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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

sábado, 3 de janeiro de 2015

Gil Vicente - FC Porto (Antevisão)


Sábado haverá jogo em Barcelos, com o FC Porto a defrontar o Gil Vicente, num desafio a contar para a 15ªjornada, com os dragões a procurarem a iniciar o novo ano civil da melhor maneira, enquanto a formação do Gil Vicente procura fugir rapidamente ao último lugar, contabilizando nesta altura apenas seis pontos, fruo de seis empates e oito derrotas.


Nos últimos quatro jogos realizados para o campeonato, apesar de não ter obtido qualquer triunfo, registar o facto do Gil Vicente ter alcançado três empates e nesses quatro desafios sofreu apenas dois golos – em sentido contrário apontou apenas numa única ocasião – revelando uma boa eficácia no plano defensivo, faltando depois outro tipo de continuidade nos momentos ofensivos.

Face aos maus resultados os gilistas já procederam a uma mudança técnica no início da temporada, com o treinador João de Deus a ser substituído pelo José Mota, ele que até ao momento também ainda não venceu para a Liga. Atendendo ao que se passou nos últimos encontros, não serão de prever muitas mexidas (comparativamente ao jogo realizado no Estádio da Luz), ainda para mais, quando no jogo da Taça da Liga diante do Sp. Covilhã, alguns dos jogadores menos utilizados não aproveitaram as oportunidades concedidas pelo técnico do Gil Vicente.

Entre os postes surge o brasileiro Adriano Facchini, ele que nestes últimos anos tem sido uma das principais figuras do clube, assegurando estabilidade na baliza. Nos corredores laterais deverá ficar igualmente tudo na mesma, isto é, na direita o Gabriel e sobre a esquerda o experiente Evaldo, dois laterais de qualidade e que garantem segurança a nível defensivo e competência no acompanhamento ao ataque, sobretudo o Gabriel, atleta que vem dando nas vistas desde os tempos do Penafiel, mostrando ter capacidades para atingir outro tipo de exigências.

No centro da defesa, Peck´s e Enza-Yamissi são dois jogadores com características algo semelhantes, privilegiando o uso do físico do que propriamente o técnico, sendo fortes na marcação, havendo entre eles um bom espírito de entreajuda. No entanto, tanto como um como outro por vezes claudicam em zonas próximas da sua baliza, seja através de falhas no posicionamento ou mesmo nas abordagens aos lances propriamente ditos, como tal, poderá ser um ponto a ser explorado pelo FC Porto e além do mais, sob pressão sobretudo o Enza-Yamissi por vezes facilita em determinados momentos.

No meio-campo existe uma dúvida a ser depois desfeita no dia do jogo, neste caso a utilização de Luan ou do polivalente Jander, já que Luís Silva e João Vilela têm sido igualmente titulares na zona intermédia gilista. No jogo contra o Benfica, com o castigo de Luan (viu quinto amarelo na ronda anterior frente à Académica), José Mota fez recuar João Vilela para a posição “6”, colocando como médios interiores os canhotos Jander e Luís Silva.

Caso o Luan recupere a titularidade, este regressa à posição de médio defensivo, juntando ao Luís Silva o João Vilela.

Apesar de ter sido expulso no jogo na Luz, o extremo Diogo Viana poderá fazer parte dos eleitos do treinador, uma vez que cumpriu castigo na Taça da Liga e assim poderá continuar no onze e ocupar uma das três vagas existentes para o ataque, que também irá contemplar o nigeriano Simy, um ponta-de-lança extremamente possante, mas que tecnicamente possui bons atributos, jogando bem de costas para a baliza, sendo igualmente forte nos duelos aéreos. Outra das dúvidas existentes prende-se quem ocupará a outra ala do ataque da equipa do Gil Vicente, existindo provavelmente três grandes candidatos a um lugar.

Se no caso de Diogo Viana e Simy não deverão existir dúvidas, já num dos outros corredores, Paulinho – pode jogar igualmente no centro do ataque – Caetano e até mesmo Jander (aí com maiores preocupações em auxiliar o Evaldo no momento defensivo), sem esquecer o Diogo Valente, que aos poucos vem perdendo protagonismo na equipa…serão os candidatos a serem opções iniciais.

Quanto ao FC Porto, comparativamente ao jogo para a Taça da Liga, o espanhol Julen Lopetegui deverá proceder a inúmeras alterações, desde a baliza até ao sector ofensivo, em virtude de ter feito descansar alguns dos habituais titulares. Registar que este será o último encontro dos africanos Brahimi e Aboubakar antes das suas presenças na CAN, que como se sabe, vão estar em representação das suas selecções nessa competição.



