Voto vencido

#Liga #benfica #Sporting #Joker

…D’ano repetente
Por lá ter chumbado!
Tem-se por trocado
No actual presidente!

Porqu’o anterior
Ainda qu’estudioso
Não era zeloso
Sobr’o superior!

Aceitava instruções
E mais directivas!
E nas “executivas”…
Faltav’às reuniões!?

Era corpo presente
Até na votação!
Pois qu’a “nomeação”
Já lh’estava assente!

Ele tinha lido
Tod’os “pareceres”
E nesses poderes…
Já estava vencido!

E mesmo tend’o seu
Não o mostrou a tempo!?
Por se ter mais lento,
Ou porque não deu?

Pois tem lá razão
No futebol mandar
Quem o faz jogar
Na sua competição?

Não têm voto
Para decidir?
Têm que dividir
A decisão com outro?

C’o enfermeiro?
C’o árbitro e médico?
Só falta, por ético
O voto do roupeiro!?

Mantém-se tudo igual
Ao do passado ano?
O Vítor é soberano
Pr’a escolher o “tal”!

O “mais bem preparado”
Pr’o jogo em concreto!
E o “mais correcto”
Árbitro nomeado!

Pois com’o Vitória
Diz de sua justiça!
Não elege a equipa
C’o base aleatória!!

Está pois muito certo
Na sua defesa
Pois tem a certeza
De ser muito esperto!

Ele a escolher
Não quer o sorteio!
Pois lhe sab’o meio
De poder perder!

Pois sem garantia
De vir o Capela
Sem o senão, a bela
Tem mais pontaria!

E quem os elege
Tem observadores…
Que são os melhores
Pr’a quem os protege!!

Nada pois, mudou
A não ser na Liga!
O Marco qu’o diga
Porque não ficou!?

Vejo no seu mural
Várias acusações
Mas de televisões…
Falta-lhe canal!

Já que não interessa
Pois mexer no lixo!
E o sistema é fixo
Nomeado à peça!

Pra quê contratar
Pois mais jogadores!
Se têm os melhores
Prontos a nomear?

Basta-lh’o Pereira
Par’a Federação!
Pois a votação
Teve-se por cimeira!

“O futebol português
É o vencedor”!!?
E o árbitro do andor
Escreve-o outra vez??

Sendo conhecido
Por marcar, sem falta
Pénaltis à farta…
Pr’ seu clube querido???

Vamos pois, jogar
C’a nomeação à perna!
C’a nomeação alterna
Quem o vai apitar…

E pra disfarçar
Mudam-se os critérios
E agora vão os sérios
Até s’esgotar…

E depois, escolhido
No momento exacto!
O Capela é um facto!!
E sem voto vencido…

Por: Joker
terça-feira, 28 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

Chumbo!

#Benfica #Árbitros #FCPorto #Sporting #Joker

Não faz os deveres
Levados pr’a casa!
E assim não passa!!…
“Não basta, saberes!”

É preciso “estudar”
Pr’a ter boas notas!
“Só assim denotas
Que queres passar!”

“Olh’os pareceres
Dos jurisconsultos!
Não são apenas cultos
Têm maiores saberes!”

“A vida é dura
E tens que lutar!
Mas, olh’o lugar
Qu’a oportunidade augura!”

“Mantêm-te atento
Às “boas decisões”
E nas votações
Vota mais ao centro!”

“E se por lá surgir:
Conflitos legais!?
Lembra-te que mais
Não é subtrair!”

“Assim não tens futuro
S’atentas ao poder!
Queres enriquecer
Sem ter um pelouro?”

“Vê pois, a maré
Pr’a que lado vaza!
E s’os da casa
É que batem o pé…”

“Vota em maioria!
Nunca contr’o árbitro!
Pois é dele o Hábito
Maior da confraria!”

“E se forem todos
Maior a razão!
C’a nomeação
É que dá bons-modos!”

“Se vires um Capela
Ou um Jorge Ferreira!
É do Vítor Pereira
A maior tutela!”

