Segunda Liga, 7.ª jornada: FC Porto B 1 - 0 Oriental

O Porto B recebeu e venceu esta tarde o Oriental por uma bola a zero.


A equipa portista apresentou um onze absolutamente renovado, com várias caras da equipa principal. Na baliza Ricardo fez os seus primeiros minutos da época, Opare ocupou o lado direito da defesa, Reys voltou ao centro da defesa, Campaña liderou o meio campo, Otávio foi o médio mais criativo e Kelvin foi de novo extremo.

De destaque ainda Kayembe que voltou a ser lateral esquerdo e Ivo que ocupou a espaço de ponta de lança (com Gonçalo lesionado).

Mas o que trouxeram afinal todas estas mexidas ao jogo do Porto B? Acima de tudo mais consistência e segurança. A equipa apresentou-se mais ligada e com mais capacidade de explorar o ataque.

O meio campo finalmente apresentou-se com a fórmula habitual do Porto.
Um trinco, Campaña, um médio de ligação, Leandro e um criativo, Otávio.
Este meio campo foi sempre capaz de harmonizar e equilibrar o jogo portista, mas também dar a esse mesmo jogo criatividade.

No entanto, ao ataque faltou sempre a referência. Apesar de até ter sido Ivo Rodrigues a criar as duas principais situações de golo na zona central. Num primeiro momento depois de uma grande abertura de Kelvin e de uma recepção primorosa do extremo portista seguida de remate. Num segundo lance, este a jogada do golo, em que Otávio pressiona bem a defesa do Oriental e depois Campaña descobre Ivo solto de marcação.

O Porto inaugurava assim o marcador. No entanto, não aconteceram mais situações flagrantes de golo na primeira parte, apesar de a equipa trocar bem a bola e explorar bem os flancos.

Na segunda parte, o jogo é mais equilibrado, com muita luta a meio campo. O futebol do Porto ressente-se e o Oriental ganha nova chama, apesar de nunca criar real perigo.

Com o avançar do tempo, o jogo torna-se partido, os espaços são muitos sobretudo nas costas da defesa do Oriental. Kelvin em várias situações trabalha bem, mas falha na definição das jogadas.

O Porto acaba por não aproveitar algumas jogadas de superioridade sobre o adversário e acaba por ter azar quando num livre de Campaña a bola é devolvida pela trave.

O jogo acaba assim com uma vitória justa do Porto B, num jogo que de certo será analisado de perto por Lopetegui.


Análise individual:

Ricardo: Muito seguro em todos os lances.

Opare: Mostrou algumas fragilidades defensivas. No ataque não se viu.
Acabou por sair tocado.

Lichnovski: Foi o elo mais fraco da dupla e centrais com alguns erros.

Reys: Exibição segura.

Kayembe: Jogo muito atrapalhado, mas sem comprometer.

Campaña: Melhor em campo. Um trinco com muita classe. Muito bem no passe, boa presença em jogo. Esteve muito perto do golo.

Leandro: Melhor que nos últimos jogos. A constituição do meio campo ajudou.

Otávio: Muito positiva a estreia deste menino. É muito difícil tirar-lhe a bola, boa visão de jogo, mas o que impressionou mais foi o facto de dar sempre a cara à luta.

Fred: Falhou quase sempre a definição dos lances, mas trabalhou muito e criou espaços.

Kelvin: Primeira parte de fugachos, na segunda metade estabilizou o seu jogo e foi dos mais perigosos, mas falhou também no capítulo da definição.

Ivo: Apesar de não ser ponta de lança, ocupou bem esse espaço. Não conseguiu ser a referência da equipa, mas foi sempre importante ao recuar e encontrar espaços. Fica na retina o passe fantástico para Roniel, a recepção e remate que quase acabou em golo e claro o golo que dá a vitória à equipa.


David Bruno: Entrou para o lugar de Opare. Não comprometeu.

Francisco Ramos: Foi importante pela pressão que exerceu a meio campo.


Roniel: Entrou bem, muito activo e rápido.




FICHA DE JOGO

FC Porto B-Oriental, 1-0
Segunda Liga, 7.ª jornada
17 de Setembro de 2014
Estádio de Pedroso, Vila Nova de Gaia

Árbitro:
Manuel Oliveira (Porto)
Assistentes: Tiago Leandro e Tiago Costa
Quarto árbitro: Júlio Loureiro

FC PORTO B: Ricardo; Opare, Lichnovsky, Reyes e Kayembe; Campaña, Otávio e Leandro (cap.); Ivo, Frédéric e Kelvin
Substituições: Opare por David Bruno (58m), Otávio por Francisco Ramos (65m) e Frédéric por Roniel (86m)
Não utilizados: Kadú, Célestin Djim, Rafa e Tomás Podstawski
Treinador: Luís Castro

ORIENTAL: Mota; Tiago Rosa, Hugo Grilo, Daniel Almeida (cap.) e João Pedro; Tiago Mota, Pedro Alves, Tom e Roncatto; Leonel Alves e Valdo Alhinho.
Substituições: Valdo Alhinho por Miguel Paixão (60m), Pedro Alves por Ballack (64m) e Leonel Alves por Mauro Bastos (74m)
Não utilizados: Janota, Seidi, Córdoba e Henrique Gomes
Treinador: João Barbosa

Ao intervalo: 1-0
Marcador: Ivo Rodrigues (11m)
Disciplina: cartão amarelo a Leandro (64m), Daniel Almeida (67m), Tom (70m), Tiago Rosa (74m), Francisco Ramos (76m) e Hugo Grilo (87m)



Por: Prodígio
quarta-feira, 17 de Setembro de 2014
Posted by Tribuna Portista

Zénite!

