quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Roubar para bloquear …



Roubar para bloquear …

Começo por endereçar os meus parabéns e agradecimento à forma corajosa e guerreira como os atletas e equipa técnica do FC Porto lutaram contra tudo e contra todos até à última réstia de forças que tinham, sem nunca dar sinais de esmorecimento ou de ter desistido, de forma a vencer o último jogo para a Liga Nós frente ao Chaves. Todos sabíamos como estes três pontos eram fundamentais para a prosseguir a recuperação na tabela classificativa e manter acesa a luta pelo título.

Apesar das tentativas do árbitro Vasco Santos em “preservar” a vitória do Chaves no Dragão, e assim bloquear com mais um “cardápio de roubos para todos os gostos” a nossa “escalada” na tabela classificativa, fez-se justiça, provavelmente divina para quem acredita nestas coisas …
É um assunto incontornável na época 2016/2017 tal como o foi nas anteriores, o nível das arbitragens nas provas nacionais continua degradante e em queda livre no que toca à credibilidade e equidade.
Ainda está fresca na memória a recente arbitragem do FC Porto x Chaves para a Liga Nós. Esta liga tem sido uma sucessão de “nós” na garganta para nós adeptos, tal tem sido a permanente influência dos árbitros na perda de pontos do FC Porto no futebol sénior. 
Não foi só por jogar mal e ter um plantel com várias lacunas que o FC Porto está a quatro pontos (ou se preferirem um ponto com um jogo a mais) do topo da tabela classificativa. Parece-me que para conseguirmos ser campeões nesta época vamos ter de desatar o “nó gordiano” que o sistema montou com muita precisão, e isso só poderá ser conseguido com uma capacidade de superação e nervos de aço pouco vistos nas últimas três épocas.
Para desgosto de quem engendrou o plano e “sussurrou” ao ouvido do árbitro que tipo de arbitragem deveria exibir no Estádio do Dragão, o FC Porto decidiu ontem dar um murro na mesa e puxar dos galões, ir buscar forças e capacidade guerreira onde ninguém imaginava ser possível.
É indesmentível que o sistema está assustado com a melhoria do FC Porto, e vê no nosso amado Clube uma ameaça à caminhada triunfal do colo colo de Carnide rumo ao tetra. Logo agora que o guião começava a ficar perfeito para os de Carnide com o sporting cada vez mais distante e se calhar irremediavelmente arredado da luta pelo título.
O FC Porto aproxima-se do primeiro lugar e eles “lá em baixo” já sentem um arfar de ar efervesceste a bafejá-los no pescoço, pois é o Dragão está renascido das cinzas! Lembranças do passado, quais temíveis pesadelos “desenterrados” do subconsciente, uma agoniante sensação de déjà vu, um filme já antes visto com desfecho arrepiante para eles, reminiscências de um Dragão que os bateu sobre a meta várias vezes.
E como “gato escaldado tem medo de água fria”, toca a inclinar o mais possível os campos deste país onde o FC Porto joga, para colocar-nos fora da corrida ao título mesmo que ainda não matematicamente, mas psicologicamente.
Eu alertei na minha anterior crónica que a simples saída do Vítor Pereira do conselho de arbitragem não melhoraria em nada o nível das arbitragens e consequentemente a verdade desportiva das competições. Não é necessário ser vidente para chegar a esta conclusão.
O que está a acontecer há vários anos a esta parte é o resultado dum plano muito bem engendrado, que foi ganhando corpo e parece imparável … pelo menos até ao dia em que este país ganhe de novo vergonha na cara e não suporte mais campeões “fantoches” por decreto, cuja falsidade do seu valor fica clara como água quando é tempo de medir forças nas competições europeias.
Diz-se por aí “de boca pequena” que o colo colo de Carnide é o clube do regime e da maçonaria. Alguns dos leitores acharão absurda a minha tese seguinte, mas é o que eu realmente acho que está a acontecer.
