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sábado, 29 de abril de 2017

quinta-feira, 3 de março de 2016

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Verde de génio!

#FCPorto #lagartos #Sporting #BrunodeCarvalho #Doyen #Vigaristas #Joker



Tenho que reconhecer
O homem é um génio
O maior do milénio
A “comprar” e “vender”!

Compr’o que não pode
Vend’o que não tem
Ganha como ninguém!
Lucra o que não deve!

E ainda devolve ao fundo
O dinheiro investido!
O passe repartido…
Gera retorno infecundo!

No comunicado à Comissão
Diz pagar aos Russos
Construir um multi-usos
C’o esse dinheiro na mão!

Resolvido o contrato
O Fundo receb’o dinheiro
Pago p’lo passe inteiro
Tudo no valor exacto!?

Fica tudo perfeito
C’o perdão do Rojo!
E o clube em desafogo
Para investir no pleito!

Que segue já de seguida
Na sala dum tribunal…
Noutro país cultural
Que têm a lei bem sabida!

E aí se verá o jogo
Deste génio da finança
Dos valores em cobrança
O clube saberá do Rojo!

Depois de saldad’a dívida
Se saberá se valeu a pena
Se por tal quantia pequena
Tomar tod’a parte líquida!

E s’o risco do negócio
Assumida por outra parte
No acto qu’a reparte
Comutar a parte do sócio!?

Perdoa-me Vale e Azevedo
Por te ter já galardoado
O génio não vai d’encarnado
É verde qu’até mete medo!


Por: Joker

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O Simpático!




Quer a maior simpatia
Pró seu maior infortúnio
Uma maior alquimia
Nessa forma de raciocínio
 
Pois o seu clube querido
Perde com’o contribuinte
Nesses descontos, sumido
Vive em penúria, o pedinte!
 
Por isso solta a piada
Fácil, por conveniência
É um derrotado, sem nada
Ri-se, na pré-conferência!
 
País de PIB em decréscimo
Pelas vitórias do “estrangeiro”
Só o Mexia viv’em acréscimo
Pois sabe chinês corriqueiro!
 
Claro que uma pobre cidade
Mesmo c’um clube tri-campeão
Não pode servir a irmandade
Que tem o benfica no coração!
 
É um simpático, o ministro
Envolve-nos no seu encanto
Deixou esse rosto sinistro
Por ser do benfica, o espanto!
 
Até já se ri das finanças
Chorando a graçola da perda
Ainda apagará as lembranças
Do dia que nos fez servos-da-gleba!
 
Pois tudo é em si perdoado
Desde que pertenças ao clube
É melhor trajar de encarnado
Pois não tens escutas no youtube!
 
E mesmo que lá as coloques
O Bigbrother as apagará
Uma imagem sem remoques
É o qu’o benfica dá!
 
E o monstro das bolachas
Logo virará um príncipe
Mais impostos ou outras taxas?
É pr’a isso que serv’o contribuinte!
 
E depois da governação
Logo s’encontra uma empresa
Há sempre uma administração
Pronta pr’a aumentar a despesa!
 
E digam lá se não é convidativo
Ser do benfica, ser-se popular?
Fica-se mais participativo
Lança-se graçolas no ar!
 
E até aquele ar cinzento
Aquela voz triste, arrastada
Ganha novo brio, alento
Pra lançar outra piada!?
 
E há sempre a garantia
De que nunca se vai de xadrez
Só no fim do mandato, um dia
Se pode emitir um, talvez!?
 
E na maior simpatia
Naquela risada geral
O país, como que por magia
Rejubila, PORTUGAL!!!
 


Por: Joker

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Os 3 F’s, de Penalti! (Por Joker)




Tarzan, o Boi da Selva, sente-se prejudicado
Pensa que três penaltis, são só obra do Diabo
Não existiram, evidentes; foram simulações
O Matic e o Maxi, não mereciam as expulsões!

Foi tudo ganho, limpinho, sem intervenção capilar
O Careca, num jeitinho, só lá esteve para apitar
Num critério largo, conveniente, pr’a Inglês ver
E o Regime, indiferente, tudo pode pr’a vencer!

