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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A semana das modalidades

Andebol:

Fotografia © Gustavo Bom / Global Imagens

Ademar León 28 - 25 FC Porto

O FC Porto garantiu este último sábado o acesso à fase de grupos da Taça EHF, a segunda competição do andebol europeu. No jogo da 1ª mão tínhamos garantido uma importante vantagem de 5 golos. Apesar disso a visita ao Ademar Léon não se afigurava fácil. 

A equipa espanhola chegou a meio da 1ª parte a ter 5 golos de diferença no marcador (8-3), fruto de uma má entrada em jogo. Contudo um bom fim de primeira parte fez-nos recuperar e recolhemos aos balneários apenas com 1 golo de diferença (13-12).

Na 2ª parte, tudo parecia decidido. Tivemos um parcial de 8 - 0 por exemplo que nos deixou com uma confortável vantagem a 10 minutos do fim. Além dos 5 golos trazidos da 1ª mão, chegamos a estar a vencer por 5 neste jogo (22-17).

A equipa espanhola deu tudo por tudo nos derradeiros minutos e chegaram a ameaçar, contudo um golo da ponta de Ricardo Moreira dissipou as dúvidas. Era a nossa equipa que passaria.

Para esta fase de grupos estarão presente 16 equipas que serão divididas em grupos de 4. O sorteio será na 5ª feira e entre os possíveias adversários encontra-se o Hamburgo que foi campeão europeu apenas há 2 anos. Esperam-nos jogos de elevada dificuldade...

Na 4ª feira regressa o campeonato com a recepção ao clube que mais adoramos vencer...

Equipa e marcadores:

Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (5), Nuno Roque (3), Daymaro Salina (2), Mick Schubert (3), Ricardo Moreira (5), Yoel Morales, Edgar Landim, João Ferraz (6), Miguel Martins, Nuno Gonçalves, Alexis Hernandez (1), Wesley Freitas, Hugo Santos e Babo.



Hóquei em patins:



FC Porto 6 - 2 Juventude de Viana

No regresso ao Dragãozinho após a saborosa vitória em Turquel o Fc Porto recebeu ontem a Juv. Viana por esclarecedores 6 - 2. Esta vitória permite-nos manter a liderança com 8 vitória e 1 empate após a 9ª jornada. 

A nossa equipa dominou desde o apito inicial. Logo no 1º minuto falhamos um penalti. Tínhamos maior volume de jogo, mais oportunidades, total domínio do jogo. O guarda-redes adversário e sobretudo os postes iam mantendo a nossa equipa a zeros. Pior do que isso, sofremos 2 golos quase seguidos de uma forma completamente inesperada e contra a corrente do jogo.

Aos 6 minutos um golo de contra.ataque de Diogo Fernandes inaugurou o marcador. À passagem do 10º minuto novo golo sofrido a aproveitar uma falha nossa. 

Ainda havia muito tempo para recuperar e temos um plantel suficientemente profundo para invertermos situações destas. Foi o que aconteceu. Tó Neves começou a rodar a equipa e do banco saíram as soluções, sobretudo Rafa.

Pouco mais de um minuto depois do 2º golo visitante, Jorge Silva reduziu. Jogada de Hélder Nunes (tinha igualmente acabadoo de entrar) que assistiu o nosso avançado. Este, à boca da baliza, finalizou com categoria. 

Como referimos Rafa foi o rosto da reviravolta. Aos 18 minutos marcou de livre directo e empatou o jogo. A 5 minutos do intervalo, a primeira vantagem também por intermédio de Rafa. Recuperou a bola, tabelou com Hélder Nunes e marcou já bem perto da linha. Estava feita a reviravolta no marcador. 

Foi com o 3 - 2 que chegamos ao intervalo.

O reinício do jogo foi bem mais tranquilo para o nosso emblema. Ricardo Barreiros fez o 4 - 2. Um golo muito bonito. Recebeu a bola à entrada da área, rodou sobre o adversário e rematou ao ângulo superior. Um golaço.

