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sábado, 2 de novembro de 2013

FC Porto 6 - 4 Barcelos - Atira Reinaldo!!!








O FC Porto estreou-se em casa este ano, em jogo da 2ª jornada do Campeonato. Foi um jogo emocionante e muito bem jogado e do qual o nosso clube saiu vencedor. Mantém assim a liderança nesta luta para a revalidação do título.







Tó Neves optou pelo 5 esperado, o mais habitual. Este 5, experiente e que se conhece bem, cedo fez questão de mostrar o sentido que pretendia dar ao jogo.

Foi um bom inicio. Trocas de bola rápidas e incisivas, ritmo de jogo elevado, uma pressão muito alta, logo após a perda de bola, sem dar tempo ao adversário para respirar. Enfim um jogo a 100 à hora, algo que não é nada inédito no nosso conjunto e que poucas equipas do mundo conseguem acompanhar. Assim, os lances de perigo sucediam-se, era uma questão de uma bola entrar.

Demorou uns largos 8 minutos até tal suceder e da forma menos prevista, de penalti. Reinaldo Ventura foi o chamado para cobrar. Bola na marca, remate rasteiro e golo! Grande execução...

O Barcelos tentava dar a melhor resposta a este jogo dos Dragões. São uma equipa interessante, apresentou hoje uma boa postura. Tentaram subir mais e a verdade é que conseguiram logo 2 lances de perigo. No 1º a bola foi ao poste e no 2º Edo efectuou uma grande defesa. Ainda assim, nós continuávamos superiores, devido sobretudo à boa forma defensiva que conseguia contrariar o 2 + 2 visitante.

Estávamos sensivelmente a meio caminho para o intervalo e o nosso treinador começa a rotação. O primeiro a sair do banco foi Caio. Uma escolha na altura certa. Logo após ter entrado, o nosso nº 8 progride em diagonal no ataque. Embora ainda longe, decide tentar o remate. A bola só parou lá dentro, um grande golo. 2 - 0...

Logo a seguir entra Vitor Hugo. Quase que Caio era imitado, o avançado ficou a milimetros de marcar também.

Assistíamos, como quase sempre, a um bom jogo da nossa equipa. Boas combinações ofensivas, boas aberturas, a descobrir a fórmula para aproveitar o jogo interior... Infelizmente sem resultados práticos. Ora o último passe não entrava, ora a bola ia ao poste ou o guardião visitante defendia.

Para completar a menos de um minuto do intervalo, golo sofrido. Existe um remate, Edo defende, a bola ressalta para o patim de Caio e entra. Muito azar! O resultado ao intervalo era por isso de 2 - 1. Curto para o que vimos.

Logo após o regresso dos balneários, novo golo nosso. Grande jogada de Jorge Silva a progredir com bola desde a nossa área e no momento certo a servir Barreiros para este marcar com classe. Bom reinício de jogo.

Contudo, os golos estranhos na nossa baliza não tinham terminado. Na jogada seguinte um passe para o interior da nossa área, novamente a bola ressalta no patim dum jogador nosso e entra... 

O azar não tinha terminado. Logo a seguir penalti para o Barcelos. Gostaria de dar a opinião se foi bem ou mal marcado, mas após ver e rever o lance ainda não percebi que infracção foi "vista"... Pela reacção do nosso guarda-redes, Edo Bosch também não percebeu. Na cobrança, golo deles. Estavam decorridos 3 minutos.

Empate no marcador. Totalmente imerecido. Vamos à luta. As bancadas (cerca de 1000 espectadores, um bom número considerando que muitos adeptos foram ao Restelo) perceberam que era a altura de apoiar. Muitos incentivos. Vamos Porto!

Fomos para cima deles. nem sequer podiam respirar. Os remates sucediam-se, vinham de todos os lados. Se perdêssemos a bola, pressão imediata, não os deixar sair. Foi um sufoco para eles. O Barcelos bem tentava acalmar o ritmo, mas nós queríamos assim e era assim que ia ser o jogo.

Após quase 10 minutos de pressão sufocante sobre o barcelos, finalmente o golo. O lance foi ilustrativo do que estava o jogo. remate de barreiros ao lado, recuperação imediata do próprio Barreiros, novo remate, agora ao poste. Na recarga, Tiago Losna finalmente marca. Golo. 3 remates no espaço de 2 segundos, brilhante!