#Joker #Zenit #benfica #FCPorto

Faltou o Capela
Pr’a segurar o meio
E ao Hulk, o esteio
Cortar-lh’a passarela!

Qu’ele era capaz
De substituir o grego
E impor-se, teso…
Cortando tudo lá atrás!

E s’estivesse na linha
O fiscal do Valter
O golo do Witsel
Nunca lá se tinha!

Por iss’a “vitória”
Que foi celebrada!
Não deu em goleada
Na “eliminatória”!

E ainda vão vencer
Os Russos à Rússia
Diz-se com astúcia
Só pr’a convencer…

Qu’os objectivos
Do investimento :
60 milhões d’aumento
Já lá estão cativos!

Por isso o Zenith
É uma “grande equipa!
Um gigante, diz o Rita
Que lá deu o palpite!

Ainda me recordo
Qu’o ano passado
Um Porto desmembrado
Não perdeu do mesmo modo!

Também jogámos com dez
Desd’o sexto minuto
E foi quase no último
Que sofremos o revés!

Quer-se comparar
Esta atitude
Por mera similitude
C’o Rit’a comentar?

Ainda m’está presente
O que falou do Lille
Esse triste imbecil…
Como quem se ressente?

É quem vai em primeiro
Por terras de França…
Até ond’a vista alcança
Só vê o Rita nevoeiro…

E agora é qu’o Zenith
É uma “grande equipa”
Um gigante, acredita
Quem por lá comente?

Agora é qu’o Hulk
É um grande jogador
Quiçá, o melhor…
Suspenso, nesse truque!?

Se cá estivess’o Ricardo
O “juiz” do Conselho
E o Sandro, do aparelho…
Já estava tudo provado!

E o Hulk não jogava
Contr’o Regime
Por causa desse “crime”
Na pena agravada!

Por reincidir
No travo “presunçoso”
Contr’o “glorioso”?
Era caso pr’a s’abrir!

Então mostrou os dois
Ao sair do jogo!
O que revel’o dolo
Suspendamo-lo, pois!

E chamemos a depor
O João “pode ser”
Que tudo pode ver
Na frente do televisor!

E fica resolvida
Esta eliminatória
Na pena compulsória
Da derrota convertida

Em vitória por “clubite”
Pr’a gáudio do Rita
E viv’ó benfica!!!…
Qu’atingiu o Zénite!


Por: Joker

aBATE-los!

Como adversário mais fraco do grupo calhou-nos em sorte o Bate Borisov, campeão da Bielorrússia.um adversário festejado por muitos Portistas como se de uma vitória se tratasse, visto que era juntamente com a Roma, a fava do pote 4, os únicos adversários que nos podiam sair depois de saírem todas as outras bolas de sorteio.


O Bate, como é conhecido, é uma equipa modesta fundada apenas em 1973, a equipa Bielorrussa apesar da sua curta história de vida conta com vários títulos de Campeã do seu país, sendo que venceu a competição nas últimas oito épocas. Tem na sua posse também o feito de ser a primeira equipa do país e entrar na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Embora não sendo um adversário para desmerecer respeito, podemos dizer que é uma das equipas mais fracas desta edição da Liga dos campeões, que marca presença apenas pela quarta vez na fase de grupos da Champions League. Conta curiosamente como curriculum apenas duas vitórias nesta competição, uma sobre o que na época acabaria por vencer o troféu (Bayern Munique) e outra sobre o nosso adversário direto nesta pré eliminatória de acesso, o Lille.

Para chegar a esta fase de grupos o bate defrontou na anterior pré-eliminatória o Slovan Bratislava a quem venceu em casa por 3-0 e empatou em Bratislava na segunda mão por 1-1 num jogo curiosamente apitado pelo português Olegário Benquerença, arbitro de nossa má memória.

O Bate treinado por Aleksandr Yermakovich, joga preferencialmente num 4-3-3 e viu sair para o campeonato francês e para o Mets a sua maior figura, o médio ofensivo Krivets. Sendo reforçada entre outros com o médio ucraniano Andriy Yakovlev, e com os defesas Khagush e Tubic.

O seu onze é normalmente constituído por, Chernik na baliza, protegido por um quarteto defensivo formado por Anri Khagush, Egor Filipenko, Olekhnovich e Polyakov, no meio campo Dmitry Likhtarovich, Aleksandr Volodko e Yakovlev e na frente de ataque tem a sua principal figura Vitaliy Rodionov que se faz acompanhar por norma por Ilya Aleksievich e Gordeichuk.


Embora sendo uma equipa acessível a partindo como principal favorito o FC Porto comandado por Lopetegui não pode facilitar, 

Se nada de última hora acontecer o FC Porto - com a volta de Alex Sandro à lista de 18  convocados (Fabiano, Andrés Fernández, Danilo, Martins Indi, Maicon, Marcano, Casemiro, Quaresma, Brahimi, Jackson Martínez, Quintero, Tello, Evandro, Herrera, Adrián, Rúben Neves e Aboubakar) deverá alinhar com um onze parecido com o da figura seguinte, note-se que a minha preferência recai num Rúben Neves a jogar na posição 6 (onde tem feito o trajecto dele e onde deu cartas para integrar o plantel) e Casemiro mais avançado na posição 8,


Amanhã é para GANHAR!

  Por: Rabah Madjer

terça-feira, 16 de Setembro de 2014
Posted by Tribuna Portista

Golpe-de-vista!

#Benfica #FCPorto #Joker



Um Paulo Batista
E dois assistentes!
Como são diferentes
Os golpes-de-vista!

