sexta-feira, 20 de abril de 2012

Faltam 4 jogos (Crónica e Vídeo)



Quatro Jogos: Quem sonharia que pudéssemos estar como realmente estamos?







Poderá não ser até ao lavar dos cestos, mas isto ainda não são favas contadas. O querer e a ambição não podem ser interrompidos porque na mesma jornada quase que eliminamos os dois concorrentes directos pelo título. Não podem e não vão ser.

Somos a equipa mais forte. Citando o outro: “Em circunstâncias normais vamos ser campeões, e em circunstâncias anormais também vamos ser campeões.”

Matematicamente falando, há espaço para erros. Mas, o futebol é incerto e instável. Por isso e como nós só jogamos para ganhar, é ganhar os 4 jogos. Sem espinhas.







O primeiro apesar de teoricamente parecer o mais fácil, pode ser o mais difícil.
Espero que a nossa equipa tenha aprendido com os erros do jogo com a Briosa depois da vitória contra os Apagados.

Ganhamos um jogo difícil? SIM.
Podemos relaxar? NÃO.



Jogar com o Beira-Mar, neste momento, é igual a jogar com o Braga fora. Manter os níveis de seriedade e concentração. A dificuldade só varia no papel.
Tudo à procura do 1º golo e se ele eventualmente surgir (o que vai acontecer), é como se estivesse 0-0. Continuar à procura do golo.
Linhas coesas, sempre com interajuda. Em cima deles, não os deixar respirar.

Se toda a gente estiver a pensar num único objectivo, que é a vitória, o nosso futebol vai fluir naturalmente.


Seguidamente vamos à Madeira. Da última vez que fomos ao arquipélago, as coisas correram bem. O resultado, não a exibição. Realizamos um jogo asfixiante, com pouco ou nenhum controlo sobre os acontecimentos. Valeu Helton, o salvador da Choupana.

Novamente: Estes erros podem sair caros. Correu bem à primeira, pode não correr à segunda. O Marítimo joga bem em casa e vai nos dificultar a vida.

Assim como o Nacional, o Marítimo gosta de jogar em transições rápidas, pois possui jogadores velozes para isso. É preciso sobretudo ter cuidado na zona central do terreno com a criatividade do Danilo Dias.


Chegamos ao jogo que já muitos intitulam como jogo do título. Se vencermos os dois jogos anteriores e o Braga e os Apagados fizerem a mesma coisa, a denominação é correcta.
Todos os portistas já pensam neste jogo contra o Sporting (mas atenção, sem desvalorizar os outros!).

No ano passado foi no galinheiro. Este ano pode ser contra o Sporting no nosso estádio.

Eles estão motivados com os últimos resultados na Europa (ainda vão jogar com o Bilbao) e têm apresentado melhorias, sobretudo devido ao maior rendimento do Izmailov que quando têm os joelhos nas melhores (ou nas possíveis) condições é, sem dúvida, o melhor jogador deles.
O Rui Patrício também tem coleccionado boas exibições e o Xandão, apesar de não ser grande espingarda, veio dar outra estabilidade ao centro da defesa do Sporting.

Vai ser um jogo difícil, mas onde queremos a vitória (não a queremos sempre?), quer seja o jogo do título, quer seja o prenúncio do mesmo. Vamos esperar que seja a primeira opção.


Acabamos o campeonato no estádio dos Arcos contra um Rio Ave a quem desejo a manutenção. Vamos jogar contra os nossos “miúdos”: Atsu e Kelvin.
Se tudo correr bem, já vamos lá em descompressão pós conquista do campeonato. Mais em festa, mas sempre, sempre para ganhar!

Caso isto não seja possível, é o jogo de todas as decisões. Temos qualidade suficiente para facilmente derrotar os vila-condenses. Concentração FC Porto!


Estamos a caminho de mais um campeonato. 4 jogos, 4 finais!

Escrever mais umas linhas de triunfo na nossa história já cheia de glória.
Não é tempo de criticar, é tempo de apoiar e apoiar. E se não chegar, apoiar ainda mais forte e mais alto.


O destino é traçado por nós.






Por: Dragão 14
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