Depois do 4 - 3 não baixamos a guarda. Muito ritmo, muitos remates. Nesta altura em tentativas de marcar já tínhamos mais do dobro que o Barcelos. falhámos muito na finalização, até de penalti (cometido sobre Losna) não conseguíamos.

A 6 minutos do fim, azul para Caio. A dupla minhota achou que aquilo era lance para tal. A equipa minhota ia ter direito a um livre directo. Felizmente na baliza temos um grande guardião, Edo Bosch defendeu este lance.

Estávamos com menos um em ringue e eles subiam. Tó Neves coloca a equipa fechada a defender em triângulo, 2 atrás e 1 à frente. Foram uns heróis, nem um lance permitiram. Pelo contrário, fomos nós que os criámos. Hélder Nunes sai com a bola e ia isolado. É empurrado. Penalti. E o azul interrogava-se nas bancadas. Nada de azul, estava tudo a cair para o mesmo lado... Era uma cegueira facciosa. Na conversão do penalti, Ricardo Barreiros não conseguiu desfeitear o adversário.

A dupla minhota não estava satisfeita. A 2 minutos do fim assinala a nossa 10ª falta. O jogador da equipa minhota marcou. 4 - 4. Muito injusto.

Tó Neves arrisca tudo. O usual 2+2 passa a 1+3. Vamos lá.

A 34 segundos do fim livre directo para nós. Azul para eles, o nosso jogador estava isolado.

A responsabilidade era do nosso capitão, ia ser ele a converter. Vamos Reinaldo, vais marcar. Parte para marcar, não remata de pronto, segue com a bola, finta para a direita, mudança de direcção raípada, remate e, GOOOOOOOLO!!! Rei, Rei,Reinaldo Ventura, o grande capitão!

Bola ao centro, foco na defesa, faltava pouco. Recuperamos imediatamente a bola, falta sobre o nosso jogador. Era a 10ª falta deles. Novo livre directo.

Mais uma vez Reinaldo, vamos lá. Atira Rei! Novamente em progressão, desta vez finta para a esquerda e mudança de direcção para a direita antes de rematar. Golo! Estava ganho.



Equipa e marcadores:

Edo Bosch (gr), Pedro Moreira, Reinaldo Ventura (2), Ricardo Barreiros (1) e Jorge Silva. Jogaram ainda: Caio (1), Tiago Santos (1), Vítor Hugo e Hélder Nunes.




Por: Paulinho Santos




  


domingo, 2 de dezembro de 2012

FC Porto B: A faina foi nossa (Crónica)



Aproveitando a moral dos últimos resultados o FC Porto procurou entrar forte na partida e em parte conseguiu-o, logo aos 5m Iturbe de pé esquerdo atira ao lado da baliza.


Mas foi sol de pouca dura logo a turma Azul e Branca entrou na onda do futebol lento e extremamente denunciado, com os laterais Azuis a darem pouca profundidade atacante e os médios com pouco dinamismo na construção e a pressionar muito atrás, embora Pedro Moreira se destacasse pela positiva, Iturbe como sempre demasiado individualista, a teimar em escolher sempre o pior caminho para atacar o espaço com a bola, e um Vion pouco ou nada presente em jogo, não fosse constar na ficha da partida e ninguém se lembraria que ele estaria a jogar.



O Leixões apostava num futebol de expectativa, a jogar num 4-4-2 atrevido mas inconsequente, tentava apostar na velocidade de Kizito para criar desequilíbrios e na presença poderosa de Mailo no ataque.

Mas seria o FC porto de novo a criar perigo aos 19m na marcação de um canto Zé António a subir bem e a cabecear por cima, num lance estudado e que viria mais à frente a dar frutos.

Somente aos 37 minutos de jogo o FC Porto chegaria de novo à baliza do Leixões, Sérgio Oliveira após excelente trabalho de Kelvin (o único jogador a procurar o 1x1 de forma objectiva e a conseguir criar desequilíbrios) a atirar ao lado. Já pouco antes o mesmo kelvin numa excelente jogada individual tinha conseguido alvejar a baliza embora sem perigo algum.

Aos 38m Quiño, numa jogada à Messi, fintando consecutivamente todos os adversários que lhe surgiam pelo caminho, criava perigo perto da baliza Leixonense, era o último assalto do Porto ao ataque da baliza vareira.

