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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Canto do cisne?

#FCPorto #Joker

O pior receio
Caiu-nos do céu
Deixando ao léu
A água no meio

O jogo emperrado
No centro nevrálgico
E um lance por trágico
No campo molhado

Que nesse critério
Valeu a expulsão!
Com ou sem razão
O julgamento foi sério?

Onde em outros campos
Passam agressões!
Pénaltis, expulsões!?
Que causam mais espantos!

Onde está a verdade
Num campeonato
Ond’o critério “lato”
Não tem credibilidade!?

Por mais que se jogue
Não há volt’a dar
Com este “apitar”
Já reparaste, Lope?

É ano de luta
Contra tudo e todos
Não bastam bons modos
É preciso “labuta”!

É preciso atitude
Lutar mais qu’o dobro
Pr’a obviar este roubo
Que passa por virtude!?

Sempre pr’o mesmo lado
O mesmo beneficiário
No erro “involuntário”
Do ano transacto!?

Dois jogos seguidos
Com dedo do árbitro?
Pr’a se manter o hábito
De sermos “comidos”?

Calar até quando
Esta grassa revolta?
Que ninguém “nota”
E o povo é manso!?

Olhar para dentro
Pr’as insuficiências
Que tantas “ausências”
Levem mais tempo…

Que desvalorizar
O adversário
Tem por corolário
Este empatar…

Qu’em caso de dúvida
Pois não t’esqueças
Destas “sentenças”
D’acusação “pública”!

Eles estão lá
Pr’a te lembrar
Que há que jogar
Com tudo o que há!

Senão, não basta!
Pois está lá o “Rufo”
E o jogo sujo
Que por si s’arrasta!

E a preocupação
É “proteger”!…
Pois está a chover
Nesta estação!

E o jogo duro
Não é aceitável!
E o tackle condenável…
Com vermelho puro!

Quero constatar
A uniformidade
Quando em igualdade
O benfica precisar!?

Vão dar o vermelho
Ao Maxi, ao Enzo?
Por “tackle tenso”
No peito ou joelho?

Já vimos este filme
O ano passado…
Mais um ano gamado?
O canto do cisne?

Por: Joker

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Fresh Start

#FCPorto #Resgate #plantel #Lopetegui #Mescado 

O que é que o Porto deste ano e o do ano passado têm em comum?
Vocês podem responder: “Maicon, Danilo, Alex, Fabiano, Quaresma, etc..”

Eu respondo: Nada.

Começando pela maneira como encaramos a época. Toda a gente sabe (e admite…) que desaproveitamos totalmente o momento K e o “boost” que isso nos poderia trazer para continuarmos com a nossa hegemonia.

Entramos no início do campeonato  com alguma confiança em excesso como quem diz “Isto chega para ganhar o campeonato” e…


… Correu mal, muito mal e as razões já foram esmiuçadas.


A diferença para este ano é gritante, quer em termos anímicos quer em termos do próprio plantel.

Nota-se que a confiança que vai crescendo no plantel não é individual e egocêntrica, mas sim colectiva, o treinador vai insistindo na frase “Queremos ser protagonistas” e ele sabe que os jogadores só trabalhando numa perfeita simbiose é que isso acontece. E os próprios atletas que estavam cá no ano passado sentem-se muito mais libertos e com um plantel que lhes transmite outro tipo de confiança (terem concorrência também é importante, o Alex no jogo contra o WBA parecia outro!).



O treinador para já ainda é incógnita (assim como era o Paulo Fonseca), mas quem for minimamente atento repara num discurso muito mais fluido, directo, conciso e numa diversidade de treinos que agrada a qualquer adepto. Aliás as declarações dos jogadores vão todas no sentido que se trabalha muito mais este ano e que o foco é só no resgate.
Trabalho, trabalho, trabalho.

Mas a qualidade também tem que existir e este ano ela é inegável!