Nélson Filipe foi fundamental na manutenção na manutenção deste resultado. Já na 1ª parte tinha defendido uma bola parada de Luís Viana. Voltou a fazê-lo na 2ª, após a nossa 10ª falta. A isso somou uma data de intervenções fantásticas. Nós também tivemos as nossas chances. Jorge Silva falhou isolado, o poste devolveu mais uma bola de Pedro Moreira.

Tó Neves estava acertado em quem fazia entrar. Vitor Hugo tinha entrado há um minuto e fez o 5 - 2.

O resultado final foi fixado por Rafa a 5 minutos do fim, fazendo assim o hattrick.


FICHA DE JOGO

FC Porto Fidelidade-Juventude de Viana, 6-2
Campeonato nacional, 9.ª jornada
30 de Novembro de 2014
Dragão Caixa, no Porto

Árbitros: José Pinto e Joaquim Pinto (Porto)

FC PORTO FIDELIDADE: Nélson Filipe (g.r.); Pedro Moreira, Ricardo Barreiros (1), Caio e Jorge Silva (1)
Jogaram ainda: Tiago Sousa (g.r.), Reinaldo Ventura (cap.), Hélder Nunes, Vítor Hugo, Rafa (3)
Treinador: Tó Neves

JUVENTUDE DE VIANA: Jorge Correia (g.r.); André Centeno, Nuno Félix, Diogo Fernandes e Luís Viana
Jogaram ainda: Gustavo Lima, Francisco Silva, Joel Coelho (cap.)
Treinador: António Carvalho

Ao intervalo: 3-2
Marcadores: Diogo Fernandes (7m), André Centeno (11m), Jorge Silva (13m), Rafa (18m, 20m e 45m), Ricardo Barreiros (29m), Vítor Hugo (38m)



Basquetebol:




Académico 52 - 86 Dragon Force

Ontem a nossa equipa principal de basquetebol deslocou-se ao vizinho Académico em jogo a contar para os 16avos de final da Taça de Portugal. De referir que este jogo aconteceu umas horas depois da vitória em casa do Atlético (76-51) em jogo a contar para a 6ª jornada da Proliga onde continuamos imbativeis. 

Não se esperavam dificuldades nesta curta viagem. Se em muitos jogos da Proliga a dificuldade é reduzida, perante uma equipa de um escalão inferior não seria mais dificil.

Embora sempre em vantagem o 1º período até foi mais ou menos equilibrado. Vencíamos "apenas" por 9 pontos (23-14). A nossa equipa disparou no marcador no 2º período, chegando ao intervalo a vencer por 44-25.

A 2ª parte foi apenas o confirmar dessa diferença de valores. A diferença de 34 pontos é reveladora disso. 

João Fernandes com 15 pontos foi o nosso melhor marcador. Guilherme Amorim, ainda com 18 anos, estreou-se pela principal equipa e registou números muito agradáveis. Foi um dos melhores marcadores com 11 pontos.

Depois de 2 jogos no fim de semana a nossa equipa regressa à competição apenas no dia 13 Dezembro, na recepção ao Sangalhos. 

Equipa e marcadores:

João Ribeiro (10), André Bessa (6), João Grosso (8), Miguel Queiroz (10), João Gallina, Ferrán Ventura (4), Pedro Bastos (12), João Fernandes (15), João Torrie (4), António Monteiro (4), Luís Caetano (2) e Guilherme Amorim (11).


Por: Paulinho Santos

terça-feira, 19 de março de 2013

FCP – Uma escola de treinadores e jovens talentos




De acordo com o que podemos constatar no site oficial do clube azul e branco, o Dragon Force é um projeto inovador que sob o lema, “Tu tens o poder do Dragão”, o F. C. Porto desbrava novos caminhos de orientação desportiva própria, no sentido de encontrar e formar jovens talentos nas mais diversificadas modalidades do clube, se bem que, como será óbvio, o futebol se manifeste como um objetivo central, fazendo também enaltecer a cultura e mística azul e branca, partilhando o quotidiano de um emblema ganhador com uma prática centenária, lúdica e privilegiando o crescimento sustentado dos mais jovens com a sociedade onde estão inseridos.