Com o intervalo no horizonte o Leixões por fim cria algum perigo (o único lance em que realmente o fez) numa jogada individual do inevitável mas inconsequente Kizito.

Chegava-se ao intervalo numa partida fria como o tempo, jogada devagar devagarinho mas com maior pendor atacante por parte do FC Porto, mas sem verdadeiras ocasiões de perigo, onde os destaques iam para o já citado kelvin e para Pedro Moreira um mouro de trabalho e a principal referencia na saída atacante, embora ocupasse a posição de trinco no terreno de jogo.

Iniciava-se a segunda metade do encontro com a mesma toada mole e lenta por parte das duas equipas, apenas despertando um pouco da letargia quando Kelvin pegava na bola e resolvia com talento provocar desequilíbrios embora de forma muito individualizada.

Aos 60 minutos da partida Rui Gomes decide mexer no seu conjunto, retirando da partida Vion (jogou?) para entrar Dellatorre, um jogador com mais presença na área e outra capacidade de luta.






Até que aconteceu um um déjà-vu, canto de Sérgio oliveira e Zé António sozinho na marca de penalti a fazer o 1-0, excelente cabeceamento por parte do experiente defesa azul e branco, a marcar pela segunda vez consecutiva em partidas diferentes da mesma forma.





Bola ao centro e… 2-0!!! Rui Sacramento facilita, mostrando que como avançado não teria grande futuro e Dellatorre felino rouba-lhe a bola para a ter apenas que empurrar perante a baliza deserta, era o seu quarto golo no campeonato.

Aos 71 minutos de jogo Rui Gomes procura dar mais consistência ao meio-campo Portista, invertendo o triângulo do meio-campo, retirando Tozé para meter Mikel como único pivô defensivo e adiantando Pedro Moreira no terreno de jogo.

Entrava-se no último quarto de hora de jogo, com ritmo baixo, com um Leixões inconsequente, sem um único remate à baliza de Stefanovic e o FC Porto a controlar a partida a seu gosto.

Aos 77 minutos de jogo mais do mesmo, o arbitro Hugo Pacheco, decide ser protagonista e inventar uma grande penalidade num lance em que Zé António tenta o corte de cabeça batendo a bola casualmente no seu braço, sem que haja qualquer intenção de jogar a bola com a mão, é sina desta equipa B Portista, aparecerem estes senhores a inventarem grandes penalidades.

Estava feito o 2-1 e a partida abria-se de novo para os últimos 10 minutos.

Nos últimos 5 minutos de jogo o FC Porto procurava controlar, o Leixões agredir, e o Arbitro roubar, o Grego do Leixões Tsoumagkas viu-se falido para travar Kelvin, agredindo-o, com o árbitro apenas mostrar-lhe o cartão amarelo, num lance merecedor de cartão vermelho directo.

Chegar-se-ia ao fim da partida com mais uma vitória do FC Porto que fez mais remates, teve mais posse de bola, superiorizando-se embora sem criar grandes lances de perigo a um Leixões lutador mas inconsequente, continuando a excelente recuperação na tabela classificativa e mantendo a senda das vitórias (a quarta consecutiva).





Análises individuais:


Stefanovic – Sem grande trabalho na partida, apenas uma defesa nos 90m de jogo, no penalti quase defendia.

David – Pouco acutilante a atacar, seguro a defender.

Quiño – Bons pés, defendeu bem e arriscou pouco no ataque, mas quando o fez deu nas vistas, é um lateral com forte propensão ofensiva, tem que usar essa arma.

Zé António – É o patrão desta defesa, mais um jogo a marcar, o segundo consecutivo, muito forte no jogo aéreo, seguro a defender a sua verdadeira missão, tanto pelo ar como pelo chão.

Tiago Ferreira – Tem excelentes pés e boa presença em jogo, é o primeiro a construir, sempre atento tal como o seu colega do lado, só um reparo nos últimos minutos tremeu um pouco, consentindo espaço de remate aos homens do mar.

Pedro Moreira – Rui Gomes escalou esta equipa com um duplo pivô, mas Pedro assumiu-se como 6, excelente a ocupar os espaços, excelente na primeira fase de construção, sobressaiu neste meio campo Azul e branco e sobressaiu no encontro, é o MVP da partida.