Se foss’o Capela
E dois assistentes!
Eram competentes,
Via-se na tela!

Qu’o fora-de-jogo
Foi bem marcado!
Sempre pr’o mesmo lado
Na linha de fogo?

Não há intenção
No erro grosseiro
Que jog’ó primeiro
E à condição!

E depois do Bonfim
Ond’o assistente
Na linha tangente
“Não” errou assim!

Em duas jornadas
Dois golos legais…
Qu’empates normais
Deram “goleadas”!

E o toque ligeiro
Dentro da área?
Pénalti! Que hilária!?
No Bonfim, foi “fiteiro”!

Critérios “iguais”
Em prol do Regime
Sempr’o mesmo filme
Quantos anos mais?

O golpe-de-vista
Do Valter Rufo
Tev’o outro uso
C’o Boavista!

O que pr’a arbitragem
É regular…
Noutros é um fartar
De vilanagem!

Que estão empatados
No topo do campeonato…
Qu’em tal critério lato
Ainda são prejudicados!?

Nad’a fazer
Com estes critérios…
E já são primeiros!
Est’ano é a valer!

Há pois que lutar
Com tod’o empenho
Qu’o “erro” tamanho
Veio pr’a ficar!

Val’a vontade
Desses agentes
Da Liga, coerentes
C’o esta “verdade”!

Mobiliza-s’a “imprensa”
Árbitros, assistentes
Delegados, dirigentes….
Pr’a que Porto não vença!

E aí, já há critério
Na Televisão pública
Pr’á entrevista e rúbrica
Desse “homem sério”!

Típico dum país
Dum passado “democrata”
Onde qualquer autocrata
Fala e é feliz!

E s’insinuar
Qu’há corrupção!
Não há qualquer acção
Pr’a ele provar!?

O que mais queremos
Neste país autista
Ond’o benfiquista
É qu’escolhe os termos?

Ele marc’a entrevista
Ele escolh’o árbitro!
E ao assistente, o hábito
Do golpe-de-vista!…


Por: Joker

Onde está o Valter?

#ValterRufo #FCPorto #Benfica 
Olh’ó Valter é benfiquista!?

Onde está o Valter
Nessa multidão?
De bandeira na mão
Esse mau carácter!

Pois que não é vesgo
Nem sequer “cegueta”!
Sempr’a mesma treta
A decidir o “erro”!

E tem muitos rostos
De muitas origens…
Que dele há vestigens
Pr’a tod’os gostos!

Se for no Bonfim
A cara do Valter
Quase que lhe salta
A dizer que sim!

Foi fora-de-jogo!
Jur’a pés juntos
C’os jogadores tão juntos…
E log’a dar golo?

Que não pode ser
É contr’o benfica!
E o “Valter” “apita”
Para não perder…

A oportunidade
De subir a pulso!
Onde qualquer Rufo
Tem “capacidade”!

E não se passa nada
No desporto a sul
Qu’os pasquins, do azul
Só a capa empatada!

Pr’a eles é normal
O Porto “emperrar”
E o árbitro errar
No lance capital!

Se foss’ao contrário
Era vergonhoso
E o fora-de-jogo
Nada involuntário!

Uma roubalheira!
Um roubo-de-igreja!
Qu’o Valter se veja
Em tamanha “asneira”…

Que s’evidencia
Lá no seu mural!?
Num Gosto “normal”
Por tanta perfídia!

Gosta do benfica
Diz o bom do Valter!
É agor’o mártir
Em nome da ética?

Claro qu’é gatuno!
Claro qu’é ladrão!
E pisará o Dragão
Num próximo turno?

Que haja memória
Dos rostos do Valter!
Pois ele vai volver
Em nova convocatória!

E já descoberto
O rosto do “crime”
O Porto qu’atine
Qu’o Valter anda perto…



Por: Joker
segunda-feira, 15 de Setembro de 2014
Posted by Tribuna Portista

Primeira Liga, 4ª Jornada: Vitória S. C 1 - 1 FC Porto - Escandaleira e mania do elástico.

#FCPorto #Guimarães #PauloBaptista #Breogán

Comecemos pela escandaleira. A liga ainda tem dono. Falou na semana passada e apontou ao FC Porto. Foi à televisão, publica e notoriamente, atira-se ao FC Porto, felicita um outro clube e apela a um terceiro para que se junte ao que felicita. Ali, na “lata”. O recado estava dado. Enquanto se mantiver por aí, uns terão que jogar bem melhores que outros. O que aconteceu hoje em Guimarães só é compreensível com este cenário. Dois penaltis claros por assinalar e um fora de jogo a roubar um golo que resulta de uma jogada em que Brahimi está em linha, logo, em jogo. Em Setúbal, o Vitória local empata limpinho, mas logo é anulada a ousadia. Via aberta para 3 pontos.


O FC Porto já sabe onde leva este caminho. A estrada é sinuosa e cheia de acidentes. Quase sempre favorecendo uns e atrapalhando outros. Veremos se a SAD salta a terreiro, ou se irá refugiar no voto de silêncio que parece cumprir.

Quanto ao jogo, foi a demonstração cabal de que certas manias tácticas não favorecem o FC Porto. E sim, falo de Lopetegui. Imagine o leitor o que seria encarar os defesas tão só como defesas. Não percebeu? Não interessa de é central ou lateral. Se é canhoto ou destro. Faz meia parte a central, noutra meia a lateral ofensivo. No próximo jogo, baralha tudo e dá de novo.

O que se passa no meio campo do FC Porto é esta mania do elástico. Há uma cultura táctica vigente que preconiza que os médios são absolutamente elásticos. Podem ocupar posições mais defensivas e ofensivas, ou interiores e exteriores. O que, na minha modesta opinião, não é verdade.