Passar de um plantel a remendos, com soluções que não traziam nada de novo em relação ao 11 base (até o pioravam) para um conjunto de jogadores em que custa definir a equipa titular da defesa para a frente (exceptuando Jackson e Herrera) porque a qualidade abunda é espectacular. Daquelas dor de cabeças que todos os treinadores gostam de ter.

Mas ainda há alguns casos onde uma pequena dose de aspirina (lesão ou castigo) podem comprometer o bom funcionamento do nosso futebol.

Nomeadamente a situação de mais um médio de características “defensivas” (e já explico as aspas) e de um segundo ponta-de-lança que consiga fazer sombra ao Jackson.


   1)    Clasie.


Parece óbvio que o alvo definido pelo Porto é o médio do Feyenoord. E enganem-se as pessoas que pensam que ele não tem estatura para desempenhar a posição.
A descrição que mais gostei dele até agora foi a de “Moutinho mais agressivo”. E, de facto, o jogador já internacional A holandês consegue aliar a sua excelente qualidade de passe e visão de jogo a um muito bom sentido de posicionamento e capacidade de desarme. É raçudo e ganha daqueles lances em perseguição a um jogador adversário que toda a gente gosta de aplaudir e que fomos muitos anos associando ao nosso Fernando.

Não é tão defensivo como o agora jogador do Manchester City, mas também não tem características meramente de construção como o Casemiro que me parece cada vez mais que deveria actuar em terrenos mais avançados (como alternativa ao Herrera).
Daí as aspas que utilizei há pouco.

No futebol como conhecemos associa-se muito à posição 6 a um jogador de características puramente defensivas, de destruição de transições das equipas contrários.

Lopetegui não quer nada disso. O nosso 6 vai ter muita bola no pé, até porque os nossos centrais não são nada famosos no processo e construção ofensiva (vamos ver o Indi, no Mundial gostei da capacidade de passe dele).
  

   2)    Segundo avançado.


Jiménez já foi. Não tínhamos capacidade financeira para discutir o jogador com o Atlético de Madrid. Ainda bem, porque o mexicano não é a última Coca-Cola no deserto.

No meio de tantos jogadores apontados, confesso que pouco conheço de cada um deles. Confio que a SAD vai fazer a escolha acertada e parece certo que vão trazer um jogador que possa ir evoluindo calmamente no plantel para no próximo ano (com a possível saída do Jackson) tomar conta da nossa posição 9.


É importante ir ganhando os jogos iniciais (nem que seja por uma margem curta) para se ir ganhando confianças nos processos de jogo e os jogadores irem aumentado de rendimento atrás do desenvolvimento colectivo.

Dois dos jogos mais importantes da época estão a chegar, importante que nós, adeptos, percebamos que o apoio nesta altura é fundamental!

Resgate é a palavra de ordem, nada que está para trás conta e é determinante termos um FRESH START.


Rumo ao 28º!


Por: Dragão 14

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Diga 33!?

#FCPorto  #Futebol #desporto


Eu tenho um sonho pensado
De viver num mundo igual
Onde cada um como tal
Possa ter um postulado

E nessa sua razão de ser
A verdade seja uniforme
Ond’a fartura ou a fome
Tenha igual força e poder

E por serem pólos distantes
Opostos do mesmo género
Seja no eterno ou efémero
São verdades agora ou antes!

Por isso não s’entende
Que no gozo da conquista
A verdade benfiquista
Sej’a única que distende!

Têm trinta-e-três
Ditos campeonatos!
E em noventa-e-três
Vinte-e-seis exactos!

E s’em vinte anos
Ganharam mais três!
Não dá trinta-e-três!?
Trinta sem enganos!

O que aqui se passa
É um paradigma!
E um novo cisma
Na ciência exacta?

Alguém m’elucida
Como se contabiliza
Campeonatos da Liga
À moda antiga?

Se vinte-e-sete mais três
Dá apenas trinta!
Há alguém que minta
Nestes trinta-e-três?

Porque a verdade
Não sendo absoluta
Não admite permuta
C’a mentira a metade!

