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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

SEGUNDA LIGA: FC Porto B 0 - 1 Belenenses (Crónica).




Terceira derrota consecutiva da nossa equipa "B".

Apesar de estarmos no início, a verdade é que a situação actual não é de todo agradável, ao cabo de seis jornadas disputadas, o FC Porto possui somente três pontos, fruto de três empates consecutivos.

Este jogo foi mais do mesmo, isto é, muita circulação de bola, maior índice ofensivo, mais remates, mas acima de tudo faltou objectividade, maior rigor nas acções individuais e colectivas.






Enquanto o Belenenses apesar de ter maiores cuidados defensivos criou maior número de oportunidades para concretizar e se não fosse a excelente exibição do guardião Stefanovic, o resultado podia ter conhecido outros números, o FC Porto "B" criou uma ou outra situação de perigo junto do Matt Jones.




Como se exigia, o técnico Rui Gomes procedeu algumas alterações no onze inicial, destacando-se o regresso de David Bruno e Dellatorre à titularidade, bem como a estreia do Abdoulaye e Quiñones nos jogos da equipa "B", apostas essas que espero sejam para manter, até porque serão mais valias nesta equipa. Com a inclusão do Dellatorre, Vion deslocou-se para a ala esquerda do ataque (Sebá como sempre no lado direito) e até foi o elemento que mais mexeu na frente, dando que fazer ao experiente Duarte Machado.

O Belenenses nos jogos fora por norma tem tido uma postura mais resguardada, partindo no ataque pela certa, possuindo um meio-campo agressivo q.b., é forte nas transições na qual se destaca o Tiago Silva (hoje voltou a ser dos melhores da sua equipa).

O golo da vitória aconteceu já em período de compensação, com Arsénio a fazer o golo (?) que permite à turma do Restelo igualar o Sporting "B" na liderança do campeonato.





ANÁLISES INDIVIDUAIS:



STEFANOVIC - Grande exibição! Evitou males maiores com três defesas excepcionais.

DAVID BRUNO - Um regresso merecido ao onze. O melhor período no jogo da equipa aconteceu precisamente no seu corredor, estando envolvido nas combinações com o ala.

ABDOULAYE - Exibição pautada com muita classe! Mas atenção...nem sempre todas as situações são para resolver com "nota artística".

TIAGO FERREIRA - Evitou um golo certo (chapéu do Fredy) e realizou uma exibição positiva.

QUIÑONES - Último reforço para esta época e mostrou alguns atributos interessantes, no futuro poderá ser uma mais valia na equipa principal. Bastante activo nos primeiros 45 minutos, na segunda parte esteve com maior cuidado nos processos defensivos.

MIKEL - É pena errar demasiados passes, mas mais uma vez o melhor do trio de meio-campo!

EDÚ - Muito escondido, nunca foi capaz de pegar no jogo. Exibição muito apagada!

PEDRO MOREIRA - Exibição semelhante à protagonizada pelo Edú.

SEBÁ - Teve dois bons pormenores ao longo de 90 minutos, o que é manifestamente pouco, perdeu claramente o duelo com o Nélson.

DELLATORRE - Não teve apoio suficiente para aparecer (mesmo assim teve um bom remate no início do segundo tempo), teve que baixar muitas vezes no terreno para buscar jogo. Saiu devido a problemas físicos.

VION - Voltou a ser o elemento mais esclarecido do ataque! Desapareceu quando passou para o meio (João Meira e Kay estiveram muito bem no centro da defesa).


SÉRGIO OLIVEIRA - Entrou numa altura onde se exigia arte, engenho, criatividade, imprevisibilidade e dinâmica,tudo o que não conseguiu trazer ao encontro.

FÁBIO MARTINS - Também passou ao lado da partida, ficando na retina uma diagonal da esquerda para o meio, com o remate a passar por cima da baliza do guardião contrário.



