sábado, 30 de junho de 2012

FUTEBOL: Guilherme Dellatorre



Dellatorre, promessa da Traffic no reino do Sonda (descrição de 2011)






Guilherme Dellatorre carrega muito mais histórias do que aparenta. Artilheiro da última Copa São Paulo, o centroavante lançado por Osmar Loss contra o Atlético-GO no Internacional é também o primeiro grande candidato a craque que surge das categorias de base do Desportivo Brasil, o clube da Traffic. Della, como costuma ser chamado, pode inaugurar um momento importante no futebol brasileiro, visto a qualidade do trabalho de base que o Desportivo faz.






Com uma infraestrutura invejável, profissionais muito capacitados e que são referências na base, o DB também atua de forma agressiva, muitas vezes pouco ética, na captação de atletas. O potencial de muitos de seus jogadores deve causar impacto no universo da base a médio prazo e Dellatorre tem tudo para ser o marco zero disso. Uma lição a Corinthians, Botafogo, Palmeiras e outros que revelam muito menos do que poderiam.

Há algo ainda mais curioso por trás da história de Dellatorre, que chegou ao Beira-Rio no início do ano em um parceria no modelo 50% a 50% entre Internacional e Traffic. Nada de anormal, não fosse o Colorado dono de uma parceria quase familiar com o Grupo Sonda.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

quinta-feira, 28 de junho de 2012

FUTEBOL: Sebá







A torcida do Cruzeiro já pede ao técnico Adilson Batista para olhar com carinho para um atacante talentoso, driblador e veloz da equipe de juniores.  O jogador em questão é Sebá, um prodigioso baiano que chegou ao clube em 2008, depois de passagens por Vitória-BA, Bahia e Associação Bancários da Bahia (ABB).

Canhoto, Sebá tem preferência por atuar pelos flancos do campo, especialmente no lado direito do ataque, onde tem a facilidade de cortar para o meio e arrematar para o gol. Apesar de ser, geralmente, o atacante de movimentação do time, Sebá tem um bom faro de gols.

Contudo, apesar do potencial demonstrado nas categorias de base, Sebá terá que esperar sua chance pacientemente. No profissional, o Cruzeiro conta com a excelente fase de sua dupla de ataque, formada por Kleber e Thiago Ribeiro, além de Wellington Paulista, Guerrón e o jovem Eliandro, que estão na sua frente.






Apesar disso, os passos de Sebá são acompanhados atentamente por Adilson Batista. Certa vez, ele disse que gosta muito do estilo do prata da casa e afirmou com todas as letras que “esse menino vai dar muito leite”.

Se confirmada a profecia do atual comandante celeste, a diretoria celeste terá mais uma jóia para negociar por um alto valor com o futebol europeu.

Início na lateral-esquerda

Sebá começou a jogar nas categorias de base do Vitória-BA, uma das mais prolíferas do país, com apenas nove anos. Aproveitando da boa técnica e da perna esquerda. Sebá iniciou sua trajetória no futebol na lateral-esquerda. No time rubro-negro baiano ele ficou por dois anos e logo se transferiu para o arquirrival Bahia, onde permaneceu por três anos, mas saiu por problemas de contrato.

Com ajuda de empresários que já vislumbram o talento de Sebá, o jogador foi levado a ABB, clube tradicional na base baiana. Nesta época, Sebá mudou de posição e passou a atuar mais próximo do gol, mais precisamente de meia-atacante.

Destaque no Campeonato baiano infantil de 2007 pela ABB com 11 gols na competição, Sebá ajudou o time a alcançar a terceira colocação do certame, um feito notável. Com a boa campanha, o jogador empresariado pela empresa Bahia Soccer foi levado para um teste no Cruzeiro.

terça-feira, 26 de junho de 2012

FUTEBOL: Mauro Caballero







O jovem Mauro Caballero é a mais recente aquisição do FC Porto para os seus quadros, uma jovem promessa paraguaia de apenas 17 anos adquirida por uma verba a rondar os três milhoes milhões de euros.

 É um jogador jovem que ficará em principio emprestado ao seu clube de origem até completar os 18 anos obrigatórios para entrar em competição em Portugal. 





domingo, 24 de junho de 2012

A cronica do jogo «OJOGO»: FC Porto 2 - 0 E. Amadora (PENTA)






Em dia de festa, tudo correu conforme o esperado para os Portistas. Afinal eram eles os donos do arraial. Com o Penta assegurado desde a semana passada, os adeptos do Azul e Branco queriam fechar a época com uma vitória, se possível com pelo menos um golo de Jardel e ver Carlos Manuel e Costinha engrossarem a lista dos campeões. Apesar da boa réplica do Estrela da Amadora, que nunca se rendeu nem prestou vassalagem, tudo aconteceu conforme o desejado: a vitória não teve discussão, Jardel apontou o segundo e é rei do remate certeiro na Europa, Carlos Manuel jogou a segunda parte quase toda e Costinha dividiu com Vítor Baía a maior ovação da tarde.



