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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

sábado, 2 de junho de 2018

domingo, 6 de maio de 2018

domingo, 8 de abril de 2018

O futebol morreu...


 O futebol morreu...

O futebol está morto,
Já não há esperança, 
E tudo não passa duma lembrança 
Do que foi o desporto...

sexta-feira, 23 de março de 2018

quarta-feira, 14 de março de 2018

quarta-feira, 7 de março de 2018

domingo, 25 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

De la Palice!


De la Palice!

Há quem diga que vivemos num Estado de Direito. Tenho as minhas dúvidas. Não creio que vivamos nessa utopia clássica de um Estado regido por leis e por conceitos de justiça elementar. Vivemos numa sociedade humana e, só por isso, plena de defeitos e incongruências. A utopia do Estado Moderno, divisado na trilogia dos três poderes - judicial, legislativo e executivo - que se auto-controlam, é uma falácia. O poder difere como conceito, razão e facto da autoridade. O poder e a autoridade deviam dar conformidade à razão de Estado, mas o que se constata no Estado Moderno é que o poder se exerce como uma razão de facto e não como uma razão de autoridade ou de direito. A autoridade é, ou devia ser, o substrato mais importante do poder, porque é, ou devia ser, a razão que o legitima. A legitimidade, como forja moral, como afirmação de concordância societária é, ou devia ser, exactamente como o direito, a força vectorial da sociedade política. 
Esta reflexão politóloga trouxe-me à ideia a razão actual do Estado português nos seus actos mais comezinhos. Não, não falo da eleição do "encriptado" Rio contra o homem dos violinos de Chopin na  ascensão à "cadeira de sonho do PSD", falo sim do estado do nosso país perante os sucessivos escândalos que vamos tendo conhecimento através da leitura dos mails do Estado Lampiânico. Um Estado dentro do Estado, como todos sabemos...

domingo, 14 de janeiro de 2018

Chavão histórico




Chavão histórico

Não é por acaso que somos um país retrógrado, assimétrico e centralista. Desde o século XVII que a Inglaterra operou a sua revolução democrática e parlamentar; nós, só em pleno século XX compreendemos o simulacro da democracia. Talvez por isso o regime se tivesse sentido confuso e momentaneamente desbaratado ao ponto de permitir que outras entidades e cidades pudessem ressurgir no panorama social do mérito. Sol de pouca dura. Refeito do susto democrático, o regime voltou a aglutinar-se numa ampla manobra de interesses e teias em prol daqueles que são os desígnios da Capital do Império. Governo, entidades governamentais, associações desportivas, comunicação social, sector da arbitragem, tudo contribui para que o desígnio nacional vá convergir no nacional-benfiquismo, custe o que custar. Tráfico de influências, jogos de corrupção, interesses convergentes de entidades desportivas que levantam o pé quando jogam contra o todo-poderoso benfistão, entidades arbitrais que pedem "almoços-grátis" contra a promessa de, no futuro, serem "árbitros de primeira categoria"... 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

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