E esta contabilidade
Arrasta preceitos d’outrora
D’antes como agora
Dos tempos da “mocidade”:

Porque vencendo são gloriosos
Vencendo outros são corruptos
E só com “fruta” têm usufrutos
Eles não roubam, são meticulosos!

E apontam-nos erros primários
Nós que vencendo mais que ninguém
Seja no burgo ou um pouco mais além!
Não somos sequer seus adversários…

E esta soberba sobra
Seja na festa ou no lavrar das canas
Investem no gáudio durante semanas
Lá por vencerem o campeonato de sobra…

E ainda assim gritam por aí…
Depois de quatro anos de jejum!
Que festa por ganharem apenas um!
O que fariam se fosse um tri?

E o destaque dessas televisões?
Directos, especiais encarnados!
Tonis, Serpas, Manhas, Delgados!
Unanimismos, grossas multidões!…

Tenho este sonho arreigado
De viver uma verdade uniforme
Ainda qu’o pensamento se tome
Ao seu universo moldado

E existindo tantas visões
Com’as almas qu’o habitam
Que numa verdade reflictam:
Trinta-e-três vezes campeões?

E ainda qu’assim seja
E essa soma fosse exacta
Depois da liberdade, que marca
Ostent’o benfica que se veja?

Quem é o campeão d’Abril?
O benfica por vencer
Este campeonato qu’a ver
Lhes serve de marca hostil?

Por isso mantenh’o sonho
Dessa verdade patente!
Onde eu e tod’a gente
Conte pelo mesmo punho

E saiba qu’ao somar
Tudo é clarividência!
E que nessa magna-ciência
Trinta seja número par!

E qu’ao somar-se três
Como número redondo
Nessa “verdade”, o ponto
Valha dois e não três…

Por: Joker

domingo, 2 de março de 2014

A arte de ratar

#FCPorto #PintoDaCosta #benfica #Policia


Choram-se as carpideiras
Porque s’empurrou o polícia!
É o fim do Estado, a milícia
Tomou aquelas fronteiras!

O Dragão é outro mundo
Um país independente!
Só lá mand’o Presidente
Conotado ao sub-mundo!

E nisto já declaram
O célebre fim do sistema!
Celebrizand’o anátema
Que lhe imputaram!

O homem já está caduco
O velho tirano e mafioso
Que nesse gesto rugoso
Ao “jornalista” deu susto!

Porque antes afirmara
Qu’ali ninguém fugia!
Nessa saída tardia
Qu’a polícia arquitectara!

Pela porta dos fundos
Para fugir aos adeptos!
Que “desordeiros, insurrectos”
Já preparavam “tumultos”!

E o Presidente do Dragão
Provando qu’ali estava
Para mostrar a coordenada
Deu ao caminho a vazão!

E os jogadores lá saíram
Pelo caminho normal
Que outro feito ou mal
Por lá sentiram?

Que não fossem as bocas
Justas e apropriadas!
Qu’em 20 jornadas
Ainda foram poucas!?

E onde está o irredentismo
A sublevação?
Qu’outro Estado-Nação
Prov’o Pintismo?

Qu’ali não vivem ratos!
Pois não fogem da luta
E isto no que deslustra
D’acordo c’os relatos?

Que tudo motiva
E justifica!
Qu’o benfica
Já venceu a Liga!

E na saída do Administrador
Que não é nova!
É bastante prova
Desse rumor!

Que há cisões!
Grandes fracturas!
E nessas rupturas
As más decisões!

Nas contratações
Na opção do técnico!
No problema ético
Das suas paixões!

Um grande problema
A somar às contas!
Deficitárias e esconsas 
Dum só emblema!

Que nem evidenciam
Esse pagamento!
Da formação ao tempo
Qu’os da luz temiam!

Talvez por decoro
Por respeito a homem!
Nisso não mencionem
O pagamento mouro!

Que também não mostra
Por consolidação!
A comparação 
Qu’o orçamento endossa!

Pois enquanto uns
Baixam o passivo!
Outros mostram o activo
De proveitos nenhuns!