“E jamais proponhas
O sorteio na Liga!
Pois é moda antiga!
Não passes vergonhas!!”

“Sabes o resultado
Da tua inexperiência!?
Querias ter ciência
Sem deteres “Mestrado”?

“Estuda a tabuada
Com maior afinco!
Que já não falta muito
Pr’a primeira jornada!”

“Estuda as leis do jogo
Que vais ser nomeado!
Mas se fores chumbado
Pelo pedagogo?”

“Faz pois, o serviço!
A tua obrigação!
Desces de divisão
Se não sabes d’ofício!”

“Estuda, faz-te árbitro!
Se queres ter carreira!
Não caias na asneira
De ser catedrático!”

“Mas apita “bem”…
Pr’a seres nomeado!
Já que sorteado…
Não serás ninguém!”

“Escut’o bom parecer
De quem te ligar:
Se quiseres passar!!
Tens que aprender…”
 
 
Por: Joker
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

À descoberta d’América

#Benfica #América #Joker


Já conhecem o benfica
Lá nas terras do tio Sam!
What? Who? Where? Ahn?
Quem é que lhes explica?

É campeão nacional!
No futebol português!
E no Guiness, tem a vez
Do maior clube mundial!!

Ahn? Diz o entrevistado!
O maior do mundo inteiro?
E em Portugal, o primeiro?
E aqui, sem ser notado?

Não era outro português
A vir aqui ao torneio?
Que se negou, ao que creio…
E deu ao benfica a vez?

Ah, pois é tem razão
Er’o Porto que cá vinha
Mas é equipa comezinha
E nem sequer, campeão!

E porque foi o escolhido
Pr’o torneio dos campeões?
É uma destas confusões
Ver o benfica aqui metido!?

S’ele foi o campeão
Era pois, muito mais certo
Ser a equipa do ceptro
Aqui jogar à condição!?

Os critérios, desconheço
Mas é estranho convidar
Quem na champions, foi lucrar
Muito mais qu’este preço!?

E na emenda de mão
Foi-se convidar a entidade
Mais que por solidariedade
Por profunda atenção!

É que nada vendendo
Este dinheiro é sagrado!
E o futebol jogado…
É sempre’a subir em crescendo!!

Depois do primeiro jogo
Contra aquela segunda equipa
Já se vai ver o benfica
A justificar este prólogo!

Vai ser long’a corrida
De Toronto a Monterrey!
C’o benfica, lá eu sei
É uma equipa conhecida…

Tanto mais c’o troféu
Do Eusébio é jogado!
E o estádio, inaugurado
C’a equipa que cedeu…

Er’a pois outr’o desejo
Do adepto mexicano…
C’o benfica? C’um catano!
Qu’este jogo eu não o vejo!!

Tem-se pois descoberto
O benfica em Nova Iorque!
E na entrevista, o mote:
O americano boquiaberto…

Hum? Hum?
Por: Joker
sábado, 25 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

Reclamação

#FCPorto #Museu #PintodaCosta #Joker

Todos do mesmo se queixam
Em pasquins e outros canais
Qu’eles pobres, queriam mais!
Mas sem dinheiro, não deixam!

Queriam comprar uma truta
Um treinador mais experiente
Vender só um, por contente!
Para c’o isto dar mais luta…

E nisto sucede-se o choro
No “zarolho”, no “magriço”
Pois alertando, com isso…
Que está no norte, o tesouro!!

E ainda neste defeso
Se atingiu outro recorde
E nisto há quem s’incomode
C’os “salários de peso”…

Qu’o orelhas não se cala
Por sua boca e recados (mas)
Os árbitros por culpados
É coisa que não o rala…

A preocupação é do guito
Qu’os outros gastam a mais!
E no mundo dos capitais
O campeão não é d’apito!

Muito se fala e s’escreve
Donde virá o “petróleo”!?
Qu’isto é um oligopólio
Qu’em Portugal se não deve…

Por isso vem o “El País”
E as TVs da velha Espanha!
Pois o Casillas não ganha
O que ganhava, e é feliz!?

