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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Obviamente, demita-se!…

#Joker #Benfica #FCPorto #Jesus
 
São tant’as referências
Às pródigas nomeações
Qu’até nas televisões…
Os árbitros, já dão audiências!

Agora o despromovido
Falou de várias chamadas
Pr’a relembrar as jogadas
Desse jogo qu’ele for’o escolhido!

Er’o Presidente arbitral
A relembrá-lo da necessidade
D’ele apitar com “verdade”…
Pr’o nomear noutro jogo fulcral!!

E depois de tanta celeuma
Nem uma brigada por perto?
Não há processo entre-aberto
Pr’a já aplicar a pena?

Nem as capas dos jornais
Fazem referência ao caso…
O Marco já está no ocaso
E o Vitor já nomeia mais!!

Por isso bem se compreende
A reacção por corporativa!
A arbitragem é bem sucedida
Na nomeação que ninguém entende!?

E ainda qu’a vontade imensa
Tenha votado p’la mudança
A arbitragem ainda tem esperança
Qu’a decisão seja suspensa!

Quem manda é o presidente
Nas nomeações a contado
E o Capela já está nomeado
Pr’o jogo do seu cliente!

Aquele que saiu de cena
Por não concordar c’a maioria
Qu’a proposta não lhe servia
Como à outra vintena!!

E agora qu’o milagreiro
Se mudou para Alvalade…
Há estado de necessidade!
Suspenda-se já o sorteio!!

E nisso não se vê razão
Pr’o homem se sentir visado
E ainda seguir cooptado
Até à sua demissão?

O escândalo saiu à rua
No mundo da nossa arbitragem
Mas tudo segue sem clivagem
Pois qu’a Justiça não actua!?

Se fosse notícia do “norte”
E envolvesse outras pessoas
Tod’as propostas por “boas”
Já tinham levado outra sorte!

Mas sendo proposta de Lisboa
A nomeação é valor seguro
E o sorteio, sendo puro e duro
Gera incerteza à toa!

E como promover o espectáculo
Sem a decisão do Capela?
Do Jorge Ferreira, à cautela
Pr’a expulsar pelo vernáculo?

Ou do prestimoso Paixão
Sempre pronto a colaborar…
E num suspiro, ainda marcar
O pénalti por omissão?

Um rol de predestinados
Sempre prontos à nomeação!
Ao Pereira, os homens de mão
Nunca serão sorteados!!

 Por: Joker

domingo, 6 de janeiro de 2013

Stickadas (Por Joker)





Choram-no no comunicado, não gostam da marca Bosch
Não pelo seu oleado, mas pela sua arquitectura de choque
Porque alçara do stick, para se proteger dos selvagens
Qu’um dia deixaram num click, outro atleta sem imagens

 Por isso atacam a polícia, por carregar no mau perder
Atacam nisso, em estultícia, o Edo por se defender
Esperavam o revivalismo, do empate fora de tempo
Do ano passado, no ninho, qu’os tirara do tormento

De dez campeonatos consecutivos, sem espinhas
Encravados por sucessivos, nos patins sem linhas
Qu’os sticks sabem usar, não para colocar em coma
Campeões do patinar, não assaltantes da sombra

Qu’um dia arrombaram, o transporte dos campeões
Deixando o Filipe sem norte, prostrado em comoções
E depois queixam-se, vítimas, em comunicados puristas
Perdidos, em defesas ilegítimas, com dores de conquistas

Porque sabem qu’o trajecto se vai retomar, em vitórias
Um novo ciclo a edificar, travejado de boas memórias
Por isso importa chorar, por aconselhamento do Moniz
Pois estav’ó orelhas a presenciar, aquele derrota infeliz

E nova carga s’adivinha, nos nossos salões de festas
Há que preparar a gentinha, qu’a culpa é daquelas bestas
Que usam o café com leite, frutas e muito vinho verde
Não lhes deixando o deleite: um campeonato em sede!


Por isso a culpa é do Bosch, da fruta, do café, e da PSP
Uma cambada de fantoches, do Papa e suas mercês
Só perde por causas extrínsecas, o sport de benfica
Só se derrota com tricas, patina como quem sticka




Por: Joker

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Sorteio (Por Joker)





Fiquei muito confuso, naquele sorteio europeu
Estava o Porto como intruso, e o benfica em apogeu
No sorteio dos campeões, e no outro da liga europa
Um mundo de exclamações, p’la equipa da batota!
Era o benfica do jasus, que ia jogar com a Bayer
Não a equipa andaluz, que estava no pote maior!