E aqui chegamos, a um teste complicado, jogando fora e num terreno eternamente hostil. Pela frente, uma equipa com talento, confiante no seu arranque de campeonato, bem orientada e, sobretudo, muito bem estruturada a meio campo. Do lado portista, mais um jogo onde o 8 é 6. O 6 é 8 e um 8 tenta ser 10. Um 10 no flanco e Brahimi. Por isso mesmo, o FC Porto a meio campo só foi Brahimi, pois só ele estava no lugar. É simples. Só ganhou companhia quando Evandro entrou.

A primeira parte do FC Porto é muito má, resumindo-se a uma perdida logo a abrir por Brahimi e outra, num lance de génio, por volta da meia hora. O resto foi ver a banda passar. O meio campo do Vitória varria a amálgama de jogadores do FC Porto e os seus extremos abriam a possibilidade de contra-ataque. Do lado portista, só Brahimi dava alguma profundidade, mesmo não sendo ele um extremo puro.

Mastigado e lento, o jogo do FC Porto encravou. Até que o jogo parou por desacatos na bancada. O Vitória abranda o ritmo e o FC Porto respira.


A segunda parte traz um FC Porto revigorado, mas rapidamente cai para a mesma anarquia. Foi preciso entrar Evandro para o FC Porto ganhar alguma criatividade no centro do terreno e ser capaz de meter mais bolas no flanco de Brahimi. O FC Porto chega justamente ao golo, de penalti, e Lopetegui tenta manter o bom momento da equipa ao retirar Quintero da ala por Tello. A intenção foi boa, mas a substituição acaba por ser pífia. O extremo estraga mais do que cria.


Aproveita o Vitória para voltar a reunir a meio campo e chega ao golo num penalti oferecido por Jackson.

O FC Porto lança-se no ataque, mas entre o trabalho de Paulo Batista e alguma falta de sorte não chega à vantagem. Golo feito mas anulado e duas oportunidades que se perdem por pouco. Lopetegui confia na elasticidade da equipa e só lança mão de Aboubakar no minuto 90. Para o milagre. Onde já vi isto?



Análises Individuais:

Fabiano – O Vitória não lhe deu muito trabalho. Foi competente em tudo que teve que resolver.

Danilo – Esticou pouco jogo pelo seu flanco e perdeu alguns duelos para Caiado e Bernard.

Angél – Perante Hernâni foi sublime. Nem um milímetro de espaço. Quando entrou Gui, tornou-se estranhamente errático. No ataque, esteve bem sempre que solicitado.

Indi – Sem qualquer ponta de dificuldade frente a Tomané. Precisa de ser mais dinâmico. Jogou demasiado de cadeirão.

Maicon – Autoritário na defesa, varreu todo o perigo atacante do Vitória.

Casemiro – Pode ser duro. Pode ser possante. Pode fazer uns cortes vistosos, com garra, mas não é 6. Nunca foi. É jogador para fazer pressão alta e com demasiada vontade de fazer transporte de bola. Casemiro é um 8. Aqui, no Brasil e em Espanha. Não sabe aguentar, não sabe entregar a bola, não sabe ficar longe dela. Bernard fez-lhe a cabeça em água.

Rúben Neves – Perdido, trocado e baralhado. Pobre rapaz. Cresce no FC Porto a 6 e já quase joga no flanco. Demasiado radical para quem começou ontem.

Herrera – Há uma diferença substancial entre ele e Guarín. O colombiano é muito mais fiável. Herrera desperdiça muito para inventar algo de diferente. Ainda por cima, a equipa não lhe cria o espaço que tanto precisa para embalar.

Quintero – Mais um treinador que acha que vai dar extremo ou que pode ser arrancar daí. Mais alguém quer tentar?

Brahimi – Foi a luz do meio campo até entrar Evandro. Um talento que não rendeu mais porque a equipa não o alimentou. O melhor em campo.

Jackson – Lutou, voltou a ser mais 10 que 9. Marca um penalti e deita tudo a perder numa patetice. Foi pena.


Evandro – Alguém que saiba pisar terrenos de um 10. Alguém que saiba atacar com critério e meter a bola no flanco. Finalmente, alguma estrutura a meio campo.

Tello – Absolutamente patética a sua participação. Substituição acertada mas assassinada pela prestação do jogador. Recepções de bola dignas dos pelados da distrital e uma perdida escandalosa e isolado por ter medo de assumir o remate. Se fosse um que eu cá sei…não haveria rayo que o partisse.

Aboubakar – Mostrou capacidade e nada mais. Lopetegui só se lembrou dele no finzinho.



Ficha de Jogo:

Vitória S. C 1 - 1 FC Porto
Competição: Primeira Liga, 4ª Jornada
Data: 14 de Setembro de 2014
Estádio: D. Afonso Henriques, Guimarães
Assistência: 25.358

Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre)
Assistentes: José Braga e Valter Rufo
4º Árbitro: João Pinheiro


Vitória S. C.: Douglas, Bruno Gaspar, João Afonso, Defendi, Traoré, Cafu, André André, Bernard (Bouba Saré, 92), Hernâni(Bruno Alves, 75), David Caiado (Gui, 67) e Tomané.
Suplentes não ultilizados: Assis, Josué, Chemmam, Knezevic.
Treinador: Rui Vitória


FC Porto: Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi, Jose Angel, Casemiro, Ruben Neves (Evandro, 54), Herrera (Aboubakar, 90), Brahimi, Jackson e Quintero (Tello, 64).
Suplentesnão utilizados: Andrés Fernández, Marcano, Ricardo Quaresma, Ricardo.
Treinador: Julen Lopetegui


Disciplina: Cartãoes amarelos para; Maicon, Casemiro, Jackson, Brahimi, Evandro do lado do FC Porto e Bruno Gaspar, Bernard, Tomané e Gui do lado dos vitorianos.