Por: Dragão Orgulhoso

sábado, 25 de agosto de 2012

Segunda Liga: FC Porto - D. das Aves ( Antevisão)







Aproxima-se mais um jogo complicado em perspectiva para a nossa equipa "B", uma vez que o Aves é das equipas mais fortes deste campeonato e o momento para os dragões não é de todo o melhor, com os três empates alcançados até ao momento.





No que diz respeito a qualidade de jogo o D. das Aves foi das equipas que melhor futebol praticou na Segunda Liga e não seria escandaloso caso tivesse alcançado a subida, uma vez que tinha plantel para isso, contudo as coisas não correram de feição.

Será difícil substituir João Pedro, Tiago Valente, Nelson Pedroso, Pedro Cervantes, Pedro Pereira e Pires, ou seja, estamos a falar da saída de seis titulares! Apesar de tudo, o Aves é sempre uma equipa candidata aos primeiros lugares dados os atletas que contratou, existindo mesmo condições de lutar pelos primeiros lugares.

Além destas saídas importantes, realçar igualmente a mudança de técnicos, Paulo Fonseca substituído por José Vilaça, em virtude da sua ida para a Mata Real para o Paços Ferreira.

Até fecho do mercado, provavelmente o clube Minhoto poderá receber mais um ou outro reforço que possa somar qualidade, mas atendendo aos disponíveis para este encontro, não acreditamos que o técnico proceda a muitas alterações em relação ao último encontro. Uma das suas últimas aquisições prende-se com o empréstimo de Marafona (um dos melhores guarda-redes desta Liga), tratando-se de um regresso, mas em virtude de ter chegado mais tarde, pelo menos nestes primeiros jogos o Rui Faria deve manter o posto entre as redes.

Defensivamente, o expectável é apostar nos laterais Leandro e Mamadu, sobre o lado direito e esquerdo respectivamente, com a dupla de centrais formada pelo experiente Élvis e por João Paulo. No meio-campo, não deverá existir igualmente qualquer alteração, isto é, Tito como pivot defensivo (é um "crime" nunca ter jogado na Liga Sagres), como interiores Lourenço (excelente aquisição) e Grosso, sendo que no ataque deverá ser composto pelo trio formado por Valdinho (existe possibilidade de Dally jogar no seu lugar) e Vasco Matos nas alas, com o Rabiola a ser o ponta de lança.

Neste campeonato a experiência é fundamental, algo que tem faltado às equipas "B", mas a época é bastante longa e com o tempo as coisas irão melhorar. Atenção à velocidade colocada pelo Aves no último terço do terreno e situações de bola parada.

Na nossa equipa, Sérgio Oliveira será baixa certa (expulso no jogo diante do Portimonense) e do onze que se apresentou em Portimão, a única novidade poderá ser o regresso do David Bruno ao onze, mas atendendo à forma como Rui Gomes vem trabalhando a equipa juntando ao facto de não ser um técnico de muitas mexidas, o mais provável é manter o mesmo onze, incluindo a titularidade de Pedro Moreira.



Palavras do Treinador:

«ESTAMOS MUITO PRÓXIMOS DA VITÓRIA» - RUI GOMES

Rui Gomes espera um jogo de “muitas dificuldades” contra o Desportivo das Aves (domingo, às 18h00), mas acredita que a primeira vitória do FC Porto B não tardará. Depois de três empates nas rondas iniciais da Segunda Liga, toda a equipa está focada na conquista da totalidade dos pontos em disputa neste regresso ao Estádio de Pedroso.

Adversário impõe respeito, mas não assusta

“É assumido pelo Desportivo das Aves que são dos principais candidatos à subida e, por isso, as dificuldades são as expectáveis para um jogo contra uma das equipas mais fortes, mais maduras e experientes da competição. O Desportivo das Aves tem bons jogadores, uma equipa de qualidade e com muita experiência. Já no ano passado andou sempre nos lugares cimeiros e esteve até ao fim a lutar pela subida, que não conseguiu. Este ano mantém os objectivos e quer subir de divisão, portanto espero um jogo difícil, como têm sido todos os jogos deste campeonato.”