Mas que raio, o Málaga não era  a equipa pequena?
Que fazia naquela amálgama, aquilo não era a arena!
Não era um sorteio de touros, nem sequer de toureiros!
Uma equipa de mouros, naquele pote dos primeiros?
Então e a Bayer que é, a vendedora de aspirinas!?
Vai jogar com o mais maior, a equipa da rapina!

Que tem na águia, a sua maior vitória recente
Tirando aquela paga, qu’o jasus recebe, jacente
De quatro milhões ao ano, para integrar a europa
Ser campeão pelo cano, e da taça da galhofa!

Mas o destaque é seu: vai jogar na liga europa!
O jornais no quinto céu: o benfica de vento em popa!
O Porto nos campeões, como mero sofisma
Casta d’aldrabões, só ganham sem carisma!

O benfica é que é, uma alegria e sem o FMI
Se na taça da Liga até é, o destaque da TVI!
O Porto campeão, não interessa!
O garrafão está na mesa!…




Por: Joker

domingo, 23 de dezembro de 2012

Carta do Orelhas ao Pai Natal (Por Joker)





Pai Natal, este ano escrevo-te em verso
Não é por mal, é para ser controverso!
Não sou eu que escrevo, é o assessor!
pois, como sabes, sou um transmissor!

Da vontade dos mais de seis milhões
Maior marca de Portugal: os lampiões!
E por isso temos o sagrado direito
De vencer três campeonatos a eito!

Isso te peço, mais a liga dos Campeões
Julgo que mereço, a escrever à Camões
Não eu, mas o assessor, o papagaio
Que escreve com'um doutor, o lacaio!

Sim, porque somos o mais maior do mundo
Saímos no guiness, em página de fundo
Temos na águia careca, um símbolo vivo
Um treinador que soletra, com'um fugitivo!

Pagamos a rodos, apesar do grande passivo
Não somos de modos, neste clube altivo
Pagamos quatro milhões, ao nosso chiclete
Para sermos campeões, sobr'os d'Alcochete!

E aqueles do Porto, que jogam com três?
Isto não é desporto, é uma insensatez!
Só ganham com fruta, com café com leite
Não é boa conduta, neste tempo d'enfeite

Por isso, Pai Natal, manda vir da Lapónia
Mais um vendaval, de túneis de cerimónia
Do novo tricampeonato, laureado p'lo Costa
O santo novato, não o da pronta resposta!

Qu'eu chamo Isabel, por referência à Santa
Literatura de cordel, que leio de garganta
Beatificado sou eu, que jejuei na Boa-Hora
Indiciado como Ateu, mas liberto sem demora

Só tinha assaltado, o armazém à mão armada
Com fraco resultado, arrombando a portada
Aldrabão era o outro, um criminoso infame
Eu sou mais aqueloutro, o artista do arame!

Como me porto tão bem, mereço muita Paixão
Um Augusto também, como título pra ladrão
Um Baptista muito santo, pra solene baptismo
Do Rodrigo, um encanto, pecador sem castigo!

Por isso, São Nicolau, envie-nos santinhos
Qu'eu não sou mau, sou menino de miminhos
Que costumo fazer, no aeroporto da Portela
A quem me contradizer, por minha clientela

Ah, que nos envie mais cartões vermelhos
Pr´ós outros, canastrões, dos grupelhos
Jogam com menos dois, contra o glorioso
E dizem aos despois, que até deu gozo!

E mais pénaltis pra vendermos o Cagoso
Vinte milhões de Maravedis, maravilhoso!
Um perneta de Deus, curado pelo Jasus
Qu'Abençoa os seus, pendurando-os na cruz!

E deixo mais um pedido, neste Santo Natal
Um apelo sentido, pró escriba deste anal 
Uma águia de ouro, por este declamatório
Não em forma de corno, mas de supositório!

Feliz Natal! 

That's all Folks!




Por: Joker

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O leão morreu! (Por Joker)



O leão morreu! Estava em intensivos cuidados
Deixou-nos num sono de Morfeu, desenganado...
Tinha deixado a savana, aventurara-se a caçar
Fora da sua campana, numa caçada em alto-mar!

