terça-feira, 17 de março de 2015

TEORIA DO BURACO



O nosso campeonato tem-se decidido com o número 10. Quem ganha pontos decisivos fá-lo contra 10 e quem perde pontos cruciais fá-lo com 10.

Dada a importância do número 10 no campeonato português grande parte da crónica servirá para confabular sobre como jogar em inferioridade numérica.

O futebol dos dias de hoje é muito mais fisico do que há 10,20 ou 30 anos atrás. Em 1990 não se viam equipas a pressionar alto, campo todo e jogadores a fazer 12 e 13 km por jogo com aquela intensidade e naquele ritmo.

O Chelsea – Psg é a excepção que confirma a regra. A regra é a de que uma expulsão, num jogo de futebol é mais determinante para o resultado de um jogo do que um penalti ou um frango.

Eu prefiro estar a perder 1-0 na Luz ao minuto 1 do que jogar na Luz 10 contra 11 desde o minuto 1.
O 10 contra 11 pode ter decidido este campeonato.

A fábula do “Por vezes é mais dificil jogar contra 10” está no mesmo baú de idiotices que definem “Que quem está pior aparece mais forte no derby” e outras mentiras repetidas à exaustão, à falta de saber o que se noticiar ou desconhecimento do valor que o silêncio tem .

Na génese da TEORIA DO BURACO estão as respostas às perguntas:
1 – Quem é o adversário? Que nivel tem? Muito Inferior? Inferior? Equivalente?
2 – Qual é o resultado à data da expulsão? Interessa ou é preciso correr atrás?

Já lá vamos às respostas.

Quem joga com 10 fica com um buraco no seu esquema. O trabalho do treinador é escolher o buraco.
Há treinadores que pegam nos sobreviventes e se adaptam. Se falha o central o médio/defensivo bota o olho, se falha o lateral o médio-ala recua um bocadinho e o central descai outro tanto.
Marco Silva é um exemplo desses treinadores que ficando com 10 deixa que a equipa que está em campo se acomode ao jogo.

Eu sou dos que pensa que os treinadores devem escolher o buraco.
Se o futebol fosse um jogo de 12 contra 12 é provavel que grande parte das equipas jogasse em 4-5-2 ou 4-3-4.

Como é (ou era) um jogo de 11 contra 11 retirar-se-ia  a pedra mais desnecessária do 12 contra 12.
10 contra 10 deve seguir o mesmo pensamento.

Uma equipa que jogue em 4-3-3 como o Porto deve pensar nas mecânicas defensivas e ofensivas quando escolhe o buraco.

Onde é que nunca se pode mexer seja qual for o adversário ou resultado parcial?
Na parte que influência as mecânicas defensivas e ofensivas.

Pensamos nos 10 titulares e podemos fazer uma escala do género:

O comportamento de Marcano tem 85% de importância na mecânica defensiva e 15% na ofensiva
O comportamento de Aboubakar tem 15% de importância na mecânica defensiva e 85% na ofensiva.
................ e por aí adiante.

Os jogadores do 11 inicial cuja repartição está mais próxima das duas mecânicas são os mais imprescindiveis.

É suposto que a equipa se mantenha ligada. Com menos 1 jogador essa corrente  que faça chegar sangue dos pés à cabeça é ainda mais relevante.

A menos que se jogue um futebol directo em que os médios só conseguem ver a sobrevoar pelas suas cabeças está nomeado o sector para onde NUNCA deve ser atirado o buraco.

Pode haver buraco mas para ali não pode ir. JAMAIS!


Para onde vai mandar o buraco?

Na teoria o buraco só deve ser enviado para a defesa nas seguintes circunstâncias:
a)   Últimos 10/15 minutos da partida com resultado desvantajoso perante qualquer tipo de adversário
b)  Qualquer altura da partida com resultado desvantajoso quando o adversário é considerado como claramente inferior
c)   Qualquer altura da partida com resultado vantajoso quando o adversário é claramente inferior e o jogo está dominado.

