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segunda-feira, 21 de julho de 2014

O campeão voltou!

#Joker #FCPorto #FCPortoOnTour #Portugal #Campeões #Bélgica #Holanda #Espanha


Excertos de “qualidade”
Ontem no Restelo…
Sem agravo ou apelo 
Numa derrota suave

Pois o pequeno sporting
Jogando em contra-ataque
Deu pleno destaque 
A uma equipa sem “doping”

Que lhe faltam jogadores
Onde imper’o “trabalho”!
C’as cartas fora do baralho
Não os conseguem melhores?

Autênticos passadores 
Esses dois laterais…
Jogadores tão banais
Por esses dois corredores!?

E o que dizer do central 
Contratad’ao Ponte Preta?
Pelo preço, não s’ajeita 
Outro Garay como tal?

E ind’o guarda-redes 
Vão ficar c’o Artur?
É chamar a Prosegur 
Pr’a segurar as paredes!

Qu’o castelo vai ruir
Ao preço desse sucesso
Num movimento reverso
Vai o Jesus subir!

Vai ascender aos céus
Cumprind’o contrato à risca!
Na velocidade do Talisca…
Tod’os milagres serão seus!

E é isto que apresentam
Depois desse triplete?
Deitando tanto foguete
Agora é que arrebentam?

Andamos nós a contratar
Jogadores de alto calibre
E ver do benfica, o vislumbre 
Nas candeias desse lugar?

Assim não dá pr’a começar
Não há interesse em disputa!
S’estes dois não dão luta
Vamos ter que emigrar!

Agora c’o esta equipa
Vamos competir pr’a Espanha
Que por lá o Porto amanha
Valor na sua conduta!

Qu’este país é pequeno
Pr’a um clube tão regional
Qu’o seu valor meridional 
O torna ainda mais pleno!

Pagando essa factura
Por tantos anos a fio!
No seu sucesso, o bafio 
Por Lisboa ainda perdura!

Pagamos alto o valor
De renovarmos equipas!
Em virtude de tais conquistas
Num ano jogamos pior!

Não inventamos desculpas
De mau pagador!
Não culpamos o treinador 
P’las nossas escolhas múltiplas!

Daí essa diferença
Qu’este ano acentuará!
Na qualidade, lá está…
Depois d’um ano d’ausência!

E quando já escreviam 
Sobre outro fim de ciclo!
Eis, qu’o dito por não dito
É escrito p’los que se riam!

Agora já assustados 
P’la razia do plantel 
Vêm no Porto, o mel…
Qu’os deixa já aguados!

E a quem vaticinou
Um outro ciclo…
C’o Lopetegui, tenho dito:
O Campeão voltou!


Por: Joker

domingo, 20 de julho de 2014

Genk 1 - 3 FC Porto - Um bom primeiro passo

#FCPorto #Sami #Pré-época #Tello #Adrián #Bélgica

Fotografia © Fábio Poço / Global Imagens
Estamos na pré-época. Altura do ano em que se testa jogadores, que as pernas ainda estão presas e cansadas, altura do ano em que ainda se tenta assimilar novos conceitos e movimentações. Ganhar é sempre agradável mas não é o mais importante. 

Este foi apenas o primeiro desafio com uma equipa de primeira divisão. Todas as análises que possam existir carecem obviamente de uma confirmação, até porque ainda veremos muitas entradas e algumas saídas. Faltam alguns mundialistas, algumas novas contratações ainda não treinaram. Outros vão sair. Por isso nesta altura, nenhum bom jogo é motivo para nos colocarmos em bicos de pés nem nenhum erro é grave o suficiente para se colocar o quer que seja em causa. 

Apenas vemos sinais. Hoje esses sinais foram positivos e já vimos características que Lopetegui tenta implementar. 