No dia da consagração, Fernando Santos apresentou a sua melhor equipa, com Nelson no lugar do lesionado Secretário. Curiosamente, o lateral-direito foi o único Portista que não pintou o cabelo, o que fez dele notado, pois de outra forma…

Apesar do ar sério emprestado à partida – e as marcações individuais movidas pelo Estrela da Amadora muito para isso contribuíram -, o jogo estava talhado para ser de festa, como a plateia (48.234 espectadores) o exigia. Os golos demoraram a aparecer e, antes de se concentrarem na baliza de Hilário, os Portistas tiveram de se desconcentrar da equipa de arbitragem, que assinalava foras-de-jogo a torto e a direito.
Bem organizado, o Estrela da Amadora defendeu com bastante acerto – excepção feita para os últimos minutos – e até merecia ter saído das Antas com um golito, pois Lázaro e Pedro Simões estiveram à beira de marcar. Vítor Baía gorou os intentos do primeiro e a barra os do segundo.


Drulovic inaugura








O primeiro tento dos tetra campeões surgiu aos 38’ e pertenceu a Drulovic, que recebeu um passe de Jardel, ladeou Hilário e marcou de pé… direito. Um golo há muito procurado. Pela equipa, neste jogo, e pelo jugoslavo, há muito mais tempo.
A segunda parte teve como novidade as substituições. Enquanto Jorge Jesus foi refrescando a equipa para manter a capacidade de luta da sua equipa, Fernando Santos distribuiu prémios de consolação. João Manuel Pinto entrou ao intervalo para o lugar de Aloísio, pouco depois Carlos Manuel – esteve a milímetros de marcar um golo – rendeu Rui Barros e a dez minutos do fim Costinha foi ocupar o lugar de Vítor Baía, que mais tarde revelaria uma invulgar capacidade para conduzir o carro-maca.






Apesar da troca de campo e de fiscal-de-linha, Capucho continuou com dificuldades para ver os companheiros dar seguimento ao seu futebol de arte. Tantas vezes as bandeirolas foram levantadas que Capucho, ocasionalmente no lado esquerdo, recebeu o passe de Zahovic e caminhou com a bola, só o oferecendo a Jardel quando já não havia hipóteses de ver a jogada abortar por interferência de terceiros.
Com um resultado tranquilo, os Portistas deixaram-se ficar à espera do final do encontro e o Estrela carregou um pouco no acelerador, acercou-se algumas vezes com perigo da área Portista, mas seriam os campeões a desperdiçar, nos minutos finais, três ocasiões flagrantes.




Tudo lógico

O FC Porto venceu o jogo com a mesma lógica com que somou mais um título à série. Foi mais forte, jogou melhor – ainda que só a espaços, tal como no campeonato – e marcou os golos de que necessitava. Tudo simples, fácil e justo. O Estrela da Amadora bateu-se bem, como a generalidade das equipas do campeonato, mas ficou-se por aí.

A diferença entre Portistas e a concorrência ficou expressa na tabela classificativa, que só reflecte os resultados do que se passou nos relvados. O jogo de ontem de diferente só teve a festa, a casa cheia, a emoção anunciada e não conquistada a golos. De resto foi um jogo paradigmático, que espelhou o campeonato Azul e Branco. Ficou também a promessa da continuidade, um até já, porque Agosto está aí não tarda nada.



Ficha do Jogo:

Árbitro: Emanuel Câmara, AF Funchal – Árbitros assistentes: Celso Pereira e João Gomes
Estádio das Antas, no Porto – Relvado: Muito Bom – Tempo: Pouco nublado – Espectadores: 48.000

FC Porto:Vítor Baía (Costinha, 83’); Nelson (CA 64’), Aloísio (J.M. Pinto 45’), Jorge Costa, Esquerdinha; Peixe, Capucho (CA 68’), Rui Barros (Carlos Manuel 57’); Zahovic, Drulovic e Jardel (CA 31’)
Supl. não utilizados: Chainho e Quinzinho

Estrela da Amadora: Hilário; José Carlos, Jorge Andrade Rebelo, Raul Oliveira; Kenedy (CA 37’), Sérgio Marquês (Miguel 67’); Pedro Simões, Stênio (Júlio 81’) e Capitão (Fonseca 75’)

Golos: 1-0, por Drulovic aos 38’ e 2-0, por Jardel aos 66’


Estatísticas do jogo:

Remates: FC Porto 9 (4 para fora, 3 na direcção do guarda-redes e dois para golo - Estrela 16 (9 para fora, 2 interceptados, 4 na direcção do guarda-redes e 1 ao poste)
Posse de bola: FC Porto 26 minutos - Estrela 23 minutos
Ataques: FC Porto 34 – Estrela 34
Cantos: FC Porto 8 – Estrela 4
Cruzamentos: FC Porto 20 – Estrela 13
Foras de jogo: FC Porto 14 – Estrela 3
Tempo útil de jogo 49 minutos – Tempo total de jogo 96 minutos


Árbitros:

Música de Câmara

Emanuel Câmara chefiou um trio de “pára-quedistas” que caíram na festa do Penta. Os fiscais mostraram não conhecer muito a regra do fora-de-jogo e o próprio árbitro – pode alegar em sua defesa ter sido perturbado pelos acompanhantes – apitou muitas vezes ao contrário. Ficou por marcar um penalti contra o Estrela. Por mão de José Carlos (34’), mas nada estragava a festa.
Fonte: Jornal " O Jogo"










Por: Nirutam

O PENTA: A festa da Consagração vista pelo Jornal "O Jogo"



Trinta de Maio, a festa da consagração


A festa no estádio e as boas vibrações







No estádio a festa começou cedo, logo que os portões se abriram, às 14 horas. Junto à Torre das Antas o entusiasmo era o mesmo que se pode ver num qualquer concerto de rock, Com tudo, mas mesmo tudo, pintadinho de Azul e Branco e com o que era ícone do Penta a vender-se melhor que a Super Bock geladinha.





