Mostrar mensagens com a etiqueta Marco Silva. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Marco Silva. Mostrar todas as mensagens

domingo, 24 de agosto de 2014

O Calimero

#Sporting #lagartos #Nani #Joker


O Calimero chegou
Vindo d’Inglaterra
E até jogou…
Pois chegou de véspera!

Como s’adivinha
É um craque feito!
E na equipa alinha
Sem treinar o jeito…

E joga pr’a gáudio
Dessa multidão!
Que lá ench’o estádio
Numa ocasião!?

É o Calimero
Vindo dos “Diabos”
Em negócio sincero
Por passes trocados!

E é nessa premissa
Que s’estrei’o craque
E lá se fez justiça
Pois foi o destaque!

Da mentalidade
Dos grandes chorões
Ond’a antiguidade
Não vale os galões!

Basta, pois chegar
Um qualquer Nani!?
Pr’a logo calçar
Jogando pr’a si?

Como querem respeito
Ao não respeitar
Quem lá está de peito
Para s’encostar?

E nesses perdões
lavrados em processos
Julgam ter soluções
Pr’os casos complexos?

Duplo tratamento
Pr’a quem chega e sai
Sem o devido aumento
Qu’o jogador distrai?

Pura demagogia
De quem rasga contratos
Pr’a lavrar a alegria
A milhares de lagartos!?

É deixá-los sorrir
Antes da factura…
E o Nani cobrir
O valor da falcatrua!

Pois quem vai pedir
A devolução
Não vai exigir
Só o valor da sanção!

Vai, pois englobar
Aquele ordenado!
Na vez de cobrar
O passe “roubado”!

Mas o Calimero
Não pensa no futuro
E presume qu’o “erro”
Justific’o “furto”!

Como s’a resolução
Dum contrato do género
Servisse a “coação”
No seu valor efémero…

Mas no momento
Serv’a boa causa
Nesse sofrimento
P’la vitória em casa!

Que s’esse pénalti
Serviss’o empate
O negócio Nani
Já se tinh’a saque!

Por subverter
A anterior relação
Nessa marcação…
C’o Adrien a ver!?

Marca quem está bem
Diz o bom do Marco…
Se estiver ninguém
Marc’o Rei-Lagarto!

Qu’ele é qu’escala
A equipa de verde!
Nessa voz de “Scala”
Qualquer cantiga serve…


Por: Joker

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Dança de Treinadores.

#FCPorto #Treinadores #benfica #Sporting #Portugal #Futebol #Lopetegui #Jesus





Com o campeonato deste ano terminado e o escalonamento dos três principais candidatos consumado há já algum tempo, é hora de projetar a nova época, e segundo o que se tem lido nos "mentideros" dos vários órgãos da comunicação social, “a procissão ainda vai no adro da igreja”, mesmo assim não resisto a fazer alguns comentários sobre esta matéria.





Sobre o novo campeão, o SLB, penso que este ano foi um merecido vencedor e ponto final parágrafo, no entanto, como cada época tem a sua própria história é hora de projetar a próxima, e tendo em conta os últimos desenvolvimentos que têm aparecido nos escaparates dos jornais da especialidade, parece haver uma forte possibilidade de JJ sair do SLB, pese embora, se essa situação se vier a concretizar, na minha ótica só se deverá ao facto de JJ querer demonstrar a ele próprio e às hostes desportivas que também é capaz de realizar um bom trabalho fora de portas, pois se assim não for entendido e sabendo de antemão o megalómano contrato que celebrou com o SLB, só por estas razões é que correria o risco de mudar de clube.

Quanto ao SCP, e quando nada o fazia prever, Leonardo Jardim não resistiu à proposta megalómana do Mónaco, deixando para trás um projeto que estava a dar os seus frutos, se bem que este ano o clube de Alvalade muito cedo se voltou unicamente para o campeonato, não tendo por isso o mesmo desgaste físico e psicológico dos seus eternos adversários, o que não irá acontecer certamente no próximo ano, e nem o SCP teve capacidade financeira para impedir a saída do seu técnico, nem mesmo argumentos desportivos suficientemente apelativos para continuar a usufruir dos seus préstimos.

Marco Silva foi apresentado como o novo treinador do SCP, no entanto, apesar das duas épocas excelentes que teve ao serviço do Estoril onde conseguiu o acesso à Liga Europa, há sempre o risco de estarmos na presença de outro caso idêntico ao de Paulo Fonseca no FCP, pois, uma coisa é treinar um clube de um nível secundário, e outra coisa é ter capacidade e engenho para conseguir lidar com a pressão intensa dum clube que luta por títulos.