Por: Dragão Orgulhoso

domingo, 21 de dezembro de 2014

RESSACA



Era um jogo dos mais dificeis de jogar.

A adrenalina,o entusiasmo e a motivação de Domingo passado transformaram-se em ressaca para o jogo seguinte.


Noite fria, pouca mobilização da nação portista, adversário fraco e 6 longos pontos.

O combustível de Domingo ajudava a equipa a voar mas contra o Setúbal adrenalina, entusiasmo e motivação eram zero.

Apenas o profissionalismo e a obrigação de vencer tentavam compensar a ressaca.
Perante este contexto a equipa entra bem no jogo. 
Como de costume é o samba brasileiro que faz a equipa voar.

Oliver e Campaña dão qualidade de passe e cultura posicional, Quaresma dá passe, Tello velocidade mas quem faz o Airbus levantar da pista são os laterais do Porto.
O domínio territorial só se traduz em superioridade no marcador quando Danilo mete a 6ª velocidade e obriga Herrera a sair da 4ª velocidade que era o padrão do jogo até então.
O passe sai, Danilo trai o pacto de "vamos jogar todos sem esgalhar porque pode aleijar" e Manu não gosta.
Manu não gosta da traição e o arbitro vê o toque.
Chega a hora de ver algo pouco comum nos últimos meses. Algum jogador do plantel principal do FCP marca bem um penálti. Golo.
O frágil Setubal ainda se está a tentar recompor do penálti de Quaresma, da traição de Danilo e da cumplicidade de Herrera e Tello solto na direita é obrigado a assistir a classe de Jackson.
2-0, jogo fechado e prova superada,
Demasiado cedo mas compreensivelmente para quem percebe o contexto do jogo com que comecei a crónica.

Era um dia frio. De ressaca. A obrigatoriedade de ganhar num dia em que o desânimo de Domingo ainda dói e a valia do adversário não permitia que se ousasse pensar que aquela era noite para falar de facturas por pagar.
Isto, porque o Mundo Porto sabe que há facturas por pagar mas não se esquece qual é o cliente que está em divida.

É esse que tem que pagar. Para chegar a esse dia é preciso que a equipa cumpra obrigações nestes dias mais sombrios e menos competitivos.
Dado o cariz da partida a 2ª parte é um longo e comprido bocejo. O Porto joga mal e o Setúbal é fraco demais para capitalizar essa deficiência.
Lopetegui tenta dar bola à equipa com Evandro para mudar o rumo dos acontecimentos. De seguida vai com a magia de Quintero.