Lá dentro, a festa também estava preparada para cerca de 50 mil entusiastas. As jovens, maneantes e bonitas dançarinas, davam o mote ao som das músicas tecno… Penta. Entram em campo, primeiro, os elementos da equipa de karaté Portista. Pois é, as meninas das artes marciais também foram campeãs nacionais.
Na mesma onda oriental entrou em terreno o célebre dragão do Penta, um talismã que todos os anos sobe ao relvado nestas alturas. Os alunos da escola She-si, sita em Cedofeita, a freguesia de nascimento do presidente Pinto da Costa, deram vida à milenar dança do dragão.

A primeira «ola» é formada a 50 minutos do início do jogo e foi uma maré que nunca mais parou e que saudou também a entrada dos Pentacampeões em campo, para a foto tradicional e na companhia dos filhos e de outros familiares. Os jogadores Portistas, claro, mais uma vez não dispensaram as pinturas nos cabelos e no rosto.

Do céu caíram – passe a força da expressão – pára-quedistas enquanto se preparava o desfile de outros campeões: Basquetebol, Andebol, Hóquei em Patins, Boxe e Natação. Rui Reininho – com a sua pronúncia do Norte, cada vez mais longe de ser um prenúncio de morte – e o conhecido vira dos “Mamonas Assassinas”, aceleraram o ritmo de uma festa que começou no relvado sem Pinto da Costa. O presidente surgiu na tribuna VIP, oito minutos antes do apito inicial, na companhia do ministro Pina Moura e de Kundy Paihama, ministro da Defesa de Angola e também ele um conhecido Portista. Narciso Miranda, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Francisco Assis, líder do grupo parlamentar do PS, Fernando Gomes, presidente da Câmara Municipal do Porto, e Ludgero Marques, presidente da AIP, onde curiosamente, não se sentou José Guilherme Aguiar. O director-executivo da Liga viu o jogo, na companhia dos filhos, na tribuna de Imprensa…

Os últimos 90 minutos

FC Porto: Vítor Baía (Costinha, 80’); Nelson, Jorge Costa (cap.), Aloísio (João Manuel Pinto, 45’), Esquerdinha; Rui Barros (Carlos Manuel, 55’), Peixe, Zahovic; capucho, Jardel e Drulovic
Suplentes não utilizados: Chainho e Quinzinho

E. Amadora: Hilário; José Carlos, Rebelo (cap.), Raúl Oliveira, Kenedy; Pedro Simões, Lázaro, Jorge Andrade, Sérgio Marquês (Miguel, 64’); Stênio (Júlio, 79’) e Capitão (Fonseca, 73’)
Suplentes não utilizados: Luís Vasco e Rui Neves

Golos:
1-0 por Drulovic, aos 38 minutos. Isolou-se, driblou Hilário e rematou, descaído sobre a direita, para o fundo das malhas.
2-0 por Jardel, aos 65 minutos, que culminou uma jogada a três toques iniciada em Zahovic, que solicitou Capucho e este a servir o goleador Portista e europeu. Um golo do triangulo de ouro dos Dragões.


Melhor em campo: Emilio Peixe






Actuou, aliás como sempre tem acontecido, nos limites da dedicação, entregando-se ao jogo com grande entusiasmo, numa espécie de radar no meio campo, onde liquidou todas as iniciáticas do adversário. Grande raio de acção, pois claro, sentido de participação, absoluta generosidade para cumprir obrigações defensivas, Desta vez não foi tão efectivo no apoio ao ataque mas ainda assim soube criar lances embaraçosos no meio-campo estrelista.






Como actuaram os Dragões:

sexta-feira, 22 de junho de 2012

João Moutinho - O Carregador de piano









João Moutinho atingiu neste Europeu o nível de jogador de sonho, um tanto ofuscado pelo crescimento de Ronaldo, João Moutinho vem também crescendo de jogo para jogo, trabalhando, correndo o campo todo, pautando o ritmo da equipa, tornando-se um baluarte e um barómetro desta equipa de Paulo Bento, em grande destaque contra a Holanda é neste jogo contra a Republica Checa que Moutinho atinge o seu máximo neste europeu.










Omnipresente, está em todo o lado, corre qual formiguinha laboriosa ajudando nas acções defensivas,  desmultiplicando-se qual roda pedaleira sendo o primeiro a aparecer na zona de tiro (numa selecção que constantemente joga com 10 elementos à falta de um PL capaz e com um Meireles em dificuldades físicas...) é obra.


quinta-feira, 21 de junho de 2012

O que se passa (ou passou) com CR7 na seleção.








Sem qualquer sombra de dúvidas, Cristiano Ronaldo é já considerado como um dos maiores fenómenos desportivos e futebolísticos do velho continente, juntamente com Leonel Messi divide há já vários anos o título do melhor jogador do planeta, se bem que nesta qualificação eu entenda que o jogador argentino estará uns furos acima do português, tendo em conta vários factores de exigência do nível futebolístico que os dois têm exibido nos seus clubes e nas respetivas seleções, porém, nesta minha apreciação existe um factor único que nunca foi testado, que tem a ver com o facto de Messi nunca ter jogado noutra equipa nem noutro sistema de jogo para além do Barcelona, ao passo que CR7 já demonstrou que é um talento em força e em evolução nos dois principais clubes por onde já jogou, Manchester United e Real Madrid, dois colossos do futebol mundial.








quarta-feira, 20 de junho de 2012

FUTEBOL: Helton renova contrato até 2014









Tentando assegurar o futuro fazendo contratações com elevado potencial (Stefanovic e Fabiano) o FC Porto não descura o presente, como prova disso é a oficialização da renovação de contrato de uma das figuras chave da equipa, um dos capitães neste caso Helton.  

