quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Anatomia do Falseamento

#Benfica #Sporting #FCPorto #BluePunisher

Perante os “amargos de boca” e intensa “azia” que as arbitragens nos jogos do FC Porto têm causado “entre muros”, especialmente desde o “célebre” jogo em Guimarães ante ao Vitória local, é impossível ficar indiferente a este tema.



Se ao comum dos adeptos custa aceitar este estado de coisas, também não deixa de causar espanto e indignação o silêncio dos dirigentes Portistas, como que num estado de conformismo difícil de compreender.

Temo que os dirigentes do Clube possam estar de alguma forma de “mãos atadas”, condicionados por algo ou alguém e prefiram não fazer deste tema um “cavalo de batalha”, limitando-se a fazer referências e uma ou outra arbitragem lesiva para os interesses do Clube e verdade desportiva da competição onde ocorreu.

Só assim poderá compreender-se este “silêncio ensurdecedor” dos dirigentes da FC Porto SAD. Dá a impressão que lhes foi imposta por algum fator externo desconhecido uma espécie de “lei da rolha”. Daí que praticamente nem se vejam ou ouçam reações perante os tenebrosos roubos de que o FC Porto tem sido alvo num “campo inclinado perto de si”!

É uma teoria da conspiração sim senhor, mas vocês já me conhecem, eu sempre achei e acho que nada acontece por acaso e há muito que desconhecemos, muitas variáveis que permanecem ocultas e são parte de um complexo mecanismo de controlo, de manobras de bastidores e movimentações diversas.

O ano passado ouvi o António Oliveira ex-treinador do FC Porto afirmar num programa desportivo televisivo que para os credores do sporting era mais vantajoso que aquele clube fosse à Liga dos Campeões por qualificação direta, do que por exemplo o FC Porto. E porquê? Simplesmente porque esses credores teriam maiores possibilidades de assim reaver algum do dinheiro devido!

Agora imaginem com os interesses e milhões que o futebol profissional movimenta, mesmo num país de pequena dimensão e pouca influência internacional como o nosso, as negociatas, jogadas de bastidores, pressões, tráficos de influência, pagamento de favores e até acordos secretos que devem existir.

Curiosamente após o António Oliveira ter proferido tal afirmação o semblante dos restantes comentadores do programa e até do pivô do mesmo era de sintonia e até de aceitação do que tinha sido dito como “a ordem natural das coisas”. Ninguém rebateu, comentou, acrescentou algo, foi dito, e foi deixado conforme foi dito.

Um clube detestável por razões mais do que conhecidas e sentidas na pele durante décadas pelos seus adversários como é o clube do regime (eu gosto de chamá-lo assim), que está falido há muitos anos a esta parte e mesmo assim consegue todos os anos investir dezenas de milhões de euros na formação de plantéis não terá de ter acesso a algo que desconhecemos para continuar a funcionar?

Funcionando num constante “fio da navalha financeiro” quantos esquemas tipo “BES” ou “dinheiro Angolano fresco” ou outros que desconhecemos teve ao seu dispor para poder competir e não perder terreno para os seus adversários diretos?

Isto para além das escandalosas ajudas estatais de que há registo como aceitar para pagamento de dívidas fiscais ações que nem estavam cotadas em bolsa, benefícios da Câmara Municipal de Lisboa em negócios pouco “transparentes” (ai se fosse o FC Porto em cenário semelhante!).

Não é difícil conjeturar que perante tais “injeções de capital” vindo nem se sabe bem de onde, esses “investidores de ocasião” exigirem ou quererem pelo menos algum tipo de garantia sobre o seu investimento, e que melhor garantia se o “polvo que controla o sistema” assegura que tudo será feito para o clube do regime ser campeão?

Com uma garantia desse género beneficiando de todas as vantagens inerentes, os tais investidores de “ocasião” sabendo como as coisas funcionam e sobre a real influência que o clube do regime tem sobre as arbitragens e instâncias desportivas, tomam tal garantia como um dado adquirido.

E consequentemente toca a “inclinar campos” porque há “compromissos a cumprir” e com os “credores não se brinca”! Podem achar que este é um exercício de ficção, mas observem bem o mundo ao vosso redor, e reflitam se o que acontece no futebol português é normal.