Que outra organização operando na clandestinidade, nas “sombras”, às escondidas, poderia ter tão grande influência para trazer uma instituição desportiva novamente à ribalta, vencendo as mais importantes provas nacionais? 
Está criada uma “máquina tão bem oleada” que arbitragens, poder judicial, poder político, instâncias desportivas e comunicação social tal e qual uma “orquestra bem afinada” afinam pelo mesmo diapasão e com uma precisão impressionante levam a cabo o “desígnio nacional” sem pestanejar? 
Ainda mais tenebroso do que o descrito nos parágrafos anteriores, a influência desta poderosa sociedade secreta ainda foi mais além, colocou estrategicamente “os seus peões” em órgãos de comunicação com peso para “fabricar a opinião pública”.
Recentemente até no jornal “o jogo” onde ainda há pouco tempo podíamos encontrar alguma isenção na análise aos jogos, o “famoso tribunal” deste jornal ilibou a arbitragem escandalosa e bem caseira de Jorge Sousa no dérbi lisboeta opondo o colo colo de Carnide e o sporting e até a considerou positiva!
Cedo percebi que Vítor Pereira anterior presidente do conselho de arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol era um mero peão, um actor se quiserem, que facilmente seria substituído e o “guião mantido”. Assim mantinham-se as aparências de que algo iria mudar, ficando apenas o tempo encarregado de demonstrar o contrário, quando já era muito tarde para travar o plano em marcha.
Ora na conveniência de lojas maçónicas cozinham-se estas coisas e continuará a ser assim, todos conhecem todos e todos e imbuídos de sentido de irmandade e fraternidade “desenrascam o irmão maçon que precisa”, porque a influência dos membros desta organização na sociedade e destinos de um país é enorme, mas não acreditem em nada disto. Façam a vossa pesquisa.
É tão confortável e relaxante para um jogador do colo colo de Carnide saber que em caso de aflição uma mãozinha amiga do homem do apito pode aparecer a qualquer momento, e resolver o que está complicado. Tem sido assim para felicidade deles e desespero dos adversários. E isto parecendo que não retira uma grande pressão dos ombros dos jogadores do colo colo de Carnide e contribui para que as coisas tenham regra geral um desfecho positivos para eles, não é necessário ser um génio para concluí-lo.
Até ao momento contabilizam-se quinze grandes penalidades claras não marcadas a favor do FC Porto a nível interno, alguns golos mal anulados (contra o Chaves vimos o último), observamos os critérios disciplinares dos árbitros que não hesitam em punir os nossos atletas (na maior parte das vezes mal) e são brandos com adversários violentos por vezes abusando também do anti-jogo.
Será necessário recuar muito no tempo para encontrar um cenário igual. O que está a acontecer é gravíssimo, é um claro caso de polícia, como está tudo controlado não é expectável qualquer tipo de novidades em termos de investigação criminal, e se houver algo, deverá ter o mesmo desfecho da anedótica investigação às denúncias dos vouchers do colo colo de Carnide. 
Tudo é feito às claras e só quem anda distraído ou tem má fé pode ousar dizer o contrário. Ou então sofre de uma grave doença mental chamada “benfiquismo” que não permite na realidade ver nada de nada, e mais não é do que “carregar duas grandes palas encarnadas”, viver num mundo à parte de “doces enganos” e “piedosas mentiras”.  
Deixando o campo das teorias de conspiração que uns adoram e outros rejeitam em absoluto, devo afirmar que não acho que o FC Porto tenha plantel para lutar pelo título, mas isso de ter plantel ou não é muito relativo. É inegável que estamos a construir uma nova equipa do zero com atletas muito jovens e inexperientes, talentos sim, mas ainda com muito para crescer, e no futebol isto significa ter paciência para construir uma equipa ganhadora sacrificando o imediato, privilegiando o futuro.
Foi algo muito parecido a isto que o Deco afirmou recentemente numa entrevista ao jornal “o jogo” sobre a forma como vê o FC Porto na actualidade.