Por isso o Estado
Está a desintegrar-se!
No Douro desfaz-se
Consolida-se no Sado!

Pois por lá a polícia
É mal empurrada!..
Noutro Estado, a chapada
É levada em carícia!

E se formos à Justiça
Das imagens do túnel
Outro Estado novel
Mostra-se à polícia!

Pois aí, o privado
Tem valor maior
Basta qu’essa dor
Seja do clube do Estado!

Mas sendo segurança
Não sendo polícia!
Porque aí a perícia
Faz-se à confiança!

E depois d’apurados
Todos esses autos!
Vejam-se os saldos
Desses resultados!?

Aí fez-se Justiça!
Estado de Direito!
Foi, não foi bem feito
Entrar-se na liça?

Sim, foi um arauto
Da desobediência!
E só por decência
Se lavrou o auto!

Quanto ao empurrão
Do segurança ao polícia
Isso é uma estultícia!
Uma sublevação!

Porque é do Porto
Esse segurança
Não tem temperança
Nem controlo remoto!

Por isso agiu
Em tamanha má fé!
Qu’administração é ré
Só porque não fugiu!

Só os ratos é que fogem!



Por: Joker

quinta-feira, 18 de julho de 2013

As Brumas da memória



Estava D. Sebastião, na bruma
Aguardando o regresso anunciado
Quando, eis, que em parte alguma
Se encontra El Rei, o Desejado!?

Será que também rescindiu
O contrato p’la sua juventude?
E c’o Bruma, também descobriu
Que sozinho não tem plenitude?

Não estando, por isso, legitimado
A guerrear tal guerra,  tão jovem
E em Álcácer-Quibir, ser derrotado
Por culpa de cláusulas qu’encobrem?

Até custa a acreditar que n’Academia
Modelo de Estado e Formação
S’invista em modelos d’alforria
Com raptos, ameaças, e pressão?

Então se o jovem Estadista
Entrou de rompante no Reino
Gritando uma era, em conquista
Tão jovem, tão fogoso, e sem treino…

E rápido, encontrou inimigos
Poderosos, com quem guerrear
Num incentivo, daquele dos antigos
Em propagandas, volt’a festejar!

O Porto como rosto do Diabo
Na sua profissão de fé
Leva-o ao couto encarnado
Pra juntos avançarem – amén!

Uma armada bem construída
Por muitos e bons navegadores
Só peca por ser destruída
Nesse confronto c’os melhores!

Por isso o nevoeiro adensa-se
Tomando as brumas da memória
Pro Bruno, o contrato apensa-se
S´os soldados entram em moratória!

E por isso se trata de pressionar
Navegadores mais os empresários
Se o contrato não se renovar
Coloca-se em cena, os corsários!

Que conhecemos lá do Cristóvão
Descobridor desse novo mundo
Um navegador do pé pra mão
E mestre d’obras do submundo!

Por isso, Bruma, põe-te a léguas
Ainda te forçam a incorporar
Este sporting, de muitas guerras
Que na tua idade, te vão matar!



Por: Joker

domingo, 12 de maio de 2013

O nosso andebol e o porquê de acreditarmos.




Numa excepção ao que é habitual, hoje este texto não falará apenas do jogo de ontem. Mais do que isso falará do mais importante. Falará do próximo embate e dos motivos para acreditarmos nos nossos.




Mas comecemos pelo jogo de ontem frente ao Sporting.

Foi um jogo em que desde cedo estivemos em desvantagem. Entramos mal, aos 5 minutos já perdíamos por 3 (4 - 1). Tivemos dificuldades em parar a 2ª linha do adversário Cometemos algumas falhas técnicas, Gil e Wilson tiveram remates para fora. Aoa 10 minutos tudo igual, uma desvantagem de 3 golos.

Se os primeiros 10 minutos não vimos o normal, no restante tempo da 1ª parte pudemos sorrir ao ver o carácter e a fibra de que são feitos os nossos jogadores. Defesa agressiva, saídas rápidas para o ataque, eficiência de Spinola, vimos tudo. O primeiro empate surgiu aos 9 golos. Grande recuperação.