Quanto ao FCP e à escolha que poucos ou mesmo nenhuns alvitravam no nome de Lopetegui, pese embora já estarmos habituados a que por vezes PC nos surpreenda com escolhas desta natureza, arriscando em nomes pouco conhecidos e mesmo sem curriculum ao nível de treinamento de um clube com os pergaminhos do FCP, já que Lopetegui fez grande parte da sua curta carreira de técnico nas seleções jovens espanholas, com títulos europeus conquistados nos sub-19 e sub-21 mas com uma única passagem discreta no Rayo Vallecano, tendo sido mesmo despedido ao décimo jogo, porém, agora um pouco mais a frio e depois de analisar melhor o percurso do novo treinador do FCP, confesso que até poderá ser uma boa opção mesmo sabendo do risco que esta opção possa vir a trazer, o que não significa que qualquer outra opção mais sonante também não pudesse ser assim entendida, pois o futebol e os êxitos associados aos clubes sempre se regeram não só pelo nome dos seus intervenientes, mas fundamentalmente pelas bolas que entram nas balizas adversárias.

Apesar de ainda ser um pouco cedo para se fazer uma análise mais cuidada, já dá para verificar que o FCP se inclina mais para um projeto onde pontifique a aposta em jogadores da sua cantera, ou outros jogadores jovens provenientes de outras paragens mas com potencial para singrarem no clube, a dúvida é se a sua juventude, talento e falta de experiência competitiva se conjuguem num só objetivo para se atingir os fins pretendidos, já que não se vislumbra até à data nenhuma aquisição de qualquer jogador de renome inquestionável ou já com créditos firmados no panorama internacional.

Sendo assim, será interessante para o próximo ano verificar se o SLB vai continuar na senda dos êxitos e se consegue repetir a proeza de conquistar de novo o campeonato, situação que já não acontece há vários anos para aquelas bandas, se o SCP vai ou não ter capacidade para continuar a competir taco-a-taco com os seus dois eternos rivais como já não se via há vários anos, ou se o FCP consegue voltar a ter a hegemonia do futebol português reconquistando o título ao SLB, no entanto, e pelo andar da carruagem, o que transparece para fora dos meandros desportivos é que se desenha uma próxima época com menos qualidade futebolística para um campeonato cada vez menos apetecível, tendo em conta por um lado a saída de alguns jogadores de enorme valia técnica, e por outro lado, o momento conturbado que os clubes atravessam em termos financeiros, situação que se tem vindo a acentuar época após época, embora tanto o FCP como o SLB tenham mesmo assim, conseguido nos últimos anos com orçamentos reduzidos fazer frente aos grandes colossos europeus, demonstrando tal e qual como o Atlético de Madrid fez em Espanha que também é possível continuar a sonhar.



Por: Natachas.

sexta-feira, 7 de março de 2014

(M)Orfina

Lixo!...


Já juravam no jornal
Qu’er’o Marc’o escolhido!
O treinador-entretido
Pr’a partida de carnaval!

O registo da Cofina
Apressa-se a noticiar
Qu’o treinador vai treinar
Aquele clube “lá de cima”!…

E esquece-se d’enunciar
Qu’é a véspera da partida
Do Estoril à subida
Aquele terceiro lugar…

Mas só existe um senão..
O adversário em jogo!
Não se vá dar aquele logro
Do ano passado, então!?

Quando já viviam o título
No passeio Marítimo
Onde ao Estoril, o legítimo
Era ser o próximo fascículo!

Mas pr’a acautelar a festa
Deste ano anunciada
Nada como uma “Cofinada”
Pr’a adornar o que resta!

E anunciando o vínculo
Do treinador do Estoril
A esse Porto, o ardil
Está publicado no título!

É este grupo “comunicacional”
Por detrás desses correios
De tantos papeis porreiros
Que fazem prova de jornal!

Uma publicação irmã
Desse triste “Record”
Que nessa manha, encobre
O ditoso “Correio da Manhã”!

Tipos da maior seriedade
Que na pena são jornalistas
Directores e carreiristas
Que só perpetuam a verdade!

E como mexem em tod’a merda
Sabemos como gerem os Negócios
Que nas notícias fabricam sócios
Ao preço de tod’o zero-à-esquerda!