Cansaço é superado pela motivação

“Pode acontecer [os adversários] estarem mais frescos, porque tiveram a possibilidade de alterar o jogo de quarta-feira passada, coisa que nós não pudemos fazer, e isso pode ser uma vantagem. Mas estou convencido de que, atendendo aos cuidados que estamos a ter na recuperação e na preparação, a condição física não será um factor decisivo no jogo. Poderá ser, mas nós esperamos que, com o trabalho que temos feito, essa diferença seja esbatida e que possamos, por outro lado, rentabilizar o ritmo competitivo que temos vindo a ganhar com esta densidade competitiva e que isso se traduza numa maior intensidade e maior qualidade no nosso jogo.”

Foco total nos três pontos

“Sinto mais frustração do que ansiedade [por ainda não ter ganho]. Fiquei com a sensação, em cada um dos três jogos, que o resultado podia ter sido diferente a nosso favor. O jogo de quarta-feira voltou a confirmar essa ideia. Quando uma equipa quer muito ganhar e, por motivos diversos, fica com a sensação de que as coisas poderiam ter corrido melhor, tem de lidar com a frustração de não ganhar uma, duas e três vezes. Não digo que isso retire confiança, mas cria alguma impaciência e, seguramente, alguma frustração, que todos temos pelo facto de os resultados não estarem a corresponder ao que queríamos. Espero é que em termos de vontade, intensidade, entrega e comprometimento com o jogo isso não tenha qualquer tipo de influência e possamos entrar em campo da forma que temos feito, com uma enorme vontade de vencer.”

Ninguém pensa em baixar as expectativas

“Penso que haveria um risco grande de isso acontecer, se os jogadores não sentissem que de facto têm estado ao nível do que o jogo tem pedido. Se as nossas expectativas fossem muito elevadas e depois aquilo que nós estivéssemos a confirmar na disputa de todos os jogos fosse inferior, por não estarmos a conseguir acompanhar esse ritmo e essa complexidade, aí admito que teríamos de reformular e reequacionar os nossos objectivos. Não é isso que tem acontecido e, pelo contrário, sentimos que estamos muito próximos de ganhar, mas, simplesmente, não estamos a conseguir. Temos de procurar a vitória ainda com mais vontade, porque não estamos assim tão longe quanto isso.”

Anderson Silva, para crescer e ajudar

“Para já, o Anderson traz-nos mais uma opção para a posição de defesa-central, porque só tínhamos duas. É um jogador que ainda vem “em bruto”. É um jogador muito jovem, com hábitos de jogo muito diferentes dos nossos, porque no Brasil o que se pede a um central é algo muito diferente do que se pede aqui, mas vemos nele potencial e margem de progressão e esperamos que ele se consiga adaptar a nós, à nossa forma de jogar e ao futebol europeu. Espero que ele possa, se não a curto prazo, a médio prazo, acrescentar algo a esta equipa e, um dia, quem sabe, à equipa principal do FC Porto.”

Futuro será risonho para todos

“Todos os jogadores desta equipa poderão chegar ao plantel principal. Há que notar é que se trata de jogadores muito jovens, com pouca experiência e ainda a atravessar um processo de crescimento, que passa precisamente por mostrar competências para poder chegar à equipa A. Estou convencido de que daqui a algum tempo estaremos a falar de um patamar de rendimento muito diferente, ainda mais elevado, com jogadores ainda mais confiantes e mais próximos daquilo que realmente valem. Esta não é a melhor altura para fazer essa avaliação [de quem poderá atingir, ou não, o plantel sénior], mas a vontade de todos eles é mostrar muito e é natural que isso até lhes possa tirar algum discernimento, mas todos estes jogadores têm grande ambição e, quando tudo isto estabilizar, já teremos uma ideia muito mais próxima daquilo que eles poderão realmente render no futuro.”


