segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

O Natal Mouro.



Estava o “leão” em primeiro
Quando, eis que cheg’o Natal!
Ia de mota, matreiro…
Mas espalhou-se na nacional!

Pois queria qu’o Natal
Fosse festa do Islão
E nisso a festa ideal
Tinha a mão de Solimão!

Uma mãozinha marota
Que se usa pelas costas
É a mais pura batota…
Perdendo vê lá se gostas!?

E não contente c’o feito
Lá s’insurgiu no relvado!
“Ó Mota, foste comprado!”
Diz o “leão” de peito-feito!

E caminha pr’a outra sala
Pr’a continuar a refrega
À conferência s’entrega…
É o “Delegado” que fala:

“Queria “parabenizar”
Os outros dois presidentes
Qu’aqui nos vieram roubar
Pontos que nos são “indiferentes”!

Pois sabemos bem, (que)
Não contamos pr’o Totobola
E não interessa a ninguém
S’o Sporting até descola!

Nós só queríamos ser
Os líderes neste Natal!
E nessa prenda, crescer
Como uma criança normal!”

E neste discurso “cortês”
Reclama da “violência”
O qu’em Manel Machadês
Significa: incompetência!

E chor’o lugar perdido
No infantário d’Alvalade
Tanto menino sofrido…
Tanta infantilidade:

Chor’o “leão” Presidente
Chor’o “leão”  Delegado
Chor’o Jardim, “coerente”:
“O árbitro foi o culpado!

Buá, foi-se o primeiro!
E o Natal já não é verde!?”
E tem-se o “leão” costumeiro
Nesse lugar que lhe serve!

O terceiro é garantido
Como prenda natalícia!
Só por ser um bem-nascido:
Um Visconde sem malícia!

E se o terceiro aí vingar
O Visconde ganh’ó título!
E a nobreza vai ganhar
Um Conde de triciclo!

Pois a voz grossa entoa
A imponência e tamanho!
O Bruno, é que não s’assoa…
E solt’a baba e o ranho!

Ainda é um fedelho
Que não contém o choro!
Queria ser o primeiro…
E ter um Natal…mouro!

Alah u' Akbar!



Por: Joker
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