E é esta comunicação
Que dá cultura a este país
Tod’a informação de raiz
Na sua particular visão!

Nada que não se conheça
Nos trejeitos dos mentirosos!
Quais jornalistas honrosos (que)
Só publicam o qu’aconteça!

São sintomas dos tempos modernos
Ond’o que importa é noticiar
Não esse realidade, qu’a mostrar
Lhes daria audiências a menos!

Por isso há que desvirtuar
Os acontecimentos externos!
Procurando novos governos
A quem possam apoiar!

E nisso há que manter o status
Uma determinada verdade
Que escrita em repetida idade
Possibilita a criação de factos!

E nisto estamos “morfinados”
Por este lixo tóxico da Cofina
Que mesmo não o lendo, afirma
Que fazemos jus aos seus primados!

Por isso é vendido a eito
Não sei se como papel de jornal
O que numa emergência real
Daria pr’o limpar a jeito!





Por: Joker

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Liga Zon Sagres, 20ª Jornada; FC Porto 0 - 1 Estoril

Tiro na cabeça.

Já com os pés todos esfacelados de tanto furo de bala, eis que a dita, desta vez, perfura o crânio, metendo o FC Porto num estado vegetativo. Já com massa encefálica espalhada pelo chão, uma hemorragia perene, um pulso periclitante e uma paragem respiratória eminente, este FC Porto agarra-se ao milagre. Valeu-nos já no passado. Será que os vermelhos passam em Guimarães? Se calhar não! E se formos a Leverkusen ganhar? Ou a Frankfurt? A equipa anima?!

O ridículo aconteceu. Este FC Porto, que já não perdia em casa há mais de cinco anos para o campeonato, sem margem de manobra e após mais um mau resultado europeu em casa, perde frente ao Estoril!

foto1 





Mas isso é ridículo? Este Estoril é a surpresa do campeonato! É a equipa que iniciou a derrocada lampiónica da época passada!







Pois é. Não foi por falta de aviso. Na primeira volta não ganhamos lá. Sim, a arbitragem foi terrível, eu sei, mas foi taco a taco. Para a taça, ainda levamos um susto e só aos 87 minutos a coisa lá se resolveu. Suado, suadinho!


Mas sejamos honestos. Este Estoril é uma equipa espremida até mais não. Perdeu 6 titulares do ano passado. Neste jogo não contou com o seu melhor avançado (Sebá) e com o seu esteio defensivo (Gonçalo). Até jogou 30 minutos sem o seu treinador no banco! Que mais podíamos pedir?!


Ainda assim, perdemos!!!!

Entrando no jogo, começamos bem e pressionantes. Havia que ganhar alento após mais um desaire caseiro para as competições europeias e o 3º classificado havia ganho ontem.

O meio campo estruturava-se bem, com Herrera a assumir a transição. Dois extremos abertos, davam amplitude ao ataque e criavam dificuldades defensivas ao Estoril. Claro, este FC Porto ainda gatinha. Não tem entrosamento, não tem dinâmica, não tem velocidade de execução. Já tem um bom desenho, algo que até há bem pouco tempo nem isso tinha.

Fomos criando algumas, mas o Estoril soube morder a língua e aguentar. À passagem da meia hora, Herrera deixa de transportar jogo. É certo que o meio campo estorilista já havia percebido a origem do perigo, mas o recuo de Herrera corta a alimentação do ataque portista. Qual a origem deste recúo?!

 






O intervalo traz um FC Porto acossado. Até assustado pela perspectiva de perder mais pontos. A entrada é forte, mas desconexa. Mais alma que engenho. Mais vontade que qualidade. O Estoril volta a baixar a cabeça e a morder a língua. É preciso dobrar a tormenta para chegar à boa esperança.









Até que o jogo se decide entre o minuto 60 e 70. Onde o Estoril mais queria: no jogo dos bancos.


Começa Paulo Fonseca que, na sua cartilha particular, ao minuto 60 faz a primeira substituição. Entra Carlos Eduardo. Muito bem. O problema é quem sai. Herrera já não era 8 e Carlos Eduardo poderia ressuscitar as nossas transições. Se era para imprimir outra criatividade na posição 10, mais valia Quintero. Mas não, sai Josué (até fez um bom jogo) e entra Carlos Eduardo. Pouco ou nada mudou no FC Porto.

 Responde Marco Silva, ao retirar Babanco para colocar Bruno Lopes. O Estoril muda. Ganha velocidade nos flancos, Evandro assume a comando criativo e o Estoril ganha presença à frente dos centrais.