Embora a igualdade se mantivesse até 1 minuto do intervalo, um livre de 7 metros e um contra ataque (a equipa deles é forte neste aspecto) fizeram com que ao intervalo estivéssemos em desvantagem. 13 - 11 era o que nos mostrava o marcador.

Tal como aconteceu no inicio do jogo, os primeiros minutos foram penosos para nós. E novamente um parcial de 4 - 1 (17 - 12) a abrir. A diferença? Desta vez não voltamos a encostar. Não foi um dia sim das nossas estrelas e ainda temos Tiago Rocha e Ricardo Moreira a voltarem após lesão. Obradovic, consciente que este jogo nada resolveria qualquer que fosse o resultado, fez a melhor gestão possível  Muito tempo de jogo para Daymaro e Rola e apenas uma dúzia de minutos para os companheiros de posição. Muito tempo para as alternativas na 1ª linha (e Ferraz mostrou mais uma vez que é um grande jogador, comece no campo ou no banco). Sem lesões, como Obradovic queria e falou no fim do jogo, sem expulsões que condicionassem no próximo jogo, esse sim irá ser decisivo.

O resultado final foi de 26 - 22. 

Segue-se agora -  na próxima 6ª feira - o jogo do título contra o nosso maior inimigo. E a fé e crença no nosso clube, nos nossos técnicos e jogadores é enorme. Acreditamos e estaremos a lutar ao vosso lado a cada minuto e a cada jogada. E porque estamos confiantes?

- porque acreditamos nesta equipa. São talentosos e com uma garra incrivel. 
- porque após lesões estamos na máxima força
- porque temos o MVP 
- porque temos 2 brilhantes guarda-redes
- porque temos o melhor pivot português
- Porque jogue quem jogar, temos um banco com muito talento
- porque são tetra-campeões e são-no com muito mérito
- porque jogamos em nossa casa e no Dragãozinho não perdemos há 77 jogos, desde 2009.
- porque terão um público que os adora e que os apoiará até ao limite 
- porque é contra aquele inimigo e aí não falhamos.
- porque Obradovic é um grande treinador
- porque somos melhores e temos mais vontade de ganhar.

Agora os cenários:

Temos obrigatoriamente de ganhar. Se o fizermos temos grandes hipóteses de sermos campeões. Se o fizermos por mais de 2 golos já festejamos. Por 2 ou menos ficamos a uma vitória frente ao Horta.

Se empatarmos ou perdermos praticamente perdemos o campeonato. O empate adia tudo mas com grande vantagem para eles. A derrota fá-los campeões. 


Na próxima 6ª feira às 21h tudo se decidirá. A nós adeptos, cabe-nos a missão de recriar o que se passou no Dragão ontem. Eu sei que o conseguimos. Vamos a isso, vamos criar uma atmosfera que nos levará até ao titulo.

Força Obradovic e restante equipa técnica. Força nossos guerreiros. FORÇA PORTO.


Por: Paulinho Santos

Juniores A: O jogo que o Porto não quis ganhar



Penúltima jornada do campeonato de juniores. Para o Porto a vitória era crucial, de forma a depender apenas de si próprio.





A equipa portista entrou mal no jogo, a permitir transições rápidas à equipa adversária. Dessas transições nasceu o golo benfiquista, com o veterano Sancidino a fugir à marcação dos centrais portistas e a marcar.





A partir dos 20/25 minutos o Porto equilibra o jogo e demonstra alguma superioridade. Com André Silva a baixar mais no terreno e a transportar a bola, libertando depois os colegas. Até ao intervalo o Porto foi melhor e conseguiu 3 oportunidades claras de golo, não aproveitadas.

No segundo tempo a formação portista volta a entral mal, o jogo torna-se ainda mais violento e partido. A qualidade de jogo do Porto agrava-se com as substituições feitas por Capucho. O Porto precisava de velocidade pelas alas, mas quem entrou para o lugar do extremo Ivo foi Belinha, um médio que tem deixado muito a desejar esta época.