Sérgio Oliveira – Tem bons pés, é um mimo tecnicamente, pode vir a ser grande se não se ausentar tanto de jogo, tem que à sua magnífica visão de jogo e capacidade de passe, tanto em bola corrida como em bola parada (é dele o canto para o primeiro golo), juntar mais garra, quando e se o fizer vai ser dos melhores médios do futebol Português.  

Tozé – Tem magia, tem visão, tem técnica, é baixo mas não foge ao choque, neste jogo escondeu-se em demasia e teve dificuldade em encontrar o seu espaço, embora marque a diferença pela capacidade técnica, sempre que a bola lhe chega aos pés sai redonda, mas isso não chega tem que se assumir mais como craque que é.

Iturbe – O jogo do costume, embora tente ter mais critério ainda não consegue deixar de ser individualista, quer bola mas tarda em a soltar, escolhe sempre o pior caminho para dar sequência aos lances e é comum acabar encurralado no meio de adversários, precisa evoluir, é um jogador com potencial, mas nitidamente é traído pela sua vontade de dar nas vistas.

Kelvin – O toque de classe, sempre que pega na bola faz a diferença, com a bola no pé praticamente só a falta é travado, foi o perigo número um da equipa azul e branca, o mais massacrado pelos defesas, tem magia nos pés, atrás de Pedro Moreira elejo-o como outro dos destaques da partida.

Vion – Apetece-me perguntar se jogou, onde está a bola não está Vion, demasiado escondido, não fosse o caso de aparecer o seu nome na ficha de jogo e ninguém se apercebia que tinha jogado, assim não Vion!


Dellatorre – Entrou e a equipa marcou, coincidência ou não. Espevitou o ataque Portista, magnifico a pressionar o guarda-redes adversário e a acreditar no erro, a ousadia por vezes traz recompensa, ousou, ganhou.

Mikel – Entrou e o FC Porto ganhou definitivamente o meio campo, como consequência construiu mais jogadas de perigo, soube empurrar a equipa defendendo mais à frente e suster o meio-campo da turma do mar com a sua presença.

Sebá – Pouco tempo em jogo, fez-se notar por um corte providencial a travar um contra-ataque perigoso da turma leixonense.


Ficha do Jogo:





Por: Rabah Madjer









sábado, 1 de setembro de 2012

Oliveirense - FC Porto B (Antevisão)




Todos os jogos desta Liga são de tripla quer queiramos quer não e este jogo frente à Oliveirense não será diferente.

Teoricamente uma deslocação a Oliveira de Azeméis é das mais complicadas para qualquer equipa, seja para aquelas que lutam pelos primeiros ou pelas que lutam pelos últimos lugares da tabela classificativa.







Até ao momento a nossa equipa "B" ainda não conheceu o sabor da vitória, contabilizando três empates e uma derrota, enquanto a Oliveirense nos jogos realizados em casa, levou a melhor sobre o Sporting "B" e Marítimo "B", triunfos por 1-0.







A Oliveirense já esteve duas vezes próxima da subida, contudo em 2011/2012 a irregularidade foi maior, mesmo assim foi suficiente para terminar nos seis primeiros lugares da classificação, o que é sempre de realça no trabalho concebido por Pedro Miguel, só faltando a cereja no topo do bolo, ou seja, a subida ao escalão maior do nosso futebol.

Para esta época, a Oliveirense regista diversas alterações, seja no que ao plantel diz respeito, bem como na saída do seu carismático treinador, entrando num novo ciclo (João de Deus é o novo técnico), sendo pedido o maior sucesso possíve, seja no seu reduto ou fora.

Não é de esperar um jogo muito vistoso a nível técnico, mas sim um encontro muito físico, muitas faltas e com poucos golos, com a Oliveirense a jogar no seu habitual 4-3-3 (meio-campo esquematizado em 1+2).

Na baliza surge o primeiro destaque nesta equipa, o jovem João Pinho que tem rubricado excelentes exibições, num ápice passou de terceiro a primeiro guarda-redes deste plantel.

Defensivamente, uma das surpresas no jogo com o Arouca prendeu-se com a utilização do capitão Laranjeira em detrimento do indiscutível Banjai, que acabou por ser uma aposta falhada, até porque o experiente central acabou por estar ligado directamente a um dos golos do adversário.