Comecemos por aí. A identidade do FC Porto 2014/15 começa a formar-se. Uma equipa dominadora, que gosta de ter bola, que se sente bem a circulá-la. O passe curto reina mas a profundidade e a largura no jogo não é esquecida. Equipa subida no terreno, defesa na linha do meio campo e vários jogadores a envolverem-se nos movimentos ofensivos. Sem bola, pressão alta e intensa, "asfixiar" o adversário imediatamente.

Para o onze inicial algumas curiosidades. O quarteto defensivo transitou da época passada. No meio campo Josué foi o médio mais recuado, sinal da importância que é dada a uma boa circulação desde as primeiras linhas. Os reforços começaram a ver-se mais na frente. Óliver acompanhava Carlos Eduardo no meio campo. No ataque as alas estavam entregues a Quaresma e ao rápido Tello. Adrián Lopez começou como avançado ao contrário do jogo anterior onde esteve numa ala.

A pressão alta que Lopetegui exige trouxe frutos logo no início do jogo. Defesa central adversário com a bola, médio imediatamente em cima. Neste caso o médio foi Carlos Eduardo. Recuperou a bola e tabelou com Adrián antes de ganhar espaço para o remate. Quaresma na recarga marcou. 

Nos primeiros 15/20 minutos cada vez que um defesa adversário tinha a bola adivinhava-se perigo para a sua baliza. Isto porque durante este início ainda todos conseguiam ter fôlego, a pressão era feita em bloco. Um dos melhores sinais na 1ª parte. Como é óbvio ainda não há entrosamento nem pernas que permitam pressionar assim todo o tempo. Vimos neste período algum espaço entre os médios ofensivos e o defensivo. Normal nesta fase. 

Um dos perigos de uma equipa que tenta jogar a bola e sair sempre que possível a jogar é uma possível perda por um mau passe ou outro erro individual. Reyes errou. Passe lateralizado mal executado que deixou o avançado contrário frente a Fabiano. Nada de demasiado alarmante, apenas um sinal que ainda há muito trabalho para fazer. 

Também uma nota para o adiantamento da linha defensiva. No 1º tempo (muito melhores na etapa complementar) os laterais permitiram a entrada dos adversários com bolas nas suas costas. 

À medida que o tempo passava, o ritmo diminuía. Víamos entrega (que bom esta atitude!), noção do que fazer e como fazer mas também cansaço e falta de conhecimento das movimentações de alguns jogadores. O intervalo chegou em boa altura!

As habituais trocas ao intervalo aconteceram. Lopetegui optou por Ruben Neves, Herrera e Ricardo. Kelvin e Sami entraram pouco depois. 

O Porto estava a começar a ser mais consistente na troca de bola e na ocupação dos espaços com estas entradas. O bloco estava mais junto, a trocar melhor a bola e a defender melhor.

Não tardou até que nos colocássemos novamente em vantagem. Um lance em que intervieram 2 jogadores que tinham iniciado no banco. Canto de Ruben Neves e Sami com um bom movimento a cabecear colocado. Bom golo. As bolas paradas parecem estar a ser bem trabalhadas.

Foi uma 2ª parte muito satisfatória. Tirando um lance que surgiu por outro erro individual a baliza de Fabiano raramente viu perigo. No baliza adversária o contrário. Boas movimentações, boas aberturas, velocidade e objectividade qb.

Um lance que exemplifica tudo isso foi o golo final. Recuperação de bola e Ricardo arranca pela esquerda. À entrada da área passe para Sami na zona central. Boa recepção e ainda fora da área remate seco, rasteiro e colocado. Um bom golo deste reforço, o 2º da conta pessoal, a culminar uma bela exibição!

Foi um teste positivo que fechou esta fase do estágio em Horst. Colectivamente a mostrar muito trabalho efectuado. Individualmente com belas exibições. O próximo será na próxima semana no jogo de apresentação aos sócios. Veremos se os sinais positivos dados até agora têm continuidade. Temos razões para acreditar que sim.

Gostaria de terminar esta parte da crónica com quem já mostrou estar em boa forma. Os nossos adeptos. Hoje fizeram-se ouvir quase todo o jogo. Para continuar também. A nossa parte começa agora... 