Raul, um extremo rápido entrou demasiado tarde, ainda a tempo de assistir Rafa para o golo do empate.

Fica a sensação que hoje foi um dia infeliz para o técnico portista, que não toma as melhores opções. Resta agora esperar que o adversário de hoje escorregue na última jornada.

Nota ainda para a vergonhosa transmissão do canal da palhaçada. Só repetiram os lances que seriam favoráveis à equipa da casa e teceram comentários facciosos durante todo o jogo.

Nota também para uma arbitragem desastrosa, que embora não tivesse favorecido nenhuma das equipas, promoveu o jogo violento, não mostrando os cartões necessários nem assinalando faltas evidentes.

Finalmente, foram absolutamente lamentáveis os confrontos e agressões no final do jogo. Uma vergonha para as duas instituições.


Análise Individual:

Kadu - Tem culpas no 1º golo ao hesitar na saída da baliza. De resto, esteve seguro. É expulso já no final do jogo depois de confrontos entre as 2 equipas.

Victor Garcia - Ganhou e perdeu lances junto à linha. É um jogador limitado tecnicamente, mas "compensa" com agressividade e disponibilidade para o jogo.

André Ribeiro e Bruno - A dupla de centrais mostrou grande insegurança face à velocidade dos atacantes adversários. Várias vezes foram ultrapassados e mostraram debilidades de posicionamento.

Rafa - Um jogo seguro a defender. Não mostrou a mesma disponibilidade a atacar, embora tenha sido dele o golo do empate.

Tomás - O jogador mais consistente do meio campo. Cobriu a sua zona com classe.

Leandro - Foi esforçado e tentou sempre colocar o seu forte remate. Um jogo de nível suficiente.

Francisco - Sempre ausente do jogo. Não foi eficaz na pressão e com bola complicou em demasia.

Ivo - Muito ausente do jogo e com pouca intensidade. No entanto, nos poucos momentos em que teve a bola defeniu sempre bem, como no lance em que vem para dentro e remata colocado aos 25 minutos.

Gonçalo Paciência - Uma sombra. Deslocado do seu lugar e remetido para uma ala, nunca foi capaz de fazer a diferença.

André Silva - MVP. Não, não fez tudo bem. Perdeu bolas, defeniu mal algumas jogadas, mas foi sempre ele que TENTOU, mostrou garra e determinação, caiu e levantou-se, esteve em todo o lado. Deu a sensação que só ele percebeu a importância deste jogo.

Belinha - Não acrescentou nada.

Graça - Não acrescentou nada.

Raul - Acrescentou velocidade e deu profundidade ao jogo. É dele a assistência para o golo do empate e mais uma série de cruzamentos perigosos. Começa a ser um mistério a sua pouca utilização.


Por: Prodígio 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Os 3 F’s, de Penalti! (Por Joker)




Tarzan, o Boi da Selva, sente-se prejudicado
Pensa que três penaltis, são só obra do Diabo
Não existiram, evidentes; foram simulações
O Matic e o Maxi, não mereciam as expulsões!

Foi tudo ganho, limpinho, sem intervenção capilar
O Careca, num jeitinho, só lá esteve para apitar
Num critério largo, conveniente, pr’a Inglês ver
E o Regime, indiferente, tudo pode pr’a vencer!

Com placagens, com rasteiras, com pisadelas
À Inglesa, limpinho, limpinho, sem esparrelas
Sem penaltis, sem expulsões, com obras d’arte
Com Capelas, sem sanções: um mundo à parte!

Para o seu Regime vencer, tudo é possível
Inventa apitos, outras escutas sem combustível
Raivoso que está, naquele jogo das evidências
Finge que dá, um só penalti, pr’as conveniências

De tão indecoroso, este campeonato das encomendas
Escondem o nervoso, nos seus túneis de prebendas
É assim que ganham, em novas falácias mentirosas
Que bem s’amanham, nas suas naftalinas resinosas!