A ressaca era demasiado pesada para ser movida por 1 ou 2 Homens.
Só ao minuto 87 quando Brahimi entra é que o jogo tem 2 flashes. Não se pense que foi pela substituição. Na realidade os flashes são uma consequência do acaso e do cansaço do adversário.
O 4-0 acaba por roubar o bocejo e dar um sorriso ao fiel público que mesmo em dias de ressaca não falha.
O Porto cumpriu num dia de ressaca e isso é a única coisa que interessa.
Um Porto de gala e uma magnifica exibição não nos tiraria da boca o sabor que temos.
Há facturas por pagar. Quando nos voltarmos a encontrar com o cliente certo temos que a liquidar.
Até lá.........é pedalar!!!
Análises Individuais:
Fabiano - Comentar a sua exibição é a mesma coisa que discorrer sobre a qualidade de um guarda-chuva no mês de Agosto.
Danilo - É um capitão sem braçadeira. O momento em que de repente passa pela cabeça de Danilo em iniciar um sprint maluco pela ala direita é o que define o cumprimento da obrigação em dia de ressaca.
Marca um golo num pénalti mal marcado.
Maicon - Voltamos ao mês de Agosto e ao guarda-chuva. O Setúbal foi demasiado fraco para concluir seja o que for de positivo ou negativo. Quando o defesa não falha perante um adversário que não consegue atacar......
Martins Indi - A regularidade habitual na fria noite de "Agosto". O amarelo era dispensável mas percebo que Martins Indi só saiba jogador de uma maneira.
Alex Sandro - Pelo 2.º jogo consecutivo são os laterais do Porto os que atacam melhor do que a ala. Tello, Brahimi e Quaresma causaram sempre menos problemas aos laterais adversários que Danilo e Alex.
O Porto tem 2 minas de ouro nas alas. 2 minas cuja exploração só está contratualizada até 2016. Risco desnecessário.
Campaña - Deixou uma boa impressão. É adulto no posicionamento e tem qualidade de passe curto, médio e longo. Pareceu saber ler o jogo.
Faltou que o adversário colocasse ao Porto problemas diferentes para que a intensidade e a capacidade na disputa de bola homem vs homem.
Oliver - É um motorzinho. Este menino tem que ser tratado à LA SALVIO.
Beber a sua qualidade com tranquilidade e paciência. Neste ano vamos usar e abusar dos seus recursos.
Para o ano esperar o momento certo na sua relação com o Atlético de Madrid para o resgatar de forma definitiva.
Se a Liga dos Campeões nos correr bem isso será complicado mas, nesse caso, essa má noticia será um optimo sinal.
Herrera - Está no momento do jogo quando o sprint de Danilo lhe abre uma avenida. O mexicano sente-se nas suas ste quintas quando ele e os companheiros colocam o jogo numa passe de corrida, pernas e velocidade.
Quando o chip muda para toque, bola e precisão ficamos com o homem errado na altura errada.
Cabe a Lopetegui gerir estes perfis de jogo com o que Herrera pode dar.
Tello - Cada jogo que passa confirma porque é que jogou no Barcelona. A velocidade que tem é mortal para qualquer adversário.
Cada jogo que passa confirma porque é que já não joga no Barcelona. As dificuldades que tem em definir os lances que a sua velocidade lhe garante levam a equipa ao desespero.
Quaresma - Uma boa 1ª parte na capacidade de fazer um jogo associativo, de passe. Foi mais um 4.º médio do que um extremo nessa altura do jogo.
Sempre que quis reviver aqueles 20 minutos do Domingo e ser o extremo que inferniza a vida ao lateral mostrou que contra o Benfica o que vimos foi mais excepção do que regra.
Jackson - A classe do ponta de lança que só empurra porque sabe sempre como se antecipar ao defesa.
Chegar primeiro a um lance de golo fácil é uma ciência ao alcance de poucos.
Jackson é um eleito.

Evandro - Entrou bem, com vontade de correr e jeito para passar. Como faltavam pares para essa música não teve força para mudar o perfil sonolento da partida.
Quintero - O jogo contra o Setúbal seria à partida dos poucos em que se poderia pensar em Quintero a 10 sem que o risco de desequilibrio defensivo pudesse pôr em causa essa ideia.
A sua entrada para onde gosta de jogar acabou por provar que com o colombiano em campo teria sido possível bocejar menos e sorrir mais.
Brahimi - Mereceu o castigo de entrar aos 87 minutos. O golo que marcou e o penalti que sofreu são um prémio para quem aceitou com palmas o castigo.


Ficha de Jogo:

FC Porto 4-0 Setúbal
Primeira Liga, 14ª jornada
Sexta-feira, 19 Dezembro 2014 - 20:30
Estádio: Dragão, Porto
Assistência: 20.207


Árbitro: Manuel Oliveira (Porto).
Assistentes: Alexandre Freitas e Tiago Costa.
Quarto Árbitro: Vasco Santos.

FC Porto: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Alex Sandro, Campaña, Herrera, Óliver Torres, Tello, Jackson Martínez, Quaresma.
Suplentes: Andrés Fernández, Brahimi (87' Quaresma), Quintero (74' Campaña), Reyes, Evandro (62' Tello), Adrián López, Aboubakar.
Treinador: Julen Lopetegui.

V. Setúbal: Ricardo Batista, Pedro Queirós, Frederico Venâncio, François, Hélder Cabral, Advincula, Ericson, Dani, Manú, Paulo Tavares, Diego Maurício.
Suplentes: Lukas Raeder, João Schmidt (83' Paulo Tavares), Marcos Vinicius, Lupeta (66' Diego Maurício), Ney Santos, Zequinha (46' Manú), André Horta.
Treinador: Domingos.

Ao intervalo: 2-0.
Marcadores: Quaresma (22'pen), Jackson Martínez (26'), Brahimi (88'), Danilo (90+3'pen).
Disciplina: Manú (21'), Campaña (74'), Ricardo Batista (90+1').

Por: Walter Casagrande


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Jackpot!

#Benfica #Sporting #FCPorto #Paixão



Saiu-lhes o Jackpot!
Nessas vendas Rodrigais
45 Milhões, valores fiscais!
O clube já está no top!