Sendo assim, caso Banjai recupere a titularidade, irá formar dupla com Diego, com as laterais a estarem entregues aos experientes Bruno Sousa e Chico Silva (irmão do ex-guarda-redes Jorge Silva), fixando-se Zé Pedro como trinco, jogando o Rui Lima como médio interior esquerdo (continua com a classe do costume) e Diogo na direita (poderá entrar Capela para o seu lugar).

No sector ofensivo,o trio Avto (jogador a merecer atenção, dada a facilidade que tem em provocar desequilíbrios na faixa esquerda), Hélder Silva (Ivan Santos) e o ponta de lança Luís Barry, que depois de uma temporada apagada no Atlético, tem estado bem nestes primeiros jogos.

Quanto ao FC Porto "B", o goleador Dellatorre não poderá ser utilizado devido a castigo e comparativamente ao onze que entrou no passado domingo diante do Aves, não acreditamos em muitas alterações, contudo seria com bons olhos que assistiríamos ao regresso de David Bruno ao onze, bem como a manutenção de Pedro Moreira. O Sérgio Oliveira severá regressar após castigo. 


Por: Dragão Orgulhoso

quarta-feira, 1 de agosto de 2012




Todos os jogos desta Liga são de tripla quer queiramos quer não, e este jogo frente à Oliveirense não será diferente.

Teoricamente uma deslocação a Oliveira de Azeméis é das mais complicadas para qualquer equipa, seja para aquelas que lutam pelos primeiros ou últimos lugares da tabela classificativa.







Até ao momento a nossa equipa "B" ainda não conheceu o sabor da vitória, contabilizando três empates e uma derrota, enquanto a Oliveirense nos jogos realizados em casa, levou a melhor sobre o Sporting "B" e Marítimo "B", ambos triunfos por 1-0.







A Oliveirense já esteve duas vezes próxima da subida, contudo em 2011/2012 a irregularidade foi maior, mesmo assim suficiente para terminar nos seis primeiros da classificação, o que é sempre de realçar, num trabalho concebido por Pedro Miguel de forma quase perfeita, só faltando a cereja no topo do bolo, ou seja, a subida ao escalão maior do nosso futebol.

Para esta época, a Oliveirense regista diversas alterações, no plantel, assim como a saída do seu carismático treinador, entrando num novo ciclo (João de Deus é o novo técnico), em que naturalmente o foco maior é o sucesso, seja no seu reduto como fora de casa, achamos que serão sempre uma equipa a ter em conta.

Não é de esperar um jogo muito vistoso a nível técnico, mas um encontro muito físico, muitas faltas e com poucos golos, com a Oliveirense jogando no seu habitual 4-3-3 (meio-campo esquematizado em 1+2) e na baliza surge o primeiro destaque nesta equipa, o jovem João Pinho que tem rubricado excelentes exibições e num ápice passou de terceiro a primeiro guarda-redes deste plantel.

Defensivamente, uma das surpresas no jogo com o Arouca prendeu-se com a utilização do capitão Laranjeira em detrimento do indiscutível Banjai, e que acabou por ser uma aposta falhada, até porque o experiente central acabou por estar ligado directamente a um dos golos do adversário.

Sendo assim, e caso Banjai recupere a titularidade, irá formar dupla com Diego, com as laterais a estarem entregues aos experientes Bruno Sousa e Chico Silva (irmão do ex-guarda-redes Jorge Silva), fixando-se Zé Pedro como trinco, jogando Rui Lima como médio interior esquerdo (continua com a classe do costume) e  Diogo na direita (poderá entrar Capela no seu lugar).

No sector ofensivo, o trio Avto (jogador a merecer atenção, dada a facilidade que tem em provocar desequilíbrios na faixa esquerda), Hélder Silva (Ivan Santos) e o ponta de lança Luís Barry, que depois de uma temporada apagada no Atlético, tem estado bem nestes primeiros jogos.

Quanto ao FC Porto "B", o goleador Dellatorre não pode ser utilizado devido a castigo. Comparativamente ao onze que entrou no passado domingo diante do Aves, não acreditamos em muitas alterações, contudo seria com bons olhos que veríamos um regresso do David Bruno ao onze, bem como a manutenção do médio Pedro Moreira. Sérgio Oliveira regressará à equipa após castigo. 


Por: Dragão orgulhoso
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