Vai ser um cheiro dos Diabos, quando isto findar
A poeirada, os cheiros bafientos que vão voar
Cachecóis, bandeiras, panos vermelhos, e reservados
Capelões, freiras, padres, evangelhos, e outros prelados!

Tudo a rezar, com a sua bíblia escrita em aramaico
O Jesus no altar, a professar no seu verborraico:
Tudo limpinho, sempre acarditei, neste momento!
Lá vai o Regime: fado, futebol, e o seu sacramento!




Por: Joker

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Quem fala assim não é gago!


Saviola: "Nos últimos anos, o FC Porto demonstrou uma superioridade muito grande"



Depois de alguns anos de águia ao peito, Saviola quiçá feliz e realizado com os bons ares de Malaga, teve um acesso de lucidez e viu o que a maioria dos benfiquistas não consegue ver, embora a realidade esteja presente bem de fronte dos seus narizes!

O FC Porto ganha porque é mais forte, mais competente, mais equipa, mais sofredor e porque faz da vontade e da mística armas capazes de o tornarem mais forte.

Em suma o FC Porto ganha porque em todos os parâmetros de competição, desde as camadas jovens (como podemos comprovar lendo aqui) até aos seniores, inclusive na gestão desportiva, é (bem) superior!

Saviola percebeu, pena os sócios ou simpatizantes do clube que ele representou durante alguns anos não o tenham ainda percebido.

Já agora peço que esses mesmos sócios/simpatizantes do clube que Saviola representou continuem a vangloriar o nada que conquistaram e não se esqueçam de votar em Luís Filipe Vieira, nós Portistas agradecemos, talvez em forma de campeonatos ganhos!

Seremos sempre gratos por tão pobre gerência desse senhor ao leme do clube que representa, já dos negócios dos quais é responsável a titulo pessoal....


Por: Rabah Madjer

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Andebol: SL Benfica - FC Porto (Antevisão)







Decorridas que estão apenas duas jornadas do inicio do campeonato nacional de Andebol e os tetracampeões nacionais têm já um jogo extremamente complicado pela frente, deslocando-se à Luz para defrontar o Benfica, jogo este que opõe as duas melhores equipas portuguesas e que nesta altura registam duas vitórias em outros tantos jogos realizados.






Na ronda inaugural, o Benfica recebeu e bateu o ABC por 29-22 ( de destacar os nove golos apontados pelo ex-portista Dario Andrade), sendo que na jornada seguinte defrontou o Fafe e voltou levar a melhor, desta feita por 33-29, num jogo em que o nível de concretização dos jogadores José Costa e Carlos Carneiro foram os elementos em maioresteve em evidência, com 10 e 9 golos respectivamente.

No FC Porto, a grande baixa prende-se com a lesão do pivot Tiago Rocha (que em breve estará apto), aumentando assim as dificuldades para este desafio. 

Estas duas equipas já se defrontaram esta temporada em jogo a contar para a meia-final da Supertaça, jogo em que o Benfica levou a melhor por 28-27.

Essencialmente o FC Porto terá que ter uma dinâmica forte do primeiro ao último minuto, procurando diversas variações nas movimentações da primeira linha e depois ser eficaz nos ataques rápidos e contra-ataques, até porque terá pela frente uma defesa agressiva (o Benfica tem colocado na zona central defensiva Inácio, Álvaro e Cutura), ofensivamente além do habitual Carlos Carneiro, esta temporada José Costa tem sido muito mais solicitado e será um jogador a ter especiais cuidados, ainda para mais com a nossa equipa a não contar com Tiago Rocha.


Por: Dragão Orgulhoso

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

E agora Luisão e Benfica?





