinaldo Ventura com um remate colocado. Por esta altura, mesmo sem forçar ao máximo, o dominio era nosso. Sem desconcentrações e sem permitir os contra-golpes italianos era expectável o avolumar do resultado. Nem mesmo o golo sofrido instantes depois alterou esse sentimento. Vitor Hugo (está numa fase goleadora), bem perto da baliza como gosta repôs a vantagem em 2 golos. E, caso algum dos cerca de 1000 espectadores não tenha visto este golo uns segundos depois tivemos uma espécie de repetição. Novo desvio em frente à baliza, novamente pelo mesmo interveniente e estava feito o 4 -1 com que chegaríamos ao intervalo.

A 2ª parte começou da melhor forma. Cometemos a 10ª falta, Nelson Filipe defende o respectivo lance e na jogada imediata fomos nós a termos direito a igual sanção. A diferença foi o resultado. O especialista Reinaldo marcou. De destacar o papel do hoje titular Nélson neste golo. Ele foi a diferença entre sofrer um golo de penalti e irmos para o ataque e marcarmos nós. O nosso conseguiu, o deles não... Sorte a nossa termos os guarda-redes assim. 

Estávamos no início da 2ª parte sim, mas o domínio era nosso, trocávamos bem a bola e estávamos por cima. Ninguém esperava o que se seguiu. Talvez fruto da certeza de apuramento e do resultado começamos a revelar lacunas que até então não se tinham notado. Sofremos o 5 -2 após uma perda de bola que o adversário aproveitou para sair rápido. O 5 - 3 numa situação do género. O 5 -4 de penalti a 10 minutos do final. Durante este período valeu-nos o acerto do Nelson e algumas boas jogadas defensivas. 

A diferença de apenas 1 golo teve o condão de "acordar" os nossos atletas. O empate foi uma infelicidade tremenda, após um ressalto. Pelo que mostravamos na altura foi injusto. faltavam 6 minutos e Hélder Nunes ainda conseguiu, através de penalti mostrar que queríamos a vitória. Mas eis que nova falha atacante nossa, permitiu, a 4 minutos do fim novo empate. 

Segue-se o jogo em Espinho, onde o ano passado escorregámos. Este ano não o faremos. Força campeões. 


Equipa e marcadores:

Treinador: Tó Neves


Cinco inicial: Nélson Filipe (gr), Hélder Nunes (2), Ricardo Barreiros, Caio e Jorge Silva

Jogaram ainda: Pedro Moreira, Tiago Santos, Vítor Hugo (2) e Reinaldo Ventura (2)


Por: Paulinho Santos

sábado, 15 de dezembro de 2012

Hóquei em Patins: FC Porto 8 - 4 St. Omer (Por Paulinho Santos)


Sem Complicar





Num jogo que soubemos tornar fácil, a nossa equipa garantiu a 3ª vitória em outros tantos jogos nesta fase da Liga Europeia, estando praticamente apurada para a fase seguinte que este ano será em moldes diferentes, já que teremos quartos de final antes da já tradicional final four.





Apesar de termos entrado a perder com um golo logo aos 25 segundos nunca se sentiu a mínima dúvida que a vitória nos escaparia. A isso muito ajudou a rápida recuperação no marcador. Aos 5 minutos já liderávamos o marcador por 3-1, com golos de Reinaldo Ventura numa grande jogada individual, Jorge Silva em jogada colectiva e Ricardo Barreiros em jogada de entendimento em que a superioridade técnica dos nossos atletas ficou bem evidenciada. Nesta altura dominávamos totalmente e o jogo era uma repetição de ataques nossos e tentativas de contra-ataque dos franceses que raramente levavam perigo.

A única dúvida era quantos marcaríamos até ao intervalo. Depois de outro golo de Jorge Silva, Tiago Losna e Pedro Moreira também inscreveram o seu nome nos marcadores com golos em jogadas seguidas. Conseguimos rodar o plantel e aos 20 minutos já todos os jogadores de campo tinham passado pelo ringue.

Com 6- 2 ao intervalo (Sapo ainda reduziu de penalti) e com a partida ganha, a 2ª parte foi mais desinteressante. 

O FC Porto ditou o ritmo que mais interessava, controlou o jogo da forma que quis e nunca deixou a equipa francesa aproximar-se no marcador. Marcamos 2 golos na etapa complementar e ambos foram marcados por Ricardo Barreiros que fez assim um Hat-trick. Fomos inteligentes e guardamos forças pois teremos 2 jogos na próxima semana (a meio da semana no terreno do Tigres e no fim de semana em recepção ao Turquel) em que não podemos escorregar.

Arbitragem tranquila num jogo sem cartões. Com nível, talvez uma ou outra falta não assinalada mas num jogo decidido tornam-se meros detalhes que em nada prejudicaram a sua actuação. 

Uma nota dupla mas com o mesmo sentido. Continua a nossa malapata com os postes e os penaltis. Hoje voltamos a não marcar de bola parada e pelo menos em duas ocasiões foi por remates ao poste. Nada de preocupante, continuar a tentar que elas vão começar a entrar. E o mesmo se aplica para o Vítor Hugo. Ainda não explodiu, hoje voltou a estar discreto, mas com o talento que tem e com a veia goleadora que já mostrou é apenas uma questão de tempo até se tornar um dos goleadores da equipa.


Ficha FC Porto:

Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (1), Reinaldo Ventura (1), Ricardo Barreiros (3) e Jorge Silva (2). Jogaram ainda Nelson Filipe (g.r.), Tiago Santos (1), Vítor Hugo e Hélder Nunes.


Por: Paulinho Santos
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