Golos: Jackson (61) e bernard (69)


Por: Breogán

Assalto ao Castelo do (Rui) Vitória

Após interrupção no campeonato devido a compromissos de selecção, a Liga está de volta neste fim-de-semana e o FC Porto terá pela frente um desafio extremamente complicado, defrontando a equipa do Vitória de Guimarães (Transmissão aqui), um dos líderes até ao momento, juntamente com dragões e ainda o Rio Ave.


A invencibilidade vitoriana iniciou-se em Barcelos, batendo na ronda inaugural a formação do Gil Vicente por 3-1. Na jornada seguinte novo triunfo, desta feita por 3-0 diante do Penafiel, repetindo os mesmos números frente ao Belenenses, num encontro disputado no Estádio do Restelo.

Acima de tudo nesta fase é de realçar o comportamento colectivo que os vimaranenses vêm apresentando, e dentro desse colectivo existem individualidades que actualmente apresentam um rendimento bastante elevado, estando e de que maneira a dar nas vistas.

Derivado das sobejamente conhecidas dificuldades financeiras que tem atravessado, o conjunto vitoriano volta a apostar essencialmente na prata da casa, algo que vem dando  frutos, tanto no imediato,  como a médio e até se prevê a longo prazo.

Nestas primeiras jornadas, o técnico Rui Vitória - está semana tão elogiado pela imprensa estrangeira - somente por uma ocasião mexeu no onze inicial, alteração essa forçada devido a lesão do experiente Moreno no embate perante o Penafiel, fazendo estrear o jovem João Afonso – vem de uma excelente temporada no Benfica de Castelo Branco no CNS – que não tem acusado até ao momento a estreia no escalão máximo do nosso futebol e vem apresentando um bom entendimento no centro da defesa com o regressado Defendi.

Para o jogo contra o FC Porto, o Vitória não contará com dois titulares, casos do Nii Plange devido a castigo – adaptação interessante de Rui Vitória, sendo um jogador até então apenas rotinado sobretudo nas tarefas ofensivas – e do lesionado Alex, atleta que curiosamente passou grande parte da formação no FC Porto.
Para os seus lugares, o recém-chegado Bruno Gaspar deverá ocupar o lado direito da defesa, enquanto para as alas existem algumas possibilidades, surgindo como principal candidato: David Caiado.

O sector ofensivo vem mostrando uma dinâmica muito forte, fazendo uso da criatividade e velocidade dos jogadores que andam mais próximos da zona de decisão. Estando o Vitória distribuído num 4-2-3-1, nos restantes lugares para o ataque esses serão ocupados pelo dinâmico Hernâni – está em excelente forma – e por Tomané, surgindo nas suas costas o jovem Bernard, um dos jogadores em maior destaque na competição até ao momento, ele que se destaca pela capacidade técnica, física, chegando com facilidade às zonas mais avançadas do terreno. No centro do terreno, a dupla Cafú e André André além de serem atletas incansáveis nos diversos momentos do jogo, conferem qualidade na construção.

Quanto ao sector defensivo, o indiscutível Douglas terá na sua frente os já citados João Afonso e Defendi, jogando sobre a esquerda Adama Traoré deverá continuar no onze.

Escalamos como tal a equipa Vitoriana da seguinte forma:



O FC Porto parte para este duelo com o propósito de amealhar mais três pontos e continuar assim na liderança da prova. Atendendo à rotatividade imposta pelo técnico Julen Lopetegui – ainda para mais haverá Liga dos Campeões a meio da semana – Adrian desta vez ficou de fora da lista de convocados e como novidades temos o estreante e destaque pela seleção do seu país durante a semana Aboubakar e o regressado de lesão Tello.

Face a isso prevemos que o FC Porto apresente uma equipa escalada da seguinte forma: 


Agora vamos lá assaltar o castelo do (Rui) Vitória!!!


Por: Dragão Orgulhoso

Andebol, 2.ª jornada: FC PORTO 33 - 21 BELENENSES - Andebol com sabor a Samba

#Andebol #FCPorto #Belenenses



Está cumprida a segunda jornada para a nossa equipa de Andebol, com a vitória por uns expressivos 33 - 21, sobre Belenenses.

Vindo de uma série de jogos em pouco tempo, com a eliminatória da Champions de permeio e a deslocação a Lisboa a meio da semana para jogar com o Passos Manuel, o FC Porto entrou em campo (desta vez o jogo realizou-se em Grijó, casa em prestada, em virtude de o Dragãozinho estar a ser palco da Taça do Mundo de bilhar às três tabelas, competição já sem atletas Portistas em prova - Daniel Sanchez foi eliminado nos quartos de final) com a firme determinação de resolver cedo a partida também de forma a "enganar" o desgaste acumulado dos últimos dias.

Missão cumprida, fruto dessa entrada forte o FC Porto cedo chegou à liderança no marcador saindo para o intervalo a vencer por 18-10.

Na segunda metade do encontro Obradovic como tanto gosta, procedeu à rotação ente "titulares" e "suplentes", gerindo a partida a seu belo prazer, fazendo do contra-ataque uma arma letal.

Golo atrás de golo até ao resultado final de 33-21.