Há pois, algo d’errado
Na entrevista à espanhola!
Esse corrupto da bola…
No “El País” não é culpado?

E se nem espanhol fala
Para qu’o querem ouvir?
Em “portinhol”? É pr’a rir!
Uma imprensa tão “mala”!!

Por: Joker
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

Ódio d’estimação

#FCPorto #Casillas #Mourinho #Joker

Tem sempre razão
Por ser especial!
E no dom natural
Dá-nos novo sermão…

Homem competente
E melhor treinador
Não é gastador!?
E viv’à tangente!

Num clube inglês
De magnata russo
Gere-se a pulso
O dinheiro burguês?!

Não se gasta a rodos
Em contratações!
Uns quantos milhões…
C’o sol nasce pr’a todos!

E se foi campeão
Por essa Europa fora
Nunca como agora
Tem-se em contenção!?

E dá como exemplo
Um país falido
Que estando vendido (mas)
Compra com aumento!?

E nas transações
Feitas p’lo Porto
Vinca-se-lh’o desgosto
Por se gastar milhões!?

E pagar um absurdo
Num só ordenado
A um pré-reformado
Já fora-de-uso!?

Qu’ele é que sabia
Quando lá o treinou…
E nunca se lhe pagou
O qu’ele merecia!!

Pois o especial
Er’o treinador…
E ter um jogador
C’o vencimento igual?

E a ganhar demais
Pois jogou pouco!
Qu’ele não é louco
A gerir capitais!!

Daí, a preocupação
C’o estado do país
Que por aí se diz
Em liquidação!

Quando em Castela
Tudo era diferente!
E a crise, ausente…
Pura bagatela!!

Pagava milhões
Para ter a “nata”
E a Espanha, farta
De tantos cifrões!?

Daí que s’entenda
A velada crítica
Que não é política
Mas sim, d’encomenda!

Visa um propósito
Muito mais concreto
Qu’ele por “correcto”
Não se tem por lógico:

Que mesm’a milhas
Não esquece a “Nação”!
Num ódio d’estimação
Chamado Casillas!

Por: Joker
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

O pistoleiro

#Joker #Sporting #FCPorto

Desd’os tempos da Legião
Que não havia pistoleiro!
Um presidente ou roupeiro
Nesse clube do Leão!

Em qu’a arma cintilava
No punho ou à cintura
E s’usava com cultura
N’árbitro que calhava…

É célebre essa “jogada”
No intervalo c’o Atlético
Em qu’o Mota, já colérico
Na cabine a apontava…

E depois da intervenção
Já do Mota sobr’o jogo
O árbitro, por desafogo
Deu a vitória à Legião!

E na cultura desse clube
Serviram mais legionários
Que leões, são legatários
Dessa ciência da urbe!

De pistoleiros não sei
Desd’os idos do regime
Mas de polícias de filme
E doutros fora-da-lei

É uma constatação
Do assalto ao peculato!
Um anterior candidato
A presidente e ladrão!?

Que nist’o corolário
Tenha de vir do estrangeiro
Pois, o novo pistoleiro
Tem semblante de sicário?

Nessa pinta de matador
Reitera-se a tradição
Dos tempos da Legião:
A vitória no indicador!
 Por: Joker
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

CONVERSAS DE DEFESO

#Joker #FCPorto #benfica

Muito se tem escrito – resmas e resmas de páginas virtuais – sobre a política de contratações do F.C.P neste defeso. Uns que sentem entusiasmo pela vinda de jogadores da estirpe mundial de Iker Casillas, outros que, feridos no seu orgulho, gritam o anátema da contratação de Maxi Pereira.

