segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Sistema


SISTEMA

De sistema, uma noção?
Esses gestos do Capela
De cartolina amarela,
Em plena exibição!


C’o intuito de vergar
Esse clube antagónico,
Do poder, qu’anacrónico,
Faz questão d’apitar!

Lá visando esse fim
De vencer o elegido,
Qu’o sorteio preterido,
É a vingança…assim!

O Capela e o Paixão,
Os eleitos na jornada!?
Pr’a anunciar de calada
C’o sistema é lampião!?

Eles tremem, mas cair…
Só c’oa revolução
De se ser um campeão
C’o Pereira a gerir!?

Assim é complicado
Nestes ínvios critérios,
Qu’eles tidos por sérios
Têm o Máxi “amarelado”!

Em quatro jogos, cartão!
Quase como tantos num ano!?
Há pois nisto um engano,
Ou é o sistema ficção?

Quem prova a relação,
Qu’a cor mud’o juízo?
S’o Capela, em prejuízo,
Tev’o Porto em punição!?

Há lógica neste julgar
Pois a cor não é vermelho,
E o Máxi já está velho…
Porque não o reformar?

Quem acredita no acaso
De s’o ver já pois expulso?
Ele que de vermelho foi escuso
De não lhe marcarem o passo?

Mudando pr’o azul e branco
Tod o acto é intencional!
Pois que cá por Portugal,
Só o benfica tem “manto”!

E é tido por “sagrado”
O sistema já antigo…
C’o Pereira tem um amigo
Em todo e qualquer nomeado!

Não há pois nad’a fazer
Contr’o sistema vigente,
Já qu’o ser-se dirigente
Nisto deve obedecer…

E o benfica é o escolhido
Nas preferências arbitrais,
Qu’as escolhas são naturais
Nesse universo encardido…

Vai tudo corrid’a encarnado
Nas escolhas do Conselho,
Pois que só lá cheg’a “velho”
Tod’o árbitro “nomeado”!



E há prémio de carreira
Par’o primeiro vermelho,
Qu’um árbitro deste Conselho
O mostre ao Máxi Pereira!


Por: Joker
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