Por: Dragão Orgulhoso

sábado, 18 de agosto de 2012

Segunda Liga: FC Porto 0 - 0 U. Madeira ( Crónica)







Até ao momento a nossa equipa só conheceu o sabor do empate e tal como na semana anterior, um resultado justo pelo que se passou ao longo dos 90 minutos, nos quais tivemos uma maior ascendência do FC Porto "B" durante o primeiro tempo, enquanto nos segundos 45 minutos praticamente só deu União que chegou a desperdiçar quatro ocasiões de golo, travadas de forma excepcional por Stefanovic, que acaba assim por ser a figura do encontro, evitando males maiores.






O FC Porto "B" registou uma alteração comparativamente ao embate com o Tondela, o técnico Rui Gomes fez entrar o Diogo Mateus no lugar de David Bruno na lateral direita, mantendo os restantes dez jogadores, e diga-se que nos primeiros 15 minutos o nosso meio-campo mexeu e de que maneira com o jogo, conseguindo circular a bola com velocidade e criar desequilíbrios junto às alas, com destaque para as acções individuais do Fábio Martins sobre o lado esquerdo do ataque.

Foi pena nesse período de ascendente o FC Porto não ter materializado em golos as situações que teve. Com o passar dos minutos, o União foi-se adaptando ao ritmo do jogo e conseguiu acalmar os ânimos, pausando mais o jogo, com sectores mais próximos um dos outros, dificultando a vida à nossa equipa, onde Sebá e  Fábio Martins deixaram de ter hipóteses de brilhar.

A equipa madeirense manteve praticamente a mesma estrutura utilizada no jogo da primeira jornada, mas tal como nos dragões existiu uma mudança no onze inicial, entrando o médio Joel para o lugar do Gleibson, fazendo adiantar o Hugo Morais no terreno, ele que não é propriamente um extremo puro ( é um jogador que rende mais em posições interiores).

O União da Madeira esteve distribuído num 4-2-3-1, contando com o Cristopher na baliza, surgindo à sua frente os centrais Ávalos e Kiko (sempre muito seguros), estando as laterais entregue ao Carlos Manuel e Alex.

Sobre o meio-campo, conforme era expectável o Jokanovic apostou num triângulo invertido (Joel e Tiago como duplo-pivot e Rúben Andrade mais adiantado) e na frente o já citado Hugo Morais e ainda o Steve na ala direita e o ponta de lança Marquinhos Jr.

Na segunda parte, o FC Porto "B" nunca se conseguiu impôr e só de bola parada é que tentou incomodar o guardião madeirense, com poucos efeitos práticos.






O União da Madeira subiu imenso de rendimento e muito por culpa das entradas dos avançados Thiago Faria e Christian, que deram muito trabalho à defesa portista, no entanto encontraram pela frente um guarda-redes de grande nível, que manteve as suas redes invioláveis.





Não querendo voltar a "bater na mesma tecla", mas parece-nos que Rui Gomes voltou a mexer tardiamente na equipa, a meio da segunda parte eram visíveis alguns jogadores em dificuldades.


ANÁLISE INDIVIDUAIS

Stefanovic - É o melhor guarda-redes da Segunda Liga e disso não tenho a mais pequena dúvida. Evitou hoje a derrota e esteve muito bem sempre que foi chamado a interferir.

Diogo Mateus - No primeiro tempo esteve nas suas "sete quintas", ou seja, pouco trabalho defensivo ( Hugo Morais raramente lhe apareceu pela frente), mas na segunda parte já passou por mais dificuldades e no ataque pouco acrescentou.

Zé António - Exibição segura e até ao momento tem sido o verdadeiro patrão da defesa.

Tiago Ferreira - Exibição positiva, contudo ia tendo uma falha que podia ter proporcionado um golo aos visitantes, depois de cortar mal com a cabeça, possibilitando a Steve isolar-se para a baliza.

Victor Luís - Fez uma exibição um pouco à imagem do Diogo. Muitas dificuldades quando teve pela frente o Thiago Faria.

Mikel - Mais uma performance agradável deste trinco. Levou o amarelo da ordem, mas soube conter-se, está a agradar!