Para tudo e para todos, há argumentos válidos e falaciosos. Quem não se sente não é filho de boa gente, costuma-se dizer. A vinda do Maxi gerou a maior das controvérsias, pois entende-se que este é tido como um dos maiores símbolos do anti-portismo, ostentado pelos seus oito anos de águia ao peito. Um jogador com os defeitos (e qualidades) do Maxi, não pode gerar consensos: quem o tem por defensor, sabe-o um jogador abnegado, combativo, totalmente entregue à causa que defende; quem o tem na sua voz crítica, toma-o por um jogador rasteiro, faltoso, trapaceiro e quase ostensivo de toda a falta de ética desportiva. No meio estará a virtude deste jogador, creio, porque enquanto se lhe podem assacar as características de jogador faltoso, não se lhe podem negar as qualidades de um verdadeiro jogador de equipa e de um lateral moderno na forma como ataca e defende em todo o corredor direito. Compreendo algum mal-estar pela sua contratação, na égide alguns portistas, mas entendo que sob o ponto de vista estritamente desportivo, o Maxi Pereira se vai consagrar como uma contratação acertada.

É fácil perceber, contudo, que para alguns portistas a contratação do Maxi, assim como a contratação do Casillas ou a do Imbulla revelam, mais que uma política concertada e devidamente sustentada numa estratégia de fundo, uma espécie de roda-vida, pela desorientação revelada na política desportiva da SAD do F.C.P ao longo dos últimos dois anos. O facto de não se ganhar teria levado essa mesma SAD a uma espécie de experimentalismo exacerbado, para se reencontrar numa nova fórmula de sucesso. No seu dizer, a orientação primária do clube aos escalões de formação, aposta estratégica do clube, falhou. Ter-se-á, posteriormente, adoptado uma política de recrutamento interno, assente na aposta num treinador jovem português – que se revelou desastrosa – passando-se depois, para uma política de vale-tudo, onde a mistura entre promessas internacionais por valores inflacionadíssimos, e a chegada de jogadores (de renome) para uma espécie de reforma dourada no clube, se juntou a contratação de um jogador que, por ser quem é, veio incendiar esses ânimos, por sistema e natureza, já de si exacerbados…

Entenda-se que se as vitórias, no passado, já eram em si, geradoras de críticas, o que podia esperar pelo percurso de duas épocas sem vitórias? Há muito que frequento a net como ponto de encontro para a discussão de ideias entre portistas. Desde essa já longa data que noto, registo e sei, que para determinada ala portista, as vitórias desta administração nunca terão um reconhecimento integral, e as derrotas por si, serão devidamente empoladas a fim de se consagrar uma visão alternativa, e quiçá mais purista, de um modelo de clube que “respeite e salvaguarde as suas origens”…

Esta falácia sobre as origens do clube, e mesmo a discussão anacrónica sobre aquilo que possa ser – ou ter sido – “um jogador à Porto”, serve, muitas vezes, como arma de arremesso contra um determinada estratégia de clube e SAD que não coincide com a sua visão e vontade. Para estes portistas, porventura em nome de uma maior “pureza” de princípios, a honra, ou o seu maior conceito de honra, prevalece ou deve prevalecer sobre os fundamentos de crescimento da própria instituição. O Porto do passado, das suas origens, é mais revelante que um determinado conceito formatado pela força das ocorrências. O Porto gerado por esta administração, quer se goste quer se não goste, é um Porto de natureza mundial, um clube que, de há muito, rompeu as muralhas fernandinas da sua fundação. O Porto do presente não creio que renegue esses seus fundamentos do passado, mas servindo-se deles e bebendo desses princípios, soube potenciar-se como um clube de excelência, de recorte mundial, e só por isso, porventura, jogadores como Iker Casillas preferem passar os seus anos de “reforma dourada” aqui, em vez de irem para as Arábias…

Brincadeiras à parte, o que se tem à vista neste defeso é um arrumar da casa. Uma determinada visão de “mística” foi substituída por outro vector de influência. Um jogador que fala em nome de um colectivo para se fazer sobressair perante o mesmo, tem uma fórmula muita própria, e individualista, do conceito de mística. A mística pressupõe a ética, e integra o todo; não o divide! Ainda que Lopetegui (ou lá como o quiserem chamar) seja o pior treinador do mundo, numa coisa sei-o correcto: uma andorinha nunca fez a primavera!