Porquê é que depois do famigerado processo “apito dourado” a balança desequilibrou-se completamente e o “normal e esperado” passou a ser “levar o clube do regime ao colo” valendo tudo!
É um padrão comum de há uns anos a esta parte, são protegidos de forma muito “competente” pelas arbitragens, órgãos disciplinares (atentem nos ridículos castigos quando os há ao treinador e alguns jogadores deles) e desportivos, para nem mencionar pelo poder político que nunca deixou de ser um seu forte aliado.

Para criar uma densa cortina de fumo propícia a esta “nova era de verdade desportiva” cozinhou-se o tal fraudulento processo “apito dourado”, deixaram-se escapar para a praça pública determinadas escutas, escutas essas que são recuperadas e colocadas no ar exaustivamente em fases estratégicas, para quase que forçar a criação duma “convicção nacional coletiva de culpa” sobre o FC Porto e o seu Presidente.

Ora é “fruta e café e chocolates”, repetidos até à exaustão, por “acidente” o presidente da “instituição” (clube do regime) também é protagonistas nessas escutas escolhendo árbitros com o Major, ameaçando fazer as coisas “pelo outro lado” se as suas vontades não forem satisfeitas.
Mas essas escutas com um protagonista de tal “virtuosismo moral” e “credibilidade” não têm nenhum interesse nem significam “algo em particular”, quanto mais serem suspeitas ao ponto de merecerem no mínimo uma investigação criminal. Não, não e não, o “principal suspeito”, ou se preferirem usando uma expressão do grande clássico do cinema Casablanca “o suspeito do costume” está a Norte, tudo o resto não interessa, o alvo está bem definido o resto são “efeitos colaterais”.

Entretanto enquanto é feita uma campanha de maldizer, escárnio, mentira, de assassinato da imagem pública de uma pessoa (Jorge Nuno de Lima Pinto da Costa de seu nome), este heroicamente mantém-se no exercício das suas funções ignorando “todos os vermes que participam em tal putrefacta cabala” e tem ganho todos os processos que contra si pendiam em tribunal resultantes de toda este plano maquiavélico.

Ainda houve um conhecido jornalista de nossa praça que apesar de defender o Presidente do FC Porto (talvez com receio que por mais ninguém o fazer o Clube corria riscos reais de punição) no âmbito de todo o processo “apito dourado”, opinou que dadas as circunstâncias o Presidente deveria renunciar ao seu cargo no Clube para estar em condições de “melhor poder preparar a sua defesa”! Miguel de Sousa Tavares de seu nome o tal jornalista para quem não sabe. Que “anjinho” ó Miguel, isso era mesmo o que “eles” queriam!


Felizmente o Presidente do FC Porto soube resistir, ainda resiste e está aí “para as curvas”, manteve-se ao “leme” no Clube, não deixou o clube ficar à deriva, num vazio, num “limbo”.

Passada a tempestade deste famigerado processo judicial e desportivo com as sucessivas absolvições nas acusações que sobre si pendiam, só os mal-intencionados e os facciosos “ressuscitam a supra dita temática” para que no “tribunal popular” sejam dadas as “sentenças dos seus sonhos”.

Culpado! Culpado! Culpado! E porquê? Porque sim! Porque nos faz frente, porque sempre nos fez frente! Porque é uma real ameaça ao “nosso reinado”! A justiça não funciona em Portugal que chatice! Não é necessário provar nada! Está tudo nas escutas, só um “tonto” não vê!

Enquanto este “folclore perdura”, vamos assistindo às arbitragens “cirúrgicas” que com uma precisão arrepiante vão garantindo uma folga pontual ao clube do regime. São-nos sonegadas grandes penalidades claras, são-nos invalidados golos limpos por foras de jogo inexistentes, são mostrados cartões sem sentido aos nossos jogadores, faltas são marcadas ao contrário, cantos não são marcados, enfim um leque de “habilidades” só ao alcance de “artistas de grande gabarito e em grande estima pela “instituição”.