Com olhos no presente se vai construindo e alicerçando o futuro, contrato oficialmente renovado até 2014.











Por: Rabah Madjer

Basquetebol: Mário Fernandes, Primeiro Reforço (CRÓNICA)








Está confirmado o primeiro reforço oficial para a nova temporada de basquetebol da nossa equipa, com o ingresso do internacional português, Mário Fernandes, que assinou contrato para as próximas duas temporadas, e vem substituir o veterano José Costa que foi dispensado.








Mário Fernandes é um base no verdadeiro sentido da palavra, sendo um dos melhores na posição "1" que joga na nossa Liga, só sendo superado por Filipe da Silva, que curiosamente já chegou em tempos a ser falado para reforçar o FC Porto, algo que não se veio proporcionar.

domingo, 17 de junho de 2012

O papel dos observadores da FPF. (CRÓNICA)









De uma forma cíclica e muito ao jeito do nosso meio desportivo, todos os anos assistimos a manifestações de desagrado pelo fraco nível de arbitragem na nossa liga de futebol, por parte de quase todos os clubes participantes, e principalmente por aqueles que não conseguiram os resultados por que tanto almejaram no início da época, como se a culpa só se possa imputar aos profissionais do apito, e nunca aos seus prórios erros de gestão desportiva, quando na minha ótica, e tendo em conta o que se vê por essa europa fora, a nossa arbitragem até se pode considerar de um nível bastante aceitável, ou não estaria representada e bem no Europeu.









No entanto, todos os que ousam colocar em causa os árbitros, por vezes esquecem-se dos observadores dos mesmos, pois estes, de uma forma anónima e pouco relevante pela comunicação social participam diretamente na avaliação dos árbitros, tendo mesmo um papel de capital importância na carreira e na gestão dos juízes do apito.

sábado, 16 de junho de 2012

OUTROS TEMPOS, OUTRAS VITÓRIAS, OUTROS HERÓIS: Quem foram os atletas (68!) jogadores que contribuíram para o PENTA? Os Avançados



EDMILSON
























Tempo útil: 4663’ - Jogos: 58 - Épocas: 95/96 E 96/97 - Golos: 23
Teve participação decisiva no TRI, quer no campeonato de 1995/96 (31 jogos e 13 golos) quer no de 1996/97 (27/10). Um avançado fadado para os grandes momentos, para os jogos decisivos. Jogador de explosões, rápido e mortífero na zona de finalização. É capaz de alterar as exibições brilhantes com outras de desacerto quase total.


IURAN
























Tempo útil: 1657’ - Jogos: 23 - Épocas: 94/95 - Golos: 23
Poderosíssimo nos duelos individuais, foi um assistente precioso de Domingos, quando, na época de 1994/95 quando este se sagrou melhor marcador do clube com 19 golos.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

MESTRE COSTA SOARES a nossa singela homenagem (CRÓNICA)


Uma singela homenagem a um enorme campeão






Se dermos uma vista de olhos no dicionário “campeão” é alguém que se destaca numa actividade (com qualidades típicas de vencedor). Pode-se ser campeão de futebol, de ténis, enfim nas mais diversas actividades desportivas e, a mais importante, campeão na vida. Estou a falar de pessoas que lutam dia após dia para contornar as grandes dificuldades desta existência, fugaz, que é a vida terrena.

Campeão não é só aquele que vence a doença, mas também quem lutou, apesar de não ter vencido. Campeão é quem olha a morte olhos nos olhos, com a força de quem nunca desiste, e não aquele que nunca cai, é quem sabe levantar-se.
Campeão é quem encontra uma saída para a adversidade e, mesmo sabendo que não vencerá, aprende a viver com ela até ao último suspiro.Campeão é quem luta contra um final anunciado sempre com um sorriso do tamanho do mundo. Isso é ser campeão.





O desconforto é enorme só de pensar na luta inglória e, porque não dizê-lo, heróica, que tantas pessoas travam contra o destino, porque na batalha da vida só se pode combater sorrindo e pensar que tudo irá acabar bem.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Equipamentos 2012/2013

Como vem sendo amplamente difundido por alguns meios de Comunicação Social e em diversos sítios da Internet, o "pretenso" equipamento para a próxima época já é do domínio público, deixamos "pretenso" entre aspas porque não sabemos se tal informação corresponde à verdade ou se será apenas mera especulação.

Independentemente de a informação ser verídica ou não (embora julguemos que sim) deixamos também nós as fotos para discussão, não daremos a nossa opinião, mas deixaremos ao critério dos nossos leitores uma opinião sobre a matéria.

Foto em baixo:

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Costa Soares.








Faleceu Costa Soares um dos Grandes nomes do universo Azul e Branco, à Família enlutada e a toda a Família Azul e Branca a Tribuna Portista dá os sinceros pesames.