Como no meio-campo não se mexe, todos os outros casos que aqui não estejam elencados implica que o buraco é para ser atirado para o ataque.
Porquê?

Porque é preciso escolher se se prefere atacar pior ou defender pior.

Tirar um avançado faz-nos atacar com menos gente e naturalmente pior quando conseguimos levar a bola para a grande área adversária.

Tirar um defesa faz-nos defender com menos gente havendo uma menor capacidade de frustrar as tentativas do adversário quando chega às imediações da nossa área.

Tirar médios faz-nos atacar e defender pior porque menos bolas são levadas para a grande área adversária e mais bolas são empurradas para a nossa grande área.

Se jogo contra Sporting, Braga e Basileia a minha opção prioritária é a de atacar pior.

Todas as equipas têm um jogador que se envolve menos na pressão ofensiva, que fecha pior na linha e em que o seu contributo quase exclusivo se centra no desequilibrio ofensivo.

Na minha cabeça o que eu escolho é transformar o 10 contra 11 que aí vem num jogo em que esse tal jogador (Brahimi ou Quaresma, por exemplo) não dê uma para a caixa.

Pode o Porto ganhar uma partida em que 1 destes homens que menos defendem não jogue ao seu nível? É por aqui.

Tentar ter a mesma organização defensiva que faz de Fabiano um espectador e dá segurança à equipa e procurar com menos 1 avançado aproveitar melhor as provaveis menores oportunidades.

Se jogo contra Arouca ou Boavista a minha opção pode ser a de DEFENDER PIOR.

Pode porque o natural é que sejam jogos dominados pela equipa superior em larga escala e em que menos bolas são levadas para perto da nossa grande área.

Como é natural que o jogo não seja dividido e se espera que a bola pouco andasse na nossa grande área então atira-se o buraco em função dessa esperança de escassez.

Quantos jogos nos levam a dizer que: “Até comigo na baliza ganhávamos!”.

É com esse pensamente que se atira o buraco para a defesa com o mesmo espirito de quem varre o lixo para debaixo do tapete ou que se prefere ter a meia rota ao botão descosido na camisa.

Com sorte, ninguém repara.
Quando se está atrás de um resultado buscar esta sorte é algo quase obrigatório.

Quando o adversário nos puxa o tapete ou tira o sapato e fica claro para o Mundo que o buraco existe ali então é hora de mudar de meias ou ligar o aspirador.

Marco Silva fez isso na 2ª parte contra o Penafiel.

A teoria do buraco já abordou o comprimento.

Atrás? ÀS VEZES                No meio? NUNCA                        À Frente? REGRA GERAL.
Falta a largura.
Aqui gasto poucas linhas.
No centro? JAMAIS EM TEMPO ALGUM                  Na(s) ala(s)?   SEMPRE.

Saia quem sair o que deve acontecer é que os que sobram têm que se juntar ao centro e fugir das linhas laterais.

Quanto maior a centralidade de um jogador maior a sua intervenção. Pode fechar mais linhas de passe, pode pressionar por acção ou ameaçar mais adversários.

No ataque temos que ter o eventual menor número de jogadores mais perto da baliza.

Na defesa temos que ter o eventual menor número de jogadores mais juntos da baliza.

Se continuarmos com extremos de linha em cima de laterais podemos transformar um já de si dificil 10 contra 11 num ainda mais complicado 6 contra 7.

Aqui não discuto se deve sair quem joga a extremo ou joga a ponta de lança.

Não pretendo alegar que um defesa-central não pode sair e o lateral tem guia de marcha.

Quem tem um lateral como Ivanovic ou Sapunaru pode abdicar de um central e cumprir com o requisito da centralidade.

Quem tem um avançado como Cavani ou Derlei pode abdicar de um ponta de lança e cumprir com o requisito da centralidade.