Com Laurentino e o quiçá o futuro internacional Português de ascendência Cubana Quintana em bom plano, destaque sobretudo para os reforços, nomeadamente Yoel Morales e Edgar Landim, com quatro e três golos respectivamente, mas sobretudo para Wesley Freitas, um jogador  "meio desconhecido" dos adeptos Portistas, mas que neste jogo ao apontar sete golos de todas as maneiras e feitios, com gestos técnicos de elevada beleza, em que destacamos uma finalização "aérea" de grande espectáculo e se constituiu como a figura do jogo.





FICHA DE JOGO

FC PORTO-BELENENSES, 33-21
Andebol 1, 2.ª jornada
13 de Setembro de 2014
Pavilhão Municipal Dr. Manuel Santos, em Grijó, VIla Nova de Gaia

Árbitros: Mário Coutinho e Ramiro Silva

FC PORTO: Alfredo Quintana (g.r.), Gilberto Duarte (1), Yoel Morales (4), Daymaro Salina (3), Ricardo Moreira (7), Nuno Roque (1) e Mick Schubert (2)
Jogaram ainda: Hugo Laurentino (g.r.), Miguel Martins (3), Edgar Landim (3), Wesley Freitas (7), Nuno Gonçalves (1), Hugo Santos (1) e Alexis Hernandez
Treinador: Ljubomir Obradovic

BELENENSES: Vasco Ribeiro (g.r.), Vasco Pinto (4), Carlos Siqueira (3), Filipe Pinho (2), Ruben Pereira (1), Pedro Pinto e João Pinto (6)
Jogaram ainda: Henrique Carlota (g.r.), David Ferreira, Bruno Ferreira (1), Rui Silva, Tiago Silva (2), João Valadas, André Alves, João Carvalho e Felisberto Landim (2)
Treinador: Pedro Alvarez

Ao intervalo: 18-10


Por: Rabah Madjer

Segunda Liga, 6.ª jornada: Farense 1 - 0 FC Porto B - De equívoco em equívoco

#FCPortoB #Farense #SegundaLiga



A equipa secundária do nosso clube continua a sua caminhada errante na 2ª Liga. Nos primeiros 6 jogos, 4 pontos conquistados. Pior ainda, não se verificam melhorias nesta equipa de jogo para jogo, pelo contrário. Este é um campeonato muito longo pelo que estamos longe de pensar que os objectivos iniciais não possam ser cumpridos. Mas urge uma recuperação rápida.

Para este jogo Luís Castro foi obrigado a fazer algumas alterações e fez outras por opção. Comecemos pela escalação para este jogo.

Na baliza, mesmo com a chegada do promissor Raul Gudiño e com um erro grave no último jogo, Kadu mantém-se dono e senhor do lugar. Na defesa também poucas surpresas. Victor Garcia é a melhor opção para a direita. Os centrais foram Lichnovsky e Zé António. A aposta em Kayembé como lateral manteve-se. Custa ver Rafa tanto tempo de fora mas a verdade é que o jovem belga está a evoluir bem nestas novas funções. Que grande "luta" teremos para esta posição! 

O sector que mais críticas tem suscitado já contou com algumas alterações. E os equívocos começaram aqui. O promissor 6 Tomas, que andava a ser dos melhores ficou no banco. No seu lugar jogou o 8 Francisco Ramos. A acompanhá-lo estiveram Leandro e o regressado Tiago Rodrigues. Aqui mais uns equívocos. Leandro é um 8 com boas noções defensivas e que serviu sobretudo de muleta a Francisco Ramos. Tiago Rodrigues, um jogador que já brilhou na 1ª Liga como 8 a ser o médio com funções de 10.

O que se vê aqui? Um meio campo de tracção atrás. Onde o trinco se sente mais à vontade na posição que hoje ocupou o seu colega Leandro. Este com preocupações em proteger Francisco revelava-se curto quando era preciso esticar para a frente. Sobretudo quando o médio que mais se tentava libertar perde clarividência quando tem de pisar terrenos mais avançados. Em suma, 3 bons 8 de inicio mas 2 fora do seu habitat. Estranho quando no banco estava o mais promissor trinco português e um 10 que se sagrou campeão europeu sub-19 o ano passado. 

Convém recordar que esta já não é uma situação inédita. O ano passado a aposta mais comum a uma determinada altura foi o meio campo de combate Mikel, Pedro Moreira, Leandro. Coincidência (ou provavelmente não) coincidiu com o pior momento da época passada. Mas a aposta volta a ser similar... Um equívoco ou teimosia?

No ataque Ivo e Frederic pelas laterais. Nada de estranho aqui. Para ponta-de-lança já sabíamos que Gonçalo não poderia jogar. Presumo que o promissor André Silva também estaria indisponível pois nem no banco esteve. Assim jogou Djim. Uma adaptação necessária por falta das duas opções habituais.

A nossa equipa entrou mal no encontro. Os equívocos tomaram forma. Leandro a jogar demasiado perto de Francisco Ramos não se conseguia soltar quando em posse. Tiago procurava o seu espaço mas geralmente só conseguia pegar no jogo quando podia recuar e encarar o jogo de frente. 

Com isto assistíamos a um Porto com mais bola mas que não conseguia nunca chegar ao ataque. Uma falta de ligação entre meio campo e ataque notória. A solução acabaria por ser o passe longo para os avançados, algo que não estaria certamente nos planos e que não é certamente o estilo que os favorece... Os nossos extremos viram-se obrigados a recuar para tentar ligar o jogo. Basicamente vivíamos disso. Extremos (sobretudo Ivo) a recuar e a tentar conduzir a bola para o ataque em acção individual.

Os primeiros minutos mostraram por isso um Farense mais perigoso. Não muito porque felizmente do outro lado há também falhas neste campo. A diferença é que se eles optassem pelo passe longo encontravam um gigante de quase 2 metros...