Na prática o que conta e determina o sucesso ou insucesso é que tipo de rendimento um treinador consegue extrair do lote de atletas que tem à sua disposição e se consegue coloca-los a jogar como equipa em vez de um conjunto de individualidades. 
A isto acresce saber ter o controlo do balneário e saber lidar com as diferentes personalidades existentes no plantel. Trabalhar a parte psicológica dos atletas de alta competição, qualquer que seja o desporto, é sem dúvida como os grandes campeões e conquistas são “moldados”.
O FC Porto tem vindo a melhorar o que é entusiasmante e deixa uma réstia de esperança para o que falta de presente temporada. Se houvesse capacidade financeira era sensato reforçar o plantel em Janeiro de 2017, o que provavelmente não acontecerá a menos que alguma venda seja feita.
A propósito do assunto da capacidade financeira, ainda estou incrédulo com o último relatório e contas apresentado pela FC Porto SAD. Um enorme prejuízo, dezenas de atletas sob contrato e a maioria sem qualidade para representar o Clube, um plantel com gritantes carências, cuja responsabilidade de “fazer golos” foi entregue a um jovem de 20 anos, que por muito bom que seja não tem a maturidade suficiente para lidar com tamanha pressão.
Com foi possível tamanha irresponsabilidade na gestão do Clube? Espero que as coisas mudem e muito porque os tempos são outros, o modelo de negócios que a FC Porto SAD tinha está esgotado porque já não conseguimos transferir jogadores pelos valores astronómicos do passado, e verdade seja dita, não há atualmente muitos jogadores no plantel cobiçados pelos “tubarões europeus” com sucedia no passado.
Choca-me que o Presidente do FC Porto quando é convidado a comentar temas relacionados com a vida do Clube, e o tema das comissões, contratações e aumento dos gastos vêm à baila, fale como se não fosse nada com ele, como se ele tivesse acabado de chegar ao Clube e estivesse tão surpreendido como todos nós ao ouvir aquilo!
De resto nota-se que já ninguém respeita nem leva a sério o nosso Presidente e a prova disso é como estamos a ser prejudicados pelas arbitragens há vários anos e até na nossa casa vêm gozar com a nossa cara, como hoje a newsletter digital diária oficial do FC Porto refere que o jornalista Nuno Martins da TSF insultou os adeptos do nosso Clube com “linguagem de taberna” e a jornalista Soraia Ferreira da Lusa festejou o golo do Chaves.
Isto está bonito está! Haja um pingo de decência a mova-se uma acção judicial a esse Sr. Martins e seja impedida a entrada no futuro desses dois “jornalistas” nas instalações do FC Porto. É tempo de dizer basta ao circo instalado, se somos odiados paciência, é fruto do país de medíocres e acéfalos que temos. Não podemos continuar “dando a outra face” como tem acontecido na maior parte das vezes em que a FC Porto SAD optou por um ensurdecedor silêncio enquanto o nome do Clube era enxovalhado e fomos prejudicados em campo.
Já agora gostava de chamar a atenção para as palavras “memória” e “coerência”, pelo que convido os responsáveis da FC Porto SAD a uma consulta no dicionário acerca do seu significado. E porquê? 
Porque passam a vida a criticar (e com razão!) os jornais (pasquins - mas estou imbuído de espirito natalício hoje) a bola e record e os seus directores, mas demonstraram uma enorme falta de bom senso, memória e de espinha vertebral ao convidar os directores desses jornais para a gala Dragões de Ouro.
Um dia saberemos o porquê de certos “convites” … enfim!
Aproveito para desejar à Família Portista espalhada pelo mundo um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo, que vos traga simplesmente o melhor de tudo, e que seja um ano coroado e recheado de conquistas Azuis e Brancas!

FC Porto a vencer desde 1893!
A Chama do Dragão é Eterna!

FC Porto Sempre!



BluePunisher

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