Resumindo a TEORIA DO BURACO:

 O QUE PROCURAR FAZER: BURACO ATIRADO PARA A LINHA LATERAL ATRÁS ou À FRENTE.
O QUE NUNCA FAZER: ATIRAR O BURACO PARA O CENTRO E PARA O MEIO

Explicada a teoria, vamos ao jogo do Arouca entrando directamente para o momento em que Fabiano derruba André Claro.

O que faz Lopetegui à luz da Recém-inventada Teoria do Buraco.

1.       ADVERSÁRIO CLARAMENTE INFERIOR (em teoria)
2.       MINUTO 11
3.       RESULTADO DESVANTAJOSO.

BURACO EM COMPRIMENTO: DEFESA
BURACO EM LARGURA: ALA
Perfeito. A teoria da meia rota aplicava-se claramente a este caso.

O jogador que tem menos cultura de defesa tem foi o eleito para sair o que é mais do que compreensivel. Ricardo é um extremo de origem que está a rotinar-se a pouco e pouco numa defesa a 4. Se temos 3 defesas com ritmo, experiência a jogar lá atras é por aí que temos que ir.


A 1ª substituição faz com que até aos 45 minutos tudo corra normalmente. O Porto faz o seu jogo ofensivo como é costume, Quaresma vai infernizando Baliú até Aboubakar selar o golo que fazia respirar o Dragão e dar vida ao campeonato.

No regresso do balneário Lopetegui muda o BURACO.

Até aquela altura o resultado é vantajoso, o adversário era inferior e o jogo estava dominado.

Ninguém estava a perceber que o lixo estava debaixo do tapete e a meia rota. Para o Mundo a casa estava um brinquinho e o Homem impecavelmente vestido.

Lopetegui não respeita a TEORIA DO BURACO e desaperta o Sapato e puxa o tapete.

Sem ser preciso (naquela altura) mudar o BURACO o nosso treinador tem uma postura KAMIKAZE quer em COMPRIMENTO quer em LARGURA.

Em COMPRIMENTO tira o buraco da DEFESA colocando-o no MEIO. CHUMBADO.

Em largura tira o buraco da ALA e coloca-o no CENTRO. CHUMBADO.

Em poucos minutos o desrespeito pela Teoria do Buraco fica evidente. Temos mais defesas mas somos mais postos em causa porque Oliver e Casemiro ficam para lá da inferioridade numérica no coração da partida. O Arouca tem o dobro dos Homens na zona nevrálgica do terreno.

Lopetegui não esperou para ver se o dominio se perdia para mudar o buraco.

Com o HARAKIRI de Lopetegui o Porto perdeu o dominio, deixou de atacar e viu o Arouca chegar muito perto de Helton.

Com Resultado Vantajoso e Dominio Perdido a TEORIA DO BURACO obrigava a mudanças que restaurassem o domínio, estancassem a posse de bola arouquense no nosso meio-campo e o ganho contínuo de segundas bolas.

Que substituições respeitariam a Teoria do Buraco?
Saída de Brahimi ou Quaresma e Entrada de Rúben ou Evandro ou Reyes.

Lopetegui mudou o buraco no balneário quando a equipa tinha o jogo dominado.

A equipa perde o domínio e Lopetegui gasta uma 2ª substituição sem mudar o buraco tornando-o ainda pior porque arrebenta com uma das linhas de comprimento com que o Porto joga. Aquela que faz circular o sangue dos pés à cabeça desaparece.

Herrera vai para defesa direito, Oliver sai e Ruben vai para a linha de Casemiro.

A equipa do Porto tem normalmente 5 linhas.
A dos 4 atrás.

A do Casemiro.
A dos médios.
A dos extremos.
A do 9.



Ficamos:
Com os 4 atrás.
Ruben e Casemiro logo a seguir
(vazio)
A dos extremos.
A do 9.

É no (vazio) que caiem as segundas bolas ganhas inicialmente de cabeça por Marcano/Casemiro.
É no (vazio) que não surge o apoio para que os extremos possam servir Aboubakar.
Não havia pior lugar possível para colocar o buraco. Mesmo no grande círculo.