Com placagens, com rasteiras, com pisadelas
À Inglesa, limpinho, limpinho, sem esparrelas
Sem penaltis, sem expulsões, com obras d’arte
Com Capelas, sem sanções: um mundo à parte!

Para o seu Regime vencer, tudo é possível
Inventa apitos, outras escutas sem combustível
Raivoso que está, naquele jogo das evidências
Finge que dá, um só penalti, pr’as conveniências

De tão indecoroso, este campeonato das encomendas
Escondem o nervoso, nos seus túneis de prebendas
É assim que ganham, em novas falácias mentirosas
Que bem s’amanham, nas suas naftalinas resinosas!

Vai ser um cheiro dos Diabos, quando isto findar
A poeirada, os cheiros bafientos que vão voar
Cachecóis, bandeiras, panos vermelhos, e reservados
Capelões, freiras, padres, evangelhos, e outros prelados!

Tudo a rezar, com a sua bíblia escrita em aramaico
O Jesus no altar, a professar no seu verborraico:
Tudo limpinho, sempre acarditei, neste momento!
Lá vai o Regime: fado, futebol, e o seu sacramento!




Por: Joker

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Greve Geral (Por Joker)




Quanto não vale uma greve, decretada pra vencer?
O vencimento breve, jogada de grande saber!?
Uma vitória clara, dos grevistas do ameaço
Uma luta bem rara, neste jogo do embaraço!

Há sempre uns capitalistas, dispostos a pagar
O preço dos cambistas, prontos a negociar
Não se lhe conhece o rasto, só a sua amizade
Deve ter sido o Emplastro, a mais pura da verdade!

E esse plantel austero, duma verticalidade espartana
Pejado dum brio sincero, entrou nessa jogatana
Enfrentando o formidável, na voz do seu timoneiro
De bolso mais confortável, jogou o jogo por inteiro!

Um milagre capitalista, nesta jornada de luta
Uma amizade benquista, em prestimosa labuta
Um Presidente honrado, num pagamento devido
Um novo jogo adornado, num processo entretido

Sempre o mesmo suspeito, metido em manigâncias
O mesmo sujeito escorreito, vivente de suas ânsias
Querendo à força provar, o seu falhanço nos tais
Nesse engodo de ganhar, convoca greves gerais!




Por: Joker

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O teorema do Regime. (Por Joker)




O Regime chegou ao fim
Nessa prova d’endurance
Aguenta-se c’o pasquim
A não revelar a nuance

Do penalti no final
Daquele preciso minuto
Perdiam o doutrinal
Pra continuar o tumulto

Vitimizando-se a rodos
Uma equipa perseguida
Por um árbitro sem modos
Qu’insiste em julgar com medida

A história do fora-de-jogo
Esquecidos os demais confrontos
Dos duplos penaltis do Cagoso
E do avanço de cinco pontos…

A equipa avassaladora
Imparável do Jesus
Acabou na centrifugadora
Sêca, sêca no quebra-luz!

Por isso s’apagaram as luzes
Pois sequinha já estava a louça
Há que poupar para as cruzes
De quatro milhões à queima-roupa!

Nisto o desespero, para mais poupar
Neste seco ano de austeridade
Corta-se a eito, no empatar
Vence-se, com jeito, com autoridade

Naquele apito do Almeida
Salvador, de tão estridente
Um árbitro de boa seiva
O Nuno? Pode ser, certamente!

E como a Europa é um encargo
Neste desígnio nacional
Quer-se começar o embargo
À competição internacional

Pois, apesar das várias frentes
Qu’ostentam com sentido orgulho
Só o Campeão interessa às gentes
Só isso justifica tanto barulho

Apesar da grã-vitória, na Liga Europa
Mijadinha, reza a história
Gloriosa, para a tropa
Triste memória, cantam vitória!!?

E a Liga dos Campeões?…
Em toda’as frentes! Cuspiu o Mestre!
Uma equipa d’alegres fanfarrões
C’os seus repentes, rumo ao desastre…

E esgotado, c’os recursos dos seus pasquins
Vive o Regime, nos cuidados intensivos
Tem-se alegre, na memória dos velhos botequins
Sente-se unânime, nos seus delírios paliativos…





Por: Joker
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