Prometera forte reinado, este leão orgulhoso
Quando ganhara o mercado, num golpe audacioso
Em que arrebatara guerreiros, em vários tribos
Simples flibusteiros, sem conduta pr'os estribos!

E nisto o leão, convencido qu'era um Navegador
Desafiou, no seu condão, o terrível Adamastor!
Achava-se dotado de armada, e ele forte gestor
Mas acabou sem a remada, roída por um castor!

Com um rombo no seu casco, por desvio da sua rota
Em virtude do fiasco, com que iniciaram esta prova
O navio ficou à deriva, navegando sem seu destino
Sem visão alternativa, pois naufragou num remoinho!

O leão nadou para a costa, salvando-se num booleano
Numa lógica sem resposta, regressou àquele Oceano
Tentava, de novo, avançar, sem coordenadas à vista
Para de novo naufragar, sem vislumbre de conquista!

Mas, nesta segunda vez, o leão entrou em  maleita
Ficou-se de viuvez, sem o Duque e o Mestre Freitas
Porque a leonina armada ficara, totalmente desfeita 
Só a cruz lhe sobejara, colhido em renovada desfeita!

Para terra nadou o leão, salvando-se na sua altivez
Queria ser o campeão, por isso cruzou o mar de vez
Mas não saiu daquela barra, por causa de um tornado
E lá s'afundou, sem amarras, não no mar; no rio Sado!




Por: Joker

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Tarzan vai nu?! Por Joker!




Em dia de Assembleia Geral, para as contas aprovar
Foi a equipa do orelhas, com as mesmas no vermelho
Que espantoso dealbar!! Um estrondoso estripitar!!!
Um petardo de centelha, em aceso aviso ao Conselho!

Ainda que vençam a rodos, as contas estão a esganar
Quinhentos milhões em trocos, no buraco a enxertar!
Não se fazem campeões se nos investimentos se cortar
Há que projectar sensações, para a grandeza tumular!

Como naquele semblante, da jogatana contra o Barça
Em que "o maior do mundo", mostrou toda a real crença
Jogando "com os olhos" em grande, mostrando grande raça
Uma vitória, no fundo, daquelas à do amigo Benquerença!

Um campeão de três estrelas, vence qualquer competição!
Que o diga o nosso Tarzan, como direito consanguinário
O benfica é uma aguarela, pinta o mundo com profusão!
De rubro "élan"! Urrando às cegas, o selvagem arbitrário!

Nisso se assusta o leão, que na savana, se esconde envergonhado
Ouve a gritaria, do outro lado, e julga-se a caça do encarnado!
Não é nada disso, ó jovem felino, quem se caça é o caçado!
Que enchia o peito, em desatino, para enfrentar o Barça-pardo!

E na corda bamba, o Tarzan, que de caçador-nato, virou a presa
Acha-se, ainda assim, um conquistador, no seu buraco endividado
Claro que está, a Gurosan, pelos festejos daquela magna empresa
Bêbado, enfim, um agitador, qu'empurra o fim pra debaixo do estrado!

E o jovem leão que se faz velho, mortificado que está pela gritaria
Não se dá conta que aqueles selvagens, só sabem abanar as árvores
E por esse vão, temem os vermelhos, que os têm como sua alforria
Façam com'o Dragão, e em coragem, metam-nos no buraco do seu enclave!

Gente como esta, que se tem em pompa e se toma pela real dinastia
Merece comer o pó, da sua aleivosia, no engodo da sua grandeza
Metam-nos na fresta, numa festa de arromba, proclamando a amnistia
Ficam no topo, da sua nostalgia, evidenciado a torpe da sua magreza!

Um rei que vai nu, visto pelo povo, mas ovacionado pelo seu séquito
Acha que uma dívida, por maior que seja, é amortizável no longo prazo
Visto que uma cruz, por maior desafogo, nunca passa por termo gratuito
lavram, divertidas, cantam em pardaleja: o benfica é o clube d'o Estado!



Por: Joker

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A roda dos Milhões ( Escárnio e maldizer), por Joker!



Na roda dos milhões, em que se transformou o futebol
Vemos que nas contas, também existe um campeonato
Uns assumem-se campeões, outros nem no basquetebol
Tomando-se em suas afrontas, nas bocas de uns autómato!