O projeto Dragon Force tem na sua política de desenvolvimento e de conceito associado à sua génesis várias variáveis, como são o caso da Expansão Dragon Force, onde quem quiser se pode candidatar a abrir uma escola de futebol jovem com o apoio da estrutura azul e branca; o Road-Show que tem como principais metas levar a marca azul e branca e a sua cultura a todos os jovens em vários locais do país, dando assim a oportunidade a todos os participantes sob a superior orientação da estrutura do FCP, praticarem a sua modalidade preferida, sentirem de perto o poder de ser Dragão e mostrando ao mesmo tempo todo o seu talento e potencial, para se assim for a vontade de ambas as partes, poderem depois fazerem parte do quadro efetivo de jovens talentos do clube; o Campo de Férias aproveitando os períodos de pausas escolares, onde centenas de crianças entre os 6 e 13 anos têm oportunidade de conhecerem o Centro de Treino da equipa sénior no Olival e o Vitalis Park na rua da Constituição, e praticarem nos parques dos seus sonhos futebol em diferentes torneios organizados pelo clube; ou ainda os Clinics, outra vertente do projeto Dragon Force, que tem como finalidade proporcionar às crianças que se quiserem associar a esta iniciativa um dia inesquecível, através de uma visita guiada ao mundo do FCP, onde se destaca a visita ao Estádio do Dragão, a visualização de um vídeo sobre a história e as conquistas do clube, visita ao centro de treinos Vitalis Park, oferta de um Kit Dragon Force, almoço e lanche no Sports Café Vitalis Park, seguido de um treino tático e técnico, e por último uma foto oficial com os treinadores envolvidos, várias sugestões e surpresas para memória futura que todos os participantes nunca irão esquecer, perpetuando desta forma o espírito de equipa e a mística azul e branca para as gerações futuras.

No que diz respeito à escola de treinadores portugueses, é também de salientar o grande número de jovens treinadores que têm passado pelo FCP, onde depois de conquistarem vários títulos no clube azul e branco, continuam a sua senda vitoriosa ao serviço das melhores equipas estrangeiras como serão os casos de José Mourinho e André Vilas-Boas como principais intérpretes deste desiderato, a que se podem juntar numa segunda linha o atual treinador Vitor Pereira, Domingos Paciência, Pedro Emanuel e o excelente trabalho este ano realizado por Nuno Espírito Santo no Rio Ave, se bem que precisará de ser melhor consolidado num futuro próximo, o que vem provar que o projeto e a marca FCP também nesta área tem uma missão e uma orientação desportiva meritória.

Por: Natachas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Dragon Force: O projecto basquetebol.






Numa altura onde o projecto Dragon Force arrancou em força no nosso clube a nível sénior e que visa uma aposta clara na formação num futuro próximo, quando paradoxalmente o basquetebol português se encontra a viver uma grave crise.









Deixamos a questão,será que o FC Porto se antecipou aos problemas federativos e acabou por tomar a decisão mais sensata?

O tempo tem mostrado que sim, uma vez que grande parte dos clubes atravessam diversos problemas de ordem financeira e depois da desistência do Barreirense (substituído pelo Galitos) existe também a possibilidade de equipas como o CAB Madeira, Académica, Barcelos ou Lusitânia se juntarem ao FC Porto e Barreirense no lote de desistentes para a época 2012/2013, confirmando de antemão a crise que enfrenta esta modalidade.

No último fim de semana realizou-se a final-four do Troféu António Pratas ("curiosamente" realizado no Pavilhão da Luz) e como não podia deixar de ser o Benfica passeou a seu belo prazer, ultrapassando com facilidade o Barcelos e depois na final a Académica.