 Resposta de Paulo Fonseca? Tira Herrera e coloca Ghilas. Carlos Eduardo e Fernando na mesma linha a meio campo. Ghilas e Jackson lá na frente à espera das bolas que nunca haveriam de chegar. Marco Silva só não se riu porque já não estava no banco.

 De repente, o treinador do FC Porto oferece superioridade numérica a meio campo ao Estoril e expõe a sua equipa as raides de Carlitos e Balboa, pois os laterais portistas, até aí os principais alimentadores do ataque portista, ficaram amarrados atrás.









O resultado desta calamidade táctica chegaria 8 minutos depois. E a derrota era uma certeza. Burrice!

Marco Silva ganha de goleada. Em campo na táctica e na conferência de imprensa.







Paulo Fonseca deu o tiro na cabeça. Este FC Porto está vegetativo. Cabe à SAD, que sempre se escondeu atrás da incompetência alheia, solucionar o que adiou. Este caminho é finito.




Análises Individuais:

Helton – Algumas reposições patéticas. Muito preocupado em pedir desculpa para as bancadas. Duas boas saídas a evitar males maiores.

Danilo – Ofensivamente competente. Defensivamente, esteve em bom nível.

Alex Sandro – Melhorou substancialmente em relação ao último jogo. Ainda permeável a nível defensivo, mostrou-se muito mais capaz a nível ofensivo. Paulo Fonseca não gostou e cortou-lhe as asas.

Abdoulaye – Nem bom, nem mau. Balboa nada percebe da posição e é presa fácil. Bruno Lopes foi mais complicado. Não errou, mas também não ditou lei.

Mangala – Anda parvinho de todo. É lance para dar penalti?! Tal como Abdoulaye, nem ditou lei, nem foi testado. Quando foi, deu um brinde.

Fernando – Na primeira meia hora de jogo jogou ao seu nível. Herrera desceu e nunca voltou ao mesmo nível exibicional. A dupla com Carlos Eduardo foi um desastre.

Herrera – Ordens de Paulo Fonseca? Incapacidade sua de se impor ao meio campo do Estoril? Há dois Herreras. Até ao minuto 30 foi poderoso, após isso foi desastroso.

Josué – Boas aberturas e boa visão de jogo. Faltou-lhe vivacidade. Dinâmica. Mas foi o melhor elemento do meio campo e, ainda assim, é o primeiro a ser substituído. Cartilha. Não sabe para mais o Paulo Fonseca. O melhor em campo.

Varela – Muito apagado, Mano meteu-o no bolso, de onde raramente saiu.

Quaresma – Numa equipa sem rei nem roque. Sem treinador, táctica e ideia de jogo. Até percebo que queira chamar tudo a si. Que queira assumir. Que não se esconda. Mas peca por demasia. Abafa ainda mais a equipa. Não percebo porque continua a marcar todas as bolas paradas.

Jackson – Um desastre neste jogo. Más recepções em barda. Remates pífios. Fartou. Não é desculpa. Pelo contrário. Responsabiliza-o ainda mais. Não pode encolher os ombros e que se lixe.



Carlos Eduardo – Afundou-se naquele meio campo congeminado por Paulo Fonseca. Então quando passa para a dupla com Fernando, esfuma-se!

Ghilas – Pela enésima vez!!! A partir de um flanco!!!! Não é para o molinho na frente com Jackson, à espera da bola que nunca há-de vir! É  para carrilar jogo a partir do flanco!!!




Ficha de Jogo:

FC Porto: Helton; Danilo, Abdoulaye, Mangala e Alex Sandro; Fernando, Herrera (Ghilas, 70 e Josué (Carlos Eduardo, 62); Quaresma, Varela e Jackson.
Suplentes: Fabiano, Maicon, Carlos Eduardo, Quintero, Ricardo, Licá e Ghilas.
Treinador: Paulo Fonseca

Estoril: Vagner; Mano, Yohann Tavares, Ruben e Tiago Gomes; Diogo Amado e Babanco; Carlitos, Evandro e Filipe Gonçalves; Balboa.
Suplentes: Ricardo Ribeiro, Bruno Miguel, Anderson, Gerso, João Pedro Galvão, Emídio Rafael e Bruno Lopes.
Treinador: Marco Silva

Árbitro: Vasco Santos

Golos:  Evandro (78m)


Por: Breogán
>