Há uma frase muito popular que pode de certa forma retratar o que se passou com o Luisão no jogo amigável na Alemanha contra o Fortuna de Dusseldorf que diz sic: “De loucos todos temos um pouco”, ou se preferirem na forma bem-humorada, “Há dias de manhã que à tarde não devemos sair à noite” ou se quiserem ainda, dizendo de uma outra forma mais prosaica, todos nós, enquanto seres humanos, estamos sempre sujeitos a qualquer momento a ter o nosso dia infeliz ou menos conseguido, e é neste único princípio de raciocínio que, não só o Luisão como o próprio SLB, estarão de alguma forma salvaguardados pela atitude tomada, todo o resto que está associado a este processo não terão qualquer hipótese de fuga às suas reais responsabilidades, e terão que arcar com as consequências que irão ser bem severas, pois estamos no caminho da FIFA.



E nestes casos eles não costumam brincar em serviço, se bem que, já ouvi para aí alguém dizer que também pode haver punição através da Liga portuguesa, que a ser verdadeiro teremos caso até às calendas, ou até se encontrar uma data propícia para se aplicar o castigo a contento, uma vez que em Portugal, bem à nossa forma de estar, nunca há um tempo mínimo para se resolver estes casos de indisciplina, o que pode vir a indiciar e viciar os próprios resultados desportivos. 

Neste enquadramento, para os dois protagonistas em causa, Luisão e SLB, só se pode lamentar a atitude e a ação consumada, tendo em conta que estamos na presença de um clube com pergaminhos e responsabilidades na modalidade rainha do desporto mundial, e também, pelo ato reprovável e irresponsável de um capitão de equipa que deveria primar pelos bons princípios éticos e desportivos, como exemplo a seguir por todos os seus colegas de profissão. 
De acordo com as regras em vigor, o capitão de equipa tem um estatuto especial que lhe permite de facto entrar em diálogo com o árbitro, mas sempre com lisura e sem usar excessos de comportamentos reativos. Não pode haver aqui lugar a uma pretensão do tipo de ‘proteção dos colegas’ que legitime qualquer tipo de comportamento agressivo perante elementos da equipa de arbitragem ou mesmo dos próprios adversários. Um capitão de equipa que se preze, tem o dever de estar preparado para assumir todas estas responsabilidades, assim como o clube tem o dever e a obrigação de o eleger e formar nesse sentido.

Por isso é totalmente irrelevante dizer que o fez em defesa do grupo, ou mesmo para evitar um segundo cartão amarelo e consequente expulsão a Javi Garcia, (que entretanto parece que ficou esquecido por incapacidade física e mental do próprio árbitro), que deveria também ele ser objeto de relatório e punição, uma vez que o árbitro se prontificava para o fazer naquele preciso momento em que foi abalroado pelo jogador em causa.





Há também a destacar pela negativa a posição do SLB, que a julgar por verdadeiras as afirmações do clube alemão, nem se quer na devida altura emitiu um simples pedido de desculpas, e que a considerar as infelizes e esfarrapadas declarações de alguns dirigentes e jogadores, dão a entender que o árbitro é que se deveria ter desviado do Luisão, estando aqui bem patente por parte do SLB uma forte componente de falta de civismo desportivo (Que é feito de Rui Costa?), de liderança da sua direção, e da usual forma de encarar os factos sem nunca darem a mão à palmatória como se esperava e se obrigava naquele caso, que também, diga-se a verdade, não é só uma lacuna de procedimentos do SLB, mas sim, da maioria dos clubes portugueses, onde não tenho problemas de incluir aqui também o meu FCP.




Para além destes factos, há ainda a destacar a postura lamentável de Jorge Jesus e alguns dos seus jogadores, que em direto e através das câmaras de televisão, comentavam entre si com a mão a tapar a boca para que não se conseguisse fazer a leitura das palavras através dos lábios, e acompanhados por sorrisos sarcásticos que valiam mais do que mil palavras, dando porventura a compreender ao mundo do futebol e a muitos dos seus apaniguados adeptos, a verdadeira razão pela qual não conseguem ganhar mais vezes, e atendendo ao aproximar de mais um ato eleitoral, todos estes episódios em nada vão ajudar a uma reeleição fácil de LFV e seus pares.


Por: Natachas.




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