OUTROS TEMPOS, OUTRAS VITÓRIAS, OUTROS HERÓIS: Quem foram os atletas (68!) jogadores que contribuíram para o PENTA? Os Médios

SÉRGIO CONCEIÇÃO

























Tempo útil: 4541’ - Jogos: 55 - Épocas: 96/97 e 97/98 - Golos: 8
A estrela mais cintilante do TETRA. O FC Porto jogou mais ou menos consoante o trabalho do internacional português, um extremo fantástico, com piques notáveis, remates certeiros e cruzamentos a régua e esquadro. Despertou a cobiça dos milionários do “Cálcio” e mudou-se para a Lázio no final da época transacta (97/98), numa transferência que, na altura, foi recorde nacional em termos financeiros.


ANDRÉ

















Tempo útil: 143’ - Jogos: 5 - Épocas: 94/95 - Golos: 0
Durante onze épocas deixou litros de suor espalhados pelos campos participando, de forma activa, em todas as grandes vitórias internacionais da equipa. Foi dos mais dinâmicos “carregadores de piano”que alguma vez o futebol português criou. Um trabalhador incansável, capaz de todos os sacrifícios. Ligado ao Tetra como jogador – fez parte da equipa de 1994/95, jogando cinco vezes – e como adjunto de António Oliveira nas campanhas de 1996/97 e 1997/98 e de Fernando Santos em 1998/99



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Kléber o Capixaba.






Capixaba de nascimento, Kléber começa a jogar futebol no Caxias, clube da capital do seu estado – Vitória. Começou aos 14 anos e desafiado de um amigo para fazer um teste. Nem um ano completa no Caxias. Deixa o estado de Espírito Santo para trás e segue para Minas Gerais. É no Fabril de Lavras que prossegue a sua ascensão. O seu talento para os golos salta à vista e transfere-se para o Villa Nova de Nova Lima. 

Já bem mais perto da capital do estado, seria uma questão de tempo para Kléber chamar atenção dos grandes clubes de Belo Horizonte. Aos 17 anos, surge a oportunidade de fazer um teste nos escalões de formação do Atlético Mineiro. Impressiona. É-lhe, imediatamente, apresentado um contracto profissional de 5 anos! Juvenil, mas titular nos juniores, Kléber soma golos e ganha destaque. Ganha os prémios de melhor jogador e melhor marcador em dois torneios na Europa com o Atlético Mineiro (Ennepetal na Alemanha e Terborg na Holanda).





Na equipa principal do Atlético Mineiro, Émerson Leão vive dias complicados com a linha avançada e recorre a Kléber. Aos 18 anos, Kléber chega equipa principal do Galo. Os primeiros tempos são bons. Vai entrando na equipa e marca um golo “salvador” que dá ao Atlético Mineiro o primeiro lugar na fase de grupos do Mineirão. 

 “Apesar da idade, o Kléber chegou aos treinos e apresentou credenciais muito interessantes. Registei dados entusiasmantes em alguns pormenores e decidi dar-lhe uma oportunidade. Era já um futebolista moderno, pouco dado à molenguice e à apatia. Movimentava-se muito bem na frente, detestava estar parado. Nunca foi uma presa fácil para os defesas e não é com a camisola do F.C. Porto que será. Kléber é goleador da cabeça aos pés.”
Émerson Leão, ex-treinador do Atlético Mineiro

Mas o legado de Émerson Leão acabou cedo demais para Kléber. Com Celso Roth nos comandos do Atlético Mineiro, o espaço para um jovem como Kléber diminuiu consideravelmente. Seis meses após a sua promoção à equipa principal, Kléber tem que dar um novo rumo à sua carreira.





Aproveitando um protocolo entre o Atlético Mineiro e o Marítimo, Kléber chega à Madeira por empréstimo e começa por baixo. É na equipa B insular, comandada por Mitchell van der Gaag, que inicia a sua carreira na Europa. Jogo após jogo, começa a bater à porta da equipa principal. Mitchell van der Gaag substitui Carlos Carvalhal no comando da equipa principal maritimista e Kléber sedimenta o seu lugar na equipa principal. Babá é o titular indiscutível da posição, mas vai perdendo terreno, perante a vivacidade e os golos que Kléber traz à equipa. Kléber acaba o ano a titular e termina a temporada como máximo goleador da equipa, mesmo só jogando meia época. 






O seu ponto alto é em Guimarães, no último jogo do campeonato. Vitória de Guimarães e Marítimo ainda disputam a última vaga de acesso às competições europeias. Ao Marítimo, só a vitória em terreno alheio valeria para alcançar esse feito. A equipa da casa até marca primeiro, mas Kléber, com dois golos ao segundo poste, gela Guimarães. Termina o campeonato com estatuto de revelação e é um dos pontas-de-lança mais apetecíveis do mercado.

O FC Porto, atento, aproveita o defeso para tentar chegar a Kléber. A concorrência era forte e revelou-se traiçoeira. Enquanto o FC Porto negociava com o dono do passe – Atlético Mineiro – os da segunda circular, sobretudo do lado vermelho, espicaçavam o clube insular. Estes, tentando chamar seu ao que não era seu, só libertariam a sua opção para mais uma época de empréstimo se o FC Porto abrisse os cordões à bolsa. Começa o braço de ferro. Nem o FC Porto cedia, nem o Atlético Mineiro aturava mais bebedolas arieiros, nem estes deixavam de zurrar, nem os mesmos de sempre deixavam de espicaçar. No meio da novela, Kléber falha a pré-época e entra aos repelões no Marítimo para uma nova temporada de empréstimo. Isto depois de várias ameaças do Atlético Mineiro de não deixar o jogador apresentar-se na Madeira e de levar o caso à FIFA. O caso empolou de tal forma que ficaram prometidas sequelas para as janelas de transferência seguintes. A época saldou-se por 7 golos em 18 jogos. Ainda assim, notável para uma rapaz de 20 anos envolto numa novela contínua que ainda muito haveria de ferver. Em três épocas de sénior, não faz uma época completa e sem sobressaltos!