Um conhecido da praça, um Secretário de Estado do Santana
Exímio como Advogado, político, administrador ou tribuno
Que vê como grande desgraça, uma venda feita pela rama
Que teve como corolário, quarenta milhões dele, com rumo!

Para os cofres do Dragão, limpos como manda a contabilidade
Não amortizáveis em parcelas, como constam nos relatórios
Da grande instituição - no dizer dos pasquins da verdade
Esquecendo-se da chancela, que sobressairá do inquisitório!

Qu’isto de vender um Javi, e um Witsel pelas suas cláusulas
Recheia os depauperados cofres, da instituição dos -500 milhões
Mas pr’a isso lançam-nos um Anzhi, disposto a contratar 3 almas
Por uma proposta de chofre, a pronto, e sem mais contemplações!

Tudo verdades da Bíblia do desporto, como bem se apregoa
Num conluio com com o Tarzan, na selva dos paineleiros
Que juntos fazem um entreposto, de vendas, na Madragoa
Pejadas de um tremendo élan,  obra de santos milagreiros!

Sim, que no caso dos caceteiros, não existiam intermediários
Nem tampouco investidores, financiadores de um qualquer fundo
Não! Vem tudo por inteiro, pois nem se pagam os honorários
Pr’a isso estão lá os amadores, do Porto, com o seu moribundo!

O homem nem sabe o que diz, então se nem vendia por cinquenta!
Na prova de saldos, lá evidenciou, uma vez mais, a sua demência
Pois não passa de um aprendiz, ao vender o Hulk por...sessenta!
Que a corja não aceitou, nos seus calculados valores de referência.

Tinham que se evidenciar, nos valores das suas milionárias cláusulas
Mas aquilo que resultou foi um Hulk pelo meio campo do benfica
Pois basta por bem somar, 26 mais 14, para desmontar as rábulas
Que na travessa se chamuscou, numa renovada ética... da trica!

O orelhas vende bem: basta somar as saídas, subtraindo as compras
De um lado 71 milhões, dizem eles, sem a amortização doutros valores
O Porto, nem sessenta tem, pois vendeu o incrível sem mais arromba
E 25 que saíram sem travões, para pagar mais uns extremos jogadores!

Ah, e a bela saída do Saviola, que poupou mais de 3 milhões em ordenados?
Prova da melhor gestão, um jogador jovem, com um largo futuro à sua frente
Que só custou pouco mais que uma esmola, ou seja, 5 milhões de cruzados
Justificando a contratação, nas taças da cerveja, e no campeonato do eloquente!

Má foi a transacção do Hulk, com 26, 3 campeonatos, várias taças e a Europa
Boa, a dos 24, sem marcas de referência, a não ser as canelas dos adversários
Mas tudo não passou de um truque, como nos demonstra a sagacidade da Bola
Mais vale vender para a subsistência, enganando os lorpas com os empresários.

Que se dizem próximos do orelhas, para tornar este benfica um europeu colosso
Contratando Óleo Johnsons, para ver se os amaciam até às concorridas eleições
A troco de uma mísera parelha, por 22 milhões ficaram com o Gaitán pr’a encosto
Ah, e ainda têm o chuta-chuta gordo, que também é jogador para altas rotações!

Equipa avançada não há igual, e se avançados faltassem, lembraram-se do Lima
Para substituir, a espaços, o grande Cardoso, outro que vai ficar para fazer tijolo
Como o grande capitão-animal, o girafa que gosta de enfaixar o peito com estima
Que ainda aguarda, com gozo, pela punição,  festejada que há-se ser como um golo!

Assim, a modos que a punição do mitras, para ser executada em dias de ausência
Que dificultarão os belos treinos, da equipa dos seis milhões de papoilas saltitantes
Nada como a sanção descrita, para impor com ímpeto, as regras da complacência
Em nome da grã-valência deste Reino, pejado que está de juristas-representantes!

E na senda dos milhões, nos esquecemos da bola, daquela que ainda rola
Mais uma vitória retumbante, mais um penalti sonegado, mais um artigo esquecido
Velha máxima de rufiões, jornalistas da velha escola da queimada-que-enrola
Tudo em nome do ribombante, que na selva faz a escola do macaco divertido!




Por: Joker
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