Com a crise instalada na modalidade vejo dez equipas da Liga contando nas suas fileiras com plantéis modestos em quantidade/qualidade e depois temos uma única equipa repleta de estrelas, com excelentes alternativas seja para o jogo interior como exterior, onde certamente ao longo da temporada vai passear e conquistar todas as provas onde está inserido com maior ou menor dificuldade.

Neste actual cenário estar a investir num plantel competitivo não sabendo o número de clubes efectivos que vão estar na Liga e praticamente ter um único adversário digno desse nome durante uma época inteira,dá que pensar...

Inscrita a equipa na CNB 2 (ao que apuramos houve uma tentativa de inscrição na CNB 1), o Dragon Force FC iniciou no passado dia 06 de Outubro a sua época desportiva, defrontando o CD Póvoa (CNB 1) para a primeira eliminatória da Taça de Portugal e levou a melhor por 61-48,assim os dragões garantiram um lugar na próxima ronda, numa eliminatória onde já entram as equipas da Liga e Proliga.

O Dragon Force além de competir na CNB 2, este plantel participa igualmente no campeonato sub-20, possibilitando aos jogadores mais jogos e competição, o que nesta fase é muito importante, sobretudo para a transição para os seniores.

Tendo como técnico João Tiago (ex-adjunto do espanhol Moncho López) o plantel do Dragon Force FC é constituído pelos seguintes atletas:

- Agenor Bonito
- Eduardo Guimarães
- Francisco Rothes
- Hugo Sotta
- Joaquim Barbosa
- João Alves
- José Miranda
- Marcelo Júnior
- Miguel Soares
- Pedro Bastos
- Pedro Figueiredo



Por: Dragão Orgulhoso

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Dragon Force: E a sua importância para a formação do clube.



Há dias, enquanto lia uma notícia sobre a criação de uma escola de guarda-redes inserida no projecto Dragon Force, dei por mim a pensar qual seria, neste momento, a importância da Dragon Force na realidade formativa do nosso Clube, ainda mais agora que a sua presença se limita cada vez menos ao Grande Porto.









Para começo de análise, convém referir que o projecto Dragon Force iniciou-se em Setembro de 2008 com a primeira Escola a abrir portas no Vitalis Park. Neste momento, e com a abertura de 4 novas Escolas em Vila Pouca de Aguiar, Leça, Régua e no Colégio do Rosário (Porto), são, ao todo, 14 escolas, distribuídas um pouco por todo o país.








Quem acompanha com relativa proximidade os escalões de formação rapidamente percebe que há alguns aspectos que saltam à vista no trabalho desenvolvido nas escolas Dragon Force. Em primeiro lugar, nota-se uma maneira de jogar transversal a todas as escolas e todos os escalões. Por vezes mecanizadas em demasia, as equipas DF fazem da posse de bola a sua prioridade, procurando criar à vontade entre o atleta e a bola. Uma forma de jogar similar aos escalões de formação do nosso Clube, embora limitada pela menor qualidade da generalidade dos seus executantes.

Quem vê de fora, como eu, fica com a clara sensação que o trabalho nas nossas Escolas é bem feito, mas há uma questão que assume especial importância: 

A Dragon Force é, efectivamente, uma fonte de talento para os nossos escalões de competição?

Embora não havendo um registo 100% fidedigno, os números que vamos tendo conhecimento ou que vamos vendo publicado em blogs e sites ligados a estas escolas parecem indicar que sim. Por exemplo, para a época 2011/2012, a DF Braga colocou nos escalões de competição do FC Porto 5 atletas. Números excelentes para uma zona onde os outros dois grandes costumam “pescar” com relativa frequência e uma zona fértil em talento.

 Mas será suficiente?

