terça-feira, 22 de maio de 2012

OUTROS TEMPOS, OUTRAS VITÓRIAS, OUTROS HERÓIS: Quem foram os atletas (68!) jogadores que contribuíram para o PENTA? Os Defesas.



SECRETÁRIO


















Tempo útil: 9585’ - Jogos: 106 - Épocas: 94/95, 95/96, 97/98 e 98/99 – Golos: 5
Só faltou o TRI. Não foi totalmente feliz no Real Madrid e o FC Porto voltou a abrir-lhe as portas. Chegou na época passada (97/98), a tempo ainda de participar em 19 jogos, sempre a lateral direito, depois de ter sido, com Bobby Robson ao leme, utilizado várias vezes no meio-campo. Exibiu-se este ano (98/99), ao seu melhor nível e foi decisivo na vitória do Penta.


NELSON

Tempo útil: 131’ - Jogos: 2 - Épocas: 98/99 – Golos: 0
O FC Porto precisava de um lateral que “afrontasse” Secretário e, quando necessário, Fernando Mendes. Fez, por isso, regressar Nelson do futebol inglês, numa aposta que se revelaria infeliz. Não porque o defesa falhasse nas oportunidades que lhe foram dadas, simplesmente porque Fernando Santos nem sequer teve oportunidade para o chamar. Uma série de lesões marcou uma época negra para o internacional português.


JORGE COSTA

























Tempo útil: 9513’ - Jogos: 105 - Épocas: 94/95 a 98/99 – Golos: 8
Uma lesão na pré-época de 1997/98, na Suécia, impediu o capitão Portista de estar ao seu melhor nível. Aliás, depois de ter recuperado, de forma espectacular a uma operação aos ligamentos, voltou a magoar-se, parando outra vez. Na sua “contabilidade” pessoal, Jorge Costa, já leva cinco operações com algum risco, mas a todas continua a reagir com uma disponibilidade notável. Foi o grande líder do plantel, sendo dos jogadores que mais facilmente assimilaram as ideias de Fernando Santos, fazendo a sua melhor época de sempre.


ALOÍSIO





















Tempo útil: 13562’ - Jogos: 148 - Épocas: 94/95 a 98/99 – Golos: 9
Os anos parecem não passar por Aloísio que já leva nove épocas ao serviço do FC Porto. Os treinadores mudam, os companheiros são outros – com o brasileiro já jogaram Paulo Pereira, Fernando Couto, João Manuel Pinto, Gaspar, Jorge Costa, José Carlos, Lula, entre outros -, a filosofia pode ser alterada, mas Aloísio mantém-se de pedra e cal. De uma eficiência notável, sabe estar em campo como poucos. E já renovou contrato.


JOÃO MANUEL PINTO



















Tempo útil: 4618’ - Jogos: 74 - Épocas: 95/96 a 98/99 – Golos: 9
Com a lesão de Jorge Costa afirmou-se como um dos mais destacados defesas no ano do TETRA. Com o capitão de novo em forma, voltou ao banco dos suplentes, praticamente toda a temporada. Foi na condição de suplente utilizável que Fernando Santos lhe explorou a faceta de polivalente, fazendo-o jogar como central, mas também como lateral ou, mesmo, ponta-de-lança.


FERNANDO MENDES
























Tempo útil: 4800’ - Jogos: 60 - Épocas: 96/97 a 98/99 – Golos: 5
Começou a época como lateral-esquerdo sem oposição. Os seus melhores momentos coincidiram no mesmo jogo: em Amesterdão, com o Ajax, na Liga dos Campeões. Estava a ser o melhor em campo quando sofreu uma lesão que o obrigou a sair. Em Janeiro chegou Esquerdinha e, depois do encontro com o Boavista, perdeu a titularidade para o brasileiro.


RICARDO CARVALHO



















Tempo útil: 98’ - Jogos: 1 - Épocas: 98/99 – Golos: 0
Sempre que tem oportunidade, Pinto da Costa lembra que o central é uma aposta sua. Pela primeira vez no plantel sénior do FC Porto, Ricardo Carvalho fez desta uma época de transição, jogando quase exclusivamente na Selecção de “Esperanças”. Por uma vez, frente ao Salgueiros, foi titular (Aloísio e Jorge Costa estavam castigados) e teve uma falha grave no final da primeira parte, que resultou no golo da equipa de Paranhos. Depois do intervalo, recompôs-se e a equipa tratou do resto, vencendo de forma convincente. Ricardo foi elogiado pela exibição e “despenalizado” pelo erro. Espera que a próxima seja a temporada da sua afirmação.


ESQUERDINHA
























Tempo útil: 1013’ - Jogos: 12 - Épocas: 98/99 – Golos: 1
Chegou em Janeiro, pedindo calma porque estava parado há muito tempo, mas que, logo que ganhasse ritmo, iria morder os calcanhares a Fernando Mendes. Titubeou numa primeira oportunidade, em Guimarães; agarrou a segunda, frente ao U. Leiria, nas Antas, com ambas as mãos, conquistando a titularidade. Curiosamente foi apresentado como um lateral que ataca muito bem mas foi a defender que começou por se destacar. Foi dando indícios de que, de facto, também sabia atacar e, inclusive, marcar golos.


Por: Nirutam
Enviar um comentário
>