Sérgio Oliveira - Na segunda parte praticamente não existiu, enquanto no primeiro tempo variou entre o bom e o mau. Teve três aberturas fantásticas para os seus colegas, mas também falhou muitos passes (grande parte deles surgiam com muita força).

Edú - O trabalhador do costume. Não sabe jogar mal, só é pena por vezes não ter o melhor acompanhamento.

Sebá - Raramente apareceu, muito por culpa de um jogador chamado Alex (nós avisamos: ver aqui ).

Dellatorre - Bons pormenores, mas infelizmente não teve grande acompanhamento ofensivo e por isso seria complicado exigir demasiado.

Fábio Martins - Foi provavelmente o melhor da nossa equipa nos primeiros 15 minutos, mas depois do acerto por parte de Carlos Manuel, foi desaparecendo do jogo.

Fred Maciel - Pouco ou nada veio acrescentar no ataque, seja através do lado esquerdo ou na direita.

Pedro Moreira - Devia ter entrado mais cedo.



FICHA DE JOGO

FC Porto B – U. Madeira, 0-0
Estádio Jorge Sampaio
Assistência: cerca de 2157 espectadores

Árbitro: Vasco Santos (Porto)
Assistentes: Paulo Vieira e Ludovico Franco

FC PORTO B: Stefanovic, Diogo Mateus, Zé Antónoio, Tiago Ferreira, Victor Luís; Mikel, Sérgio Oliveira, Edu; Sebá, Fábio Martins e Dellatorre.
Substituições: Fábio Martins por Frederic (69m), Sérgio Oliveira por Pedro Moreira (73m)
Treinador: Rui Gomes

U. MADEIRA: Christopher; Carlos Manuel, Ávalos, Kiko, Alex; Tiago, Hugo Morais, Joel, Rúben Andrade, Steve e Marquinhos.
Substituições: Marquinho Por Christian (46m), Joel por Thiago Faria (51m), Hugo Morais por Lucas (77m)
Treinador: Pedrag Jokanovic

Cartões amarelos: Ávalos (44m), Mikel (56m), Rúben (63m), Kiko (78m), Thiago Faria (85m)


Por: Dragão Orgulhoso

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Expectativas para a equipa B do FC Porto



Quando pensamos numa equipa B, ou seja, secundária o que nos vem logo à cabeça capaz de a descrever é trabalho. Muito trabalho.



Qualquer jogador que sonhe jogar na equipa principal do Porto e ser uma estrela como muitos outros já foram ou ainda são tem que dar nas vistas, apresentando níveis exibicionais altos e merecer a aposta do treinador da equipa principal como uma mais-valia para o futuro do clube.

Exige-se esforço e dedicação, nesta fase tudo menos resultados. A maior parte dos jogadores está na difícil transição de júnior para sénior, onde os adversários não se importam de levar um encosto de ombro ou de entrar mais durinho. A nível físico talvez até seja mais violenta a 2ª liga do que a 1ª. 

Portanto, o que se quer é crescimento e evolução quer a nível técnico, quer a nível táctico dos jogadores para poderem ser incorporados na equipa principal em caso de necessidade.

Não foi por acaso que nenhuma equipa B conseguiu 3 pontos na 1ª jornada da Liga Orangina.

Baliza:


A baliza está entregue ao Stefanovic que sempre demonstrou ter boas qualidades de liderança no Santa Clara.  É um excelente guarda-redes que assegura o futuro do nosso clube nesta posição.
Como “back-up” temos o Elói, um guarda-redes de talento, seguro dentro e fora dos postes, com todas as capacidades para um dia vir a ser grande no duro mundo do futebol.

Defesa:

A defesa parece ser para já o ponto menos forte da nossa equipa. Como disse acima é normal. A intensidade nos jogos já não é a dos juniores e qualquer erro pode comprometer. Os níveis de concentração têm que estar sempre elevados e isso é algo que jovens como o Tiago Ferreira, o David, o Mbola e o Victor Luis têm que interiorizar. Não podem ser tão macios na abordagem aos lances e não ter medo de meter o pé. 
Há hábitos que necessitam de ser criados.

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