Procurando analisar mais a fundo, percebemos desde logo que há limitações no que diz respeito à detecção de talento nas zonas onde estão situadas as nossas Escolas. A mais clara prende-se com o facto de cada Escola não poder fazer a sua própria prospecção e não poder captar atletas de outros clubes para os seus quadros, estando limitada aos atletas que, por sua própria iniciativa, passam a integrar a Escola. Ora, se na zona do Grande Porto isto faz sentido, evitando que o Clube-Mãe e as várias Escolas DF sejam concorrentes entre si na prospecção, em outras zonas fora deste centro parece uma oportunidade perdida para sermos uma força dominadora. 





Parto do princípio que tal proibição aconteça para que se mantenha o espírito de uma verdadeira Escola de Futebol, não voltada unicamente para a competição e dando igual oportunidade a todos de poderem evoluir com o intuito de poderem chegar às equipas de competição. Tal espírito seria subvertido se as equipas de competição dessas Escolas fossem constituídas em grande parte por atletas que chegam directamente de outros clubes. Mas cortar por completo a possibilidade de ir buscar mais talento parece-me demasiado radical, e não seria descabido que houvesse, por exemplo, um número (reduzido) de vagas nessas equipas para atletas vindos de outros clubes.


Tal limitação leva-nos sempre a pensar até que ponto conseguimos ser competitivos tendo como única fonte de recrutamento a Escola em si. Daí ser importante fazer um levantamento dos resultados obtidos pelas Escolas na passada época (2011/2012) com as suas equipas de competição:
  

ESCOLA/ESCALÃO
SUB-15
SUB-13
SUB-12
SUB-11
SUB-10
BRAGA
NÃO TEM
1º
5º
3º
NÃO TEM
CUSTÓIAS
NÃO TEM
4º
NÃO TEM
9º
NÃO TEM
ERMESINDE
2º
2º
NÃO TEM
6º
NÃO TEM
GRIJÓ
NÃO TEM
5º
NÃO TEM
2º
NÃO TEM
VALADARES
NÃO TEM
7º
NÃO TEM
4º
NÃO TEM
VISEU
NÃO TEM
3º
3º
1º
NÃO TEM
VITALIS PARK
NÃO TEM
1º
1º
2º
6º


Há 3 Escolas que devem servir como referência maior, por motivos óbvios: Braga, Viseu e Vitalis Park. Isto porque as restantes competem na zona do Clube-Mãe, com uma base de recrutamento menor, onde só a DF Vitalis Park consegue ter matéria para ser realmente competitiva. Em relação a Braga, é importante destacar que há apenas campeões de série, não havendo Fase Final em nenhum destes escalões. Referir também que não há campeonato específico de Sub-12, pelo que ambas as equipas de Infantis competiram no mesmo campeonato, apenas em séries diferentes.

Os resultados mostram-nos então que conseguimos ser competitivos acima de tudo nas Escolas fora do Grande Porto, onde é efectivamente mais importante sê-lo. Na próxima época, é provável que já tenhamos equipas de competição nas Escolas de Vila Pouca de Aguiar (através do SC Vila Pouca de Aguiar) e Régua (SC Régua), que nos permitirá avaliar ainda melhor a competitividade das nossas Escolas.

Tendo isto em conta, podemos então chegar à conclusão que, apostando-se também na prospecção para tornar ainda mais fortes as nossas equipas, seríamos capazes de “dominar” a formação nas zonas onde estão inseridas as nossas Escolas, o que levaria a que mais atletas procurassem a nossa Escola, aumentando a base de recrutamento e, por consequência, a qualidade das equipas (isto limitando-nos apenas à questão desportiva e esquecendo tudo o que são questões financeiras e de promoção de imagem, que seriam igualmente valorizadas).

Ainda assim, parece ser claramente positivo o trabalho desenvolvido pelas escolas Dragon Force, esperando que este trabalho se traduza em números no que diz respeito a jogadores colocados nos quadros competitivos do Clube, já que deve ser esse um dos principais propósitos destas Escolas, se não o principal.


Por: Skap
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