Novo defeso, mais episódios. Tal era o desespero que se mostraram faxes particulares de datas diferentes e até para tribunais civis se recorreu. Com os de sempre, claro, sempre eles, a espicaçar. Mas quem anda com as costas direitas, prevalece.



Kléber chega ao FC Porto e as expectativas são enormes. Na directa proporção à novela que durou até à sua chegada (e ainda continua). Ainda assim, o jogador de 21 anos vai alimentando as expectativas com uma pré-época de bom nível (1 golo por jogo), enquanto decorre o “sai, não sai” de Falcao. Falcao sai mesmo e não entra mais ponta-de-lança nenhum. De repente, Kléber, que vinha para (finalmente) assentar e crescer, tem que ir para frente do touro e após uma temporada onde o Dragão tinha ganho tudo. O começo é bom: seis golos em treze jogos, sendo que só em 3 jogos completa os 90 minutos. Mas o Dragão continua a suspirar por Falcao.



A equipa é a mesma, só falta Falcao, mas há Kléber. No entanto, este FC Porto não joga ao mesmo nível que jogava o FC Porto no ano anterior. Entre incompetências, amuos e pouca alma competitiva, o futebol do ano passado esfumara-se. No Dragão reina a incredibilidade. Mas então a equipa é a mesma, só falta Falcao?! Estava criado o bode expiatório perfeito. É a campanha na Champions que precipita o turbilhão. Em São Petersburgo, o FC Porto perde o jogo, perde Kléber por lesão no ombro aos 33 minutos e este perde a possibilidade de se mostrar a Mano Menezes que o chamara à selecção Brasileira. Mas o verdadeiro desastre estava ainda para acontecer. Após os dois jogos com a equipa do 4º pote (APOEL) o FC Porto estava encostado às cordas. A incapacidade confrangedora para ganhar esses jogos levaria a mexidas. Kléber sai do onze titular e é experimentada a versão ofensiva B já testada por Villas-Boas no ano anterior: Hulk a 9.

A partir daqui a queda é a pique. Kléber vira o suplente assobiado preferido do Dragão. Nem mesmo nova chamada de Mano Menezes para a selecção Brasileira levanta moral. A situação bate no fundo num jogo para a taça da cerveja em Janeiro, frente ao Estoril, com Kléber fortemente vaiado pelo Dragão ao intervalo. James e Vítor Pereira amparam a saída de Kléber para o intervalo, mas 45 minutos depois Vítor Pereira admite que Kléber “não teve uma noite feliz”. Se o Dragão já estava encrespado, agora estava caustico, ainda por cima, com a autoridade moral reforçada. Curiosamente, ganha a titularidade de novo no seu ponto mais baixo, de tal forma o barca andava sem rumo. Mas seria o estrebuchar do morto. Novo desastre colectivo em Barcelos (com Paixão no seu melhor!) e eis que surge Janko no plantel. Com Janko o Dragão não franze o sobrolho e Kléber entre terapia de banco e bancada faz a sua travessia do deserto. Até ao final do campeonato só volta a ser titular em 3 jogos. Todos fora (coincidência?). Só no último é que Kléber volta a mostrar o que vale com o hattrick em Vila do Conde, num jogo já sem pressão competitiva. Se tivesse sido sempre assim!



Acaba a época com 10 golos marcados em 33 jogos oficiais. Não vale a pena entrar na aritmética e comparar números com outros pontas-de-lança que passaram no FC Porto. Há quem tenha feito melhor (uns mantiveram, outros desapareceram) e há quem tenha feito pior (uns mantiveram, outros explodiram). O que interessa é perceber o jogador: o seu potencial de crescimento e perspectivar a sua capacidade de resposta. O FC Porto não pode ser impaciente com quem tem claras demonstrações de talento, mas que ainda sucumbe aos seus 22 anos e a épocas sucessivas com pouca estabilidade. O FC Porto sempre foi paciente, sempre foi essa uma das suas forças. Será assim de novo?




Espero que sim.


Por fim, deixo algumas citações sobre Kléber:

“Kléber é um grande jogador, tem uma margem de progressão enorme e vai-se tornar numa referência no futuro. Não tenho dúvidas nenhumas. É bom recordar que os pontas-de-lança que saíram do FC Porto como grandes referências do futebol europeu, não eram esses jogadores quando chegaram ao FC Porto.”
“É um jogador de qualidade que vai provar a sua qualidade aqui no Porto. Vejo-o a trabalhar motivado, a querer evoluir nos comportamentos. Estou satisfeito com o empenho e entrega dele.”
“A qualidade do FC Porto permitirá esse trabalho, com certeza que faremos do Kléber um grande ponta-de-lança, uma referência no futuro.”
Vítor Pereira, treinador do FC Porto