O Porto realizou já, na pendência deste defeso, cerca de oitenta milhões de euros, brutos, em transacções de passes de jogadores. Perante esta realidade a que mais nenhum clube português acede – nem de perto nem de longe, da forma consistente e sistematizada como o Porto o faz – como se deveria protagonizar a nova política desportiva do clube/SAD? Reduzido o passivo, apostando em valores da formação e projectando um futuro, a médio prazo, de conquistas, ou reinvestindo parte desse valor em jogadores de garantias, para se projectar vitórias num presente próximo? Bem sei que as contas são fundamentais num projecto desta natureza, mas ao Porto, a este Porto, nada menos se pede do que vitórias! Conheço grandes clubes do passado – Ajax, Anderlecht, AC Milão, Inter, Liverpool, United, grande parte dos grandes clubes de leste, ou mesmo o Lyon num passado recente – que hoje nem aspiram a ser relembrados como tal. Fora do protagonismo da CL, a tendência cada vez maior, é os grandes clubes reforçarem o seu estatuto e os de média estatura, que lá se podem aguentar, continuarem a nadar entre esses tubarões. E enquanto se nada, vai-se na onda…


Por: Joker
terça-feira, 21 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

À atenção do FCP


Durante várias décadas o clube azul e branco teve o condão de saber liderar a hegemonia do futebol português, hegemonia essa que teve o seu lançamento nos tempos de José Maria Pedroto, que com a carismática liderança de Pinto da Costa iniciaram em conjunto um ciclo vitorioso sem precedentes no nosso país, muito ao invés do que tem acontecido com o SCP, que praticamente no mesmo período de tempo, esteve quase sempre arredado dos principais títulos em Portugal e que neste momento se prepara para relançar esse desiderato, ao apresentar-se este ano como um sério candidato a vencer todos os títulos em disputa, pelo menos parece ser esse o principal objectivo da Direção do SCP, ao contratar contra todas as expectativas JJ ao SLB, reforçar-se com alguns jogadores de renome sem fazer muitos estragos na sua atual equipa, e fazer retornar ao clube individualidades de renome e carisma leonino como Otávio Machado e Manuel Fernandes, que no entanto, só o tempo e principalmente os resultados desportivos ditarão se foram boas ou más escolhas para o clube de Alvalade, independentemente das suas capacidades profissionais e desportivas. 

Neste enquadramento, se o FCP quiser continuar a ser o clube português e mundial que melhor tem sabido tirar partido das melhores transações de jogadores e de mais-valias, se quiser retornar com pujança à liderança do clube em Portugal com mais títulos conquistados, com o melhor modelo de gestão e organização desportiva, e ainda, com o maior poder financeiro para continuar a contratar jogadores de topo, sendo hoje todo este projecto desportivo objeto de uma profunda análise e imitação de muitos outros clubes no estrangeiro e a nível nacional, e afirmo isto mesmo correndo o risco de saber que muitos dos leitores que irão ler esta crónica, certamente que terão toda a liberdade para discordar deste princípio de raciocínio, tendo em conta o que se passou, ou não, com o famigerado “Apito Dourado”, que apesar de nunca se provar a culpabilidade do mesmo em termos jurídicos, continua a manifestar-se fora do reino do dragão como um argumento de arremesso de responsabilidades, sempre que é preciso justificar os fracassos dos nossos adversários, como se tudo o que se tenha passado, ou não, tenha por direito próprio de perdurar para sempre no tempo como uma desculpa esfarrapada por quem não tem capacidade de resposta para contrariar e justificar as vitórias do FCP, ou então, as últimas afirmações do árbitro Marco Ferreira também teriam que ser esmiuçadas até às últimas consequências pela gravidade que as mesmas se pronunciaram na praça pública, mas na realidade na comunicação social, o que se tem visto sobre esta matéria é uma espécie de amnésia total com todo o sentido do encobrimento absoluto do facto, como se nada se tenha passado para aqueles lados, mas certamente se fosse ao contrário estaríamos já em cena com um enorme romance à volta do acontecimento, situação para a qual já estamos habituados ao longo dos anos, e à qual damos como resposta cabal a conquista de mais títulos.