Análises individuais:

Fabiano: É um bom guarda-redes mas percebe-se que ainda não está totalmente confortável. Entre os postes seguro como sempre. Também ele está a adaptar-se a uma nova realidade e precisa de treinar como e quando ocupar aqueles metros á sua frente. O jogo de pés está melhor mas ainda precisa de mais. 

Danilo: Mais seguro defensivamente que o lateral contrário. O nosso lateral é como um motor a diesel. Demora mais tempo a chegar ao topo mas é de uma fiabilidade tremenda. 

Maicon: Bom jogo. Na 1ª parte sofreu com a insegurança de Reyes mas tentou sempre orientar e socorrer o companheiro. Na 2ª parte foi imperial. Inteligente na maioria das abordagens aos lances. Em situações de aperto não tem receio de jogar feio e aliviar. Se estiver bem fisicamente poderemos ter o "velho" Maicon, aquele que comanda uma defesa de volta.

Reyes: Defensivamente cumpriu mas revelou muita ingenuidade ao tentar sair a jogar. Em sua defesa convém referir que jogou pelo lado esquerdo da defesa, lugar que não deve ser o seu devido a Indi e talvez Marcano, dois canhotos. No lado direito sente-se bem melhor.

Alex Sandro: Na 1ª parte alarmou pela quantidade de bolas que deixou entrar nas suas costas. A fechar no meio um ou outro erro. Na 2ª parte melhorou. Já sabemos o que vale podemos estar tranquilos, apenas se nota que ainda precisa de mais treino...

Josué: Surpreendeu a sua colocação como 6. Seguro no passe, ficou na retina alguns passes longos a abrir o jogo nas laterais. Defensivamente teve dificuldades em preencher uma área tão grande.

Carlos Eduardo: Entrou a todo o gás. Logo numa das primeiras jogadas a pressionar o central. Repetiu passado uns minutos e na consequência da sua recuperação de bola surgiu o 1º golo. Saiu ao intervalo mas pode estar satisfeito, cumpriu e mostrou disponibilidade e capacidade de sacrificio. Tecnicamente já sabemos que é bom. 

Óliver: Não engana. A bola é sempre bem tratada. Recebe e entrega com qualidade. Ainda tentou o remate mas não teve sucesso hoje. Sempre em movimento como o jogo pedido por Lopetegui pede. 

Quaresma: Solidário, objectivo, talentoso. Se era para jogar simples jogava simples. Se a jogada pedia que avançasse ele era o que acontecia. Marcou e construiu algumas jogadas, com destaque para uma assistência para remate de Óliver. 

Tello: Rápido. Se arranca cria perigo. Tem boa técnica e sabe construir. Assistiu Carlos Eduardo após boa arrancada pela esquerda. Ainda se está a adaptar e a conhecer os colegas mas pode ser muito importante. 

Adrián: Ainda está numa fase inicial da sua preparação, mais atrasado que os companheiros. Nota-se. para quem o conhece sabe que está ali um avançado talentoso. Seja pelo meio ou por um flanco. Nem sempre acertou mas mostrou pormenores. Esteve na jogada do golo inaugural e teve um bom cabeceamento. 

Ruben Neves: Jogador de 17 anos com inteligência de um veterano. Exímio na ocupação dos espaços, transmitiu muita segurança. Nunca esteve mal posicionado. Jogou simples e foi eficaz. Um grande jogo a mostrar porque foi opção de Lopetegui em todos os desafios até agora. Embora tenha idade de júnior de 1º ano tem talento para bem mais que a nossa equipa sub-19. Não seria uma boa aposta para mostrar aquilo que se quer como lema? Não há 3 equipas (sub 19, B e principal) mas sim uma equipa única. Que melhor maneira de ter um júnior a evoluir regularmente numa competição profissional?