“Ele ainda vai fazer muito pelo clube, só foi pena que tivesse dificuldades físicas para ter de sair. Mas é um jogador com grande potencial e não sou eu que o digo, é o seleccionador do Brasil.”
Pinto da Costa, Presidente do FC Porto

“Trata-se de um jovem com um bom futuro pela frente, mas tem de trabalhar muito. Só com trabalho e suor poderá ultrapassar essa situação e dar ao FC Porto tudo o que os adeptos esperam dele.”
Falcao, ex-jogador do FC Porto

“Ele é um atacante destro, chuta bem e também pode cabecear com qualidade. Apesar do tamanho, a sua agilidade chama muito a atenção. O Kleber não fica apenas dentro da área, tem mobilidade e pode cair pelos lados do campo.”
André Figueiredo, director das categorias de base do Atlético Mineiro

“Ele cresceu muito depressa e, ao contrário do que costuma suceder com os jogadores altos, começou a mostrar uma técnica individual soberba. Era forte na recepção e no drible. Sempre soube como marcar. E isso não se ensina.”
Marcelo Oliveira, treinador de Kléber nos juniores do Atlético Mineiro

“Pessoalmente é um ano um pouco negativo, porque esperava ter mais golos. Acredito que posso render mais com a camisola do FC Porto. Agora, todos os jogadores têm um momento menos bom na carreira e são também coisas que têm vindo a acontecer fora de campo, mas vou ultrapassar isso e voltar a jogar o meu futebol.”

“Admito que a camisola do FC Porto tem peso, mas não para mim e sim para os adversários. Quando entro em campo, sinto orgulho e não o peso da camisola.”
“Eu, afinal, tenho só 21 anos. E estou feliz. Sei que estou evoluindo. É que as coisas sempre aconteceram rápido demais para mim. Nenhuma fase dura mais de um ano até que já venha uma grande mudança.”
Kléber



Por: Breogán

domingo, 10 de junho de 2012

Hóquei em patins, Campeonato, 29.ª jornada: Benfica 5 - 5 FC Porto (CRÓNICA)







Em qualquer análise que faço, nunca costumo entrar pelo caminho mais fácil, ou seja, pela arbitragem, mas o que se passou neste jogo da Luz tem que ser dito e divulgado ao máximo, até porque OBJECTIVAMENTE, o FC Porto foi prejudicado diante do Benfica, apresentando na segunda parte um protesto, alegando um erro técnico existente, algo que agora terá que ser analisado por quem de direito. Apesar de ainda não se saber ao certo no que baseiam nesse protesto, em caso de razão...é motivo para repetição de encontro. Quanto a isso, aguardaremos os próximos episódios...






O jogo em si, com o resultado numa igualdade a cinco golos (ao intervalo o marcador registava um empate a dois), a equipa da casa a ser primeira a marcar, através do veterano Sérgio Silva (ATENÇÃO AOS GESTOS QUE ELE FEZ NA SEGUNDA PARTE!!!), 




sábado, 9 de junho de 2012

Jornal «OJOGO» - Edição Porto – Segunda-Feira, 31 de Maio de 1999

Capa: 200 Mil aplaudiram o Penta - GRATIDÃO

PINTO DA COSTA/PEDROTO/FERNANDO SANTOS








É Azul a cor que vai marcar a passagem do milénio em Portugal, em termos desportivos. Ontem (30/05/99), no seu estádio, e no centro da cidade, centenas de milhar de adeptos festejaram a alegria da merecida conquista do Pentacampeonato nacional de futebol e ainda dos títulos nacionais de Andebol, de Hóquei em Patins, de Basquetebol e de Natação, numa época ímpar na centenária história do FC Porto.









A última época futebolística do século XX culmina uma avassaladora cavalgada pelo domínio do futebol português, que, como é frequentemente ressaltado, está indelevelmente ligado à figura de Pinto da Costa, que justifica muito bem o carinhoso e reconhecido epíteto de “Penta da Costa” que os Portistas não se cansam de repetir nos últimos dias.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Quo Vadis Seleção Portuguesa (CRÓNICA)







Ao contrário do que tem acontecido em outras participações da nossa seleção nacional de futebol em eventos europeus e mundiais, quer-me parecer que desta vez o sentimento que orienta a maioria do povo português se manifesta de uma forma menos entusiasta, com sérias dúvidas numa representação condigna com os nossos pergaminhos desportivos, ou ainda, devido aos últimos resultados menos conseguidos nos jogos de preparação, que podem indiciar algumas lacunas em determinados setores da equipa e levantar alguns fantasmas que pareciam estar esquecidos.






No entanto, para os nossos jogadores, equipa técnica e direção da FPF, tudo parece rolar sobre os carris da boa disposição desmedida e na confiança nas suas reais capacidades, como comprova a sua estadia e estágio em Óbidos, onde no último dia todos podemos assistir a um cortejo de coches alegóricos, transportando os jogadores e respetiva comitiva em delírio como se de uma festa se tratasse, que para quem não esteja bem alinhado com esta forma muito peculiar de a FPF encarar este tipo de manifestação popular, que terá um pouco a ver com a nossa filosofia de vida e cultura do nosso povo, ao deitar os foguetes antes de a festa estar concluída, até se poderia confundir com os festejos legítimos e finais de uma participação da seleção que todos nós desejamos e ansiamos que seja repleta de êxitos, mas sempre salvaguardando as diferenças e as distâncias entre o querer e o fazer.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Estórias da Historia: Os Bastidores do Penta



