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quinta-feira, 11 de maio de 2017

segunda-feira, 10 de abril de 2017

quinta-feira, 2 de março de 2017

domingo, 8 de janeiro de 2017

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A minha GLÓRIA!

#benfica #FCPorto #Joker #TVs #BES



A minha GLÓRIA!

Que seja um defeito
(Obtuso, maniqueísta…)
Sou anti-benfiquista
De pleno direito!

Não contra alguém
No seu gosto e apego!
Mas eu não delego
O meu gosto, também!

Sou anti, e então
Não é positivo?
Sou obsessivo
No meu gosto do NÃO?

Desconfio sempre
De quem se diz grande!?
Pois nisso há quem mande
Juntar-se-lhes mais gente!

E criar “unanimismo”
Num país tão pequeno!?
Esquecido por pleno
No seu benfiquismo?

Não ter enviados
Ao jogo europeu?
Ao Porto, o seu!
Estamos habituados!…

Há que canalizar
As verbas pr’o share
O país assim quer!
Democratizar!?

Qu’interesse jornalístico
Se pode retirar
Qu’o Porto a ganhar
Na Europa, por título?

E há que poupar
Para o jogo na Rússia
Qu’aí vão à dúzia!?
Não há qu’enganar!

E se perderem a bola
No meio da neve…
Ninguém arrefece!!
Qu’o benfica consola…

E mesmo perdendo
Na Europa, a cara!
Por cá, se dispara
Um título estupendo!

Tiveram azar
Ou não os deixaram…
Por lá bem jogaram…
Qu’interesse em passar?

No burgo é que conta
O ceptro em disputa!
Que se não foss’a “fruta”
Perdiam a conta!

Abarcam o mundo
Em ceptros e sócios!
E contam os fósseis
Do túnel imundo!

Aqui tudo grita
Mas não por verdade!
Pois s’a realidade
Nisso é perita!?

E s’o mundo inverte
As nossas convicções
Forjamos acções
Qu’a vida prescreve!

E nisso já cremos
Julgando por ética!
E por dialética
Só nisso, perdemos!

São todos corruptos
E eles sem mácula!
Não passam da marca…
São absolutos!!

E ainda qu’o tempo
Recorde outras eras…
Em qu’as altas esferas
Decidiam por dentro!?..

Aí estal’a tinta
Aí esvai-se a celeuma!
“Qu’a época de sessenta
Não começou em trinta…”

Que não são regime…
Dizem-nos com convicção
Balbuciand’a razão
Qu’o benfiquismo define

Esquecendo a política
E a sociedade jacente
Onde só pensar diferente
Era caso de polícia…

Quanto mais vencer!?
Por oposição?
Como campeão?
Deitar tud’a perder?

Se até o símbolo
Nos quiseram sonegar!?
Como conseguir ganhar
Ao totalitarismo?

E esta mentalidade
Ainda existe, é certo!
Por isso sou “incorrecto”
Quando dig’a verdade!

Sou um faccioso
Um anti-benfiquista!
E isso é uma conquista!!
Num país “glorioso”!?…


Por: Joker

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Uma moda antiga

#Politica #Benfica #FCPorto #Joker #Salazar
 

Vejam como eles se calam
Como que envergonhados!
Mas tão só acostumados…
Pois da vergonha, se ralam?

Semana após semana
De tão evidente abuso
Torna-se prática, uso…
E nisto ninguém reclama!?

A não ser os do costume
Ao verem-se espoliados…
Em tais costumes trocados
Pois no roubar, está a virtude?

Nem os preclaros moralistas
Sempre prontos a pender
Para esse lado do Ser
Encontram provas, tão vistas?

Tudo se passa às claras
Nem é preciso esconder…
O qu’é preciso é vencer
Com duas caras!

Pois se se perder
Se mostr’o hábito
Dum povo estrábico
Por tão mal ver…

Como acreditar
Neste país
De tal cariz
Pr’o elogiar?

Como podemos estranhar
Os nossos governantes
Se somos emigrantes
Pr’a se nos respeitar?

Como podemos querer
Um mundo mais justo
Se é neste custo
Que sabemos vencer?

A prova evidente
À mão ou ao pé!
E juramos que não é
Por ser à tangente?