Sucedem-se as bolas rechaçadas para a mancha laranja à entrada da nossa área o que nos levou a acabar um jogo no Dragão em que o Arouca consegue ter mais remates que o Porto.

A 3ª substituição é mais do mesmo e a prova do mérito da Teoria do Buraco.

Um jogador fresco e veloz não consegue fazer a diferença porque o (vazio) no meio-campo empurra o jogo para a nossa área, liquida qualquer semelhança com o futebol de posse e apoios e põe fora de jogo o trio de ataque. O sangue não chega aos pés.

O Porto esteve a um passo do suicidio e a responsabilidade é de Lopetegui. Uma equipa que tem principios de posse, de controlo de jogo e na segurança com bola não pode escolher AQUELE BURACO na 2ª parte.

Lopetegui tem que ter noção que é fundamental estar preparado para jogar com 10 no nosso campeonato da mesma forma que Jorge Jesus sabe que é obrigatório preparar bem a sua equipa para jogar contra 10.
Para os mais jovens convém aqui deixar uma velha frase de Gary Lineker que permanece actual mas que não pode deixar de ser combatida.

NO FUTEBOL SÃO ONZE CONTRA DEZ E NO FIM GANHA O BENFICA





Análises Individuais:

Fabiano – Miserável e sortudo. Miserável porque ver o Fabiano a repetir jogo sim, jogo sim, as movimentações que Neuer fez no Alemanha-Argélia revela pouca inteligência.
Um guarda-redes do Porto apenas precisa de não jogar colado à baliza. Olho para Claudio Bravo do Barcelona e não vejo nada disto.
A grande qualidade de um guarda-redes é centrar-se naquilo que é bom e não mostrar ao mundo aquilo em que não tem jeito.
Fabiano a sair à Neuer é como usar sandálias abertas com meias rotas.
Há dezenas de redes que fazem carreira, ganham Champions e são ídolos com gravissimos defeitos em um ou outro item do arsenal de atributos de um keeper.

Ricardo – Aquela bola ia ser dele se Ricardo não abranda ao ver Fabiano lançado com a mesma loucura com que fez KO a Danilo.
Feita a asneira de Fabiano era o elo mais fraco à luz da Teoria do Buraco.

Alex Sandro – Não está isento de culpas no lance da expulsão. Quem fica atrás nos cantos tem um padrão de actuação diferente de quem pressiona alto. Alex tinha que ganhar tempo para a equipa se recolocar e não sair do centro.
Em vez de dar tempo à equipa tentou roubar a bola logo. Em vez de ficar no sitio veio pressionar para a ala.
A partir desse momento arranca para uma exibição compativel com a boa forma que vinha revelando nas últimas partidas.

Marcano – Intratável no jogo aéreo. Vai a todas e ganha todas. Está feito xerife e ganha uma aura de inexpugnabilidade tal, que até já é ele o central escolhido quando é para jogar na direita.
Imagino Lopetegui a pensar: “Que vá para lá o Marcano que ele parece que está possuído e faz tudo bem”
Fundamental para impedir que dessemos o passo em frente quando estávamos no precicipio. MVP.

Martins Indi – Fez uma boa 1ª parte quer a Defesa Central esquerdino numa defesa a 4 quer como Defesa direito numa defesa a 3.
Com o passar do tempo vai ficando a ideia que há lacunas preocupantes no jogo de Indi. A forma como entra à comboio Fabiano sobre os adversários fazendo faltas desnecessárias em zonas perigosas.
A forma como se cola de tal forma à camisola do adversário que fica lá pregado quando a bola lhe cai nas costas. Num desses lances foi o Xerife Marcano que teve que ajudar ganhando tempo (aprende Alex!) para que o próprio Indi corrigisse a burrada.