Aos 9 minutos a primeira grande oportunidade do jogo. Uma falha de marcação enorme na nossa defesa. Livre a meio do meio campo na zona lateral, cruzamento para a área e o jogador adversário a conseguir cabecear quase sem oposição à entrada da pequena área. A bola passou muito perto do poste da baliza de Kadu que nada poderia fazer...

O único lance relativamente perigoso que conseguimos na 1ª parte aconteceu aos 15 minutos. Bola longa que Fred conseguiu dominar. Rodou e rematou com perigo mas o guardião adversário defendeu para canto. Pouco, muito pouco para uma equipa que individualmente está muito, muito acima do que defrontou. 

O jogo estava nesta toada. Lento, desinteressante e mal jogado de parte a parte. Até que a 10 minutos do intervalo mais um abalo. Expulsão por vermelho directo para Tiago Rodrigues. Poderia ter-se resolvido com um amarelo, claramente não houve intenção. Mas entende-se...

Com 10 temos que nos adaptar posicionalmente à perda de um homem do meio campo. Luís Castro recua Ivo e deixa o ataque para Fred e Djim. Foi a jogar assim que fomos para os balneários e foi assim que voltamos a jogar no regresso das cabines. Pelo meio apenas uma grande defesa de kadu a ser digno de registo...

Ivo tentava, tem boa técnica e procurava chegar ao ataque pelo meio. Não o favorece mas entregou-se e estava cumprir. Fréderic tinha desaparecido totalmente do jogo. Do trio o melhor estava a ser Djim. O jovem beneficiou com esta mudança, pois podia partir da ala, a sua posição de origem. Estava a fazer a cabeça em água ao veterano Hugo Luz com os seus arranques. Tinha até acabado de arrancar um amarelo ao seu adversário directo.

E então voltaram os equívocos. Ivo fora de posição, Fred desaparecido e Djim o único a criar perigo. Luís Castro opta por retirar o último. Foi bem pensado colocar em campo Pavlosvki. Como 10 com boa qualidade de passe podia ser útil na construção. Não se entende tão bem quem saiu. Talvez tenha sido por limitações físicas que não nos tenhamos apercebido...

Nos minutos que esteve pelo meio campo o jovem sérvio mostrou alguns predicados. Ainda tentou a sua sorte pouco depois mas o remate de longe saiu por cima. 

Após esta substituição Ivo voltava ao seu lugar mas saiu pouco depois para a entrada de Roniel. O nosso internacional sub-21 tentou muito, nunca recusou assumir o risco. talvez merecesse mais uns minutos na sua posição. Talvez o desgaste a que foi sujeito no meio tenha sido decisivo para sair...

O treinador farense ia colocando mais gente na frente na tentativa de aproveitar uma 2ª bola ganha pelo gigante Adelaja. Um plano rudimentar mas que ia resultando. Paulatinamente fomos recuando e eles iam cercando a nossa baliza. Estiveram perto de marcar aos 80, numa dessas segundas bolas que iam apanhando. Remate ao poste. Na sequência da jogada Zé António ainda tirou a bola perto da linha mas a jogada já tinha sido interrompida.

Já perto dos 90 minutos a machadada final neste jogo. Penalti cometido por Francisco Ramos (fiquei com algumas dúvidas) que o adversário não desperdiçou.

Luís Castro tenta sacar uma opção no desespero. Não havia avançados. Entrou Rafa aos 92 minutos para o lugar de Zé António. Kayembe passa de lateral para a frente do ataque. Não resultou obviamente...

Apito final. Estava consumada a 4ª derrota em 6 jogos. Continuamos num dos lugares de descida. Voltamos a jogar mal. Exige-se uma rápida recuperação... 




Análise individual:

Kadu: Duas boas defesas e transmitiu segurança na maioria dos lances. Excepção para uma saída falhada aos 80 minutos.

Victor Garcia: Um bom jogo. Raramente foi ultrapassado e tentou ser objectivo nas subidas. Tudo com uma velocidade acima dos restantes...

Lichnovsky: Ficou encarregado da marcação a um gigante. O jovem chileno, que com 1,87m está longe de ser baixo, estava em clara desvantagem. Atirou-se com mestria a esta tarefa e com o tempo começou a perceber melhor a melhor forma de se antecipar. Destaque ainda para a qualidade com que entrega a bola.

Zé António: Um bom jogo do xerife. Bem nas dobras, valeu-se do posicionamento para ir limpando a sua zona. 

Kayembé: Cresce a cada jogo na posição de lateral. Muito bem a fechar por dentro, teve cortes importantes na nossa área. Devido às circunstâncias não conseguiu ser a gazua a sair para o ataque. Sem problemas, isso já sabemos que o consegue. Terá uma luta muito interessante com Rafa, uma das nossas grandes esperanças. 

Francisco Ramos: Não comprometeu. Não estava confortável com o jogo mas bateu-se bem.

Leandro: Um jogo consciente. Jogou demasiado perto da posição 6 e depois não conseguia ser o 8 que se pedia e que consegue. Ainda tentou o remate de longe, a sua imagem de marca.

Tiago Rodrigues: Um mau regresso. Não estava a conseguir ser o elo de ligação que se pedia. Procurou a bola e arranjar espaço, tentou alargar o jogo mas ainda se notou falta de ritmo. A expulsão era evitável.

Ivo: Num mau jogo da equipa também ele não brilhou. Merece todavia o destaque de nunca ter recusado a responsabilidade de levar a equipa para a frente. Se era preciso ir no 1*1 ele ia para cima do defesa. É um talento na ala que se sacrificou no meio. 