Herrera: Bom jogo, a mostrar mais uma vez que está adaptado. As suas arrancadas criaram duas situações de perigo, uma pela esquerda, outra a abrir para Danilo na direita. Tem características únicas que podem ser de extrema utilidade. 

Ricardo: Entrou determinado. Jogou na sua posição natural mas notou-se o trabalho que fez enquamto lateral. Recuperou algumas bolas foi solidário com o lateral do seu lado. Uma dessas recuperações deu origem ao 3º golo, numa jogada em que assistiu Sami.

Kelvin: Sempre que faz uma boa jogada os adeptos do Porto sorriem. Lopetegui hoje sorriu quando depois da finta soube perceber que era aconselhavel travar e procurar apoio. 

Sami: Temos tido diversas contratações de renome. Sami não foi uma delas. Contudo neste 1º teste emitido para Portugal foi o MVP. Está a conquistar o seu espaço. Hoje fez um jogaço! Pouco mais de meia hora em campo. Fez 2 golos, esteve perto de marcar noutras tantas. Pressionou e trabalhou muito. 

Evandro: Raramente falha um passe e entendeu-se bem com Herrera. 

Lichnovsky: Divide as culpas com Fabiano num lance que levou perigo à nossa baliza. Foi a única falha. Tem feito uma boa pré-época e pode ser uma agradável surpresa. 


Por: Paulinho Santos



segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Mangala: A estrela Emergente (Por Breogán)



O Homem e o seu percurso:


A periferia da cidade luz é o berço de Mangala. Colombes, na região noroeste de Paris, assiste aos primeiros passos do menino Eliaquim, descendente de Congoleses.

Aos 4 anos de idade, a vida de Mangala muda. A mãe de Eliaquim recebe uma proposta irrecusável de trabalho num hospital de Namur, na Bélgica. A mudança é dura, mas a Valónia é a região francófona da Bélgica, o que facilita a integração de Mangala.







A carreira de Mangala começa quase no imediato após a sua chegada à Bélgica. Aos 5 anos de idade, ingressa no modesto AC Lustin, clube local do subúrbio de Namur para onde se mudou. Mantém-se no clube por 6 anos, sempre a avançado centro. Aos 11 anos, Mangala começa a sua aproximação a Namur.  






Primeiro passo é no CS Wépionnais, da cidade de Wépion, já na proximidade de Namur. Fica no clube durante dois anos, até que atrai a atenção do UR Namur pela sua estampa física. Com um palmo de altura acima dos outros, Mangala é convidado para fazer testes no UR Namur e impressiona num jogo amigável. É convidado a integrar os escalões de formação do cube de Namur, completando, assim, o percurso que tinha iniciado 8 anos antes. Mantém-se em Namur por 3 anos, sempre como avançado centro, embora impressionando mais pelo físico que pelo jeito com a bola. Mas as qualidades físicas de Mangala não passariam despercebidas por muito mais tempo ao maior clube da Valónia. Quando o UR Namur já lhe havia apresentado um contracto semi-profissional para se estrear na segunda liga belga com 15 anos, surge o interesse do Standar de Liège. Em 2007, Mangala muda-se para Liège e passa a representar os sub-17 do Standard.

A mudança para Liège seria um ponto de viragem na carreira de Mangala. Em Liège é tomada a opção técnica de recuar Mangala no terreno, o que não só melhoraria a sua integração no jogo, como ajudaria a desenvolver o seu potencial técnico. A partir daqui, a velocidade da sua progressão na carreira só será acompanhada pela velocidade em que troca de posições.  Nos sub-17, começa a defesa-esquerdo. As suas exibições são de tal forma convincentes, que a meio da época é promovido aos sub-19, onde ganha a titularidade a médio defensivo e é chamado ao banco dos sub-21 do Standard. No final dessa época e ainda com 16 anos, o Standard apresenta-lhe um contracto profissional por 5 anos.

Na época 2008/2009, com 17 anos, já treina com a equipa principal e joga nos sub-21 quando não é convocado para a equipa principal. É neste período que sofre a última mudança de posição: fixa-se a central.