Casemiro – Manteve a contundência e agressividade na disputa pela bola mas reduziu a qualidade de passe revelada na 3ª feira.
Jogadores fisicos são extremamente importantes quando se joga em inferioridade. Casemiro conseguiu sê-lo mesmo nos piores momentos quando era obrigado a cortar as primeiras e a correr às segundas.

Oliver – Parecia que entre o dia da lesão e o do jogo do Arouca nenhum tempo se tinha passado. Oliver pegou exactamente no ponto em que deixou. A mesma importância na condução de jogo, o mesmo talento, a mesma busca pela profundidade em movimentos sem bola.
Excelente primeira parte. Na 2ª parte Lopetegui atira-lhe o buraco para cima e Oliver pouco podia fazer.

Herrera – Grande primeira parte. Ele e Quaresma foram os homens que varreram o lixo para debaixo do tapete. Fizeram-no tão bem, tão bem, que ninguém reparou naqueles 45 minutos em que o mexicano com assistências e Quaresma com arrancadas e cruzamentos foram atirando água mole para cima da defesa dura do Arouca.
Na 2ª parte jogou a defesa direito e fez o que pode numa equipa colectivamente mal organizada.

Brahimi – Parece que fica contrariado quando um colega lhe passa a bola para o espaço em vez de escolher o pé.
Esteve muito em jogo na 1ª parte mas voltou a fazer 1365 fintas que são bonitas mas têm resultado prático nulo no rendimento da equipa.
Na 2ª parte ninguém lhe contou que estava sozinho porque Lopetegui tinha plantado um vazio atrás. Mesmo que lhe tivesse contado Brahimi continuaria a fazer fintas.
Se os adversários lhe apanham a pinta passam a nem sequer tentar o roubo convidando-o a fintar para trás e para os lados. Fico com a ideia que ambos fechavam negócio.

Quaresma – No limiar do MVP não fosse a dramática 2ª parte que obrigou o xerife a puxar dos galões. Surpreendeu porque vimos um Quaresma com excelentes movimentos ofensivos sem bola. Vertical e a pedir a aceleração.
No seu ADN Quaresma é mais Brahimi do que Tello. Bola no pé, 3 ou 4 bicicletas na bola sem sair do sitio e 5 segundos dados aos defesas para se reposicionarem.
Contra o Arouca parecia que Tello estava com a camisola 7 com a vantagem de serem os pés de Quaresma a cruzar as bolas. Sofre um pénalti não marcado e é a fonte de todo o perigo portista.
Na 2ª parte mesmo com o total desrespeito pela TEORIA DO BURACO Quaresma conseguiu ser o único jogador a conseguir sacar água do deserto.

Aboubakar – Marcou o golo e só isso já chega para ter nota bem positiva. Ainda assim precisa de rever a forma como pressiona a defesa. Os movimentos são bons porque Aboubakar corre, aproxima-se e o seu bafo surge perto dos defesas na saída de bola.
A atitude é frouxa porque em 90% das ocasiões Aboubakar está lá apenas com o corpo e não mete o pé. Foi mais nesse capítulo do que em qualquer outro que senti a falta de Jackson.
METE O PÉ ABU!

Helton – Uma grandiosa defesa (das melhores do campeonato) que nos dá 2 pontos que já tinham caído da carteira depois do trio de arbitragem ter feito vista grossa a um fora-de-jogo claro.
Muita segurança, tranquilidade e liderança em tudo o resto. Estávamos a precisar Helton!
Obrigado!

Ruben Neves – Análise ingrata porque sem poder apontar nenhum erro relevante ao Ruben a equipa ficou pior com a sua entrada. Fechou á frente da defesa, lutou, passou sempre bem como de costume mas a quimica da equipa com o duplo pivot à frente da defesa não me convence seja com 10 como com 11 jogadores.

Tello – Tinha minutos suficientes para brilhar mas não se podia assistir a si próprio e já não havia ninguém que o pudesse fazer.



Por: Walter Casagrande


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