Ao pretender chamar a atenção do FCP para o atual panorama do nosso futebol, prende-se essencialmente com o facto de os nossos eternos rivais de Lisboa se prepararem para tentarem contrariar a hegemonia do FCP nas quatro linhas, ou não, não que os mesmos não tenham o mesmo direito por também se configurarem como dois grandes clubes que são de facto, mas na verdade, tendo em conta toda a forma como têm ultimamente gerido os seus clubes, não será difícil perceber que o método de gestão que utilizam no momento passa muito por uma cópia em forma de plágio recôndito do que tem sido exibido pelo FCP nestes últimos anos, razão pela qual o FCP deverá preparar-se para o impacto que aí vem, pois se não estivermos devidamente atentos e nos desviarmos nem que seja um milímetro da mesma linha de raciocínio, se não estivermos sempre num processo evolutivo e sempre acima dos nossos eternos rivais, podemos ser igualados ou até ultrapassados pois vontade não lhes falta.

Por: Natachas.


segunda-feira, 20 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

Jogador à Porto?

#Benfica #FCPorto #Maxi #Joker


Um jogador à Porto?
Questiona-se o Zé…
Tem que meter o pé (mas)
Sem maldade no corpo!

Não é um trapaceiro
Apesar de ser viril
E usa o corpanzil
Com um vigor certeiro!

Não dá muita pancada
Mas pode ser faltoso!
Pois é só vigoroso
Em qualquer entrada!

E nunca de pés-juntos
Pois nisso com’a “relva”
Não é à lei da selva
Que conquistamos pontos!

Exemplos do que fala?
O Alves e o Costa!
E o tanto qu’ele gosta
“Vestir a camisola”!!

São poucos os exemplos
D’entrega, abnegação!
Mas o Paulinho, não!!
Que lhe estrag’os argumentos…

E tudo para quê?
Só para ter razão
Que lá na “Reflexão”
Não lhes falta QI!

São todos geniais
Nas suas convicções
Não queriam ser Dragões
Por serem animais!

Queriam ser Andrades
Pr’a respeitar a história
Daquela nossa glória
Das suas “mocidades”!

E nisso são convictos
Na escolha do futuro
Que nisso não os censuro
Como eles, os meus escritos!

Pr’a todos há lugar
Nas nossas convicções!
Mas ter comparações
Sobr’o modo d’estar?

À Porto, um futebolista?
Aquele pois, que vença!
E se por mais, convença
O Zé, na sua lista!?…


Por: Joker

sábado, 18 de julho de 2015
Posted by Tribuna Portista

Lápis azul

#FCPorto #Joker

Dizia-se qu’António Ferro
No tempo da outra senhora
Usava caneta e tesoura
Pr’a corrigir qualquer “erro”

Eram tempos de censura
A que obrigav’o regime
Ond’o escrever era crime
Nessa palavra em clausura!

O pensamento qu’é escrito
Tem um valor qu’o transcende
E se publicado, “ofende”
O ditador, é ilícito!

Daí qu’o “lápis azul”
Seja por isso lembrado
Com’o método usado
Pel’o censor no curul!

Hoje, anos passados
Desd’a égide democrática
Não se perdeu tal prática
Em comentários “riscados”!

O “lápis azul” é sistema
Em tal blogue de “portismo”
Um reflector de cinismo
Na provocação por esquema!

Ms na resposta devida
Apagam os comentários…
Não os publicam, otários!
Pela razão lá contida!

E na defesa do grupo
Vem o Silva pelo Zé
Que provocando, dá ré
Nesse sistema corrupto!

E granjeados na razão
Qu’a censura sempre dá!?
Reflexão? É no que dá
O lápis azul na mão!

 Por: Joker
Posted by Tribuna Portista

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