A 9 de Novembro de 2008, ainda com 17 anos, estreia-se pela equipa sénior do Standard frente ao Beerschot, entrando em campo no último minuto do jogo. Pouco depois, estreia-se a titular  frente ao Denderleeuw, cumprindo os 90 minutos e alguns meses depois, tem a sua estreia internacional na Liga Europa, frente à Sampdoria como suplente utilizado. Também é suplente frente ao Estugarda e é titular na recepção ao Sporting de Braga. No final da sua época de estreia, Mangala, aos 17 anos, apesar de algumas lesões, soma 725 minutos, 8 jogos a titular e o título de campeão Belga. Mangala fez parte de uma geração de ouro do Standard, juntamente com Defour, Fellaini e outros.




Na época seguinte, torna-se titular indiscutível e na sua estreia na Champions League, frente ao Arsenal, marca o primeiro golo do jogo. Já tinha marcado o seu primeiro golo enquanto profissional quatro dias antes frente ao Mechelen. Termina a segunda temporada com 2606 minutos de utilização e 28 jogos a titular. 

As suas exibições começam a despertar apetites, mas o Standard resiste. Começa também a “guerra” das selecções por Mangala

A Federação Belga convoca-o para um jogo dos sub-18, mas só na concentração é que percebe que Mangala não possui passaporte Belga, apesar de viver no país há 14 anos. 






Enquanto a Federação Belga tenta acelerar o seu processo junto das autoridades administrativas do país, a federação Francesa, cada vez mais atenta ao talento de Mangala, decide avançar. Mangala ainda duvida qual a decisão correcta a tomar, mas em Novembro de 2009 estreia-se pela selecção Gaulesa de sub-21 aos 18 anos de idade. Uma rara excepção.





Na época seguinte, os seus números tornam-se ainda mais esmagadores. É titular em 33 jogos, completa 2904 minutos de utilização e é decisivo na conquista da taça Belga ao apontar o primeiro golo da final. Já não restavam forças aos rouches para agarrar Mangala. O FC Porto surge na linha da frente e o interesse demonstrado convence Mangala a mudar-se para um grande do futebol mundial.

Na sua época de estreia no FC Porto, com 20 anos, Mangala revela-se uma opção útil para o centro da defesa. Completa 12 jogos a titular, 1069 minutos de utilização, é campeão nacional e ganha a Supertaça




Na presente época, valendo-se da sua polivalência e da sua experiência na posição, Mangala tem sido utilizado a defesa esquerdo, suprindo as ausências por lesão de Alex Sandro e Emídio Rafael. Um regresso aos seus primeiros tempos de Liège.


A análise ao jogador:

Fisicamente, Mangala é um jogador impressionante. Alia um grande poder muscular a uma elevada rapidez de execução. É um jogador forte, mas rápido, quer em velocidade, quer em execução. Possui um jogo de cabeça poderoso e é um jogador que dá tudo o que tem em campo. É um guerreiro, muito competitivo e muito focado no seu jogo e na sua evolução.

As limitações encontram-se nos aspectos tácticos e técnicos. No entanto, em ambos os aspectos está em franca evolução. 






Tacticamente, está mais assertivo na marcação sem ser tão agressivo na mesma. Já doseia melhor o impacto que tem nos lances defensivos, quais são os que não pode perder e quais os que basta “orientar” o adversário para uma zona de menor perigo. Já percebe que não vai arrasar em todos os lances, mas que terá que apresentar respostas defensivas diferentes em consonância com as situações que enfrenta. 




Tecnicamente, a sua evolução é muito positiva. Nota-se um maior conforto com bola e uma disponibilidade maior para a receber. A recente experiência a defesa esquerdo ajudou neste processo de crescimento técnico-táctico de Mangala.

A manter este ritmo evolutivo, Mangala é um sério candidato à titularidade e um dos esteios defensivos do FC Porto. Tem potencial para isso.



Por: Breogán

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