quinta-feira, 26 de abril de 2012

Quem nos sucederá na UEFA Europa League?


Será desta vez que o SCP deixará de ser o clube do “Quase”?







Se a memória não me falhar nem me atraiçoar, penso poder dizer que a última vez que o Sporting Clube de Portugal conquistou um título de campeão nacional de futebol, para júbilo e satisfação dos seus apaziguados adeptos, cada vez mais sedentos de vitórias, foi no ano da graça de 2002. 







Para além disso, na época de 2004/05 depois de ter conseguido o mais difícil, que foi chegar à final da Taça UEFA que se realizou no seu próprio estádio, mais uma vez não teve arte nem engenho para aproveitar condições únicas e ótimas para conseguir o seu desiderato, perdendo ingloriamente a final para o CSKA de Moscovo em pleno estádio de Alvalade por 3 bolas a 1, com enorme pesar dos seus sócios e adeptos.

Sem qualquer espécie de dúvida, para um clube com a grandeza e historial do SCP é sobejamente muito curto e pobre as suas conquistas desportivas nos últimos anos, tendo em conta que estamos a falar de um dos três ditos de “grandes” do futebol português, pelo menos ainda será assim que tem sido denominado pelos meios da comunicação social, se bem que na minha ótica, ou arrepia caminho ou sujeita-se a ser ultrapassado pelo seu homólogo do Minho, o Sporting de Braga, que paulatinamente e num curto espaço de tempo, tem vindo a posicionar-se no panorama nacional e internacional, como um clube de top e de futuro assegurado no nosso país, demonstrando e provando a muita boa gente que uma boa gestão bem sustentada em termos económicos e desportivos, pode dar excelentes resultados mesmo com orçamentos muito menos onerosos, em comparação pelo menos com o FC Porto e SLB.

Por todas estas razões, e por já estar arredado há bastante tempo do título de campeão nacional, mas com boas possibilidades de lutar pela Taça de Portugal e pela conquista da Liga Europeia, o SCP atravessa um excelente momento de forma que pode aproveitar a seu favor para recuperar o terreno perdido, sob pena de mais uma vez ser considerado como o clube do “quase”. 


Por: Natachas.
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