Frederic Maciel: Começou bem, pertenceu-lhe inclusivé a primeira jogada de perigo. Até à expulsão esteve mais pelo flanco direito e conseguiu algumas iniciativas interessantes com Victor Garcia. Depois da expulsão passou para o lado contrário e eclipsou-se. Estranho ter ficado tanto tempo desaparecido em campo...

Djim: Como falso 9 não esteve bem. Chegou a recuar até à zona dos médios para ter bola e embalar. Nunca o conseguiu. Quando passou para a direita começou a criar perigo. E foi substítuido quando estava a ser o mais perigoso. 


Pavlovski: Tem bons pés. Tem visão de jogo, um organizador de jogo acima da média. Fez falta no inicio. Quando entrou tentou mas rapidamente o jogo partiu e aí nem conseguiu ser o 10 nem o falso 9 que por vezes pareceu ter tentado.

Roniel: Podia ter dado velocidade e ter criado embaraços à defesa contrária. Não o conseguiu. Mais pelas circunstâncias do jogo e pela forma desgarrada com que a equipa se exibiu do que por culpa própria. 

Rafa: Nem sei se chegou a tocar na bola. 




FICHA DE JOGO

Farense-FC Porto B, 1-0
Segunda Liga, 6.ª jornada
13 de Setembro de 2014
Estádio de São Luís, em Faro

Árbitro: Manuel Mota (Braga)

FARENSE: Ricardo; Carlitos, Diogo Silva, Wei e Hugo Luz (cap.); Carlos, Hernâni e Neca; Bruno González, Fábio Gomes e Adelaja
Substituições: Bruno González por Harramiz (55m), Neca por Matthew (68m) e Hernâni por Márcio Madeira (80m)
Não utilizados: Bento, Kiki, Bruno Carvalho e Ventosa
Treinador: Pedro Correia

FC PORTO B: Kadú; Víctor García, Igor Lichnovsky, Zé António e Kayembe; Francisco Ramos, Tiago Rodrigues e Leandro Silva (cap.); Frédéric, Ivo Rodrigues e Célestin Djim
Substituições: Célestin Djim por Pavlovski (62m), Ivo Rodrigues por Roniel (70m) e Zé António por Rafa (90m+2)
Não utilizados: Gudiño, David Bruno, Diego Carlos e Tomás Podstawski
Treinador: Luís Castro

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Márcio Madeira (88m, de g.p.)
Disciplina: Cartão amarelo a Hugo Luz (59m), Adelaja (76m) e Márcio Madeira (90m+4); 
Cartão vermelho directo a Tiago Rodrigues (36m)


Por: Paulinho Santos














Clube de Cavalheiros

#benfica #vergonha #fcporto #Joker



É um clube tão exclusivo
Que nem o Conselho
O associado mais velho
Tem poder efectivo!

Qu’as suas decisões
São providenciais!?
Mas é nos tribunais
Que vão a eleições!?

Porqu’o “presidente”
Tem poder de veto!
E se lhe parece certo
Veta tod’a gente!

Não há concorrência
A lugares na Liga!
Quem lá está, prossiga
Em nome da “transparência”!

E se minoritários
Esses votos são!?
Essa é a razão
Destes corolários!

Exclusividade!
Clube de cavalheiros
Não aventureiros
Dessa estranha liberdade!?

Qu’isso é modernice
Sem razão estatutária
Qu’uma lista arbitrária
Possa vencer – “batotice”!

Por isso é d’excluir
Toda e qualquer lista
Que não seja “revista”
De modo a prosseguir!

E se tiver apoios
Da imensa maioria
Que lógica teria
Tantos votos saloios?

E ver ser tomado
O clube do feudo
E o Dr. Figueiredo
Ser assim “destronado”?

Que clube vingava
Em democracia
Em qu’a Liga se via
Já patrocinada!?

Recebendo dinheiro
Em troca da “honra”
Isso é uma afronta
Ao país inteiro!

Pois somos honrados
Nesta pequenez
E não há duas sem três
Pr’a sermos resgatados!

Por isso é viver
Com’os nossos avós
Orgulhosamente sós!
Em vez de ceder…

E s’o futebol
Ficar sem dinheiro
Vai-se ao mealheiro
Joga-se andebol!

Pois o qu’interessa
São os lugares na Liga!
E qu’o Clube prossiga
C’oa sua promessa!

De se manter
Bem purificado!
Trajar d’encarnado
Sem ter de s’esconder!

Pois que lá na Mesa
O seu “presidente”
Disse a tod’a gente
Em qu’equipa pensa

Quando bem decide
Que listas riscar
Para controlar
Ao estilo da PIDE!

Mas é democrático
Só riscar a azul!
Que de norte a sul
Rest’o autocrático!

Está pois bem ciente
De lidar com “cubanos”
Pois em muitos anos
Foi seu dirigente!

Era verde-rubro
Na pérola do Atlântico
Em valor semântico
Por fumar um “puro”!

O que revelava
Ser ele o “cubano”
Qu’ao descerrar do pano
Já a equipa trocava!

Era do “glorioso”
Desde que nasceu
E no Marítimo cresceu
C’um travo culposo!

Como pode um defensor
Dessa autonomia
Viver na mania
Qu’é um ditador?

Que não há no tempo
Político ou histórico
Um caso folclórico
Que lhe sirva d’exemplo!?

Só pode pois ser
Traço de personalidade
Ond’a “verticalidade”
Não o fez crescer!

E que por tão pequeno
Se tome por grande
E no “clube” mande
Em mandato “pleno”… 


Por: Joker
sexta-feira, 12 de Setembro de 2014
Posted by Tribuna Portista

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