Como esta é uma situação que não acabará de um dia para outro resta-nos ser “Porto” e ressuscitar o espírito guerreiro que outrora tão bem nos caracterizou e nos catapultou para grandes conquistas contra tudo e contra todos.

Para tal, temos de olhar para “dentro da nossa casa” e perceber o que temos feito mal, corrigir esses erros e não os repetir, isto é fundamental. Também é fundamental ganhar um grande domínio emocional, saber resistir às provocações e ter nervos “de aço”, venham essas provocações por arbitragens “habilidosas” ou até mesmo de adversários.

É importante melhorar a política de comunicação do Clube, temos um canal televisivo que poderá ser utilizado com criatividade, credibilidade e pertinência para desmascarar e desmontar certas “tendências e hábitos”, sem embarcar no entanto em populismos e demagogias baratas como outros canais clubísticos da capital fazem.

Já todos sabemos que o FC Porto dado o “terreno minado que tem de pisar” é forçado a jogar muito mais do que os adversários diretos para conseguir ser campeão, sempre foi assim e tão cedo isso não mudará, mas foi isso que nos fez “da massa que somos constituídos”.

Somos guerreiros sem medo prontos para enfrentar as dificuldades e obstáculos e fazer destes uma motivação extra, buscar energias sem saber onde para vencer!

Deixemo-nos de colocar-nos a “jeito” dando quase em todos os jogos do campeonato até ao momento “45 minutos de avanço” aos adversários, para tal o treinador tem de aprender rapidamente o que funciona ou não na equipa, e os jogadores têm de entrar em campo motivados e determinados desde o primeiro minuto e buscar incessantemente o golo cedo, não ficando à espera que as coisas “acabem por acontecer” dada a nossa natural superioridade e maior talento.

No imediato o que podemos começar a fazer é mudar a abordagem nos jogos nacionais, entrando para resolver cedo e não ficando à espera que as coisas tendencialmente se resolvam a nosso favor pela nossa maior valia. O treinador também terá de perceber e aprender rapidamente pelo que já teve oportunidade de observar, o que funciona melhor e serve melhor os objetivos da equipa.

Insistir em soluções que não funcionam (seja rotatividade que quebra rotinas de jogo e de equipa ou em certos elementos no meio campo que não rendem o que devem e podem quando jogam em conjunto) é um atalho para novas perdas de pontos.

Não se iludam, será muito difícil recuperar os quatro pontos de atraso que temos para o clube do regime, não porque nos falte valor, soluções ou não acredite no valor desta equipa, mas porque o “sistema vigente” fará os impossíveis para preservar “as distâncias” e evitar a ultrapassagem por que todos ansiamos.

Vemos todos com revolta e ao mesmo tempo com previsibilidade como nos momentos de aflição, lá vem a expulsão, penalti ou golo irregular “do costume” para impedir a perda de pontos ou minimizá-las de forma a manter o clube do regime em condições de disputar as competições com estatuto de favorito.

E assim vamos assistindo a uma espécie de campeonato contra 10, dos penaltis a pedido, dos golos irregulares, com um sentimento de revolta e impotência, nem os dirigentes do nosso Clube parecem saber bem como lidar com a situação, dá a impressão que até eles estão resignados.

Na tendenciosa, parcial e manipuladora comunicação nacional está sempre tudo bem quando o clube do regime vai à frente, não podemos esperar outro tipo de comportamento. A nossa resposta tem de ser dada em campo primeiro, aliada a outro tipo de estratégia de comunicação que os responsáveis do Clube têm de rapidamente delinear para rebater as campanhas de que somos alvo e a “mentira reinante da falsa verdade desportiva”.

A finalizar uma nota, nesta jornada europeia os árbitros não só tiveram coragem de marcar dois penaltis a nosso favor (esperem sentados por isto em Portugal!) como ainda marcaram um penalti contra o clube do regime! A Europa do futebol não participa na “santa aliança” destinada a levar a “instituição” às glórias do passado.  Como é possível? Deve ser culpa do Porto e do seu Presidente certamente!

A Chama do Dragão é Eterna!
FCP Sempre!


Por: BluePunisher






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