terça-feira, 13 de março de 2012

Será que a Comissão de Disciplina e a APAF sofrerão em conjunto de um autismo profundo?








Porventura já todos estaremos bem esquecidos da posição da CD e da APAF, no que disse respeito à posição que tomaram na altura perante os comentários da direção do SCP, tendo em conta as fortes palavras de reprovação dos seus dirigentes em torno dos árbitros, pedindo mesmo que alguns fossem banidos dos jogos do clube de Alvalade, para além de um pedido de punição disciplinar por parte do CA, o que originou uma posição forte por parte dos árbitros, recusando-se a apitar os jogos do SCP.







Curiosamente, após os comentários de LFV e JS, ao se pronunciarem num estilo ainda mais violento e feroz e em direto após o último Benfica-Porto, de uma forma intensiva e provocatória sobre a arbitragem de Pedro Proênça, os mesmos agentes desportivos que tinham sido tão audazes nas posições que expressaram, tão fortes na forma como atuaram e tão rápidos a tomarem uma iniciativa contra o SCP, agora parece que todos juntos sofrem de uma espécie de autismo em último grau, fazendo de conta que nada se passou, que nada se disse contra a honestidade e integridade da equipa de arbitragem de Pedro Proênça, pondo em causa os princípios básicos de igualdade de direitos e o respeito que deve haver entre as partes, dando uma imagem de fraqueza, de hipocrisia, mesmo de um temor diferente entre os dois clubes da capital, deixando a ideia que afinal em termos de poder e intervenção persecutória na área do futebol em Portugal, a tendência e a orientação de processos associados a estas problemáticas da arbitragem estarão vestidas de vermelho e branco.

Eu cá ficarei à espera para ver qual será a resposta que as citadas comissões irão dar a este assunto, mas, como diria Rui Oliveira e Costa no Trio de Ataque, que eu subscrevo por inteiro, não me parece que tenham um pingo de vergonha, de patentear a mesma coragem, de ir na mesma orientação, irão certamente ficar retidos na sua própria hipocrisia, como autênticos ratos no fundo de um porão de um navio de escravos ao serviço do seu “senhor todo poderoso”.



Por: Natachas.

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