Se não aceitamos
os nossos erros
Tomados por esmeros…
Nisso nos tornamos!

Um mundo “benfiquista”
feito de impunidade
Em prol dessa realidade
A parecer bem vista?

Se aceitamos que errar
Sempre pr’o mesmo lado
É um estilo adequado
Pr’a assim se governar?

Pois bem merecemos
Esta alienação
Em máscara de nação…
Pois somos pequenos!

Mas por cá no burgo
O nosso clube vence
Mas em tal não convence…
Pois lá vale tudo!

Se até se aceita
C’um banco falido
Seja constituído
Nessa clube, em receita!?

E que lá ostente
Nesse capital
Prova mais que igual
Dum país emergente?

Como acreditar
Que destruindo vidas
Nesse banco, as feridas
Não se possam sarar?

Pois, por mais vergonha
Que lá se conheça
Não há quem o impeça
De lá dispor da soma?

E de ter investido
Nesse mesmo clube
Um capital de molde
A tal ser conhecido?

São oito por cento
Do capital social
Nessa SAD nacional!?
Pois o regime é do centro!

Como se justificar
Qu’um banco dito BOM
Nessa despesa, dê o tom
Pr’a tudo igual continuar?

Não me surpreende
Estas ocorrências
Pois em tais coincidências
O meu país é o de sempre!

Pois assim siga
Semana após semana
Que ninguém reclama!
Desta moda antiga…

Por: Joker


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Taça!

#TaçadePortugal #Futebol #FCPorto #Regime

Espera-nos Oeiras, por certo
Esse Estádio “Nacional”
Que lá jogar, seja igual
A descobrir o “encoberto”!

Pois a memória perdida
Desta nação atlântica
Tem-se em prova titânica
Numa batalha esquecida…

Por terras do norte d’África
Onde pereceu esse Rei
Em Álcácer-Quibir, bem sei
Numa batalha trágica!

E como que perdidos
Nessas nossas referências
Nestes séculos de urgências
Temos vivido “esquecidos”

Do nosso valor ancestral
Que nos lega por mil anos!
As fronteiras que formamos
Em prol duma só capital!

E num saudar “sebastianista”
Revitalizámos o Estado!
Novo e revigorado!
E um homem por “estadista”!

E nisso fizeram-se obras
Que alicerçassem a nação!
Estradas, pontes, construção
E um estádio pr’as manobras!

Que amiúde saudavam
O refulgir deste povo!
Que encantados c’o “novo”
Na “mocidade” entravam…

E depois de tanto tempo
Tanta prova libertária
Esse símbolo dessa era
Ainda promove o evento!

A Taça de Portugal
É pois jogada em Oeiras!
E lá só se calçam chuteiras
Pr’a se jogar a final!

E a nossa selecção?
Nos dirão os mais astutos!
Não embarca em tais condutos
Pois não é disso tradição!

Ah, está bem, eu compreendo
Esse estádio serve a Taça!
Com’o apuramento da raça
Qu’o regime foi tendo!

E só nos símbolos das colónias
Que serviam os propósitos
Não se submetiam, por lógicos
A essas leis das tiranias!

Pois aí a pátria unia-se!
Ao redor das instituições!
Os três efes – multidões!
A qu’a política servia-se!

E ficando como símbolo
Dessa era de milagres!
Ainda por lá s’aspiram os ares
Do regime, como sândalo!

Por isso lá temos que ir
Como política presente!
Pr’a mostrar qu’o antigamente
Tem vontade de ressurgir!

E só um clube do norte
Dessa cidade liberal!
Pode mostrar, na capital
Qu’o país é todo forte!

E não se pense qu’a política
Só se joga no executivo!
Pois qualquer jogo recreativo 
Tem o peso da apologética!

E disso sabia o regime
Que servindo-se da religião
Fez do futebol e da canção
O seu sustentáculo mais firme!

“A contrario” vamos vencer
Essa prova do calendário
Nesse estádio, corolário
Do centralismo e poder!

É só passar o Estoril…
E caminhar a Oeiras!
P’la marginal, pelas eiras
Até à conquista “d’Abril”!


   

Por: Joker
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