Kralj, a música e Fernando Santos






Ivica Kralj vivia num andar mesmo por cima daquele que é(ra) habitado por Fernando Santos, bem perto do Estádio das Antas. O guarda-redes jugoslavo tinha manias muito próprias, nos relvados e fora deles. Era capaz, num treino, de fazer grandes defesas e, a partir de certa altura, alhear-se, dependendo também de quem estava a assistir. E gostava, também, de ouvir música com uns decibéis acima do normal. Um dia, já a horas pequenas em que se espera que os jogadores estejam a dormir, Fernando Santos teve que subir e bater à porta da casa de Kralj, para lhe pedir para baixara o som. Mesmo sabendo que o treinador vivia por baixo – e que se deitava cedo – Kralj não se importava.



O veto de Braga

terça-feira, 5 de junho de 2012

OUTROS TEMPOS, OUTRAS VITÓRIAS, OUTROS HERÓIS: Quem foram os atletas (68!) jogadores que contribuíram para o PENTA? Os Médios


DECO




















Tempo útil: 375’ - Jogos: 6 - Épocas: 98/99 – Golos: 0
Apresentou-se nas Antas em Março, apenas com seis jogos na I Divisão, mas ainda a tempo de participar, activamente, na conquista do Campeonato. É a grande esperança dos Portistas para a próxima temporada, pela genialidade do seu futebol, pela rápida adaptação que protagonizou à filosofia do Dragão.


CHAÍNHO


























Tempo útil: 1453’ - Jogos: 26 - Épocas: 98/99 – Golos: 2
Para ano de adaptação, esteve à altura. Um momento mágico do ano viveu-o no encontro com o Benfica, quando marcou um golo que ajudou à vitória. Foi dos mais esfuziantes nos festejos, pela conversão absoluta ao espírito do Dragão, visível em todos os momentos em que jogou, sempre sem economia de energias na defesa do colectivo. Ainda assim, os Portistas esperam mais dele na próxima temporada.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

O mercado de transferências vai entrar em ebulição.







Apesar de vivermos um período conturbado em termos económicos a nível mundial, palpita-me que o mercado de transferências em Portugal vai dar ainda muito que falar no período do chamado defeso, tanto ao nível de movimento de jogadores, mas também no que diz respeito ao trânsito de treinadores de um clube para outro.







No que diz respeito ao meu clube, FCP, tudo parece indicar que este ano os Dragões poderão realizar o maior encaixe financeiro da sua história, quando o mercado de transferências do Velho Continente começar a mexer durante e após o Europeu de futebol. Os quase 72 milhões de euros arrecadados em 2004, após a conquista da Liga dos Campeões em Gelsenkirchen poderão de longe ser superados, se como tudo leva a presumir Hulk faça parte do pacote de transferências, não pelo valor estipulado da sua cláusula de 100 milhões de euros que ninguém acreditará que isso seja possível, mas por valores a rondar metado do preço, ou ainda com a introdução de algum jogador que interesse ao FCP. E se a isto juntarmos o valor do passe de Guarín já formalizado, de Belluchi em equação, das saídas quase certas de Rolando e Álvaro Pereira, não andaremos muito longe de um novo record para os lados do atual campeão nacional, para além da eventualidade de outros negócios de eleição de última hora muito ao jeito de JNPC, tendo em conta algumas necessidades de tesouraria para resolver no imediato, tendo em conta o último relatório e contas do clube.

sábado, 2 de junho de 2012

Hóquei em Patins, Campeonato Nacional: FC Porto 12 - 5 Oliveirense (Crónica)







Num jogo recheado de expectativa (convém não esquecer que a Oliveirense eliminou a nossa equipa na Taça de Portugal), o FC Porto recebeu e bateu a Oliveirense por 12-5, colocando desta feita pressão sobre o Benfica, que defronta esta noite o Candelária e caso percam pontos (ndr venceu por 1-0), os decacampeões regressavam á liderança do campeonato, isto numa altura, onde estamos somente a duas jornadas para o terminus do campeonato.





Este jogo poderá resumir-se em duas partes, isto é, uns primeiros 25 minutos muito equilibrados, com a Oliveirense a defender com muito rigor e sempre que possível espreitava o contra-ataque, enquanto o FC Porto no habitual carrossel e que nos primeiros minutos não estava a fluir, sentiu dificuldades e inclusive chegou a estar em desvantagem no marcador em duas ocasiões, mas depois de passar pela primeira vez para a frente do marcador, a confiança aumentou e a partir daí, juntou ao domínio exibicional a eficácia, e começaram a aparecer os golos e assim ao intervalo, os dragões venciam por 5-2.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

OUTROS TEMPOS, OUTRAS VITÓRIAS, OUTROS HERÓIS: Quem foram os atletas (68!) jogadores que contribuíram para o PENTA? Os Médios



EMERSON























Tempo útil: 550’ - Jogos: 60 - Épocas: 94/95 e 95/96 - Golos: 9
Contribuiu de forma decisiva, e durante duas épocas, para o domínio total e inequívoco dos Portistas no campeonato nacional. Em 1994/95 fez 31 jogos e marcou 5 golos, na temporada seguinte esteve em 29 e fez 4 golos. Duro, levou a equipa ao colo jornadas a fio, emprestando-lhe agressividade e fazendo girar todas as unidades.



WETL
























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