Venderam o perneta!
O suplente esquecido!
15 milhões, bem escolhido!?
Quanto valerá o Urreta?

Os fundos estão-lhes no goto
No percurso do Roberto!
Ele há tanto chico-esperto
Neste mundo do “desporto”!

É só lucro e a somar!
E só os cedem no final!?
75 milhões no total!
Par’o passivo limpar!?

Coisa utópica, por certo
Pois os milhões são da treta!
Sem o empréstimo, arrebenta!?
Por isso o negócio à “Roberto”!

S’o melhor jogador
Foi vendido por metade!
Quem acredita nesta “verdade”
Dum clube tão bom vendedor?

E é tant’a propaganda
Qu’até o Manha se rende!
O benfica que bem que vende!?
E ainda assim até comanda!

O campeonato atípico
Ond’o um Porto competente
Há muito estaria contente
E o Tetra há muito escrito!

Mas o Paulo insiste
Em inventar algo pior
No seu percurso amador
Num jogo que não existe!

Mas a culpa não é solteira
E a Direcção mostra razões
Nas suas piores decisões
O resultado de tanta asneira!

E aquele meio-campo já era
Na saída do Moutinho!
O James p’lo mesmo caminho…
Sem Lucho, a finisterra!…

Pois só isso atenua
Este percurso ingrato!
A derrota como hiato
Como desculpa tão crua!

E só nos podemos prever
Nesse sucesso por nós!
Outros escudam-se em Ohs!
Por suas paixões, em vencer!

Mas o destino entrecruza-se
Em ritmos de fatalidade!
Por dois minutos, sacralidade!?
E por esse tempo….acusa-se!?

E na resposta do universo
Com todo o tempo do mundo!
O campeonato ao fundo…
Num tempo em retrocesso!

É muito tempo e dinheiro!
Um verdadeiro jackpot!!!
S’até o clube do norte
Se vê, de momento, em terceiro!

E é bom de aproveitar
Este manancial de paixão!
Em tempo, dinheiro, ilusão!?
Ou o apito pronto a’pitar!

Mas o tempo mostra-se irreal
E os fundos proveitos utópicos!
Nos passivos, gigantes psicóticos
Vagueiam em tamanho lodaçal!

Só as brigadas não são especiais
Oriundas do centro da terra!
Em processos d’enorme leva
Qu’em Lisboa os corruptos são residuais!

Por isso assobia-se pr’o lado
As paixões estão auge do tempo!
E o dérbi que se joga, de momento
Justific’o negócio “por outro lado”!

E assim, neste apito final
O dinheiro é a prova de fogo!
Jackpot! Qu’o fundo não é logro!
E o sporting que se tem, por igual!?

Só perderam por azar, por apito!
Os penaltis por intensómetro!
Nesse jogado jogado, o cronómetro
Ditou o vencedor, aflito!..

Só o benfica no último minuto
Ganhou o penalti da ordem!
Tudo normal, é conforme!
A paixão é seu indulto!

Pois, a carga é evidente!
Vê-se o Djuricic no chão!
Rasteirado, pois então…
Na decisão, inteligente!

Só qu’o Cardoso, justiceiro
Vend’a oportunidade perdida
Tenta fazer p’la vida…
E marc’o penati rasteiro!

Destituindo o Lima
Como antes o timoneiro!
“Marco eu, companheiro!
Pr’a me venderem acima!”

Pois vindo de nov’o Turco
Com uma proposta irrisória
Só uma proposta “milionária”
O poderia levar d’usufruto!

Já que de tão endinheirados
Qu’andam lá por benfica!
Só por uma proposta rica
Se sentiriam compensados!

Pois os fundos bem disfarçam
Os desvarios dos empréstimos
Obrigacionistas, polémicos
Que nessas taxas se pagam?

É pois, um Jackpot!!!
Por acumulação do prémio!
No fundo, paga-se o grémio
Nesse empréstimo de capote!

Pois não havendo comprador
A quem vender esses pérolas!
Anunciam-se nessas auréolas 
Como o maior vendedor!

E só num país-faz-de-conta
Se vendem, pois, tais dislates!
Por anúncios, em escaparates 
Como vendas d’arromba!

E sei o saldo do balancete
Que levou o ROC a fugir!
Um Jackpot!!! Só rir!!!
E a quem calhou o bilhete?…

Com muita Paixão!!!



Por: Joker
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